A Última Consulta do Pediatra: perdendo o cabaço com papai
Papai finalmente me deu a aula mais importante e tirou meus dois cabaços: na frente e atrás.
Parte 2: /2026/06/conto-131668
Dois dias se passaram desde a segunda aula. Eu mal conseguia pensar em outra coisa. Meu pintinho pequeno vivia meio duro dentro da cueca, lembrando da boca quente do papai, do gosto dele, da porra grossa que ele jogou na minha cara. Papai tinha sido firme: “Aula três só depois de amanhã. Quero que você fique bem ansioso”.
Naquela noite, depois do jantar, ele me chamou pro quarto dele. Mamãe estava viajando com as irmãs, então a casa era só nossa. Papai estava só de cueca boxer preta, o volume grosso já marcando. Eu entrei tímido, de short e camiseta, corpo magrelo e quase sem pelo.
— Tira tudo e deita na cama, filho. Hoje é o dia da Aula 3.
Eu obedeci rapidinho. Fiquei peladinho, de barriga pra cima, pernas abertas. Meu pauzinho já tava meia-bomba, rosadinho. Papai tirou a cueca, aquele pauzão grosso balançando pesado, e subiu na cama.
— Primeiro vou te preparar direitinho. O médico falou que tem que ir com calma pra não te machucar.
Ele pegou um potinho de lubrificante que tinha comprado, passou bastante no dedo e começou a massagear meu cuzinho liso e virgem. Eu gemia baixo, mexendo a bundinha sem querer. Papai enfiou o dedo devagar, girando, abrindo.
— Relaxa o cu, garoto... isso... tá apertadinho pra caralho. Vai caber, mas devagar.
Depois de um tempo ele enfiou o segundo dedo, abrindo mais, fazendo um vai e vem molhado. Eu tava gemendo feito putinha, segurando minhas pernas pra cima. Meu pintinho babava pré-gozo na barriga.
Papai se posicionou entre minhas pernas, passou lubrificante no pauzão dele e encostou a cabeça grossa no meu buraco.
— Olha pra mim, filho. Respira fundo.
Ele empurrou. A cabeça entrou devagar, me abrindo inteiro. Eu soltei um gemido alto, misto de dor e prazer. Papai parou, só com a cabeça dentro, acariciando minha barriga lisa.
— Isso... bom garoto. Tá indo bem.
Ele foi enfiando aos poucos, centímetro por centímetro, até quase metade do pau grosso estar dentro de mim. Depois começou a estocar devagar, fundo, mas controlado. O quarto encheu com o som molhado de lubrificante e meus gemidos bobos.
— Caralho, pai... tá me enchendo todo... — eu choramingava, olhos semicerrados.
Papai acelerou um pouco, segurando minhas coxas magrelas, metendo mais fundo. Meu pauzinho pequeno balançava duro, batendo na barriga a cada estocada. Ele se inclinou, chupou meu peito liso e depois minha boca, me beijando enquanto me fodia.
— Tá gostando de levar no cu, né filho? Olha como seu pintinho tá babando...
Ele meteu uns minutos assim, forte mas carinhoso. Depois virou meu corpo, me colocou de quatro e continuou metendo por trás, segurando minha cintura. Meu rosto estava enterrado no travesseiro, gemendo sem parar.
De repente papai tirou o pau, deu um tapa na minha bunda e deitou de lado.
— Agora é sua vez, garoto. Aula completa. Você também vai aprender a comer o papai.
Meu coração disparou. Papai ficou de quatro, bundão peludo e musculoso empinado pra mim. Ele passou lubrificante no próprio cu e olhou pra trás.
— Vem, filho. Enfia devagar.
Eu me ajoelhei atrás dele, meu pintinho pequeno latejando. Encostei a cabecinha e empurrei. Entrei fácil — ele tava relaxado e acostumado e meu pinto além de não medir nem 10cm ainda era fino. O calor apertado do cu do papai me fez gemer alto.
— Isso... mete tudo, garoto. Come o papai.
Segurei na cintura dele e comecei a estocar, desajeitado no começo, mas depois peguei o ritmo. Meu quadril batia na bunda peluda dele. Era uma sensação louca — meu pauzinho dentro do meu próprio pai. Papai gemia rouco, empinando mais a bunda.
— Isso, filho... mete mais forte... usa o papai pra aprender...
Eu segurei na cintura dele e fodi com mais vontade, mesmo meu pau sendo menor. O som das bolas batendo, o cheiro de sexo no quarto, os gemidos dele... eu tava no céu.
Papai virou de lado, uma perna pra cima, e me mandou continuar. Nessa posição eu conseguia ver o pauzão dele balançando duro enquanto eu metia. Ele se masturbava devagar.
— Goza dentro, filho. Pode gozar.
Não aguentei muito. Depois de uns minutos eu comecei a tremer, metendo mais rápido e gozei seco de novo — fortes contrações, pau pulsando fundo dentro do cu dele, gemendo alto feito idiota. Só saiu mais babinha, mas o prazer foi absurdo.
Papai virou de novo de quatro e mandou:
— Agora termina em mim.
Ele se masturbou rápido enquanto eu continuava metendo devagar. Como eu ainda não ejaculava, meu pauzinho continuava duro. Pouco depois ele rosnou e gozou forte, jatos grossos sujando o lençol. O cu dele apertou meu pauzinho enquanto ele gozava.
Nós caímos na cama, suados, ofegantes. Papai me puxou pro peito peludo dele, abraçando meu corpo magrelo.
— Boa aula, filho. Daqui pra frente toda noite vai ter aula nova... até você virar um expert em dar e receber.
Ele beijou minha testa, depois desceu a mão e segurou meu pintinho sensível.
— Amanhã tem mais.
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Comentários (1)
Lou: Seu papai, que tesâo que tu me deste,fiquei a sonhar, não só de foderes o teu filhinho, como dares o cú para ele, aí! É que eu me vim cheio de vontade e com muito prazer. Adorei!!!
Responder↴ • uid:2pdve15wqm