#Gay #Incesto #Teen

Como chegamos até aqui: meu pai e eu

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Novinho Dudu

Os fetiches do meu pai enchem os olhos de qualquer um e endurecem os paus com facilidade, mas confesso que a normalidade da rotina às vezes me deixa tão excitado quanto bater uma pra ele dentro do metrô.

Como por exemplo quando ele me pegou no banheiro esfregando a sua espuma de barbear no queixo. Entrei usando uma cueca branca da Calvin extremamente cavada nas nádegas assim que ele terminou o banho e deixou uma nuvem esbranquiçada de vapor no box. Sorriu pra mim da porta mesmo e ficou me encarando, um misto de admiração e provocação. Tinha só uma toalha branca abraçando o seu tronco largo, então o peito estava molhado do jeito que gosto de apreciar.

“Perdeu alguma coisa?” Sabia que estava dando uma olhada pra empinada que dei enquanto me encarava no espelho. A espuma emoldurava perfeitamente o meu queixo.

“Perdi nadinha. Ainda bem. Tô aqui só admirando meu garoto crescer.”

“Talvez eu deixe minha barba crescer algum dia, pai. Gosto da sua, se inventar de tirar de tudo vai caçar briga comigo, você sabe.”

“Por mim tudo bem, filho. Gosto do seu cabelo bagunçadinho mais do que a sua barbicha de adolescente. Até acho que vai ficar um homem lindo quando sua barba for bem grossa e dourada, mas por enquanto curto mesmo é seu rosto lisinho.”

“Me deixa com mais cara de moleque.” Sorri inocente de mentirinha através do reflexo.

Meu pai chegou perto, finalmente. Encostou de propósito em mim, deu pra sentir a rola encaixando entre minhas nádegas. Ele abriu a gaveta ao lado, buscou o gilete, molhou na água quente da torneira enquanto deixava minha cabeça meio de lado, expondo meu pescoço aos seus lábios. Antes queria me beijar. Chupou meu pescoço olhando nosso reflexo no espelho, eu muito mais baixo, ele grandão ocupando o espaço inteiro atrás de mim. Uma visão perfeita. Começou a barbear com cuidado sempre deixando a rola roçar em mim com movimentos lentos e fortes, cutucava mais a medida que crescia embaixo da toalha.

Quando terminou de barbear o último centímetro do meu queixo onde ainda restava a espuma grossa, minha cueca apertadinha já tinha sido forçada para o lado da bunda e a pica durona do meu pai já entrava inteira dentro do meu rabo ainda mais liso e macio que o meu rosto barbeado. Uma vez que concluiu a tarefa perigosa de verdade, finalmente podia socar a vontade, e foi isso que fez. Usou a bancada do banheiro pra deitar meu tronco, me fez empinar direito e forçou o nosso sexo sempre me beijando, sempre cuspindo as palavras mais doces no meu ouvido.

Tem um toque muito específico de perversão quando meu homem corrompe os momentos onde nosso papel de pai e filho ultrapassam os limites da ética. Acredito que quase todo pai teve tempo de ensinar sua cria a barbear o queixo, como desenhar o bigodinho faceiro que vai sujando a cara, como pentear os cabelos depois do banho, que óleo passar no corpo. Todos esses momentos onde aprendo a ser homem são moldados por uma safadeza que transforma para sempre meu jeito de ver o mundo, porque depois que lava o resto da espuma e guarda os utensílios, me come de frente pro espelho com os músculos do braço ao redor do meu pescoço, com o rosto colado na lateral do meu, admirando o meu reflexo sofrido no espelho, meu semblante de dor e delírio.

Seu fetiche é depravar minha ideia de pai.

Também faz parte da rotina me ligar no meio da aula.

“Você sabe que eu não posso atender, pai. Tive que correr pro banheiro.”

“Sua sorte é que eu não tô batendo aí na porta.”

“Fala rápido, eu tô perdendo o resumão pra prova.”

“Quando chegar em casa você se prepara pra dar pra mim? Poxa, meu amorzinho… Deixou o papai sem uma trepada por dois dias. Faz assim não.”

“Você gritou comigo.” Falei ríspido.

“Ah, meu amor… Você também inventa de fazer birra. Tem nem idade pra isso.”

“Eu pedi pra gente ir no cinema” me justifiquei.

“Não, você não pediu. O jeito que falou parecia ordem, e fez isso justamente na hora que eu tentava terminar um contrato super complexo.”

“Mas pai…”

“E pra piorar ainda falou aquilo.”

“Não falei nada” eu ri sozinho do outro lado da ligação.

“Escutei bem quando disse que Cael te levaria ao cinema, e não precisava pedir duas vezes.”

“Como é exagerado, pai… Não vai esquecer nunca mais disso?”

Eu sabia que meu pai fingia estar chateado.

“Só se você deixar de maldade e sentar pra mim hoje. Vamos fazer um amorzinho bem gostoso? Eu peço piza… Você coloca uma cuequinha beeeeeem apertadinha pra mim.”

“Vai chupar meu cuzinho igual uma bucetinha?” Sussurrei bem pertinho do telefone, vai que alguém tinha entrado no banheiro sem que eu percebesse.

O cara do outro lado soltou um gemidinho faceiro.

“Tá no papo, vou comer você bem gostosinho, filho.”

Rotina também é o momento em que estou separando a roupa para colocar na máquina de lavar e os fundos de uma cueca do meu pai aparece sobre o monte de peças. Meus olhos brilham para o tecido enrolado. É uma cueca azul de marca cara, leio o ARMANI no cós, penso em como o homem fica lindo quando anda pela casa vestindo só isso. Desenrolo e encaro o tecido que guarda a rola bem acomodada, ainda tem um pentelho preso ali, esqueço o que estava prestes a fazer porque meu único intuído é enfiar a cueca na cara e cheirar o perfume da virilha do meu pai. É o aroma mais sedutor do mundo. Tem o cheiro do seu sabonete, é claro, mas também tem suor. É perfeito.

Nesse final de tarde ele me pegou fazendo isso e declarou:

“Você é o moleque mais tarado do mundo.”

Pra não me deixar carregar o título sozinho, começou a se despir ali mesmo na área de serviço, peça por peça, até sobrar só a cueca. Tirou lentamente e me entregou.

“É pra lavar?”

“Ainda não, filho. Essa tá fresquinha pra você cheirar o sacão do teu do pai. Vai, quero te pegar lambendo minha cueca. Faz pro pai ver.”

Eu fiz. Cheirei e lambi a o tecido da cueca ainda quente, o cheiro da rola estava fresco, muito impregnado como tem que ser. Não demorou e estávamos na cama.

Não dá pra brincar com a normalidade quando, por exemplo, atrasamos as fotos em família da minha formatura do ensino médio porque decidimos nos esconder no corredor da escola para alguns minutinhos de beijos trocados em segredo. Não era a minha língua ligeira enfiada na boca do meu homem o motivo do atraso, mas o pau dele que insistiu em continuar duro por alguns bons minutos mesmo depois de eu prometer que não encostaria mais no safado pelo resto do dia. Confesso que parte da culpa poderia ser minha. Quem em sã consciência beija o próprio pai na boca escondido numa sala de aula vazia e ainda ousa botar a mão quentinha dentro da cueca recheada dele?

Passei de primeira no vestibular da mesma faculdade onde meu pai cursou direito, e isso virou nossa rotina. Aos 20, tornamos a brincar com a normalidade quando ganhei meu próprio carro de presente de aniversário. De novo, o fetiche do cara misturou-se a nossa rotina de amantes.

“Vem aqui atrás, rápido.” Ele falou quando o vendedor nos deus um minutinho de paz.

Entrei apressado, a cara dele era puro divertimento. Primeiro me roubou um beijo desses com a língua medrosa e molhada, fechou os olhos e ficou uns segundos respirando perto do meu rosto.

“Não sei como agradecer a vida boa que você me deu, pai.”

“Eu sei…” O sorriso outra vez me lembrava o homem que era quando descobriu em mim as vantagens de ter um filho viado. “Acha mesmo que minha ajuda pra escolher um carro espaçoso era de graça? Você vai me dar carona pro escritório, e vai dar pra mim nesse banco quando sentir saudade e quiser trepar antes de subir, igualzinho fizemos várias vezes quando te deixei na escola.”

“Sabia que tinha coisa aí…”

“Você vai começar a estagiar comigo, vai descer todo lindo e arrumado desse carro, vou ficar admirando o homem que você virou e que fica lindo de quatro na minha cama quando quer ser feito de puto.”

“Pai… Olha a boca.”

“Não falei nada de errado. BMW combina mesmo contigo, é carro de putinho depravado.”

Sem receio de sermos pegos, arrastou minha mão e colocou sobre o volume na sua calça. Dei uma apertada, busquei outro beijo, salivei desejando colocar esse homem inteiro na boca, mas a realidade gritou e voltamos a ser pai e filho outra vez.

Volto às primeiras linhas dessa história quando disse que esse mesmo homem me busca na faculdade com flores e chocolate só porque deu vontade. Sou obrigado a ir embora mais cedo porque ele insiste em continuar no estacionamento me esperando em pé ao lado meu carro, sorrindo com a pica esticada na calça social como um homem cheio de intenções faria para conquistar a confiança e o amor de um pretendente acima dos seus padrões.

“O que é isso tudo? Tá apaixonadinho, né. Quem é que merece essa lindeza toda?”

Pergunto porque quero ouvir da sua boca as declarações em pleno meio de semana. Tomo as flores, seguro o chocolate caro, ele sorri passando o braço pesado em torno da minha cintura e me puxa querendo um beijo lento e pegajoso. O Dudu adulto de 21 anos é mais alto agora, não preciso me esforçar tanto para tocar os lábios do meu pai. Esse, por outro lado, mudou o suficiente para ficar ainda mais tesudo: aos 43 anos a barba segue grossa, o bigode também, o cabelo ainda é meio despenteado e elegante, a roupa ainda é social, mas está ficando grisalho rápido. Um charme.

“Feliz dia dos namorados” sussurra entre o beijo e me deixa ainda mais apaixonado.

“Não esperava por isso.”

“Exatamente por isso que o pai tá aqui, queria te surpreender. Quer tomar alguma coisinha comigo? Deixei o carro em casa, você me leva, eu pago a conta e te como num hotel caro no centro da cidade. Já reservei tudo.”

“E a aula que se dane, né…”

“O que é melhor: sua aula ou esse homem aqui te querendo da cabeça aos pés?”

Para meu desespero, o cara se afastou um pouquinho e abriu os braços mostrando que não é só o homem mais charmoso que conheço, mas é também o mais gostoso. A pica está totalmente visível na calça quando me mostra as vantagens de fugir no meio da aula e pra completar dá uma coçadinha na intenção de abrir meu apetite voraz.

“Hoje você vai dá pra mim, pai. Não quero só flores, quero esse rabo quicando no meu colo.”

Ele faz careta, mas sei que no final do dia vai me obedecer porque meu pedido vem acompanhando de um olhar manhoso, o mesmo que eu fazia quando ele me comeu pela primeira vez aos quinze anos.

Mas rotina também é terminar a semana deitados sobre os lençóis limpos, vestindo pijamas confortáveis enquanto ele monta o projetor e eu separo o filme. Depois a gente se abraça, eu me aninho em seu peito parecendo o filho pequeno que fui um dia, ele alisa meu cabelo com seus dedos enormes e me deixa saber que, antes de ser desejado, eu sou amado. Antes do fetiche, sou seu filho, e é assim que a linha do tempo corre para nós dois.

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Se você tem boa memória talvez se lembre que comecei essa história como algo de poucas palavras, mas a vontade de rechear essa brincadeira com nossas experiências foi maior, então seguimos assim com pequenos relatos aleatórios cheios de muito tesão e um desejo absurdo de arrancar a maior excitação de quem lê. Mesmo agora aos 21, não quero dizer que o moleque não possa voltar de vez em quando pra te fazer ler com a mão na pica. rs

Continue por aí. Me deixe saber quando agrado com meus escritos, bobos ou não, me cubra de elogios e goze comigo. Essa é a melhor parte do nosso mundo, não é?

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