#Incesto #Voyeur

Segredo de irmãos

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Maquik

Meu nome é Milena, tenho 22 anos, sou branca, baixinha, faço faculdade em São Paulo, mas sou de BH, onde mora minha família. Minha mãe se chama Débora, meu padrasto Pedro e meu irmão Caio, que tem 17 anos. Sempre que posso, volto pra casa pra ficar com eles. Meu namorado, Marcelo, tem 25 anos e estamos juntos há um ano.
Nessas férias, eu e o Marcelo combinamos de cada um visitar a família primeiro e, quando faltasse uma semana para acabar, viajaríamos juntos. Na casa da minha mãe sempre tem aquele clima gostoso que não dá vontade de ir embora. Na cidade tenho muitas amigas e decidi sair com elas pra uma festa que rola sempre lá.
Me arrumei com vontade: bota e saia curta pra dar uma exibida nas minhas perninhas grossas. Minha mãe me ajudou a escolher o look. Antes de sair, passei pela sala onde meu irmão e meu padrasto estavam assistindo TV. Perguntei o que acharam. Meu padrasto disse que eu estava linda. Caio, daquele jeito dele, só respondeu “tá boa” sem tirar muita atenção da tela.
Minha mãe me levou de carro e, no caminho, já veio com o sermão de mãe: “não bebe muito, hein”, “cuidado com quem você fica”, etc. Na entrada da festa encontrei as meninas e fomos curtir. Dancei muito, bebi também. A festa estava ótima, tão boa que só voltamos pra casa às 2h30 da manhã.
Eu estava bem soltinha, rindo à toa. As meninas me deixaram em casa e eu entrei quietinha. Vi que Caio estava deitado no sofá da sala vendo série. Cumprimentei ele, que só levantou a mão. Fui pro banheiro, tomei um banho quente e, quando fui pegar uma roupa pra dormir, não achei minha camiseta de sempre. Acabei vestindo um camisão largo.
Fui até a cozinha faminta, comi um pedaço de bolo com suco e, quando voltei, Caio ainda estava acordado. Sentei perto dos pés dele pra ver que série era. Ele estava só de shortinho de dormir e sem camisa. Depois de uns cinco minutos, eu já estava cochilando sentada. Foi quando ele, por milagre, perguntou se eu queria deitar, apontando pro lado dele no sofá.
Não vi problema nenhum e acabei me deitando de costas pra ele, quase conchinha, mas sem encostar. Fiquei assistindo e ainda falei baixinho: “quando for pro quarto me chama”. Ele respondeu “tá bom”.
Só lembro até aí.
Depois, senti algo entre minhas pernas e fui abrindo os olhos devagar. A mão de Caio estava segurando meu peito por cima do camisão. Em seguida, percebi que ele estava dentro de mim. Nossa… aquilo estava bom demais. Sei que era errado, mas naquele momento não tinha mais o que fazer. Ele deslizava devagar, indo bem fundo. Não imaginava que ele tivesse um pau daquele tamanho — entrava mais fundo que o do Marcelo.
Sentia ele me abrindo inteira. Me contive pra não gemer alto, afinal minha mãe e meu padrasto estavam dormindo. Fiquei paradinha enquanto ele metia numa cadência gostosa. A mão que segurava minha cintura subiu por baixo da camisa e foi direto no bico do meu peito. Parecia que ele sabia exatamente onde eu era mais sensível. Começou a apertar devagar. Não me contive e soltei um gemidinho baixinho.
Ele aumentou o ritmo das metidas, me fazendo respirar fundo. Senti a respiração quente dele no meu ouvido, ofegante. Minhas mãos apertavam o sofá. Foi quando ele encheu a mão no meu peito, me puxou com força contra o corpo dele e parou de meter. Senti o pau dele pulsar forte dentro de mim e jatos quentes me enchendo. Parecia que não ia parar nunca.
Depois ele soltou meu peito devagar, tirou a mão e se afastou. Senti ele puxando minha calcinha de volta pro lugar. Ele se levantou do sofá e foi para o quarto dele, fechando a porta. Fiquei ali pensando no que tinha acontecido, com a cabeça cheia de milhares de pensamentos. Quando me levantei do sofá, senti a gala dele escorrendo pelas minhas pernas. Fui pro banheiro, tomei outro banho e fui tentar dormir.

Parte 2

Acordei pensando na noite passada. De repente me veio na cabeça que eu precisava tomar a pílula do dia seguinte. Me arrumei rápido e fui tomar café. Minha mãe estava na cozinha, meu padrasto já havia saído e Caio ainda estava dormindo. Depois do café, falei com ela que ia sair. Ela perguntou o que eu ia fazer e eu dei uma desculpa qualquer, dizendo que ia encontrar uma amiga.
Assim que cheguei na rua, fui direto pra farmácia, comprei a pílula do dia seguinte e meu anticoncepcional. Tomei a pílula ainda na calçada, assim que saí da farmácia, e voltei pra casa. Quando entrei, ele já estava sentado no sofá, só de shortinho. Dei um “bom dia” seco e fui pro meu quarto sem esperar resposta.
Passei a manhã inteira trancada no quarto, com a cabeça a mil. Como ele teve coragem? Por que eu não parei? Por que ele não gozou fora? E que pau era aquele? Quanto mais eu pensava, mais confusa ficava… e, pra minha surpresa, mais excitada também. Que loucura era essa acontecendo comigo?
Foi quando minha mãe bateu na porta chamando pra almoçar. As horas tinham voado. Cheguei na mesa e todos já estavam sentados. Caio ficou bem na minha frente, sem camisa. Enquanto colocava comida no prato, eu tentava não olhar diretamente pra ele. Meu padrasto perguntou como tinha sido a festa. Respondi que foi ótima, que aproveitei bastante. Minha mãe completou: “Tem que aproveitar, você só vive estudando”.
Logo depois, Caio falou com um sorrisinho: “Foi tão boa que ela apagou no sofá”. Ele riu olhando pra mim. Fiz cara de desdém. Meu padrasto também riu, e minha mãe disse pra ele: “Espero que você tenha cuidado da sua irmã”. Na hora, olhei disfarçadamente pra Caio. Com a maior cara de pau, ele respondeu: “É claro que cuidei. Deixei ela dormindo no sofá”. Minha mãe ainda completou: “Você deveria ter colocado ela na cama”. Ele respondeu na mesma hora: “Na próxima eu coloco”.
Aquilo soou como se ele estivesse prometendo que ia acontecer de novo.
Depois do almoço, voltei pro quarto e passei quase a tarde toda conversando com Marcelo no telefone. Ele me contou como estava a família dele, perguntou da festa e se eu tinha me comportado. Demorei um segundo pra responder. Quando disse que sim, ele falou com carinho: “Eu sei, amor, que você ia se comportar”. Eu ri, mas por dentro pensei: Será que o que aconteceu conta como traição?
Terminei a ligação, fui tomar banho. Enquanto passava sabonete na buceta, não consegui evitar as lembranças. Estava melada, os pelinhos já crescendo. Pra tentar parar de pensar naquilo, me depilei toda, deixando lisinha do jeito que o Marcelo gosta. Saí do banheiro só de toalha e dei de cara com Caio saindo do quarto dele. Percebi o olhar dele me subindo e descendo pelo corpo. Entrei no meu quarto e fechei a porta rápido, coração acelerado. Sentei na cama respirando fundo. Será que ele acha que eu não sei o que aconteceu?
Foi quando recebi mensagem da Bia, chamando pra um barzinho com o pessoal. Aceitei na hora. Pelo menos não ficaria em casa pensando naquilo. Às 20h ela chegou com o namorado. Gritei pra minha mãe que estava saindo e, ao passar pela sala, senti o olhar de Caio de novo. Dessa vez parecia que ele ia me devorar. Saí e fechei a porta. Enquanto ia pro portão, pensei que devia ser por causa do vestido — não era curto, mas era fininho, molinho e com um decote discreto.
No barzinho, mesmo cercada de gente e conversando, eu ainda pensava na noite anterior e no jeito que ele tinha me olhado. Será que é coisa da minha cabeça? Afinal, ele é meu irmão…
Na volta pra casa, decidi testar. Sabia que minha mãe e meu padrasto já deviam estar dormindo. Entrei sem fazer barulho. A casa estava escura, portas dos quartos fechadas, mas dava pra ver luz por baixo da porta do Caio. Fui pro meu quarto, sentei na cama e fiquei pensando se deveria fazer alguma coisa ou tentar esquecer.
De repente o corredor ficou mais claro. Ele tinha aberto a porta do quarto. Em vez de fechar a minha, deitei de bruços na cama, de costas pra porta, e fechei os olhos. Não demorou muito e senti que alguém me olhava. Depois ouvi minha porta fechar devagar. Geleio.
Silêncio. Em seguida, senti meu vestido sendo levantado devagar. Ele passou a mão pela minha bunda, alisando. Desceu até tocar minha buceta por cima da calcinha. Eu já estava molhada. Ele puxou a calcinha pro lado e começou a mexer no meu grelinho. Automaticamente abri um pouco mais as pernas e levantei o quadril. Meu vestido subiu ainda mais.
Senti ele se abaixar. Abriu minha bunda com as duas mãos e passou a língua na minha bucetinha. Depois subiu pro cuzinho. Aquilo me fez perder o ar. Enquanto a língua dele circulava meu rabo, os dedos entravam devagar na minha buceta. Marcelo nunca tinha feito aquilo. Estava uma delícia.
De repente ele parou, subiu em cima de mim e eu senti a cabeça do pau dele procurando entrada. Na segunda tentativa ele entrou. Foi incrível sentir cada centímetro me abrindo. Ele começou a empurrar devagar. Eu fingia que estava dormindo, mas por dentro queria que ele metesse mais forte. Duas noites seguidas sendo comida pelo meu irmão… e ele tinha o pau mais grosso e gostoso que eu já tinha sentido.
De repente ouvimos um barulho na cozinha. Ele parou, tirou rápido e saiu de cima de mim. Fiquei quietinha, de barriga pra cima agora, coração disparado. Abri um pouquinho os olhos e vi ele nu, parado no escuro ao lado da porta. Depois de um tempo, escutamos a porta do quarto dos meus pais fechando. Caio abriu a minha porta, olhou pra fora, pegou o short dele no chão e saiu.
Ele me deixou ali, molhada e com tesão. Não acreditei. Fiquei com vontade por um tempo até acabar pegando no sono.

Parte 3

Acordei com o telefone tocando. Era Marcelo. Atendi com voz de sono e ele me deu bom dia, todo carinhoso. Perguntei o que tinha acontecido pra ele ligar tão cedo e ele disse que estava com saudades. Aquelas conversas melosas de namorado… ficamos falando um tempão. Enquanto ele falava, desci a mão devagar e me toquei por baixo da camisola. Hum… estava meladinha. Olhei pra baixo e vi os bicos dos meus peitos duros. Queria apertá-los, mas estava segurando o celular. Meus dedos entravam cada vez mais fundo. Já não prestava mais atenção no que Marcelo dizia. Só conseguia pensar no Caio, imaginando ele me comendo de novo, indo até o fim como na primeira vez.
De repente ouvi Marcelo perguntando se eu estava escutando. Voltei à realidade e disse que tinha quase pegado no sono. Ele riu e falou que ligaria mais tarde. Desliguei com um “tá bom, bb”.
Resolvi levantar e tomar banho. Passei na frente do quarto do Caio — porta fechada. Entrei no banheiro e, debaixo do chuveiro, comecei aquela guerra na minha cabeça: deveria parar com isso ou não? A consciência mandava parar, mas meu corpo pedia mais. De novo meus dedos entraram em mim, dessa vez com mais força, enquanto apertava o peito. A água quente escorrendo pelo corpo só aumentava o tesão. Só vinha ele na minha cabeça. Imaginei como seria da próxima vez: eu totalmente à mercê dele, submissa, enquanto ele me penetrava devagar e depois aumentava o ritmo, me dando tapas… Aqueles pensamentos me fizeram gozar forte no banho, sentada no chão do box, ofegante.
Minha mãe bateu na porta querendo entrar. Respondi que já estava saindo. Demorei uns minutos pra me recompor. Quando saí, ela entrou brincando: “Que demora, parece teu irmão, quando entra aí não quer mais sair”. Dei um sorrisinho e fui pro quarto.
Enquanto tomava café, Caio apareceu, deu bom dia e eu respondi. Ele agia com a maior naturalidade, como se nada tivesse acontecido. Safado. Minha mãe chegou pra tomar café também. Enquanto os dois conversavam, eu olhava pra ele ali na minha frente, sem camisa, e imaginava tocando aquele corpo. Foi ali, olhando pra ele, que decidi: ia continuar.
Os dias seguintes pareceram longos. Numa quinta à noite, minha mãe me avisou que ela e meu padrasto iam pra casa da irmã dele na sexta e só voltariam no domingo. Era a oportunidade que eu esperava.
Na sexta à tarde, eles viajaram. Ficamos só eu e Caio em casa. O clima mudou, mas ele não tentou nada enquanto eu estava “acordada”. Parecia que a fantasia dele era me pegar quando eu estivesse “dormindo”.
Mandei mensagem pra Bia perguntando se ela queria sair pra tomar uma com as meninas. Ela topou. Às 18h ela me buscou. De propósito, coloquei um vestido curto e fiquei andando pela sala enquanto Caio assistia TV. Quando ouvi a buzina, dei tchau pra ele e disse: “Não me espera, não sei que horas vou voltar”. Ele só fez um sinal positivo com a mão.
Fomos pro barzinho e depois pra uma casa noturna. Bebi bastante. Já eram 2h45 quando Bia insistiu pra irmos embora. Eles me deixaram em casa. No caminho, minha mão suava de nervoso.
Chegando, vi que a luz da sala estava acesa. Ele estava acordado. Entrei e ele me olhou deitado no sofá com o celular na mão: “Tá bem? Tá precisando de algo?” Ri, com a voz um pouco trêmula, e disse que estava só um pouco tonta. Ele falou: “Se precisar me chama”. Fiz joinha e fui pro quarto.
Peguei uma camisola, tomei um banho rápido e decidi o que fazer. Saí do banheiro enrolada só na toalha e fui até a sala. Ele me olhou de cima a baixo. Falei que não estava me sentindo bem. Ele levantou, me segurou pelos braços e me mandou ir pra cama. Quando chegamos no quarto, ele disse pra eu deitar e que ia pegar água. Só resmunguei um “hum”. Ele saiu.
Aproveitei, deitei de lado, deixando a toalha subida de forma que minha bunda e minha buceta ficassem expostas. Fiquei assim até ouvir ele voltar. Silêncio. Ele devia estar me olhando. Depois disse: “Toma a água”. Molhei só a boca e falei que estava tudo rodando. Ele mandou eu respirar fundo.
Minutos depois, senti a mão dele no meu quadril. Não me mexi. A mão desceu e tocou minha buceta levemente. O dedo entrou devagar. Estava delicioso. Ele tirou o dedo, segurou minha cintura e encostou o pau na entrada. Queria que ele enfiasse de uma vez, mas ele foi devagar. Depois de algumas metidas, enfiou tudo e ficou parado. Senti ele pulsando dentro de mim. A mão subiu, apertou meu peito por cima da toalha e depois tirou ela completamente.
Ele começou a meter. Primeiro devagar, depois com mais força. Não me contive e soltei um gemido: “Isso… mais forte”. Ele socou fundo. Doía um pouco, mas o prazer era muito maior. A respiração dele no meu ouvido me deixava louca. Abri mais as pernas, me toquei e acabei tocando no pau dele entrando e saindo. Segurei a mão dele e a levei pra trás, fazendo ele me abrir mais.
Senti o orgasmo chegando. Virei um pouco o rosto e avisei que ia gozar. Ele não parou. Comecei a falar o nome do Marcelo de propósito: “Isso… vai me machucar… ai”. Ele respondeu tímido: “Você gosta?” Aquilo me deu mais tesão. “Sim… mete. Caralho, que pau gostoso, amor… mete na tua putinha.” Ele perguntou ofegante: “É minha?” Respondi: “Sim”.
Caio não aguentou: “Vou gozar!”
“Gozar dentro… goza!”
Senti aquele jato quente me enchendo de novo. Gozei logo depois, tremendo inteira. Ficamos encaixados um tempo. Acabei cochilando. Acordei quando ele levantou da cama. Não falamos nada. Ele saiu e fechou a porta. Fiquei ali, satisfeita, e voltei a dormir.

Parte 4

Na manhã seguinte acordei dolorida, mas com um sorriso no rosto. Lembrei de tudo e fui logo tomar banho. A porta do quarto dele ainda estava fechada. No banho, não parava de pensar na noite passada e no que poderia acontecer naquele dia. Saí, me arrumei e fui fazer café.
Quando estava terminando de arrumar a mesa, ele apareceu na porta da cozinha e deu bom dia. Respondi e perguntei se queria café. Ele disse que ia tomar banho primeiro e saiu. No fundo, eu sabia que ele sabia que eu lembrava de tudo. Mas precisava ter certeza.
Olhei pro corredor: a porta do banheiro estava encostada. Fui devagar e espiei. Ele estava completamente nu debaixo do chuveiro. Mesmo mole, o pau dele era impressionante. Voltei pra cozinha com o corpo pegando fogo. Eu queria mais. E queria ser mais ativa dessa vez.
Só tenho hoje e amanhã. Depois minha mãe volta. Tomei a decisão ali mesmo: não iria me arrepender. Tirei a calcinha na cozinha e passei o dia inteiro provocando ele. Abraços mais demorados, me abaixando de propósito, deixando ele ver que eu não estava usando nada por baixo.
Perto do meio-dia, eu estava deitada de barriga pra baixo na cama, mexendo no celular. De repente ele me segurou por trás. Levei um susto. Quando senti o pau dele já roçando na minha bunda, olhei pra trás e vi que ele estava pelado.
— O que você tá fazendo?
— Você sabe, putinha — respondeu com a voz rouca.
Dessa vez ele não foi devagar. Socou de uma vez, com força, me fazendo gemer alto. Dali em diante não tinha mais volta. Eu não me segurei: gemia pedindo mais, pedindo tudo. Fizemos sexo com força e muito tesão. Finalmente pude chupar ele gostoso, senti o sabor e a grossura na boca. Depois cavalguei com vontade — ele ia tão fundo que eu sentia cada centímetro. Ele gozou forte na minha boca e eu engoli.
Tomamos banho juntos, cheio de brincadeiras, mãos bobas e beijos. Depois do almoço, continuamos quase a tarde inteira. Ele tinha um vigor impressionante, sempre me procurando. Mal falávamos. Só gemidos, tapas e respirações ofegantes.
À noite foi mais calmo, devagar, intenso. Gozamos juntos de novo. Já era tarde quando decidi ir pro meu quarto. Ele queria que eu dormisse com ele, mas eu não podia arriscar. Fui pra minha cama exausta, corpo e cabeça mais leves, e apaguei rapidinho.
Acordei com ele colando atrás de mim. Ainda sonolenta, perguntei o que foi.
— Estava com saudades — sussurrou.
Olhei o celular: 4h49. Caio já estava metendo devagar enquanto apertava meus seios. Passou o braço por baixo de mim, me puxou pra cima dele e me deixou de costas sobre seu corpo. Olhei pro espelho do guarda-roupa e vi tudo: o pau dele entrando e saindo da minha buceta. A imagem era absurdamente gostosa. As estocadas foram ficando mais fortes, a mão dele apertava meu peito. Gozei forte no pau dele. Tentei sair, mas ele não deixou — segurou firme e gozou logo depois, enchendo tudo.
Pelo espelho, vi o pau ainda dentro e a gala escorrendo. Virei de lado e deitei. Ficamos só respirando. Depois de um tempo, mandei ele sair do quarto com medo de alguém chegar. Ele me abraçou por trás, enfiou o pau meio duro de novo, mexeu um pouco e, quando eu reclamei, me chamou de chata. Antes de sair, ainda fez eu chupar ele rapidinho. Depois saiu. Me cobri e voltei a dormir.
Acordei às 9h38. Minha mãe já tinha chegado. Caio ainda dormia. Ela me perguntou como tinha sido o fim de semana só nós dois. Sorri e respondi:
— Tudo ótimo. Melhor impossível.

Parte 5 - Final

Com minha mãe em casa, não fizemos mais nada. Mal nos falávamos, mas os olhares eram constantes e carregados. No meio da tarde, enquanto eu estava deitada na cama, Caio me mandou mensagem:
Caio: Mi, quero falar com você hoje à noite.
Eu: Fala logo.
Caio: Não quero falar por mensagem. Quero pessoalmente.
Eu: Melhor não. Nós não podemos continuar com isso.
Caio: Sério!? Quero te ver mais uma vez.
Eu: Caio, somos irmãos. Isso é loucura.
Caio: Eu sei, mas não consigo parar de pensar em você.
Eu: Eu te entendo… também penso, mas não podemos.
Caio: Só mais uma vez.
Eu: Não, Caio. Vamos parar enquanto não piora.
Caio: Manda então uma foto.
Eu: Caio, para com isso.
Caio: Só uma, por favor.
Acabei cedendo: Eu: Tá. E depois encerramos esse assunto.
Deitada na cama, levantei a blusa e tirei uma foto dos meus peitos. Mandei.
Caio: Delícia… como são gostosos, Mi.
As coisas que ele falava me deixavam molhada. Marcelo quase nunca mandava mensagens assim, e eu adorava.
Eu: Só delícia, safadinho?
Caio: Delícia, gostosos… quero chupar eles de novo.
Eu: Já te disse pra parar.
Caio: É mais forte que eu. Manda você sem roupa.
Eu já estava excitadíssima. Saber que eu dava tanto tesão pra ele me deixava em fogo.
Eu: Só mais uma.
Caio: Certo.
Perguntei se ele estava no quarto. Ele disse que não, estava na pracinha. Pedi cuidado. Tranquei a porta do meu quarto, tirei tudo, fiquei só de calcinha e mandei a foto.
Caio: Mi, tu é gostosa demais. Meu pau tá duro.
Eu: Rsrsrs tá nada.
Caio: Tá sim.
Eu: Deixa eu ver!
Ele demorou um pouco, mas mandou. Estava sentado com as pernas esticadas, pau pra fora do short, meio duro, veias marcadas e a cabeça brilhando. Que delícia. Meus dedos entraram na buceta na hora.
Caio: Agora você tá me devendo.
Eu: Quer uma foto como?
Caio: Não quero foto. Quero ver pessoalmente.
Tentei resistir, mas ele insistiu. Disse que depois a gente se falava e parou de responder. Fiquei me tocando na cama, tentando gozar pra aliviar, mas não consegui. Tomei banho e fui pra cozinha ficar com minha mãe.
Por volta das 17h, ele e meu padrasto chegaram. Jantamos normalmente. Às 21h30 meus pais foram dormir. Ficamos só nós dois na sala, assistindo série. Os olhares não paravam.
Às 23h, disse que ia deitar. Ele não respondeu. Fui pro quarto e, quando estava trocando de roupa, ele entrou e fechou a porta.
— Não, Caio…
Ele veio rápido, me segurou pela cintura com força, colou o corpo no meu e falou baixinho, quase rosnando:
— Quero foder você, irmã.
Minhas pernas tremeram. Ele me beijou com fome. Começamos a nos pegar desesperados. Minha mão foi direto pro pau dele, já duro. Ele chupava e mordia meus peitos. Me empurrou na cama, me virou de quatro, tirou minha calcinha e caiu de boca na minha buceta. Chupava tão gostoso que eu não queria que parasse.
Depois senti ele subir e enfiar o pau de uma vez. Puxou meus braços pra trás, me prendendo enquanto socava forte. Estava sendo penetrada pelo meu irmão caçula mais uma vez. Ele me dominava completamente. Me fez ajoelhar e fodeu minha boca segurando meus braços pra cima. Batia o pau no meu rosto. Eu estava adorando ser usada daquele jeito.
— Fica de quatro! — ordenou.
Obedeci. Ele ficou me olhando enquanto eu me tocava. Depois pincelou o pau na minha buceta e, de repente, tentou colocar no meu cu. Tentei mexer o quadril, mas ele segurou firme. Quando parei, ele posicionou e enfiou. Senti uma pressão enorme. Doía, mas também dava um prazer estranho. Era só a segunda vez que fazia anal. Marcelo nunca tinha pedido.
Caio socava cada vez mais fundo. Mordi o travesseiro pra não gemer alto. As estocadas ficaram intensas e eu gozei forte com ele no meu cuzinho. Não demorou e ele também gozou, pulsando dentro de mim. Parecia que o pau tinha dobrado de tamanho.
Ele tirou devagar. Deitou do meu lado, exausto. Ficamos em silêncio um tempo. Antes de sair, pela primeira vez, ele me deu um selinho, apertou meu peito e sussurrou:
— Boa noite, Mi.
Depois que ele saiu, esperei um pouco, fui tomar banho e voltei pra cama. Apaguei imediatamente.

Comentários (1)

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  • Grande: Sulbreal q delícia q riqueza de detalhes , simplesmente lindo seu conto.

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