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O novinho nerd e vigem do condomínio

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A luz da tarde invadia o condomínio com um calor preguiçoso, fazendo as crianças gritarem lá embaixo na quadra enquanto corriam atrás de uma bola velha. Do décimo quarto andar, Marcelo observava tudo pela janela da sala, os olhos fixos na figura que acabara de aparecer no caminho entre os prédios.

Era ele de novo. O garoto.

Lucas caminhava devagar, tênis arrastando no piso, bermuda folgada balançando nas pernas finas, camiseta larga do Corinthians escondendo o corpo miúdo. Cabelo bagunçado, óculos de armação fina, postura curvada de quem queria passar despercebido. Tímido pra caralho. Marcelo já tinha decorado aquele jeito: o modo como ele olhava pro chão, mas às vezes levantava os olhos com aquela curiosidade escondida. Fazia dias que ele acompanhava o menino voltar da escola. Dias que o pau dele latejava só de imaginar.

Hoje a esposa estava em São Paulo. De novo. Três dias fora.

Marcelo sentiu o coração bater mais forte. O risco era grande. Casado, respeitado no condomínio, home office... se algo desse errado, tudo ia pro caralho. Mas o tesão falava mais alto. Ele já tinha visto o garoto várias vezes no elevador, sempre sozinho, sempre com aquela cara de quem não entendia direito o mundo.

Ele desceu.

Lucas apertou o botão do elevador e esperou, mexendo no celular. Quando as portas abriram, Marcelo entrou logo atrás, sorrindo educado.

— Oi, tudo bem? — perguntou com voz calma, quase paternal.

Lucas olhou de relance, corando levemente.

— T-tudo bem, senhor...

O elevador subiu. No décimo quinto andar, Marcelo segurou a porta antes que fechasse.

— Escuta... eu moro aqui faz tempo e vi já você passando várias vezes por aqui. Tá calor pra caralho hoje, né? Se quiser tomar uma água gelada lá em casa antes de entrar em casar, fica à vontade.

Lucas piscou, desconfiado, mas ao mesmo tempo curioso. O homem parecia tranquilo, educado. Não tinha cara de maluco.

— Ah... não precisa não, eu tô bem...

— Relaxa, moleque. É só uma água. Minha mulher viajou, tô sozinho mesmo. E você parece cansado da escola.

Lucas hesitou. O medo e a curiosidade brigavam dentro dele. O homem era estranho, mas parecia... legal. Ele acabou aceitando com um aceno tímido.

Em vez de entrar entrar no elevador e apertar o botão para descer para o andar do apartamento, Marcelo guiou o garoto pela escada de serviço logo depois do décimo quinto andar.

— O elevador às vezes dá problema. Vamos por aqui, é mais rápido — disse Marcelo mentindo.

Subiram os lances estreitos. O cheiro de concreto velho e poeira enchia o ar. Lucas sentia o coração disparado, as mãos suando. Por que estava seguindo um desconhecido? Mas algo na voz calma do homem fazia ele continuar.

Chegaram na porta da casa de máquinas do elevador. Marcelo empurrou e ela abriu com um rangido baixo. O ambiente era escuro, quente, com o zumbido constante dos motores. Havia uma pequena abertura mais ao fundo que dava para o telhado do prédio. Quase ninguém subia ali.

— Entra. Aqui é tranquilo.

Lucas entrou, olhando ao redor nervoso. O lugar era apertado, cheirava a óleo e metal quente. Marcelo fechou a porta atrás deles.

— Você... você mora aqui mesmo? — perguntou Lucas, voz trêmula.

Marcelo se aproximou devagar, sorrindo.

— Eu não moro exatamente aqui dentro, moro em outro andar. Mas eu costumo vir sempre aqui e e eu vejo você todo dia, sabia? Você é bem bonitinho. Tímido assim... me dá vontade de te conhecer melhor.

Lucas deu um passo atrás, encostando na parede fria.

— S-senhor... eu acho melhor eu ir embora...

Mas Marcelo já estava perto. A mão grande e quente pousou no ombro dele, apertando de leve. O contraste era brutal: o corpo pequeno e macio do garoto contra o homem mais baixo mas mais pesado, cheiro de suor adulto misturado com perfume barato.

— Shhh... calma. Eu não vou te machucar. Você já sentiu curiosidade, né? Aqueles vídeos que seus amigos mostram... eu sei como é. Eu posso te mostrar como é de verdade. Sem ninguém saber.

Lucas tremia. O pau dele, mesmo com medo, já começava a dar sinal dentro da bermuda folgada. Marcelo percebeu e sorriu.

Ele segurou o queixo do garoto com firmeza, mas carinhoso, obrigando-o a olhar nos seus olhos.

— Você quer experimentar, não quer? Fala a verdade.

— Eu... eu não sei... tô com medo... — gaguejou Lucas, voz quase sumindo, os olhos marejados.

Marcelo abaixou devagar, ajoelhando na frente do menino. Puxou a bermuda e a cueca para baixo de uma vez. O pauzinho de Lucas, pequeno, rosado e já meio duro, pulou livre. O cheiro de pele jovem, limpa, com um leve suor do dia encheu as narinas do homem.

— Caralho... que delícia — murmurou Marcelo antes de tomar o pau do garoto inteiro na boca quente e molhada.

Lucas soltou um gemido agudo, as mãos indo instintivamente para a cabeça do homem.

— Ahh... s-senhor... o que você... ahh...

Marcelo chupava com habilidade, língua girando na cabeça, sugando devagar enquanto uma mão subia pela coxa magra, apertando a carne macia. O garoto gemia, pernas tremendo, lágrimas escorrendo pelo rosto de confusão e prazer.

Depois de deixar Lucas quase gozando, Marcelo se levantou, abriu a própria calça e tirou a pica grossa, veiada, já babando pré-gozo transparente.

— Agora é sua vez. De joelhos.

Lucas hesitou, respirando rápido.

— Eu... nunca fiz isso... e se eu não conseguir...

— Vai conseguir sim. Abre a boca.

O menino se ajoelhou, inseguro. Marcelo segurou a cabeça dele com as duas mãos e empurrou a cabeça inchada contra os lábios trêmulos. O gosto salgado, forte, invadiu a boca de Lucas.

— Chupa... isso... devagar primeiro.

Lucas tentou, desajeitado, babando muito. Marcelo começou a foder a boca dele devagar, depois mais fundo, até sentir a garganta apertada contraindo.

— Isso, engole mais... caralho, que boquinha gostosa...

O garoto engasgava, lacrimejava, saliva escorrendo pelo queixo, mas não parava. O pau dele latejava no ar, pingando.

Marcelo o virou de costas, abaixou a bermuda completamente e cuspiu na mão. Dedos experientes abriram a bunda pequena e branca, encontrando o cuzinho virgem, rosado e apertado.

— Vai doer um pouco no começo... mas você vai gostar — sussurrou no ouvido dele, mordendo o lóbulo de leve.

Lucas choramingava.

— Por favor... vai devagar... eu tô com muito medo...

Marcelo pressionou a cabeça grossa contra o anelzinho. Empurrou. Lucas soltou um grito abafado quando sentiu a invasão, o ardor queimando. Centímetro por centímetro, o homem foi abrindo o garoto, gemendo de prazer com o calor apertado.

— Porra... tá apertado pra caralho... relaxa, vai...

Quando estava todo dentro, Marcelo parou, abraçando o corpo trêmulo do menino por trás, uma mão masturbando o pauzinho dele enquanto a outra apertava o peito magro. Começou a meter devagar, depois mais forte. O som molhado de pele contra pele ecoava no quarto de máquinas junto com os gemidos misturados de dor e prazer de Lucas.

— Você é minha putinha agora... tá gostando, né? Fala.

— S-sim... ahh... tá estranho... mas... não para...

Marcelo acelerou, estocando fundo, suado, o cheiro forte de sexo enchendo o ambiente. Quando sentiu o orgasmo vindo, segurou o quadril do garoto com força e gozou pesado dentro dele, jatos quentes enchendo o cuzinho virgem.

Lucas gozou logo depois, tremendo inteiro, esperma fino espirrando no chão.

Ofegantes, Marcelo ainda dentro dele, sussurrou no ouvido:

— Agora escuta bem, Lucas. Isso que aconteceu aqui... fica entre nós. Se você contar pra alguém, todo mundo no condomínio e na sua escola vai saber que você é um viadinho que gostou de levar pau. Eu tenho fotos suas entrando aqui comigo. Entendeu?

Lucas congelou, ainda sentindo a pica amolecendo dentro dele, o cu latejando cheio de porra.

Marcelo sorriu, beijando o pescoço dele com falsa doçura.

— Amanhã, mesmo horário. Você vai descer de novo. E nós vamos repetir. Porque agora você é meu.

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