Escravo Familiar: Capítulo 37 (Escravo Punitivo vs. Escravo Familiar)
Escravo Punitivo Ato 2: Aprendendo o Mantra dos Irmãos
Despertei durante a madrugada todo torto. A roupa parecia pesada e me incomodava, causando atritos grotescos na minha pele sensível.
Levantei desajeitadamente da cama e, furioso, arranquei a roupa.
— Caralho! Esbravejei.
Fiquei pelado e atirei minhas roupas longe de mim. Logo, acabei levantando para abrir meus cobertores e me ajeitar melhor na cama; senão, quando acordasse na manhã seguinte, estaria todo torto. O lençol e o cobertor estavam quase todos no chão, e não tinha percebido, mas estava também com frio. Arrumei tudo e voltei a deitar logo em seguida.
Senti uma dorzinha aguda no cu, mas não dei importância; com certeza foi o dia intenso com os garotos, nada que uma boa noite de descanso não resolveria.
Voltei a me ajeitar na cama, ficando mais confortável, cobri-me com o cobertor peludo e deixei que o sono me dominasse.
Era por volta das 9:00 quando despertei. Estava quentinho, morrendo de preguiça de levantar. Como suspeitava, eu só precisava de uma boa noite de sono para que meu corpo e, principalmente, meu cu se recuperassem. Peguei meu celular e tinha uma mensagem de papai.
"Bom dia, meu bebê. Papai já saiu para trabalhar e não quis te acordar para você descansar bastante. Hoje você tem o seu irmão Thiago para satisfazer. Quando acordar, vai para o quarto dele. Ele pediu-me para te avisar. Até mais tarde, meu amor, e em breve papai vai te torar um pouquinho; faz tempo que não fazemos amor. TE AMO!"
Sorri com a mensagem. Papai não perde tempo e já deixou tudo pronto para mais um dia.
"Ok, meu senhor! Também te amo, até mais tarde! "
Respondi à mensagem dele e logo fui me levantando.
Estiquei-me, alongando meu corpo, e, pelado mesmo, abri a porta do meu quarto e passei para o quarto do meu irmão Thiago, que fica ao lado do meu.
A luz da manhã já entrava pela fresta da cortina da janela; meu irmão dormia na sua cama grande com um edredom cinza, cobrindo de seu peito despido até o meu maior desejo, seus imensos pés, em um sono profundo e calmo.
Observei seu semblante tranquilo, sua boca entreaberta suspirando com delicadeza. Fui sem fazer barulhos até sua cama; com cuidado, deitei-me ao seu lado, levantando seu braço musculoso e entrando debaixo do seu cobertor, fazendo com que ficássemos de conchinha.
Ele movimentou-se um pouco sem despertar, ajustando seu corpo nu ao meu. Acomodei minha bunda nua no seu cacete meia-bomba e entrelacei sua mão grande com a minha, e logo, conforme meu corpo se esquentou no dele, voltei a adormecer.
Senti um nariz roçar no meu pescoço, um braço forte me prender como um abraço de urso no meu corpo, e sua barba por fazer fazer cócegas no meu pescoço e logo sua voz grossa, rouca disse no pé do meu ouvido:
— Senti saudades, irmãozinho!
Sorri, aconchegando-me mais nele. Virei minha cabeça para trás e beijei sua boca molhada, de lábios rosados.
Segundos mais tarde, o respondi:
— Também senti, meu macho gostoso.
Voltamos a nos beijar e a cama começou a pegar fogo. Nossas bocas se lambuzavam uma na outra, sua língua quente e molhada caçava a minha, puxando-a para dentro da sua. Sua mão grande e forte tocava meu rosto, acariciando minhas bochechas e deslizando para trás da minha cabeça.
Seu beijo forte passou a deslizar da minha boca rumo ao meu pescoço, enquanto eu enfiava meus dedos das mãos em seu cabelo curto, liso e macio. Logo ele dirigiu-se aos meus mamilos, segurando meus peitos com as mãos e abocanhou, sugando-os forte, fazendo-me gemer e arquear as costas.
Sua boca chupou, e com os dentes ele deu mordiscadas no bico dos meus peitos e depois voltou a sugá-los.
— Aaaah! Gemi.
Ele olhou para cima, deslizando uma de suas mãos grandes pelo meu pescoço, e enfiou os quatro dedos dela de uma vez na minha boca.
Eu os chupei enquanto ele voltou a deslizar a boca gostosa pela pele da minha barriga, beijando e lambendo. Em seguida, enfiou a ponta da língua no meu umbigo, arrepiando minha pele.
Depois desceu mais, chegando ao meu púbis, cheirou, Fssssssssssssss!, e depois lambeu, molhando meus pelos pubianos aparados com sua saliva. Logo deslizou os lábios pelo meu cacetinho de 15 centímetros, que estava duro, chegando até a ponta da cabeça rosada, brincou com a ponta da língua na fenda da cabeça da minha pica, fazendo eu me contorcer, e logo caiu de boca, chupando forte e depois deslizando ele para dentro da sua garganta.
— Hããããã! Gemi alto, apertando forte os lençóis da cama e arqueando as costas e logo levantei o quadril, fazendo meu pau entrar o mais fundo possível na sua garganta.
— Coff, coff, coff.
Ele engasgou e depois subiu com a boca, retirando meu cacete da boca.
Depois lambeu o corpo do meu pau, descendo para minhas bolas. Com a boca, chupou uma , —Aaah! Depois a outra — Porra! Depois chupou as duas juntas — Ãããh, caralho, isso!
Olhou para mim sorrindo e abriu e levantou minhas pernas, colocando-as uma de cada lado da minha cabeça; em seguida, caiu de boca no meu cuzinho arreganhado e lisinho, enfiando a deliciosa língua dentro do meu cuzinho.
— Aããããh!
Depois, cuspindo nos dedos, enfiou um dedo, tocando minha próstata, rodou-o e retirou de dentro. Logo chupou e cuspiu em dois dedos e deslizou-os para dentro do meu rabo, movimentando-os para dentro e para fora, para dentro e para fora. Não satisfeito, retirou-os e chupou um terceiro, e, com os três, enfiou fundo, alargando um pouco o meu cuzinho.
Sem pressa, retirou seus dedos e abaixou minhas pernas, descendo-as até o colchão e depois, com a boca, foi beijando e lambendo minhas coxas grossas, minhas panturrilhas até chegar nos meus pés largos e branquinhos, tamanho 41.
Segurando-os juntos, levou-os até seu nariz, aspirando fundo meu leve chulé quente, FSSSSS! Chupou meus dedos e desceu lambendo minhas solas lisas e macias.
Em seguida, ainda segurando nos meus pés, ficou de joelhos sobre o colchão da cama e começou a deslizá-los pelo seu peito, sua barriga sarada até chegar no seu pau grosso de 17 centímetros. Passou as solas esfregando no seu cacete, e as uniu, deixando-as uma grudada na outra e um vão entre elas.
Depois deslizou lentamente seu pau pelo vão e começou a fodê-los.
Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup
— Huuuuuuuuuum! Ele gemeu, fodendo forte meus pés, e, aos poucos, seu gozo escorreu pelos meus pezões como uma cachoeira, lavando-os.
Pffffffffffffffffffffffff
— Aããããh! Ele gemeu grosso.
Logo, foi diminuindo o ritmo depois que gozou até parar; em seguida, levou meus pés até sua boca e os chupou até deixá-los limpos.
Em seguida, baixou meus pés do lado das suas coxas grossas e deitou-se sobre mim, beijou-me na boca, deslizando a língua por entre meus lábios e sugando várias vezes a minha língua.
Aos poucos, foi-me levando para cima dele, deitando lentamente e puxando-me para cima de si.
Lentamente fui ainda dando beijos, saindo da sua boca, desci para seu pescoço, beijando, chupei e mordisquei. Descendo, fui lambendo seu peito largo e musculoso e suguei seus mamilos.
Depois fui para sua barriga, deslizando os lábios e a língua pelo lindo caminho de pelos finos, até que cheguei na sua virilha.
Cheirei-a, FSSSSS!, e comecei a lamber; o cheiro de macho viril entrava pelas minhas narinas, deixando-me alucinado. Ainda cheirando, segurei seu pau duro, que pulsava louco para ser chupado, e deslizei meu nariz sobre ele até chegar na cabeça, e nela dei um beijo na fenda e cutuquei a pele interna dela, fazendo ele urrar de prazer: — Hãããããã!
Abrindo meus lábios, a engoli, descendo sem pressa pelo corpo do seu cacete, chupando e movimentando minha língua para enlouquecê-lo.
Ele deslizou sua mão para minha cabeça e, junto comigo, iniciamos a mamada.
— Huuuuuuuuuum! Aaaah, Pepê, minha putinha linda, chupa o pauzão do seu irmão, chupa!
Meus lábios deslizavam loucos pelo seu cacete, chupando forte. Mas logo ele levantou minha cabeça e disse:
— Hora de mudarmos de posição, antes que eu goze.
Levantamos e logo eu deitei de bruços no colchão; ele veio por cima, abriu minhas nádegas e deu uma cuspida no meu cu.
— Ptiu!
Com os dedos, espalhou sua saliva na entrada do meu cuzinho e depois introduziu um dedo. — Ãããh! Gemi, depois, empinei mais a bunda de encontro com seus dedos, e ele começou a foder meu cu com eles.
Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup
Depois retirou seus dedos e os chupou. Segurando seu pau, subiu mais na cama e posicionou a ponta da pica na entrada do meu cuzinho e começou a forçar.
— Hãããããã! Gemi.
— Ôôôôôôô! Cuzinho apertado da porra! Ele disse, enfiando-se lentamente dentro de mim.
Seu pau foi deslizando lentamente para dentro do meu cu sem parar, centímetro por centímetro, enquanto eu sentia a pele esticar e quase se rasgar até chegar nas bolas fartas e pesadas da sua pica grossa interminável.
Em seguida, parou e deu algumas reboladas e, inclinando-se sobre mim, beijou e deslizou os lábios, começando do meu pescoço até meu ouvido, e, apertando-me forte contra seu peito, falou com uma voz sexy e grossa, que expressava nosso sexo:
— Agora, eu quero que você recite para mim o seguinte mantra. Você vai se lembrar desse mantra porque te ensinei quando você era pequeno, porém mudei o conteúdo dele.
Fiquei excitado e curioso, mas, se for o "mantra" que estou pensando, sei de cor os dizeres.
— Você se lembra que, quando era pequeno, eu te ensinei a me pedir o que você queria? Ele me perguntou:
— Sim! Respondi embaixo, contorcendo-me de prazer com seu pau no meu cu.
— Ótimo, então essa é a nova versão. Repita para mim logo depois que eu terminar, tá legal?
— Ok, irmão.
— Vamos lá!
— "O pau do Ti é legal, o pau do Ti é chocante, queremos o pau do Ti."
Ele deu um pequeno tranco no meu cu, logo em seguida fazendo eu gemer.
— Huuuuuuuuuum!
— Fale, putinha! Ande!
Falei logo em seguida.
— "O pau do Ti é legal, o pau do Ti é chocante, queremos o pau do Ti! "
PLOC!
— Huuuuuuuuuum! Gemi com a nova estocada.
— Aonde você quer meu pau, putinha?
PLOC! Mais uma estocada.
— Huuuuuuuuuum! Na boca e no cu! Falei alto para ele.
— Isso, porra, é o que eu quero escutar.
Logo ele começou a se movimentar e, junto, desferiu palmadas na minha bunda.
PLOC, PLOC, PLOC; PLAFT, PLAFT, PLAFT; PLOC, PLOC, PLOC; PLAFT, PLAFT, PLAFT; PLOC, PLOC, PLOC, PLOC; PLAFT, PLAFT, PLAFT; PLOC, PLOC, PLOC; PLAFT, PLAFT, PLAFT; PLOC, PLOC, PLOC...
Suas palmadas não me machucavam; ao contrário, só me davam mais tesão para dar meu cu para ele.
Nós dois começávamos a suar, nossos corpos a se pregar um no outro, e o quarto estava quente e cheirando ao nosso sexo bruto.
Meu irmão mudou um pouco sua posição, ainda me deixando de bruços, ficou um pouco de lado, pisou com seu pé direito chulezento na minha cabeça, enfiou seus dedos na minha cara e no meu nariz, e voltou a foder a todo vapor meu cu piscante.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Implora por pica, filho da puta, implora, quero ouvir você implorar. Ele disse-me
— Me dá pica, meu macho, meu irmão gostoso, fode seu escravinho viadinho.
— Toma pica, viado, toma pica, seu lixo! Seu depósito de porra de macho do caralho.
Ele aumentou ainda mais a brutalidade das estocadas e, para que eu não perdesse o ritmo e acabasse não aguentando, ele apertou o botão de hormônios da minha coleira.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Naquele momento, entrei em transe; seu chulé quente entrou pelas minhas narinas, embriagando-me, enquanto ele destruía meu cu com seu delicioso cacete grosso. O hormônio da coleira foi injetado no meu corpo e senti-lo correr pelas minhas veias. Meu pau ficou ainda mais duro, meu cu se empinou mais e começou a mastigar e piscar loucamente no cacete grosso do meu irmão Thiago, e comecei a rebolar loucamente, deixando ele perdido de prazer.
— Porra, caralho, tinha esquecido o que essa coleira faz com você.
— Huuuuuuuuuum! Gemi alucinado e logo comecei a delirar e implorar por pau.
— Come meu cu, Thiago, come meu cu, porra! Huuuuuuuuuum! Ããããã, Ããããã, Ããããã.
Comecei a recitar o mantra em um transe absoluto e infinito:
— O pau do Ti é legal, o pau do Ti é chocante, queremos o pau do Ti, na boca e no cu! O pau do Ti é legal, o pau do Ti é chocante, queremos o pau do Ti...
Eu repetia sem parar, em transe, louco, alucinado. Meu irmão destruía meu cuzinho, fodendo forte, me apertando, beliscando e me mordendo.
Seu pau dava golpes agressivos no meu cu, sua mão alternava entre me masturbar e apertar violentamente meu cacete duro, fazendo eu gemer e chorar baixinho.
Até que, de solavanco, ele socou fundo até as suas bolas baterem forte na minha bunda e juntos explodimos em um gozo tão forte que o dele parecia que iria atravessar meu corpo do cu e sair pela boca, e o meu voou para a parede da cabeceira do quarto dele.
— Ãããh toma leite, viado! Toma leite do seu irmão macho, porraaaaaaaa!
Pffffffffffffffffffffffff
Pffffffffffffffffffffffff
— Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf…
Logo que gozamos, desabamos no colchão da cama, ofegantes e cansados, enquanto eu continuava recitando o mantra como uma hipnose.
— O pau do Ti é legal, o pau do Ti é chocante, eu quero o pau do Ti, na boca e no cu!...
Minutos depois, ele sentou-se na cama, escorado na cabeceira. Deitei-me em cima dele, ao contrário, com a cabeça para seus deliciosos pés, e continuei a cheirá-los, acalmando meu corpo.
Logo, saímos da posição, ficando de pé para fora da cama. Ele pegou na minha mão, abriu a porta do seu quarto e fomos para o banheiro. Entramos e logo fomos para baixo do chuveiro. Tomamos banho juntos e, durante o banho, acabei tomando seu delicioso mijo.
Quando terminamos, nos secamos e colocamos nossas roupas, e logo saímos do banheiro.
Já era hora do almoço e, ao longe, pude escutar o carro do papai se aproximando de casa.
Sai de dentro de casa e confirmei se era ele. Em seguida, decidi que iria tomar café na casa da minha mãe, não dando nem chance de um dos dois me questionar algo.
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