O pai do meu namorado tambem quis meu cu.
Continuação do conto "Minha namorada novinha gemendo na pica do meu pai"
Oi, meu nome é Wanessa, hoje com 34 anos, isso me aconteceu na adolescência, quando tinha 15 anos passei pela experiência que mudou minha vida sexual pra sempre. Eu transei com meu então sogro Lucio, pai do meu namorado, Ricardo. Foi a primeira das coisas loucas que fiz ao longo da vida e acendeu minha chama pra homens mais velhos. Bom, depois de perder a virgindade de uma forma quase pornográfica, minha cabeça ficou a mil, por algumas semanas eu digeri tudo aquilo, me sentia suja e vulgar, mas não parava de pensar na força como aquele homem tinha me pegado, em como eu tinha sentido meu corpo reagir, não deu outra, eu mesma após uns dias mandei um sms pro meu sogro, foi só um "oi sumido" mas a resposta veio direta "oi minha nora delícia, quando é que vc vem me dá essa bucetinha de novo?"
Eu fiquei sem saber o que responder, por um lado eu queria romance mas o que ele me ofereceu foi nada além de sexo, eu ingênua, respondi que na hora que ele quisesse eu iria.
- olha, depois do trabalho eu vou pra casa, aparece lá pra eu dar um trato em vc!
Por um segundo pensei, mas o tesão e a aventura ignoravam qualquer bom senso, me vesti com uma mini saia branca, uma blusinha de alcinha que deixava minha barriga a mostra e calcei uma sandália plataforma, peguei um ônibus e fui até a casa do meu sogro, entrei normalmente pois ele morava só, ao chegar já foi aquela pegação, eu era uma menina pequena perto daquele homem de 1,80m, quando ele me agarrou imediatamente minha buceta molhou, senti minha calcinha toda babada com aquelas mãos passeando meu corpo, mais uma vez eu estava entregue e só conseguia pensar na pica dele, a transa começou ainda na garagem, ele me encostou no capô do carro me pegando por trás e começou a beijar minha nuca e apertar meus seios, de vez em quando virava minha cabeça pra ele e me beijava enfiando a língua grossa na minha boca, eu me arrepiava e empinava a bunda pra ele, logo a mão aspera entrou por baixo da minha saia e apalpou minha bunda, os dedos entraram pelo lado da calcinha percorrendo meu rego e abrindo minha bunda, em instantes os dedos chegaram na minha buceta...
- que delícia norinha, tá toda meladinha!
- hum rum!
Ele estava só de short de time, já sentia o volume apertando minha costa, sem parar de me beijar ele baixou minha calcinha até o meio das coxas e senti a piroca grossa entrar por entre minhas pernas deslisando embaixo da minha buceta, ele me empurrou com força no capô do carro, tentei me empinar e depois de algumas sarradas a cabeça do pau começou a cutucar minha grutinha...
- que vontade que eu tava de te ouvir gemer!
- me come, vai!
Ele começou a empurrar devagarinho, a cabeça alargou meus lábios e se alojou na entrada, mas as estocadas não começaram, com a cabeça dentro de mim e me segurando forte em cima do capô, ele beijava minha nuca e minha orelha, minha buceta piscava no pau do meu sogro e cada vez mais eu melava o pau dele, tanto que senti meu liquido escorrer nas minhas coxas...
- mete logo, me dá tudinho!
- vc quer esse pau todinho, quer?
- ai eu quero, quero tudo!
- então pede pica, putinha, pede!
Lucio era um comedor nato, sabia subjulgar uma fêmea, tanto que o casamento dele com minha sogra acabou por causa das escapadas dele e ele tava me torturando, queria me fazer implorar pra ser comida...
- vai sogrinho, mete na sua nora putinha, vim aqui só pra vc me dar essa pica!
A cada súplica ele metia um pouco mais e assim foi por vários minutos, eu implorando chorosa sentindo aquele pau me alargar e ele brincando comigo. Aquele vai e vem gradual me deu tanto tesão que quando finalmente o pau entrou todo eu gozei, um gozo de dor e prazer, a dor daquele pau apertando me útero era aguda e ele não fez questão de ser carinhoso, enfiou tudo, senti os pêlos dele na minha bunda e minha buceta latejar com o orgasmo que tive, ele ficou parado dentro de mim e só então me macetou, grudado em mim como um cachorro empurrando a piroca em mim sem me deixar nem me mexer, eu só conseguia gemer até que ele parou, saiu de mim e ergueu minha calcinha...
- vem, vem tomar uma água, vc precisa respirar!
Eu levantei me ajeitando e entramos, não tinha passado nem 15 minutos e eu já tinha gozado sem nem tirar a roupa, aquilo era uma loucura pra mim, nem os melhores amasssos que eu tinha levado não se comparavam ao tesão que eu tinha naquele homem.
Ao entrar vi algumas fotos de familia, algumas com o Ricardo, outras com amigos, uma em especial me fez ponderar sobre aquilo tudo, sobre perder o cabaço pro meu sogro e ainda estar doida por ele, mas eu não controlava, hoje entendo essas meninas novas quando têm um amor de pica.
Ele me ofereceu um suco e conversamos um momento...
- olha, meu filho é um tolo mesmo, vc fez sucesso na chacara, os caras todos babaram por vc e ele não fez nada, achei que ele fosse te comer naquela oportunidade!
Eu ri sem graça...
- é mas eu não tava pronta!
- imagino, meu filho é romântico acredita em amor e essas bobagens!
- vc não acredita em amor? perguntei sabendona resposta mas esperando ouvir algo diferente.
- acredito em prazer, é o que vc pode me dar e vc é muito boa nisso!
Nisso ele se aproxima e me dá outro beijo, dessa vez sem muita cerimônia ele me colocou no banco alto da cozinha, se colocou entre minhas pernas e afastando minha calcinha foi apontando a pica que deslizou pra dentro fácil, eu arreganhei as pernas e abracei ele pelo pescoço, sentindo de novo ele me invadir, meu corpo respondeu e logo senti a boca dele no meu seio, ele metia firme e com força, em dado momento ele coloca minha mão na minha buceta e manda eu mexer nela...
- assim, faz carinho nela!
- assim, vc gosta?
- desse jeito, agora esfrega o pinguelinho!
Meu clitóris tava durinho e sensível, cada toque era um espasmo que me dava, mas eu amei a sensação, eu já me masturbava mad ter um pau enfiado, uma boca no seio e as mãos na minha bunda me levaram a outro nível de sensação, tudo melhorou quando senti os dedos melados dele tocarem meu cu...
- aaaarrrrhhhh!!!! soltei um gemido mais alto quase involuntário.
Ele continuou me comendo daquele jeito, enfiando na buceta, chupando meus peitos e dedilhando meu cu, quando senti a ponta do dedo me penetrar foi outro orgasmo, menos intenso que o primeiro mas completamente diferente, agora sentia o tesão subir pela minha espinha e comecei a rebolar procurando aquela dedada.
Lucio me carregou pela bunda com o dedo enfiado no meu cu e o pau na minha buceta, minhas pernas trançadas na cintura dele e me levou pro sofá, deitei de barriga pra cima com as pernas totalmente arreganhadas, ele meteu mais um pouco e desceu pra me chupar, e gente, que chupada foi aquela, a lingua no meu grelo e os dedos hora na buceta hora no meu cu, depois de um tempo já sentia um tesão enorme no meu cu, tava louca pra ele voltar e me dedar e meter de novo na minha buceta, mas sabemos o que estava pra acontecer.
Finalmente ele tirou minha roupa toda, me virou de bruços no sofá e passou a beijar minhas costas, meu pescoço, desceu pelas pernas até quase meus pés, subiu pelas minhas coxas e finalmente senti a lingua na minha buceta melada, as mãos dele abriram minhas nádegas e a boca veio de cheio no meu cu, nessa hora eu empinei o rabo e levei a mão na buceta de novo, enquanto ele dava um trato no meu cu eu esfregava minha buceta.
Lucio deitou em cima de mim, o pau parecia já saber o caminho da minha racha pois ele nem precisava mais ajeitar, depois de lacear bem meu cuzinho veio a primeira tentativa, cabeça encostou no meu cu e eu fiquei tensa, mas ele sabia o que tava fazendo, a mão forte na minha costa me apertando contra o sofá, a outra apontava no meu cu e ía fazendo pequenos movimentos tentando penetrar, de repente a cabeça psssa...
- aaaaaaiiiiiii!!!!
- calma, safadinha, dói só no início!
- ai, chega, chega!
- shiiii! vc vai gostar, faz força no cuzinho, faz!
- tá doendo, tira um pouco!
Meu pedido foi ignorado, ele deixou o peso do próprio corpo fazer o trabalho de empurrar cada vez mais, meu cu ardia, queimava e eu não conseguia nem me mexer embaixo daquele homem, senti ele começar a puxar o pau pra fora e tornar a entrar, a pressão do pau dentro de mim era diferente de quando entrava na minha buceta, eu me sentia cheia e a dor não diminuiu, em vez disso foi o tesão que cresceu, a jeba grossa não saía completamente e as metidas logo ficaram firmes...
- isso, minha putinha, já foi todo, agora vc vai dar essa cu com vontade!
E ele tava certo, eu já me empinava e pedia pra ele socar, estava dominada pelo tesão, minha buceta pingava, eu esfregava meu grelinho com força quase esfolando...
- isso, come esse cu, safado, come, mete tudo na sua norinha!
Ele me pôs de quatro e aquele pau me empalou, ele puxou meus cabelos e meteu firme, agora dava tapas na minha bunda e como da primeira vez cada tapa era um arrepio e um espasmo de prazer...
- isso cachorro, bate na sua puta, bate nessa bunda!
- esse bunda é só minha agora!
- é só sua, só seu esse cuzinho, essa buceta, tudinho!
Ele me comia como um animal no cio, sem pena, sem medo de me machucar e eu queria aquilo, queria ser feita de puta...
- toma putinha, toma nesse cuzinho! e mais tapas.
- isso, assim, bate!
Comecei a sentir o orgasmo vindo...
- ai, eu vou gozar, vou gozar, vou gozar pelo cu, caralho!
- vai cadela, goza com esse cuzinho, goza!
- ai, eu vou gozar, não pára, não pára, ai eu tô gozandoooo!!!!!
Eu gozei, minhas pernas tremendo e sem conseguir parar de me contorcer, as bombadas no meu cu continuaram num ritmo frenético dessa vez, eu quase desmaiada senti o pau pulsar no meu cu e meu reto encher com a porra quente, parecia que minha barriga ía explodir.
Lucio me puxou pro colo dele com o pau atolado em mim ainda, apertou meus peitos e me beijou até o pau amolecer e sair de dentro de mim, ficamos alí por um tempo, minha buceta, meu cu e minhas pernas tavam completamente meladas, eu tava ardida e dolorida, a bunda vermelha quase roxa.
Nos levantamos e tomamos um banho, mal consegui me lavar, o estrago tinha sido grande, mas eu tinha adorado, não achei que pudesse ter tanto prazer com sexo anal.
Depois de me recompor, Lucio ainda tava nu na cozinha, bebeu uma garrafa inteira de água e quando saí ele me pergutou como eu tava...
- tô bem, só preciso de um tempo!
- vc vai ficar bem! disse ele combum sorrisinho safado.
- vc judiou de mim hoje!
- eu sei que vc gosta!
Já era quase 19h e e precisava ir pra casa, falei que tinha que ir embora...
- relaxa, eu levo vc!
- mas vc tá peladão ainda, vai por uma roupa, não posso demorar muito!
Ele veio em minha direção, me beijou, o cheiro de sexo ainda era forte nele e no ambiente também, achei que seria só um beijo de despedida mas não, ele me virou de costas e abaixou minha calcinha de novo. ..
- sério, eu tenho que ir!
- vc vai, mas vai levar um presentinho com vc!
A pica invadiu minha buceta e dessa vez não teve preliminar não, ele agarrou o cós da minha saia e me comeu com força, como sempre eu recebia aquela pica com satisfação, reclinada na parede Lucio me comeu com a mesma brutalidade que me fazia melar a buceta, aguentei as picadas até ele gozar dentro de mim, urrando como um animal empurrando o pau pra dentro como se quisesse estampar meu útero com o gozo dele, eu queria que ele continuasse até eu gozar de novo mas ele me torturou de novo, tirou o pau da minha buceta, levantou minha calcinha e foi se vestir pra me levar...
- ei, só isso?
- pra vc lembrar de mim, quando tiver em casa vc bate uma siririca com minha porra como lubrificante! disse ele rindo.
O safado não só me deixou na mão na última transa como também plantou uma idéia na minha cabeça.
Quando cheguei em casa, passei direto pro banheiro pra tomar outro banho e sem nenhuma surpresa quando senti o esperma dele escorrer de mim me deu um baita tesão, antes de me lavar, enfiei os dedos na buceta e com o gozo do meu sogro bati uma siririca dolorida, gozei lembrando dele me comendo na cozinha antes de sairmos.
E assim, desse jeito, me tornei amante do meu sogro de 48 anos, o cara que me ensinou a ser o que sou entre quatro paredes, na verdade nem precisa de paredes, com o Lucio eu transei dentodas as formas possíveis até então, namorei com o filho delenpor um tempo mas não tinha clima, não rolava química, larguei dele e por meses fiquei sendo a putinha adolescente do pai dele. Depois de um tempo eu arrumei outros namorados, alguns que realmente gostei, mas ainda hoje, casada e com filhos não esqueço de como foi a minha primeira vez, uma aventura louca, há uns anos soube que meu ex-sogro tinha falecido, reencontrei o Ricardo, totalmente diferente do garoto que era, lamentei por ele e pelo falecimento do pai, mas sempre que tenho uma transa digna eu me lembro daqueles tempos, bons tempos que não voltam.
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Comentários (4)
Maluzinharsk: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Brunarskk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkTuga tarado: Novinhas depois que experimentam homem maduro e comedor, não esquecem nunca. Ficam a perceber bem a diferença para os putos ;)
Responder↴ • uid:b9408ou4fykPocah: Conto Bom...
Responder↴ • uid:1dvfahx0elkcComandante: Meu pau ficou duro Aki querendo.
• uid:gqayc1d9b