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Os Pedreiros Brutos E O Filhinho Do Chefe

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Escriba-T-JC

Os pedreiros safadões flagram o filhinho do chefe na obra, e resolvem estourar o cuzinho do novinho. Até onde ele vai aguentar? Essa é a questão.

Ler O Conto Anterior ( O Filhinho do Chefe e o Peão Da Obra) vai aumentar o teu prazer ao ler esse.

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Para quem vem de longe, de uma cidade do interior, desembarcar em uma metrópole gingante pode ser um susto enorme, mas eu já tinha visto coisas muitos duras na vida para me deixar assustar. Tinha o objetivo de sobreviver, de buscar um caminho melhor, e isso foi o que meu sustentáculo para encarar a gigantesca capital.
Fui chegando aos poucos, acanhado demais, mas com muita vontade de vencer. F
Fui morar na periferia da zona sul, não era um lugar ruim, o desenvolvimento da cidade grande já estava chegando por lá. Alguns prédios pequenos já estavam sendo construídos, o que foi bom, pois me gerou muito serviço como ajudante de pedreiro, que eu era.
Fiz algumas amizades no bairro, meus primos, com quem eu fui morar, numa casinha pequena, me apresentaram a algumas pessoas e logo eu estava trabalhando.
Depois de um ano, eu e um amigo, também vindo do interior, o Josias, molecão forte, bonitão, meio bruto e desconfiado, mas muito divertido e gente boa, alugamos uma casinha no bairro mesmo e fomos dividir despesas.
Dentre as pessoas do bairro que eu conheci, estava o seu Antônio, um homem muito simpático, muito sério no trabalho, exigente com a turma que trabalhava com ele.
Ele era mestre de obras e dos bons. Montou uma estrutura e pegava serviços de empreitada, como é chamado, montava uma equipe de acordo com o tamanho do serviço e tocava a obra.
Compunham a turma fixa: o Josias que morava comigo, o Célio, um negão de responsa, forte como um touro, o Andrade, um branquinho magro, mas muito trabalhador, e eu, que me chamo Tobias. Porém o mais próximo a seu Antônio era o Diogo, cara grandão, trinta e cinco anos, cara de invocado, a quem seu Antônio chamava de Diogão.
Eu estava com trinta e dois anos, no vigor da minha juventude, tinha uma força de trabalho forte, mas também gostava de uma boa diversão, uma cervejinha gelada e uma boa putaria de vez em quando, que ninguém é de ferro.
Nunca me achei bonito, mas sou o tipo de homem que chama a atenção. Cara de macho bruto, daqueles que sabem foder gostoso, e realmente sei. Meto em qualquer buraco que me dê tesão. Lá no interior, os amigos me chamavam de coca, pois diziam que meu pau era da grossura de uma lata de Coca-Cola, e realmente é bem grosso. Não é muito grande, tem uns 16cm, mas é muito grosso.
Nas brincadeiras de juventude, eu fiz muito moleque chorar e se estrebuchar para aguentar a grossura do bichão, arreganhando as preguinhas.
A primeira vez que fui numa zona, também assustei algumas putas que me chamavam de moleque exagerado. Não pelo tamanho, mas pela grossura, que elas diziam rasgar o priquito. Conversa de gente do interior.
Pois bem; seu Antônio tinha um filhinho chamado Toninho, o moleque era muito bonitinho. Já era rapazinho, mas muito mimado e bem afetado, todo mundo percebia que o moleque era frutinha, só seu Antônio que não percebia, ou fingia não perceber.
Toninho era filho único, o que fazia ele ser ainda mais mimado pelos pais. O moleque era uma delícia! Cintura fina, coxa grossa e bundinha grande e empinada. Eu sempre via alguns pedreiros de olho grande no rabo do moleque, quando ele aparecia na obra, mas como era filho do chefe, todo mundo respeitava, mas por trás ouvia-se alguns comentários. Meu amigo Josias mesmo, falava abertamente que um dia ainda ia torar o rabo do moleque.
Mas quem teve a sorte de estourar aquele cabacinho foi o preferido do chefe, o Diogão. Eles achavam que ninguém sabia, mas eu desconfiei desde o dia em que o moleque saiu todo desconfiado de uma casa em reforma, onde só estavam trabalhando o Diogo e o seu Antônio, já que era uma reforma pequena. Eu estava no meu portão e vi o moleque saindo de mansinho, olhando para os lados. A partir daquele dia fiquei de olho e vi o moleque indo lá todos os dias, quando o pai não estava.
Uma vez me escondi no quintal da dita casa e vi, pela fresta da janela, o Diogão metendo a pica enorme no rabo do moleque, que gemia e pedia mais. Até gozei me imaginando no lugar do Diogão e aguardei o momento certo para tirar proveito daquela minha descoberta.
Passaram-se uns dias, seu Antônio pegou uma obra de médio porte e convocou a turma mais fixa. Eu, o Josias, O Célio negão e o branquinho magrelo, Andrade.
Seu Antônio e o Diogão coordenavam a turma, se encarregavam das compras e resolver coisas mais complicadas, já que eram os mais experientes.
Um final de tarde estávamos finalizando o serviço, o negão e o Andrade já tinham ido embora, pois moravam em outro bairro, eu e o Josias estávamos guardando tudo e limpando a bagunça da obra, quando o Toninho chegou com aquela carinha de sonso. Falou com a gente e logo perguntou pelo Diogão, ele sabia que o pai não estava por lá, tinha saído mais cedo para visitar outro serviço.
— Oi rapazes, tudo bem com vocês? O Diogo tá por aí? – Perguntou com aquela vozinha afetada.
— Tá sim Toninho, lá atrás no quintal. Você veio só ver o Diogão? E os amigos aqui, você não vem ver nunca? – Eu falei olhando para carinha dele, que ficou vermelho e gaguejou um pouco respondendo:
— Para de ser bobo Tobias, eu vejo todo mundo quando venho aqui. É que meu pai mandou um recado pra ele.
— Vê todo mundo, mas só dá atenção para o Diogo, assim a gente vai ficar com ciúmes. – Eu disse sorrindo e olhando a cara do Josias, que também sorria, sabendo da minha malandragem pra cima do putinho.
Ele deu uma desculpa qualquer e foi lá conversar com o Diogão, que logo veio até nós e nos mandou embora, dizendo que ia sair com o Toninho para encontrar o seu Antônio.
Eu sabia que era mentira. Ele iria ficar por lá e meter rola no cu do veadinho, mas eu estava atento e, na primeira oportunidade, também iria estourar aquele cuzinho do moleque.
Toninho tinha acabado de fazer dezesseis aninhos, estava uma delícia de moleque. Todo lisinho, parecia uma moça. Meu pau até pulsava, quando eu lembrava dele sendo arregaçado pelo Diogo.
— Você tá doido Tobias? Dando em cima do moleque. Já pensou se ele conta para o pai. – Me falou o Josias, quando a gente estava saindo e deixando ele sozinho com o Diogão.
— Conta nada, Josias. Esse veadinho gosta de dar o cu para o Diogo, acha que ele vai levantar suspeitas no pai babão que ele tem? Eu ainda vou pegar esse moleque de jeito. – Falei, olhando a cara de safado do Josias, ao ouvir isso.
— Se você pegar eu também quero, porra! Adoro um cuzinho de moleque veadinho. E esse aí é uma delícia. Filhinho do chefe.
A sorte parece nos sorrir, quando menos esperamos. Uns três dias depois seu Antônio saiu no meio da tarde com o Diogo, para resolver umas coisas, e disse que se não voltasse até a hora de saída, eu poderia fechar tudo e ir embora com os demais.
Já era final da tarde, estava arrumando as coisas para ir embora. O Josias, o negão e o Andrade, tinham ido ao boteco pegar umas cervejas pra gente beber antes de irmos embora, pois estava calor, quando eu ouvi uma vozinha atrás de mim. Eu estava sem camisa, jogando uma água no rosto.
— Oi Tobias, tudo bem? O Diogo tá aí? – Me virei e vi a cara do moleque.
— Oi Toninho, tudo bem meninão? Não vai me dizer que o teu pai mandou outro recado para o Diogão. – Eu perguntei cinicamente. Ele caiu na armadilha.
— Pois é! Meu pai me mandou falar uma coisa pra ele. – Ele mentiu descaradamente.
— Que pena Toninho. O Diogão saiu e olha que loucura: ele saiu com o teu pai. Não vão voltar aqui não. Mas eu estou aqui e posso te dar o que você veio pedir para o Diogão. – Eu disse isso e olhei para a carinha dele, apertando meu pauzão que já estava duro dentro da calça surrada que eu usava.
O moleque não sabia o que fazer. Gaguejou, ficou vermelho, engoliu em seco e fez menção de sair. Eu me pus na frente dele e falei bem descarado:
— Vai embora não moleque, fica aqui um pouquinho comigo. Não sou o Diogão, mas tenho uma coisa que você gosta muito.
— Eu não sei do que você está falando, Tobias. – Ele sussurrou.
— Sabe sim moleque. É disso que eu estou falando. – Coloquei meu pauzão duro pra fora da calça. Ele olhou com espanto e gaguejou novamente:
— Você tá doido cara? Eu vou contar para meu pai.
— Conta sim Toninho! Assim ele fica sabendo que você perdeu o cabaço lá na outra obra, na rola do Diogão. Que tu vens aqui quase todo dia dar esse cuzinho gostoso pra ele. Aproveita moleque! Se você gosta de rola, a minha tá aqui, durona pra você. – Ele olhou pensativo para o meu pauzão e falou, já lambendo os lábios rosadinhos:
— Mas e os outros caras, onde eles estão?
— Não tem ninguém aqui não. Só nós dois. A gente pode aproveitar à vontade. – Eu menti descaradamente para o moleque.
— Tá bom, mas tem de ser rápido. E não é pra contar pra ninguém.
— Fica tranquilo. Vai ser um segredo nosso. – Eu falei, já empurrando ele pra baixo e metendo meu pauzão naquela boquinha. Ele mamou um pouquinho, se engasgou e eu puxei ele pra cima e o encostei na parede. Ele se apoiou com as mãos e empinou a bundinha.
— Que rabo lindo que você tem moleque! – Eu falei, descendo o calção que ele usava e arrancando-o fora. Ele abriu bem as pernas e eu meti a língua naquele cuzinho. O moleque se arrepiou inteiro e gemeu gostoso.
— Ah!!! – Gemeu baixinho.
— Você gosta disso, né putinho? – Eu provoquei. Ele nada respondeu, mas se arreganhou mais. Eu lambi mais um pouco aquele buraquinho e comecei a pincelar meu pauzão na entradinha dele. Dava pra sentir que aquele cuzinho já estava mais abertinho pela rola do Diogão. O moleque já tinha perdido algumas preguinhas. Eu forcei o pau e ele logo gemeu manhoso.
— Teu pauzão é muito grosso! Espera um pouquinho. – O putinho se abaixou e pegou um envelopinho de gel no bolso no calção. Já veio pronto pra levar a rola do Diogo. Ele lambuzou bem o cuzinho e também meu pau.
— Meninão prevenido. Assim que eu gosto. – Eu falei e já fui encaixando meu pauzão no buraquinho dele.
— Vai devagar. Seu pau é muito grosso. – Ele pediu.
— Relaxa moleque! Eu vou te foder bem gostosinho.
Eu fui empurrando meu pau e vendo a cara de dor e prazer que ele fazia. Senti aquelas preguinhas se afastando para receber meu bichão e logo eu estava atolado dentro. Ele me pediu para esperar um pouquinho, pra se acostumar. Eu dei um tempinho, segurei na cintura do putinho e comecei o vaivém.
— Sempre sonhei em comer esse teu cuzinho, moleque. Delícia de rabão macio que você tem! – Eu falei em seu ouvido, enquanto bombava o cuzinho dele.
— Ah porra! Tá rasgando meu cuzinho. Tá me arrombando seu putão! – Ele gemia.
— Assim que eu gosto, moleque. O Diogão pode ter o pau maior, mas o meu é mais grosso. Agora você vai ter dois machos diferentes para te arrombar.
Continuei bombando no cuzinho dele, e ele todo empinado, encostado na parede. Meu pau já entrava macio, deslizando pra dentro dele, quando ouvi um barulhinho atrás da gente.
Eu virei o rosto e vi o negão, o Josias e o Andrade, com os pauzões pra fora batendo uma punheta e olhando a nossa foda. Eles já deviam estar ali há alguns minutos. Todos com uma latinha de cerveja na mão, enquanto se punhetavam com a outra.
— Você disse que estava sozinho. - O moleque falou assustado, olhando para os machos, sem saber o que fazer.
— Eu menti moleque. São meus parceiros, tudo gente boa. Olha o tanto de pau que tem ali. Tudo duro, pronto pra meter. Se você pedir eu mando eles embora, mas se você quiser pode fazer uma coisa nova. Levar uma surra de rola. Ninguém vai falar nada pra seu pai.
O moleque olhou para todo mundo e virou-se para a parede novamente. Para todos, aquilo foi um sim. Eu arranquei o meu pau de dentro do cuzinho dele e o Josias encaixou o dele. O Josias era um jumentinho também.
De todos que estavam ali, só o Andrade tinha o pau normal. Pequeno não, mas era o mais normal. O meu era o menor, porém era o mais grosso.
Quando o negão socou no cu cuzinho dele o moleque enlouqueceu, começou a gemer alto e rebolou no pauzão preto.
— Ah caralho! meu cuzinho! Vocês estão me arrombando, seus escrotos. – O moleque gemia, enquanto eu tomava minha cerveja e via os machos, um a um, metendo nele.
O Andrade foi o primeiro a gozar. Gemeu alto e despejou o leite no cuzão do moleque. O negão gozou a seguir e os dois foram embora.
Eu e meu parceiro Josias ficamos ali, castigando o cu do moleque por mais um tempinho.
— Empina o cu, moleque! Eu vou te arregaçar. Vou te deixar aberto, putinho gostoso. A gente vai querer você lá na nossa casa. Toda vez que você quiser uma rola diferente da do Diogão, é só nos procurar.
Josias falava e arrombava o moleque. Ele saía, eu entrava e arregaçava mais um pouco.
— Goza, porra! Meu cu já tá ardendo. Goza logo! – O moleque pediu.
Nós olhamos para o cu dele espumando, devido ao leite dos outros dois.
— Ajoelha aqui na frente, moleque. Essa carinha é muito linda. A gente vai dar um banho de leite no filhinho do chefe. – Ordenou o puto do Josias.
O moleque se ajoelhou, batendo uma punheta no próprio pau que estava duro. A gente bateu uma rapidinha com os pauzões apontados para ele.
— Toma leite de macho, putinho mimado. Veadinho gostoso! Toma leite dos peões do teu pai. – Eu gemi, espirrando porra naquela carinha, sendo seguido pelo Josias, que parecia uma vaca leiteira de tanto leite que soltou na cara do moleque.
— Vou gozar também! Vou gozar. Vocês acabaram comigo. – O moleque urrou, lambendo o nosso leite. Tremeu todo o corpo e gozou gostoso, ali ajoelhado.
Nos lavamos e fomos os três embora juntinhos.
— Não esquece, veadinho! Estamos sempre sozinhos em casa, toda noite.

O Josias falou para ele, quando chegamos em frente à nossa casa.
Ele seguiu em frente e nada respondeu.

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Comentários (1)

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  • Luiz: Bom conto mas se for possível conta a primeira vez que Diogao comeu o moleque

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic