#Coroa #Traições #Voyeur

Às sessentonas estão se cuidando para foderem com muito tesão e tara!

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O Construtor

É cada vez maior a quantidade de mulheres com idades que variam de cinquenta a sessenta anos, que estão se cuidando, frequentando academias, fazendo exercícios e caminhadas nas praias da cidade onde moro e que na sua maioria são mulheres bem sucedidas, separadas, divorciadas e viúvas, dispostas a viverem de forma prazerosa e com muito tesão e eu já conhecia através da minha esposa e da minha sogra muitas delas, mas, foi na praia que conheci a Beatriz de 64 anos de idade, fotos abaixo, malhada, um verdadeiro tesão de mulher com quem acabei estabelecendo amizade e acabamos nos sentindo atraídos um pelo outro e decidimos nos encontrar após ela me enviar essas duas fotos pelo Whats e que acabou despertando em mim um grande tesão por ela. Ela me disse que era casada pela segunda vez com um executivo de uma empresa de transportes e que não dava mais a devida assistência para ela e diante disso a convidei para sairmos uma tarde para tomarmos um bom suco na orla da praia, ela aceitou. Nos encontramos no quiosque de sucos que havíamos combinado e ali, já nos abraçando e nos beijando, ela me confessou que já fazia mais de seis meses que não praticava sexo com o marido em razão da elevada glicemia e dos consequentes remédios. Na hora propus a ela irmos para uma pousada e ela me disse que tinha a fantasia de fazer um encontro proibido em um quarto simples de motel em um posto de gasolina na saída da nossa cidade para a cidade de Paraty.

Era duas e meia da tarde e ela me disse que o marido havia ido a Santos-SP, e que talvez dormisse por lá, portanto ela teria a tarde inteira e até parte da noite com total liberdade. Entramos na minha camionete Hillux Branca om insulfilme nos vidros e ela já foi se mostrando extremamente fêmea, puta, se deitando em meu colo, apertando meu pau com a mão direita por cima da minha bermuda, eu a provoquei falando: “Pega meu pau e vai chupando enquanto cruzo a cidade para sair na rodovia!” Ela abaixou minha bermuda, tirou meu pau para fora, eu tinha tomado o meu Ciallis20mg, ela o esfregou no rosto, o apertou e o meu cacete foi ficando bem duro com ela o lambendo, o beijando, o abocanhando e o chupando gostoso como uma verdadeira puta bem chic e madura. Abaixei os vidros da camionete, parava ao lado dos ônibus nos cruzamentos com ela me chupando e ainda, eu erguia o seu vestido de alcinha, expondo duas belas coxas e linda bunda. Ela tirava o meu pau da boca para me falar: “Amor, você está me expondo como uma puta para os motoristas e passageiros verem as minhas coxas e a minha bunda amor!” Dando tapas na sua linda bunda, eu a fiz tirar a sua calcinha e ficar deitada de pernas abertas virada para janela do seu lado, com ela me chupando muito o pau e eu dirigindo vagarosamente, parando ao lado dos ônibus e caminhões, bem ao lado da janela dos motoristas para que eles a vissem me chupando enquanto mesmo dirigindo eu ia dedilhando a sua peludinha e enorme boceta.

A Beatriz, nem parecia ter os seus 64 anos de idade de mulher madura com os seus sessenta e quatro anos de idade, enquanto eu a fazia uma verdadeira puta e ela estava adorando, tirando meu pau da boca para me falar que estava se sentindo realizada como fêmea e mulher bem vulgar. Ela me chupava me mamando o cacete como uma verdadeira bezerra recém nascida e sem pudor ela me pedia para bater na sua enorme e bela bunda. Molhei três dedos na sua molhada boceta e os levei para a entrada do seu cu, que para minha surpresa já estava bem laceado e perguntei para quem ela dava a bunda e ela respondeu, falando: “Dou meu cu quando me masturbo para o meu consolo que está na minha bolsa ou para algum pepino que sempre compro e tenho em casa, homem nenhum, nem mesmo o meu marido, meteu no meu rabo!” Eu falei que iria meter e ela falou que ia adorar dar o cu e sentir toda a envergadura do meu cacete no seu reto. Chegamos no Posto de gasolina, fomos para um quarto como ela queria e ali a colocando deitada de costas na beirada da cama, a chupei muito, que boceta deliciosa, muito carnuda com grandes lábios e pegando meu KY na minha bermuda, passei na entrada do seu lindo rabo e na cabeça do meu pau, encostei a cabeça na entrada e meu cacete com o peso do meu corpo deslizou seu cu a dentro, a Beatriz gritou, urrou e berrou como uma cadela de rua com o meu pau todo atolado no rabo!

Louca como uma tarada, ela estendeu a mão, pegou sua bolsa, pegou seu grosso consolo preto e me deu para que eu o enfiasse por inteiro na sua bela e carnuda boceta, eu enfiei e ela gritou mais alto ainda, foi aí que dei três tapas em sequência no seu rosto, essa mulher enlouqueceu total. Ela me mandou continuar batendo em seu rosto, ao mesmo tempo, quem eu a socava com força o meu pau em seu delicioso e macio cu e ainda metia sem dó o grosso consolo preto na sua bocetona, essa mulher urrava e berrava de muito tesão, falando que nunca tinha sido comida daquela forma e metendo no seu cu, perguntei o que ela mais queria realizar e ela me falou que queria fazer uma suruba com três homens bem simples, trabalhadores tipo pedreiros, pintores e mecânicos, eu falei que tinha o que ela queria porque trabalhavam pra mim na empresa e ela me fez jurar que eu os arrumaria para comê-la numa tarde, só exigiu que fossem casados e cuidassem bem das suas saúdes. Quando falei que conhecia dois negros com os paus maiores e mais grossos que o meu, ela entrou em um verdadeiro transe gozando muito e gritando, o que me levou a falar que ia gozar e ela exigiu que eu gozasse e mijasse na sua boca, eu fiz o que ela pediu e ne nessa tarde a comi mais uma vez gozando e mijando de novo na sua boca. E dessa forma, passei a comer a Beatriz, de 64 anos de idade. Com esse conto/relato quero incentivar os héteros a comerem essa belas eb gostosas coroas que vocês encontram nas ruas e supermercados. coroas

Beatriz 0001Beatriz

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