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Me sentindo uma puta - Virei a escrava submissa do meu vizinho

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a roberta

Depois de uma noite insana com o meu vizinho, ele me chamou novamente. Agora me tornei sua escrava, vou obedecê-lo daqui em diante e ser sua putinha submissa.

Já haviam se passado algumas semanas desde que eu havia vivido a aventura sexual mais louca da minha vida. Quase todas as noites eu recordava daquele dia e me tocava sozinha antes de dormir. Minhas aulas ainda não tinham começado, mas eu havia achado um emprego em uma lojinha perto de casa, então passava meus dias naquele trabalho chato e o resto de tempo morria de tédio em casa. Me sobravam muitas horas para pensar no meu vizinho Rodrigo...

Antes de ir embora, eu escrevi no verso do bilhete que ele havia me deixado. Agradeci pelo dinheiro e deixei meu telefone para que ele pudesse me contatar para devolver. Porém, ele não tinha me mandado nenhuma mensagem. Embora ele tivesse dito que passaria no meu apartamento, ele não entrou em contato e eu não o vi nenhuma vez. As vezes eu espiava pela janela, esperando ver a viatura deixar ele na entrada do prédio, mas não, ele provavelmente tinha esquecido de mim. O que ele iria querer com uma puta como eu?

Então, em uma noite que acordei de madrugada de um sonho erótico, eu não me aguentei. Eu não sabia o número dele, mas podia ir até seu apartamento. Escrevi um bilhetinho discreto "Oi, lembra de mim? Vou deixar meu número novamente, caso tenha perdido. Bjs, Rô 201". Subi, enfiei o bilhetinho por baixo da porta do apartamento dele e desci correndo. Meu coração estava acelerado. Ansiosa para que ele lesse e entrasse em contato.

Alguns dias se passaram e nada. Até que, finalmente, recebi uma ligação de um número estranho enquanto estava no trbalho. Só podia ser ele. Atendi e quando ouvi a sua voz grave do outro lado da linha senti minha bucetinha molhar.

- Oi Roberta, é o Rodrigo.
- Oi... Tudo bem? - Falei envergonhada.
- O que tu quer comigo? Me deixando bilhetes? - Ele parecia bravo. Será que estava com uma namorada ao lado? Será que eu tinha feito algo que o tivesse prejudicado?
- Desculpa... Eu pensei que você fosse solteiro... - Já me desculpei de antemão. Não sabia se ele poderia estar com alguém.
- Eu sou solteiro - Ele respondeu.
- Então... Qual é o problema? - Perguntei.
- Não tem problema. Eu quero saber o que tu quer comigo? - Ele ainda parecia estar bravo. Será que esse era seu jeito normal de falar?
- Não sei... Eu pensei que a gente pudesse se ver novamente - Respondi envergonhada e me sentindo péssima.
- A gente pode se ver. Mas vai ser do meu jeito. Topa? - Agora ele parecia um pouco mais tranquilo, mas eu não fazia ideia do que ele queria dizer com aquilo.
- Sim - Respondi sem saber o que eu estava aceitando.
- Certo. Amanhã a noite vai para o meu apartamento exatamente as 22hrs. Coloca um vestido justo sem nada por baixo. Não se atrasa.
- Ta bom - Antes mesmo que eu pudesse responder, ele desligou o telefone na minha cara.

Nem preciso dizer o quanto fiquei ansiosa e eufórica. Quando saí do trabalho fui atrás de um vestido justo, o que não foi uma tarefa fácil, pois eu era muito magra e baixa. Nenhum vestido que eu provei ficava justo o suficiente. Tive que ir na sessão infantil e achei um vestido cor de rosa bem pequenininho que ficou justo em mim. No dia seguinte, antes do horário eu já estava pronta. Tomei banho, me depilei, passei creme e perfume, arrumei o cabelo, coloquei uma maquiagem bem bonita, um batom vermelho e um salto alto preto. Dessa vez ele não me veria descabelada e de pijama.

Quando deu 21:58hrs eu subi as escadas o mais rápido possivel e toquei a campainha de Rodrigo. Minhas pernas tremiam um pouco. Ele abriu a porta. Estava sem camisa e de bermuda, não tinha ninguém ali dessa vez além de nós dois. Eu entrei e ele trancou a porta atrás de mim. Ele não disse uma palavra, apenas começou a tocar o meu corpo suavemente. Passou a mão nos meus seios por cima do vestido e acariciou a minha bunda.

- Ótimo. Está sem nada por baixo do vestido, me obedeceu. - Ele disse.
- Sim, eu obedeci. - Respondi sorrindo, como uma cadelinha abanando o rabo para o seu dono e esperando uma recompensa.

Rodrigo foi até o sofá e se sentou. Eu o acompanhei, mas quando foi me sentar ele me impediu.

- Não. Você fica de joelhos no chão - Ordenou apontando o meio da sala.

Eu fiquei com um pouco de vergonha, mas ajoelhei obediente.

- Eu não sei direito o que tu quer comigo, nem o que tu espera. Eu vou te avisar de uma vez: eu quero uma puta. Só isso. Se tu quiser ser minha puta, a gente pode se encontrar mais vezes. Mas eu não quero mulher no meu pé, me incomodando e muito menos me dando ordens. Eu mando, tu obedece. Simples. Vai ser minha cadela e fazer tudo que eu mandar, quando eu quiser, na hora que eu chamar. O que acha? - Ele me encarava, me analisando. Meu coração batia tão forte que parecia que ia saltar. Eu não sabia o que responder. Eu queria ser a puta dele?

- Eu... - Comecei a falar, mas ele me interompeu.
- Eu vou te explicar melhor. Tu vai ser minha escrava, minha propriedade. Vai seguir todas as minhas ordens sem questionar, sem perguntar e sem argumentar. Apenas obedecer, sempre. Vai me servir e ser minha até quando eu tiver vontade. Em troca, eu vou te dar prazer. Tu vai ter experiências legais, parecidas com aquela que tu viveu no início do ano. Eu sei que tu gostou, eu sei que tu é uma putinha. Só quero saber se vai querer ser minha, só minha. Se não quiser, nem perde teu tempo me procurando. - Ele estava sério. E eu me senti completamente coagida. Mas a verdade é que eu queria... Eu queria muito aquilo. Ser a putinha do Rodrigo me faria a mulher mais feliz do mundo.
- Sim, eu quero - Respondi o mais rápido que consegui.
- Quer o que? - Ele perguntou.
- Quero ser tua puta e te obedecer, fazer tudo o que tu mandar sem reclamar - Falei, morrendo de vergonha.

Ele riu. Estava satisfeito.

- Ótimo. Então agora tu é minha puta. Vou me divertir muito contigo, sua cadelinha.

Eu estava tão feliz, meu corpo estremecia só de ouvir ele falar aquelas palavras. Eu nem imaginava que eu poderia ser daquele jeito, estava me sentindo tão realizada. Eu sorri, um sorriso sincero... De repente, ele me deu um tapa forte no rosto. Tão forte que tombei para o lado.

- Deita e abre as pernas - Ele mandou.

Antes mesmo de conseguir me recuperar daquele tabefe que levei, ele já estava me puxando pelos cabelos e me fazendo deitar.

- Achou que ia ser fácil, cadela? - Ele perguntou rindo.

Fiz exatamente o que ele mandou, deitei no chão e abri as pernas o máximo que consegui. Minha bucetinha ficou toda exposta para ele. Rodrigo veio até mim e empurrou meus joelhos para cima, me deixando toda arreganhada no chão.

- Fica aí, eu já volto - Ele foi para o quarto.

Fiquei daquele jeito por alguns minutos, imaginando o que ele iria fazer comigo. Rodrigo era bastante violento, mas não posso dizer que eu não me excitava com aquilo. Ele voltou trazendo duas algemas e um cinto. Ele algemou os meus pulsos nos meus tornozelos, me deixando presa naquela posição e sem conseguir me mexer direito. Pegou o cinto e ficou de pé me olhando de cima.

- Sem gritar. Nem um pio. Se gritar vai ser pior - Ele ordenou.

Eu sabia o que estava por vir. Mordi os lábios com força para não gritar. Ele começou a me bater com o cinto. Batia em todo o meu corpo, minhas pernas, minha bunda, meus braços. Cada batida ficava mais forte. Mas eu não gritei. Aguentei a dor sem reclamar. Ele estava feliz, lambia os lábios enquanto me surrava e seu pau estava duro dentro da bermuda. Rodrigo se abaixou e começou a bater na minha bucetinha arreganhada. Ele batia com o cinto e depois acariciava com a mão. Batia com a mão e depois alisava com o cinto. Meus lábios vaginais latejavam de dor, mas a cada palmada eu ficava mais molhadinha.

Rodrigo ficou batendo na minha buceta por um tempo. Ardia muito, uma dor forte mas muito gostosa. Depois começou a penetrar minha bucetinha com os dedos, lentamente ele enfiava os dedos de uma mão enquanto apertava meu clitóris com a outra. A dor das pancadas foi dando lugar a um prazer delicioso. O mel de minha bucetinha escorria por entre os dedos dele e um podia sentir os movimentos em todas as minhas terminações nervosas. Eu não ia conseguir aguentar. Gozei. Gemi e tremi as pernas. Descumprindo a regra de ficar em silêncio. Rodrigo ficou bravo.

- Eu mandei gozar, sua puta burra? - Gritou ele com raiva. Apertando a minha buceta com tanta força que me fez gritar.

Desobedeci de novo. Ele me agarrou pelos cabelos e me arrastou até o quarto. Eu algemada, com as pernas abertas fui carregada igual um animal. Ele me pegou pela cintura e me jogou na cama. Dessa vez me colocou de costas, meu rosto encostado no colchão e minha bunda empinada para ele.

- Vai aprender a não me desobedecer!

Rodrigo abriu minhas nádegas e deu uma cuspida no meu cuzinho virgem, espalhando o cuspe pela minha bunda. Eu já sabia o que estava por vir. Senti o couro do cinto batendo na minha pele. Ele bateu com muita força e repetidas vezes, tal qual uma égua desobediente merece. Eu tentei não gritar, mas não consegui deixar de gemer um pouquinho. A cada gemida, maior a intensidade da surra. Ele só parou de bater quando cansou. Ouvi ele mexendo na estante do quarto. Quando ele voltou, senti algo geladinho nas pregas de meu cuzinho. Era um plug anal de metal. Rodrigo começou a enfiar bem devagar, mas quando a beiradinha do meu cu já estava penetrado, ele simplesmente enfiou o resto do plug com força. Eu me contorci e me estremeci. Doeu muito. Nunca havia inserido nada no meu cuzinho, ele latejava, ardia e pulsava. Rodrigo estava adorando aquilo.

Ele enfiou o pau quente na minha buceta e começou a me comer com força. Metia tão fundo que eu sentia pontadas na minha barriga. Estocava aquele pau com raiva em mim. Eu merecia aquilo. Era a puta dele. Ele começou a mexer no plug enquanto me comia. Que sensação incrível, eu estava prestes a gozar novamente, mas fiquei com medo de deixar meu dono com raiva.

Rodrigo tirou o plug com uma puxada violenta. Senti seus dedos abrindo meu cuzinho e arrebentando minhas preguinhas virgens.

- Bem que o Michel me falou que teu cu era bem apertado. Vou acabar com isso rapidinho.

Eu até tinha me esquecido que o Michel havia mexido no meu cuzinho da última vez. Me senti envergonhada, mas aquilo só me fazia mais puta ainda. Eu estava adorando.

Rodrigo abriu o máximo que pôde o meu cuzinho com os dedos e jogou lubrificante dentro dele. Colocou a cabeça do pau na portinha e enfiou. Que dor horrível. Não aguentei e gritei. Rodrigo me agarrou pela cintura e começou a comer meu cu com tanta força que eu achei que fosse desmaiar de dor. Meus olhos reviravam a cada estocada e parecia que minhas forças iriam desaparecer a qualquer momento. Ele foi metendo e metendo até começar a ficar mais fácil receber o seu pau. Foi ficando gostoso. Rodrigo desacelerou e começou a comer o meu cuzinho mais devagar. Meu cu apertava o pau dele e eu podia sentir o seu prazer. Pude ouvir a sua respiração forte, sabia que ele estava satisfeito. Rodrigo colocou os dedos em meu clitóris e começou a acariá-lo enquanto comia meu cu.

- Pode gozar, cadela - Ele falou.

Não precisou pedir duas vezes, gozei deliciosamente. Com aquele pau enfiado no cuzinho apertado. Depois que eu gozei, ele voltou a estocar com força e logo depois encheu o meu cu de porra quente.

Eu estava ali, algemada e atirada na cama, toda arreganhada e com porra escorrendo pelo meu cuzinho. Cansada, suada, suja e totalemte satisfeita.

Rodrigo me deixou ali e foi para o banho. Demorou uma meia hora para que ele voltasse e tirasse as algemas, me libertando. Fiquei de joelhos no chão do quarto. Tinha caído algumas gotas de porra no chão.

- Lambe a porra que caiu, sua putinha - Ordenou.

Eu lambi o chão gelado, procurando gata gotinha de porra com a língua. Quando acabei, ele me segurou pelos cabelos, deu um tapa forte na minha bochecha e cuspiu no meu rosto.

- Me agradece - Mandou.
- Obrigada, Rodrigo - Falei manhosa.

Mais um tapa.

- Agradece direito - Ordenou gritando.
- Obrigada por ter me comido, por ter deixado eu ser tua puta. Muito obrigada por enfiar o pau em mim e comer meu cuzinho.

Ele sorriu.

- Tu é uma boa puta. Gostei. Agora levanta e vai embora balançando o rabo pra mim.

Eu fiquei em pé com muita dificuldade. Minhas pernas ainda tremiam e meu cu e minha buceta latejavam sem parar. Fui até a porta balançando a bundinha como ele havia mandado, balançando meu rabinho de cadela para meu dono. Ele fechou a porta assim que eu saí, sem me dar tchau e nem dizer quando nos veríamos novamente.

Desci as escadas com dificuldade, me segurando no corrimão. Sorte que ninguém me viu daquele jeito.

Quando cheguei em casa tirei o vestido e me olhei no espelho. Minha maquiagem estava toda borrada, meus cabelos estavam embaraçados, meus pulsos e meus tornozelos estavam com marcas vermelhas das algemas. Minha buceta estava vermelha e queimando e minha bunda... Minha bunda estava toda marcada, tinha partes vermelhas e outras roxas, com dificuldade abri minhas nádegas e pude ver que meu cuzinho estava com um pouco de sangue. Eu estava destruída.

Tomei um banho e coloquei gelo nos machucados. Deitei com muita dor. A melhor sensação de todas. A dor depois de ser usada como escrava. Dormi com facilidade, imaginando quando seria a próxima vez que ele me chamaria...

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  • Professor FTZ: Delicia de relato a r r o b a l e o 2 0 1 4

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