#Estupro #Gay #Grupal #Teen

Pedrinho, Paulo e a vingança

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Thiago P.

Pedrinho se apaixona, Paulo fica possesso ao saber que o namorado é abusado em casa e resolve tudo com muita rola no cu e faz de José uma puta barata

Pedrinho chegava sempre no mesmo horário no ponto de ônibus, um pouco antes das três da tarde. Era um garoto de 15 anos, magro, cabelo castanho que caía sobre os olhos, como se quisesse se esconder atrás dele. Paulo reparou nele logo nas primeiras vezes. Havia algo diferente. Não era só a timidez comum. Era o jeito como Pedrinho se encolhia no banco, ombros curvados, olhar baixo, como se o mundo inteiro pudesse atacá-lo a qualquer momento.
Paulo, aos 24 anos, esperava o mesmo ônibus quase todos os dias. Na primeira conversa, foi ele quem puxou assunto:
— Essa chuva não para, né? — disse, sorrindo de leve.
Pedrinho levantou os olhos por um segundo, assustado, como se não esperasse que alguém falasse com ele. Murmurou um “é…” quase inaudível e voltou a olhar para o chão, os dedos apertando a alça da mochila com força. Não sorriu de volta.
Com o tempo, as conversas foram ficando um pouco mais longas. Paulo falava de coisas leves: o trabalho chato no escritório, um filme que tinha visto, o trânsito infernal. Pedrinho ouvia mais do que falava. Quando respondia, era com frases curtas, voz baixa, sempre olhando para os lados, como se esperasse que alguém aparecesse de repente. Havia um medo silencioso nele. Qualquer barulho mais alto — um carro buzinando, alguém rindo alto na rua — fazia ele se encolher ligeiramente.
Paulo percebia os detalhes pequenos: as olheiras profundas, o jeito como Pedrinho evitava contato físico (até um toque leve no ombro o fazia recuar), a forma como cruzava os braços sobre o peito como se quisesse proteger algo. Às vezes, quando o ônibus demorava, Pedrinho ficava inquieto, balançando a perna sem parar, o olhar distante, perdido em algum lugar que Paulo não conseguia alcançar.
Uma tarde, depois de vários dias de conversas curtas, Pedrinho chegou mais abatido que o normal. Olhos vermelhos, como se tivesse chorado pouco antes. Sentou no banco e ficou em silêncio, respirando fundo.
— Tá tudo bem? — perguntou Paulo, com cuidado, sentando a uma distância respeitosa.
Pedrinho demorou a responder. Quando falou, a voz saiu rouca:
— …tô cansado. Só isso.
Mas não era só cansaço. Paulo via. Havia uma desconfiança profunda no garoto. Ele olhava para Paulo como se estivesse avaliando o tempo todo se podia confiar, se aquilo era seguro. Qualquer silêncio mais longo deixava Pedrinho tenso. Qualquer pergunta um pouco mais pessoal era respondida com evasivas:
— Como foi seu dia no curso?
— Normal…
Paulo nunca insistia. Apenas estava ali, conversando sobre bobagens, oferecendo um pedaço de chocolate ou comentando sobre o tempo. Aos poucos, Pedrinho começou a relaxar um milímetro. Não sorria ainda, mas às vezes olhava para Paulo por mais tempo, como se estivesse tentando entender por que alguém se importava em falar com ele.
Paulo não sabia o que tinha acontecido. Não fazia ideia do peso que o garoto carregava, do medo constante que vivia dentro dele, da forma como o mundo tinha se tornado um lugar perigoso e imprevisível. Só via um jovem ferido, cheio de sombras nos olhos, que aparecia todo dia naquele ponto de ônibus como se fosse o único lugar onde conseguia respirar um pouco.
E, sem pressa, Paulo decidiu que ficaria ali. Sendo gentil. Sendo paciente. Sendo alguém seguro, mesmo que Pedrinho ainda não conseguisse acreditar totalmente nisso.
Com o tempo, as conversas no ponto de ônibus viraram algo mais. Paulo se apaixonou devagar, quase sem perceber. Primeiro foi a vontade de proteger aquele garoto magro e assustado. Depois veio o desejo: o jeito como o cabelo de Pedrinho caía nos olhos, o formato dos lábios, o corpo jovem e delicado que ele imaginava por baixo das roupas largas. Mas o que mais mexia com Paulo era a vulnerabilidade. Ele queria cuidar, queria ver Pedrinho sorrir de verdade, queria ser o lugar seguro que o garoto claramente precisava.
Depois de semanas, Paulo tomou coragem. Num fim de tarde, depois de o ônibus passar e eles continuarem sentados no banco, convidou:
— Quer ir lá pra minha casa? É aqui perto. A gente pode comer alguma coisa, ver um filme… sem pressão. Só pra sair um pouco da rua.
Pedrinho hesitou muito. O medo ainda estava lá, nos olhos, nas mãos que tremiam de leve. Mas algo na paciência de Paulo o fez aceitar.
No apartamento pequeno e arrumado de Paulo, o clima foi leve no começo. Conversa, pizza, um filme. Quando o silêncio ficou mais íntimo, Paulo se aproximou devagar, deu tempo para Pedrinho recuar. Beijou ele com carinho, devagar, sentindo o garoto tremer no início e depois relaxar aos poucos.
Foram para a cama. Paulo tirou as roupas de Pedrinho com paciência, beijando cada pedaço de pele que aparecia, murmurando palavras suaves:
— Você é lindo… pode parar quando quiser, tá?
Pedrinho estava nervoso, mas excitado. O corpo respondia ao toque gentil, tão diferente de tudo que tinha conhecido. O quarto estava silencioso, iluminado apenas pela luz quente do abajur. Paulo deitou Pedrinho de bruços na cama com cuidado, beijando sua nuca, suas costas, descendo devagar pela coluna. O garoto tremia levemente — uma mistura de medo residual e excitação nervosa.
— Relaxa… vou devagar. Se doer muito, me avisa que eu paro — sussurrou Paulo, a voz carinhosa mas cheia de desejo.
Ele abriu as pernas de Pedrinho, expondo a bunda redonda e macia. Passou bastante lubrificante nos dedos e começou a massagear o cuzinho virgem e apertado, circulando devagar. Pedrinho soltou um gemido baixo quando o primeiro dedo entrou, quente e escorregadio.
— Ahh… — suspirou o garoto, apertando o lençol.
Paulo trabalhou com paciência: um dedo, depois dois, abrindo ele devagar, curvando os dedos para tocar aquele ponto sensível por dentro. Pedrinho começou a gemer mais solto, o corpo relaxando aos poucos.
— Tá gostoso? — perguntou Paulo, beijando a bunda dele.
— Tá… estranho… mas gostoso… — respondeu Pedrinho, voz rouca.
Paulo lubrificou bem seu próprio pau — um membro longo, uns 19 cm, bem grosso na base, com a cabeça inchada e rosada. Posicionou-se entre as pernas do garoto, a cabeça do pau pressionando o buraco lubrificado.
— Vou entrar agora… respira fundo.
Empurrou devagar. A cabeça grossa forçou o anel apertado de Pedrinho, que soltou um gemido agudo de dor inicial:
— Aaaai… tá muito grosso… tá queimando… devagar, Paulo!
O garoto agarrou o travesseiro com força, o corpo tensionado. Paulo parou com apenas a glande dentro, acariciando as costas dele, beijando seus ombros.
— Relaxa o cu… deixa ele me engolir. Você tá apertadinho pra caralho… tão quente por dentro.
Depois de alguns segundos, Pedrinho respirou fundo e Paulo empurrou mais. Centímetro por centímetro, o pau grosso ia abrindo o interior do garoto. Pedrinho gemia alto, uma mistura de dor e prazer novo:
— Ahh… porra… tá me enchendo todo… sinto cada veia… aaaahh!
Quando Paulo enterrou metade, Pedrinho já tremia, o cuzinho esticado ao limite em volta da grossura. Paulo começou a mover os quadris em estocadas curtas e lentas, entrando um pouco mais a cada vez, até finalmente enterrar tudo. As bolas dele encostaram na bunda de Pedrinho.
— Caralho… você pegou inteiro… que cu gostoso e apertado — gemeu Paulo, ficando parado um instante, sentindo as paredes quentes pulsarem em volta do pau.
Pedrinho soltava gemidos roucos e entrecortados, o rosto enterrado no travesseiro:
— Tá fundo… ai… continua… vai mais fundo…
Paulo começou a foder com ritmo lento e profundo: saía quase tudo e voltava devagar, fazendo o garoto sentir cada centímetro. O som molhado do lubrificante e o barulho de pele contra pele enchiam o quarto. Aos poucos, a dor inicial foi se transformando em prazer. Pedrinho empinava a bunda, pedindo mais.
— Mais forte… me fode… ahh… seu pau é tão grosso… aaaahh!
Paulo acelerou, segurando a cintura fina de Pedrinho e metendo com mais vontade. Estocadas longas e firmes, o pau grosso entrando até o talo e saindo quase inteiro, fazendo o cuzinho do garoto piscar vermelho e inchado. Pedrinho gemia alto, sem controle, o corpo tremendo de prazer:
— Isso… me arromba… porra, tá gostoso… não para… me usa!
Paulo deitou o corpo sobre o dele, fodendo mais fundo, boca colada na orelha de Pedrinho:
— Você é tão apertado… meu pau tá latejando dentro desse cu gostoso… vou te encher de porra, tá bom?
Pedrinho só conseguia gemer e balançar a bunda para trás, completamente entregue. Paulo meteu com força por longos minutos, até sentir o gozo subir. Empurrou bem fundo, tremendo, e gozou pesado dentro dele — jatos quentes e grossos enchendo o interior de Pedrinho.
Os dois ficaram ali, ofegantes, o pau de Paulo ainda pulsando dentro do cu arrombado e cheio.
A luz amarelada do abajur deixava o quarto de Paulo em tons quentes e suaves. Os dois estavam na cama, pelados, corpos ainda suados depois da primeira foda lenta e carinhosa. Pedrinho respirava pesado, deitado de costas, o pau ainda meio duro latejando contra a barriga. Paulo, com os olhos brilhando de desejo, desceu beijando o peito do garoto, a língua traçando o caminho até o umbigo.
— Você tem um pau tão bonito, Pedrinho… — murmurou Paulo, voz rouca, segurando a base grossa com a mão. O pau de Pedrinho era grande para um garoto de 15 anos: uns 18 centímetros de comprimento, grosso, com veias marcadas e uma cabeça rosada e inchada que brilhava de pré-gozo. — Olha o tamanho disso… vou chupar ele todinho.
Paulo abriu a boca e desceu devagar. Primeiro lambeu a cabeça, a língua quente e molhada girando em círculos lentos, saboreando o gosto salgado. Pedrinho soltou um gemido baixo, os quadris se mexendo involuntariamente. Paulo então engoliu mais, os lábios esticados ao redor da grossura, descendo até metade, sugando com pressão enquanto a língua pressionava a veia de baixo.
— Hmmm… que pau gostoso… tão grosso na minha boca — gemeu Paulo, tirando só para falar, um fio de baba ligando seus lábios à cabeça inchada. Depois mergulhou de novo, mais fundo, engasgando levemente mas continuando, garganta apertando em volta do pau enquanto subia e descia ritmado. O som molhado, obsceno — gluck, gluck, gluck — enchia o quarto. Paulo chupava com fome, uma mão masturbando a base que não cabia na boca, a outra apertando as bolas pesadas de Pedrinho.
Pedrinho gemia alto, as mãos agarrando o lençol:
— Ahh… Paulo… caralho… que boca quente…
Paulo chupou por longos minutos, babando tudo, olhando nos olhos do garoto enquanto engolia fundo, nariz encostando na barriga. O pau de Pedrinho ficava ainda mais duro, pulsando na garganta dele.
Depois, Paulo soltou o pau com um “pop” molhado, sorriu safado e virou de quatro, empinando a bunda redonda e macia.
— Agora eu quero você dentro de mim. Me fode, Pedrinho. Quero sentir esse pauzão abrindo meu cu.
Pedrinho, ainda nervoso mas excitado, se ajoelhou atrás. Paulo passou lubrificante generosamente no pau grosso do garoto e no próprio buraco rosado. Pedrinho encostou a cabeça grande no cuzinho apertado e empurrou devagar.
— Aaaahh… — Paulo gemeu, mordendo o lábio. A cabeça grossa forçou a entrada, abrindo o anel apertado. — Devagar… ele é bem grande… tá esticando meu cu todinho.
Pedrinho sentiu a pressão quente e apertada. A dor inicial de Paulo era visível: o corpo dele tensionou, um gemido rouco escapou enquanto os primeiros centímetros entravam, queimando.
— Ai… dói um pouco… mas continua… enfia mais — pediu Paulo, voz entrecortada.
Pedrinho empurrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes e macias apertarem forte em volta do pau grosso. Quando enterrou metade, Paulo soltou um gemido mais alto, misturado de dor e prazer:
— Porra… que pauzão… tá me abrindo todo… aaaahh!
O garoto começou a mover os quadris, entrando e saindo devagar no começo. A cada estocada mais fundo, Paulo gemia mais alto, a dor inicial dando lugar ao prazer:
— Isso… mete mais fundo… me arromba com essa rola grossa… ahh, caralho, novinho pauzudo!
Pedrinho acelerou, segurando os quadris de Paulo, o som de pele contra pele ecoando. O cu dele apertava deliciosamente em volta do pau, quente, molhado de lubrificante. Paulo empinava mais a bunda, pedindo:
— Me fode gostoso, vai… sou sua putinha agora… enfia tudo, Pedrinho… quero sentir suas bolas batendo em mim!
Os gemidos dos dois se misturavam. Pedrinho socava mais forte, o pau grosso entrando até o fundo, fazendo Paulo tremer. O garoto estava perdido de prazer, gemendo rouco:
— Seu cu é tão apertado… tá me apertando todo… vou gozar…
Paulo, sentindo o pau latejar dentro dele, virou o rosto e falou sacana:
— Goza dentro… enche meu cu de porra, vai… me usa como quiser.
Com um gemido longo e profundo, Pedrinho empurrou bem fundo e gozou, jatos quentes enchendo Paulo. Ficou ali, pulsando, abraçado nas costas dele, os dois respirando pesado, suados e satisfeitos.
Paulo virou de lado, puxou Pedrinho para um beijo molhado e murmurou com um sorriso:
— Você foi incrível…
Algumas semanas depois, num fim de tarde no apartamento de Paulo, Pedrinho finalmente desabou. Estava deitado no peito dele, tremendo, lágrimas escorrendo em silêncio. Paulo acariciava suas costas quando o garoto começou a falar, voz baixa e quebrada:
— Meu padrasto… José… ele me usa toda manhã, quando minha mãe sai pra trabalhar. Ele me força… usa minha boca, meu cu… me ameaça que se eu contar, vai destruir minha mãe e a família toda. Eu não aguento mais, Paulo. Eu me sinto sujo, destruído…
Paulo ficou em silêncio por um longo tempo, o corpo tenso de raiva. Abraçou Pedrinho mais forte, beijou sua testa e murmurou:
— Isso vai acabar. Eu prometo.
Dois dias depois, Paulo reuniu dois amigos de confiança: Rafael, 26 anos, alto e forte, e Lucas, 28, musculoso e sem paciência para abusadores. Eles sabiam o plano. Naquela manhã, Maria tinha saído para o trabalho. José estava sozinho em casa, de bermudão folgado na sala, coçando a barriga de cerveja e vendo TV.
A porta da frente foi arrombada com um chute forte. José mal teve tempo de se levantar antes que os três invadissem a sala.
— Que porra é essa?! — gritou ele, levantando.
Paulo foi direto, deu um soco forte no estômago do homem. José dobrou, sem ar. Rafael e Lucas seguraram os braços dele, arrastando-o para o quarto de Pedrinho e jogando-o na cama de bruços.
— Você é o filho da puta que vem abusando do Pedrinho, né? — rosnou Paulo, tirando a própria calça. — Hoje você vai sentir o que ele sente, seu covarde.
José tentou lutar, mas era inútil contra os três. Rafael puxou a bermuda dele para baixo, expondo a bunda grande e peluda. Lucas cuspiu na mão e já enfiou dois dedos grossos no cu do padrasto sem aviso.
— Aaaahh! Que porra! Para! — berrou José, se contorcendo.
— Cala a boca, seu porco — disse Rafael, segurando a cabeça dele contra o colchão.
Os três não tiveram nenhuma piedade. Jogaram José de bruços na cama, seguraram ele firme e começaram a foder seu cu com força bruta, um atrás do outro.
Paulo foi o primeiro, socando fundo e rápido. Quando tirou o pau, ele já saiu sujo — coberto de merda marrom pastosa grudada na cabeça e nas veias. Sem hesitar, segurou a cabeça de José pelos cabelos e enfiou o pau imundo direto na boca dele.
— Limpa essa merda toda, seu porco!
José soltou um berro gutural abafado quando o pau sujo invadiu sua garganta:
— AAAAAAARRRGH!!! MMMMPPPHHH!!!
Ele se debatia, engasgando, enquanto Paulo fodia sua boca com estocadas profundas, espalhando merda pelos lábios, língua e queixo. Lágrimas e baba marrom escorriam pelo rosto dele.
Rafael tomou o lugar no cu. Meteu com violência, girando o pau grosso lá dentro. Quando tirou, o pau estava ainda mais imundo, pedaços grossos de merda escorrendo. Puxou a cabeça de José e trocou: enfiou o pau cagado na boca enquanto Lucas começava a foder o cu arrombado.
— Chupa tudo, filho da puta. Lambe sua própria merda da nossa rola!
José uivava e gorgolejava sem parar, o som molhado e nojento ecoando:
— GRRRAAAAAHHH!!! GLUCK… GLUUURK!!!
O rosto dele estava virando uma máscara marrom. Os três se revezavam sem parar: um metia fundo no cu até sujar o pau inteiro, tirava e enfiava direto na garganta de José para ele limpar com a língua. Depois trocavam. O quarto ficou tomado pelo cheiro forte de merda, porra e suor. Cada vez que um pau saía do cu destruído, coberto de fezes pastosas, era imediatamente enfiado na boca do padrasto, fodendo até o fundo, fazendo ele vomitar e engasgar.
Rafael esfregou as bolas peludas cheias de merda no nariz e na boca de José enquanto Lucas socava o cu. Paulo batia o pau sujo no rosto dele, espalhando mais sujeira nos olhos e no bigode antes de enfiar de novo.
José só conseguia gritar e uivar como um animal, um berro rouco e quebrado constante, o corpo convulsionando, vomitando e chorando enquanto era obrigado a chupar e lamber toda a merda dos três paus.
Eles gozaram — enchendo o cu arrombado e a boca suja —, misturando porra branca grossa com a merda marrom que cobria o rosto, barba e peito de José. Quando terminaram, o padrasto estava destruído: cu escancarado e piscando, rosto completamente pintado de marrom, boca aberta babando merda e porra, tremendo e soltando gemidos fracos e animalescos.
Paulo cuspiu no rosto dele uma última vez:
— Se encostar no Pedrinho de novo, a gente volta e faz pior. Isso é só o começo, seu lixo.
Duas semanas depois, Pedrinho tomou uma decisão importante. Chegou em casa com Paulo ao lado. Maria estava na cozinha preparando o jantar, surpresa ao ver o filho chegando acompanhado.
— Mãe, esse é o Paulo… meu namorado — disse Pedrinho, a voz ainda um pouco insegura, mas firme.
Maria limpou as mãos no avental, sorrindo, um pouco confusa mas tentando ser acolhedora.
— Namorado? Nossa… prazer, Paulo. Entra, senta. Vou fazer um café.
Paulo foi educado, a diferença de idade não foi problema, já que ele aparentava ser bem mais novo do que era, cumprimentou Maria com um aperto de mão firme e um sorriso calmo. Sentou-se à mesa da sala. Pedrinho sentou ao lado dele, as mãos dos dois se tocando discretamente por baixo da mesa.
Foi então que José apareceu na porta do corredor. Estava mais magro, olheiras profundas, caminhando devagar como se doesse. Quando viu Paulo, seu corpo inteiro travou. O rosto ficou pálido. Ele reconheceu o rapaz imediatamente.
José baixou a cabeça rapidamente, evitando qualquer contato visual. Murmurou um “boa tarde” quase inaudível e tentou passar direto para o quarto, mas as pernas pareciam fracas.
Paulo olhou para ele com frieza, sem dizer uma palavra. Apenas sustentou o olhar por alguns segundos. José se encolheu visivelmente, acelerando o passo até sumir no quarto e fechar a porta.
Maria franziu a testa.
— O que deu no José hoje? Ele tá estranho faz uns dias… mal fala, mal come.
Pedrinho apertou a mão de Paulo por baixo da mesa e respondeu com a voz calma:
— Deve tá com algum problema, mãe. Deixa ele.
Paulo sorriu discretamente para Pedrinho, apertando sua mão de volta. Pela primeira vez, Pedrinho sentiu que a casa não pertencia mais ao medo. José, encolhido no quarto, sabia exatamente quem mandava agora.
O jantar seguiu tenso, mas para Pedrinho foi libertador. Ele tinha Paulo ao seu lado — forte, protetor, e agora parte da família.

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