Meu patrao
- Tá gostoso sim, Seu Carlos - respondi.
- Vai... assim... vou gozar, minha putinha... aaaiiiiii... vou te dar meu leitinho e você não pode deixar fazer sujeira... aaaaiiiiiiii... deliciaaaaaaaa!! - ele gemeu e percebi que ele estava gozando.
Entendi o recado e, apesar de não gostar, acabei bebendo uma enorme quantidade de porra que ele esguichou na minha boca, quase me afogando. Foram três ou quatro jatos grandes e ainda ficou saindo esperma por um bom tempinho.
Chupei e lambi seu pau, deixando-o limpinho. Novamente saí dali e fui direto para o banheiro. Lá eu percebi que minha bucetinha estava toda meladinha. Novamente me masturbei e gozei como uma depravada.
Aquela relação estava me deixando muito excitada o tempo todo. Tanto é que no outro dia o Seu Carlos não apareceu para trabalhar e eu fiquei pensando nele o tempo todo. Eu já ficava imaginando como seria dar pra ele.
Sei que o que estou fazendo não é correto, mas acabei me acostumando com essa sensação de ser dominada. Eu não via a hora de chegar o dia seguinte e esperar que o Seu Carlos me chamasse. Eu ficava imaginando o que ele iria pedir.
No dia seguinte ele não me chamou o dia todo. Eu já estava inquieta. Sou obrigada a confessar que eu estava com muito tesão. Até que finalmente, no final da tarde ele me chamou e, assim que eu entrei, ele mandou eu trancar a porta.
Ele então me pediu para ir ao seu lado e levantar meu vestido até a cintura. Ele arrastou sua cadeira para mais perto de mim e, com as duas mãos, abaixou minha calcinha até tirá-la totalmente.
Minha bucetinha molhou instantaneamente. Ele comentou:
- Que beleza de xoxota!!
Ele falou isso, segurou meu quadril com as duas mãos e começou a beijar e a lamber minha virilha e foi se aproximando da minha xaninha até tocá-la com a língua. Noossaaaaa!!! Deu até um choquinho. Daí ele começou a lamber e chupar meu grelinho, enquanto deslizava sua mão pelo meu reguinho.
Claro que eu gemia baixinho, pois eu estava com muito tesão.
Se ele continuasse mais um pouco acho que eu ia gozar na boca dele.
Mas ele parou e me virou de costas e pediu para me debruçar sobre sua mesa, de forma que minha bundinha ficasse arrebitada para ele.
- Olha, hoje vou meter nessa bucetinha, porque essa bundinha eu vou comer no motel. Você já deu seu cuzinho, Bia? - meu chefe me perguntou.
- Não, ainda não.
- Vou ser o primeiro a arrebentar sua preguinhas então? - ele disse sorrindo.
- Vai, Seu Carlos!! O senhor vai ser o primeiro a experimentar minha bundinha.
Eu já estava tão entregue a ele que nem media mais minha palavras. Parecia que eu tinha perdido totalmente a minha compostura.
Ele então pediu para eu abrir minhas nádegas. Eu fiz e ele começou a pincelar seu pauzão na minha buceta, que estava totalmente encharcada.
- Pede, Bia... pede meu pau na sua buceta... pede!!!
Eu gaguejava.
- Fode... me fode, Seu Carlos... mete seu pau em mim... pode meter sem dó, tá?
Ele então ajeitou a tora na entrada da minha xana e empurrou. Entrou tudo de uma vez. Todos os meus pelinhos se arrepiaram quando a pica dele me deixou toda preenchida.
Daí tocou o telefone e ele, com a vara enfiada na minha buceta atendeu. Por uma incrível coincidência era meu marido.
- Oi, Paulo! Não... hoje não vai dar, amanhã nós discutiremos o relatório.
Passaram-se uns segundos e ele tornou a falar.
- Vou ver se a Bia marcou algum compromisso para mim e ela retorna pra você amanhã.
Ele continuava com o fone no ouvido, mas tampou o bocal e mandou eu rebolar no pau dele.
Eu estava hiper excitada. Meu marido nem desconfiava que o homem que falava com ele pelo telefone estava com o pau enterrado na buceta de sua esposa, que ainda por cima rebolava gostoso naquele cacetão.
- Tá bom, Paulo. Amanhã falamos.
Daí ele desligou e falou:
- Seu corninho quer uma reunião amanhã! Depois você avisa o horário pra ele.
Noooossaaaa!! Só o fato dele chamar meu marido de corninho fez meu tesão triplicar. Rebolei gostoso na pica dele, gemendo e soltando gritinhos.
t.me/+SV1YVrNq1EIyMGQx
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Comentários (1)
@Anonimo2537: Queira achar uma submissa que me chama-se de corninho ou uma casada que quisesse me chamar assim enquanto rebola no pau do marido
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