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A nova realidade que mudou o mundo parte 161 - Pecados de garotos parte 1

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AnãoJediManco

O garoto, um jovem de quatorze anos chamado Lucas, filho mais novo do dono do bordel, viu a jovem escrava recém-chegada da importação pela primeira vez no dia em que ela foi descarregada da carroça. Ela era magra, com marcas recentes de correntes nos pulsos e tornozelos, os olhos baixos e o corpo ainda tremendo do longo transporte. Seu nome era Lena. Havia algo na fragilidade dela, na forma como tentava cobrir o corpo nu com as mãos trêmulas, que despertou nele um sentimento estranho e proibido, não apenas desejo, mas uma ternura perigosa.
Naquela mesma noite, Lucas a escolheu. Ele a levou para um canto mais isolado do bordel, longe dos mendigos habituais. Lena foi amarrada ao cavalete como de costume, mas ele não permitiu que os outros a tocassem antes. Com as mãos trêmulas de excitação e nervosismo, ele se aproximou. Seu pau jovem e duro roçou contra a entrada seca da vagina dela. Ele cuspiu na mão e tentou lubrificar, mas a penetração ainda foi dolorosa. Lena apertou os dentes e fechou os olhos com força quando ele empurrou para dentro, rompendo sua virgindade com um estalo úmido. Um filete fino de sangue escorreu pela coxa dela, misturando-se ao suor frio. Lucas gemeu alto ao sentir o calor apertado ao redor dele, metendo devagar no início, depois com mais urgência, até gozar dentro dela com jatos quentes e abundantes. Ele ficou ali por alguns minutos, ofegante, o corpo colado ao dela, sentindo o coração dela bater contra o peito.
A partir daquela noite, algo mudou nele. Lucas começou a nutrir um apego obsessivo e carinhoso por Lena. Ele voltava todos os dias, às vezes várias vezes. Enquanto os outros homens a usavam com brutalidade, Lucas trazia panos umedecidos com água mais limpa e limpava gentilmente os restos de sêmen e sangue de seu corpo após as useiras. Ele passava os dedos com cuidado pelos cabelos emaranhados dela, sussurrando palavras suaves que ela não respondia. Depois de gozar dentro dela, sempre na vagina, como se quisesse marcá-la como sua, ele ficava mais tempo, acariciando suas costas, beijando os ombros machucados e até massageando levemente os seios doloridos com óleo barato que roubava da dispensa.
Lena reagia com uma mistura confusa e dolorosa de emoções. No começo, havia apenas medo e desconfiança. Cada toque dele, mesmo mais suave, fazia seu corpo tensionar, esperando a dor habitual. Quando ele a penetrava com menos violência, ela ainda sentia ardor e desconforto, mas a ausência de agressão bruta era quase pior, criava uma rachadura em sua armadura emocional. Aos poucos, o apego dele despertou nela um anseio perigoso, uma fome de qualquer migalha de humanidade. Quando Lucas limpava seus buracos com mais delicadeza após as limpezas humilhantes dos outros homens, ela sentia um alívio físico misturado a uma tristeza profunda. Seus olhos marejavam não de dor, mas de uma saudade antiga de ser vista como algo além de carne.
Ela começou a esperar por ele. Quando ouvia seus passos, seu corpo mesmo preso ao cavalete relaxava minimamente. Durante as penetrações dele, Lena às vezes sentia um calor diferente se espalhar pela barriga, uma sensação confusa que se aproximava do prazer, embora a dor e a humilhação ainda dominassem. Ela nunca gozava, mas o carinho posterior, ele limpando o esperma que escorria de sua vagina com um pano macio, beijando sua testa suada, ou simplesmente ficando ali segurando seu rosto entre as mãos, fazia algo dentro dela se quebrar. Uma dependência silenciosa e doentia nasceu: ela ansiava pelo toque dele como a única coisa que a fazia se sentir um pouco menos animal.
Lucas, por sua vez, se apaixonava mais a cada dia. Ele trazia pedaços de pão escondidos, colocava na boca dela quando ninguém via, e sonhava em escondê-la, em fugir com ela. Para Lena, esse carinho era ao mesmo tempo salvação e tortura. Ele a fazia lembrar que ainda era capaz de sentir, mas também reforçava o abismo: ele era livre, ela era propriedade. Cada ato de ternura dele a deixava mais triste depois que ele saía, porque sabia que os mendigos voltariam, que a escova áspera voltaria a rasgar seus buracos, e que aquele garoto apaixonado não poderia, ou não queria impedir o resto.
O apego dele crescia como uma doença doce e venenosa, enquanto Lena se entregava lentamente a uma dependência quebrada, o coração dividido entre gratidão, desejo e o medo paralisante de que tudo aquilo fosse apenas mais uma forma refinada de destruição.
Com o passar dos dias, o que começou como uma penetração nervosa e apressada entre Lucas e Lena foi se transformando em algo mais profundo, mais lento e intensamente apaixonado.
Nas primeiras vezes, Lucas ainda metia com certa urgência, o pau jovem e latejante invadindo a vagina apertada dela, sentindo o calor úmido que aos poucos se tornava molhado de verdade. Lena permanecia tensa, o corpo preso ao cavalete, mas aos poucos seus quadris começaram a responder minimamente, um tremor involuntário quando ele entrava mais fundo. Ele aprendia o ritmo dela: entrava devagar, deixando a cabeça grossa do pau abrir as paredes macias e sensíveis, esfregando contra o ponto inchado no alto da vagina. Os gemidos abafados dela mudavam de tom, de desconforto para algo mais rouco, mais necessitado.
Uma noite, após várias estocadas profundas e ritmadas, Lena gozou pela primeira vez apenas com a penetração dele. Seu corpo inteiro estremeceu violentamente, as paredes internas da vagina se contraindo com força ao redor do pau grosso de Lucas, ordenhando-o em espasmos quentes e molhados. Um jorro sutil de fluidos escorreu pela coxa dela, misturando-se ao suor. Lucas sentiu cada pulsação, cada aperto delicioso, e gozou logo em seguida, enchendo-a com jatos longos e abundantes enquanto ela ainda tremia no orgasmo. A partir daquele momento, o vínculo entre eles se aprofundou de forma irreversível.
Cada encontro se tornava mais erótico e apaixonado. Lucas demorava mais tempo explorando o corpo dela. Ele lambia os mamilos inchados e sensíveis, chupando-os com fome enquanto seu pau entrava e saía devagar, girando os quadris para esfregar o clitóris inchado com a base do membro. Lena, antes sempre seca de medo, agora ficava encharcada antes mesmo dele entrar. Seus sucos escorriam abundantemente, pingando do cavalete, lubrificando cada estocada até produzir sons molhados e obscenos de carne contra carne. Quando ele a fodia com mais intensidade, segurando os quadris dela com firmeza, o pau batendo fundo contra o colo do útero, Lena gozava repetidamente, orgasmos fortes, quase dolorosos, que faziam sua vagina pulsar e esguichar levemente, os músculos internos apertando o pau dele como se nunca quisessem soltá-lo.
A proximidade emocional crescia junto com o prazer físico. Lucas começou a arriscar mais. Nos horários de baixo movimento do bordel, no meio da madrugada ou nas tardes mais calmas, ele soltava as amarras dela do cavalete e a levava discretamente para seu próprio quarto nos fundos da propriedade. Lá, longe dos olhares, o sexo se tornava ainda mais íntimo.

No quarto dele, Lena era deitada na cama macia, um luxo inimaginável. Lucas passava longos minutos beijando cada marca em seu corpo, as feridas nos pulsos, os hematomas nas coxas, os seios ainda sensíveis. Ele a limpava com carinho quase devoto. Usando um pano macio embebido em água morna e um pouco de sabão roubado, ele lavava gentilmente entre as pernas dela, abrindo os lábios inchados com delicadeza para limpar os restos de sêmen seco, os fluidos dela e qualquer vestígio de dor. Seus dedos deslizavam com cuidado pela vagina sensível, removendo o que havia dentro, depois passando o pano morno pelo ânus ainda sensível. Lena tremia sob o toque, não mais apenas de medo, mas de uma emoção confusa e avassaladora.
Depois da limpeza, ele a penetrava novamente, agora com ela deitada de costas ou de lado, olhando para ele. O pau entrava devagar, centímetro por centímetro, até estar completamente enterrado. Eles fodiam com paixão crescente: Lucas segurando o rosto dela, beijando sua boca enquanto metia fundo e ritmado, sentindo a vagina quente e molhada de Lena se contrair em torno dele. Ela gozava com facilidade agora, bastava ele acelerar um pouco, esfregando o clitóris com o polegar ou batendo no ponto certo dentro dela. Seus orgasmos eram intensos, fazendo-a arquear as costas, cravar as unhas nos ombros dele e soltar gemidos roucos e longos enquanto sua boceta pulsava e esguichava levemente ao redor do pau.
Após gozarem juntos, Lucas não saía imediatamente. Ele permanecia dentro dela, amolecendo devagar, enquanto acariciava seu cabelo, beijava seu pescoço e sussurrava palavras de afeto. Limpava o sêmen que escorria dela com o mesmo pano carinhoso, massageava seus músculos doloridos e a abraçava contra o peito, sentindo o corpo dela relaxar pela primeira vez em anos.
Para Lena, aquele cuidado era devastador e viciante. Cada orgasmo que ele lhe dava quebrava um pouco mais suas barreiras. Ela começou a se abrir, a corresponder aos beijos, a apertar o corpo contra o dele durante o sexo, ansiando pelo momento em que ele a enchia e a fazia gozar. O apego se transformou em algo perigoso, uma dependência emocional profunda misturada ao prazer carnal. Nos braços de Lucas, por breves momentos, ela não era mais apenas uma escrava era desejada, cuidada, amada.
E Lucas, cada vez mais apaixonado, arriscava tudo para ter aqueles momentos com ela, sabendo que o mundo lá fora ainda via Lena apenas como carne para ser usada. Mas dentro daquele quarto, por algumas horas roubadas, eles eram apenas dois corpos entregues um ao outro.
Com o tempo, o que era um apego secreto se transformou em um ciúme feroz e possessivo dentro de Lucas. Cada vez que ele via os mendigos sujos e brutais usando o corpo de Lena no cavalete, enfiando seus paus imundos nos buracos que ele agora considerava seus, enchendo-a de porra rançosa, fazendo-a gemer de dor enquanto ele a fazia gozar de prazer, algo se quebrava dentro dele. Ele começava a sentir náuseas ao ver o sêmen de outros escorrendo pela vagina inchada e vermelha dela, ao ouvir os sons molhados e obscenos enquanto estranhos a fodiam sem qualquer carinho. O ciúme queimava como ácido. Aqueles buracos molhados e apertados que pulsavam tão lindamente ao redor do pau dele, aqueles gemidos roucos que ela soltava apenas quando ele a penetrava fundo, pertenciam a ele. Apenas a ele.
Lucas decidiu que não aguentaria mais. Lena seria tirada daquele inferno e se tornaria exclusivamente sua. Ele usou o dinheiro que conseguia juntar, influência do pai e mentiras bem contadas para comprar Lena como propriedade particular. Pagou um valor alto, alegando que a queria como criada pessoal para o quarto. Quando os documentos foram assinados, ele a soltou do cavalete pela última vez, enrolou seu corpo nu e trêmulo em um manto grosso e a carregou nos braços para fora do bordel, no meio da madrugada.
A partir daquele dia, Lena tornou-se dele. No quarto amplo e isolado que Lucas preparou nos fundos da propriedade da família, longe dos olhos do bordel, a relação deles floresceu de forma intensa e apaixonada. Ele a tratava como uma namorada secreta, com um carinho obsessivo e devoto. Todas as manhãs, ele a acordava com beijos suaves no pescoço, descendo pelos seios ainda marcados, chupando os mamilos com fome até ela gemer e se contorcer. Então ele a penetrava devagar, o pau duro e quente deslizando para dentro da vagina já molhada de desejo, fodendo-a com estocadas longas e profundas enquanto olhava nos olhos dela. Lena agora gozava facilmente, quase imediatamente, bastava ele entrar completamente, esfregando a cabeça grossa contra seu ponto mais sensível, para que sua boceta apertasse forte ao redor dele, pulsando e esguichando sucos quentes enquanto ela tremia em êxtase.
Depois do sexo, Lucas cuidava dela com dedicação apaixonada. Ele a carregava até uma banheira com água morna, lavava cada centímetro de seu corpo com sabão perfumado, passando os dedos com carinho entre as pernas, limpando suavemente os restos de seu próprio sêmen de dentro dela. Ele massageava os pulsos e tornozelos ainda marcados pelas antigas amarras, beijava as cicatrizes, lambia e chupava gentilmente os lábios inchados de sua vagina até ela gozar novamente apenas com a língua e os dedos dele.
Ele a vestia com roupas macias e bonitas que comprava escondido, escovava seus cabelos com paciência, alimentava-a na boca com frutas e pães, e passava horas abraçado a ela na cama, o pau semiduro descansando contra sua coxa enquanto sussurrava o quanto a amava e o quanto ela era dele agora.
Lena reagia com uma entrega total e desesperada. O corpo dela, antes tenso e traumatizado, agora se abria completamente para ele. Ela aprendia a montar nele, descendo devagar sobre o pau grosso, rebolando os quadris enquanto seus sucos escorriam abundantes, gozando repetidamente até suas pernas tremerem. Ela o beijava com fome, apertava o corpo contra o dele, e dormia colada, sentindo-se pela primeira vez protegida e desejada como mulher, não como objeto.
Lucas vivia em um delírio apaixonado. Ele a possuía várias vezes ao dia, pela manhã com carinho lento, à tarde com tesão bruto e possessivo, à noite com amor quase romântico. Cada orgasmo dela reforçava sua convicção, Lena era dele, só dele. Ninguém mais tocaria aqueles seios, aquela boceta apertada e molhada, aquele cu que ele também começou a treinar com paciência e lubrificação generosa até ela gemer de prazer ao ser preenchida por ele.
E assim, no isolamento daquele quarto, Lucas transformou sua escrava comprada em sua amante secreta, cuidando dela com o carinho obsessivo de um namorado apaixonado, enquanto o mundo lá fora continuava girando sem saber do vínculo proibido e intenso que os unia. Lena, por sua vez, se entregava completamente, encontrando no corpo e no afeto dele o único refúgio possível em sua vida de dor.
Mas nada nesse mundo é para sempre, e essas atitudes começaram a atrair a atenção dos homens que governam a cidade.

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