#Gay #Teen

Casos proibidos

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Na laje de casa eu estendia roupa. Olhei o céu limpo. O calor estava intenso e uma ou outra nuvem atrevida começava dar as caras. Terminado, olhei para baixo e o vizinho dava um trato na parede pintando o muro. Cumprimentei e desci indo fazer outras coisas. Olhei o relógio da parede marcando quinze para duas. Casa silenciosa, só eu ali, começaria a fazer a janta quatro e meia pois os meus pais só chegavam as seis da tarde. Varri a sala e a campainha tocou. Atendi. Um sinal com sorriso e entendi. Tranquei e caí na casa do vizinho que havia pintado seu muro.

Silêncio total, entramos no quartinho externo, ele trancou a porta e mostrou sua vara morena! Cinquenta e quatro anos, gordo, baixo, ele curte novinho! Branco, olhos castanhos, 1.69 de altura, ele colou o corpo na porta e eu ajoelhei para engolir toda sua rola em duas bocadas! Hum! Vinha dinheirinho depois! Segurou a minha cabeça e senti a rola tocar a garganta! Soltou e tomei fôlego! Proibido é mais gostoso, eu sabia que aquilo era errado e tinha consciência. Aproveitando a ausência da mulher dele, uma senhora mais velha, ele queria boquete! Chupei as bolas e ganhei passada de pica na cara com lábio molhado! Sorri. Comecei três dias antes a mamar e achei gostoso.

Desta vez, ele queria mais que boquete e disse que daria um extra caso eu desse o cu. Tirou o dinheiro do bolso traseiro da bermuda e mostrou. Cem pilas! Topei e já levei uma apalpada na bunda. Tirei a roupa e encostei a mão na parede. Meu receio era a mulher dele pintar por lá, coisa que não aconteceria. Ela só voltava oito da noite! Empinei a bunda como ele pediu e ganhei carinho nela, ele alisou o pau e meteu saliva no meu rabo. Minhas pernas deram uma bambeada e não teve jeito! Passou a pica grossa e normal no meu cuzinho branco! Senti zonzeira e dor ao mesmo tempo! Fechei os olhos e gemendo bem baixo, minha respiração foi acelerada. O rosto corado mostrava que meu sangue havia esquentado!

Fui voltando aos poucos e aquela dor foi dando espaço para sentir as idas e vindas do pau dentro do meu cu! Ele segurava minha cintura e o caralho agia bem rápido, sentando no fundo quase como fosse sair pela barriga! Entre a dor inicial e o tesão de estar dando foi um passo! Estimulando meu cu, ele ficou no vai e vem! Fiz caretas e gemi, soltei ais. Olhos fechados, mãos na parede, sua pica esquentou meu rabo a ponto de continuar o ato sexual sem reclamar. Verdade, eu estava anestesiado e não reagia ao não ser com suas penetradas firmes! Ele passou a foder mais rápido, eu abri a boca e não gemeu! Tirou e meu cu estava com esperma! Escorrendo leite de pica eu tomei um banho de porra ali.

Abri a bunda olhando para ele deixando o esperma escorrer mesmo com o cu doendo bem e piscando. Eu estava tranquilo demais para a situação que havia passado e a gozada foi determinante: adorei este desfecho! Sorri e ele deu papel, limpei o meu cu babado. Acabei indo ao banheiro e por lá descarreguei minha tara batendo uma muito espirrada! O rosto continuava corado e o corpo um pouco cansado. Deu o dinheiro e pediu sigilo total. O silêncio era bem pago! Ele agradeceu todo sorridente e voltei para casa indo ao banho.

Demorei um pouco para assimilar e a ficha foi caindo. No fundo, achei gostoso e tivesse mais, eu queria. A constante dor que incomodava e ela reduziria ao longo do tempo. No fundo, não era tão ruim assim como os gibis eróticos pintavam. Era diferente dando prazer. Agora, cabia não abrir a boca e claro, esconder a grana não dando margem para que fosse questionado de onde estava vindo. O bom disto tudo foi meu gosto em mamar, achava gostoso fazer isto e dar o cu foi algo que eu não esperava e também aprovei rápido. Novinho, a curiosidade era morta. Se eu fosse continuar ou não, seria outra história. A tendência? Sim.

Nos dias seguintes vieram novas relações! Seja ele pedindo ou eu querendo dar, a verdade que eu gostei de levar pica no cu. Seu pau mostrou que minha bunda estava precisando de sexo! Na cozinha, ele inovou dando pegadas rápidas e tirava o pau retomando na sequência. Esta relação em especial ficou marcada pela minha boca aberta com gaguejadas pela tensão dentro do cu! A partir daí, ele teria sexo quando pedisse! Apesar da intensidade colocada, eu erotizei de vez. Chamava a minha atenção que tudo estava indo muito bem e ninguém descobria. Dei bastante para ele e testamos posições. Meu gosto particular? Em pé, curvado com ele na parede ou sentando em cima com ele no sofá e de frente.

Tudo isto amadureceu precocemente a minha pessoa. Enquanto a professora em sala de aula tentava explicar sobre órgãos genitais, eu já tinha feito e sabia quais os prazeres que um pau trazia. Pensando que eu era o único a saber daquilo, eu deparei com uma colega de sala com gravidez e bem mais nova! Isto mostrou aquilo que eu já sabia e desconfiava: sexo não tem idade! Deu vontade, acaba fazendo! O meu caso foi diferente pois fui estimulado e peguei gosto. Achei bom pois uma hora aconteceria. Eu já pensava em dar para homem e não sabia como. A chegada do vizinho com grana acelerou as coisas.

Ao dar para o vizinho eu vi que poderia ir mais além. Aos finais de semana eu ia muito no apê da minha tia, uns quarteirões de casa. Por lá, o faxineiro do prédio já dava umas olhadas em mim e eu sem coragem para dar. Desta vez, dentro do elevador, ele olhou e falei se ele queria, levei uma passada de mão na bunda e ele apertou, sorri e descemos até o subsolo onde há um banheiro. Trancados lá dentro, eu paguei boquete no pau preto dele! Quarentão, baixo e magro, ele foi direto ao assunto pelo risco! Só melei o pau e abaixei a roupa dando em pé! Botando a mão na minha bunda empinada, meteu gostoso e rápido!

Botando o pau para trabalhar, eu gemi baixo e até pouco aceitando o pau preto com facilidade que mandou um vai e vem rápido e excitante! Apoderou da minha bunda com as mãos e meu corpo curvado deixou o pau comer, o tesão veio depressa e fui deixando até que ele pressionou meu corpo contra a parede e mandou leitada forte! Hum! Rapidinha gostosa! Falou ao meu ouvido que não era para contar nada e tirou o pau de vez causando uma babada que foi ao chão! Limpei aquilo e ele saiu primeiro, levantei a roupa e caímos fora. No apê, tomei um banho. Minha sorte é que titia não estava e voltou logo após ir na padaria. Este faxineiro, por sinal, comeu bastante a minha bunda. Outro que tem tara por novinho e sequer avalia idade. Eu, claro, aproveitei.

Percebi que coragem também conta e caso eu quisesse mais precisaria ser ousado e não ter medo. A dificuldade era a minha jovem idade e só tarado que pintaria com a certeza que seria um sexo delicioso. O problema que adolescência é um prato cheio para caras que desejam formar novinhos para sexo com eles. Tem sujeito que espera o momento certo para dar o bote como se contasse em caderneta. Assédio via olhadas e códigos já pintavam e eu teria que tomar cuidado para não cair em armadilhas resultando em fama posterior. Há quem seja confiável e outros não.

Tudo isto foi criando uma erotização natural. Pedreiros na rua que olham e ficam acompanhando, caras que trazem entregas em casa e dão sinais, safados como o meu vizinho que são casados e torcem para que eu manifeste interesse. Tudo isto foi aparecendo e eu tinha que priorizar o sigilo. Não é algo simples que vai lá e dá sem qualquer juízo. Havia todo um cuidado e lembrando: eu não tinha idade sequer para fazer isto. Por outro lado, só contar com a investida dos machos, eu teria feito tarde demais. O corpo pede e não tem jeito. Arriscar, portanto, faz parte do jogo.

Uma situação que fui captando era a conquista a longo prazo como aconteceu com o pai do colega de colégio. Fui fazer um trabalho escolar e o pai dele só faltava se esfregar em mim! Ele conseguiu quando o meu colega foi ao banheiro! Não só esfregou como deu uma dedada rápida e rebolei feito moça! A mulher dele tinha saído e aconteceu isto. O tempo passou, eu cruzava sempre com ele na rua, um cara negro africano raiz tipo sudanês, alto, careca, quarenta e poucos anos, nada de rolar. Foi separar e morar sozinho, rolou na casa dele!

Seu pau comprido e cabeçudo elevou meu status de sexo. Pegando de quatro após uma gostosa mamada que babei na rola preta, ele socava e nem entrava tudo mas provocava um tesão fora do comum! O atrito da cabeça com meu cu quase explodia em orgasmo anal! Eu arrepiava, sentia calafrio, impondo sexo rápido, eu gemi e aguentei o meu cu ser arrombado ficando aberto! Tirou para lambuzar a minha bunda e fazer dela uma cachoeira de porra escorrendo! Espalhou tudo e ainda comeu mais estando meu cu aberto e assanhado. Se eu não seguro meu pau, gozava em cima do sofá. Corri e descarreguei no vaso sanitário o meu tesão! Tomei banho com o cu aberto e doendo bem. Ao menos, eu mostrei que aguentava pica quase dotada!

No meu tempo eu ainda tinha a chance de fazer sexo sem camisinha e hoje eu não recomendo de maneira alguma. Pele na pele é gostoso e devido ao problema das DST eu oriento a não arriscar. Quanto aos brinquedos e acessórios, eu só passei a usar quando fui morar sozinho. Comprei um plug anal e calcinha, adquiri consolos e gel. Sempre fui chegado em rapidinha e sexo bruto. Só cuspe e nada mais. Não era chegado em beijo, coisa que precisei mudar ao longo do tempo. Adoro beber porra e engolir. Adquiri este gosto nesta época. Atualmente, tenho 25. Acho que por hoje é só. Comente se quiser. Beijo na pica de vocês.

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