Natasha: o par ou ímpar que decidiu quem ia ser o primeiro a me arrombar o cuzinho virgem
O pai entrou no quarto devagar, o pau ainda meia bomba de quem tinha acabado de gozar se masturbando. Ele olhou para nós dois na cama, o rosto sério, mas os olhos cheios de desejo. Sem dizer nada, fechou a porta atrás de si e deitou na cama ao nosso lado.
Eu e meu irmão ficamos paralisados por um segundo. O pai puxou o lençol, revelando nossos corpos nus, e colocou a mão na minha coxa, subindo devagar.
— Vocês acham que eu não sabia? — murmurou ele, a voz rouca. — Eu vi tudo.
Ele se inclinou e me beijou, a língua invadindo minha boca enquanto a mão do meu irmão ainda estava na minha bunda. O pai desceu a boca para o meu pescoço, depois para os seios, chupando um mamilo enquanto o irmão chupava o outro. Eu gemia, segurando a cabeça dos dois, o corpo tremendo de prazer proibido.
O pai olhou para o meu irmão e disse baixinho:
— Se ela é nossa, vamos dividir como família.
Meu irmão sorriu, o pau duro novamente. O pai me virou de lado, ficou atrás de mim e enfiou o pau na minha bocetinha ainda cheia da porra do irmão. Meu irmão se posicionou na frente, colocando o pau na minha boca.
Eu gemia abafada, sendo fodida pelos dois ao mesmo tempo — o pau do pai metendo fundo na boceta, o pau do irmão fodendo minha boca. Os dois gemiam, chamando-me de safada, de putinha da família.
O prazer era insano. Gozei tremendo, apertando o pau do pai enquanto engolia o do irmão.
Eles continuaram, trocando de lugar, me usando sem parar até gozarem novamente — um na boca, o outro dentro de mim.
Ficamos os três abraçados na cama, suados e satisfeitos. O segredo da família agora era completo.
O pai, ainda com o pau semi-duro, passou a mão na minha bunda e perguntou baixinho:
— Você já fez anal, filhinha?
Fiquei vermelha e respondi:
— Não, pai… ainda não.
Meu irmão falou rápido:
— Então vai ser eu o primeiro.
O pai não aceitou.
— Não. Vamos decidir no par ou ímpar.
Eu, vendo os dois disputando quem ia me comer primeiro no cu, me senti a mulher mais desejada do mundo. O coração batia forte de tesão e ansiedade.
Eles fizeram par ou ímpar. O irmão ganhou.
Eu fiquei de quatro na cama, o coração disparado. O irmão se posicionou atrás de mim, cuspiu no meu cuzinho e começou a fazer um beijo grego, a língua quente lambendo e penetrando meu cu. Eu gemia, empinando a bunda para ele.
— Ai, irmão… que delícia… continua… — gemi, tremendo.
Depois ele posicionou o pau na entrada e começou a plantar bem devagar. Senti a cabeça grossa abrindo meu cuzinho, uma dor aguda misturada com um prazer estranho. Ele entrava centímetro por centímetro, parando quando eu reclamava.
— Calma, irmã… relaxa… vai ficar bom — murmurava ele, acariciando minhas costas.
Eu respirei fundo, me acostumando com a sensação de estar sendo preenchida no cu. A dor foi dando lugar ao prazer. Quando me senti confortável, pedi gemendo:
— Fode forte, irmão… me arromba o cu…
Ele aumentou o ritmo, metendo com força, os tapas na bunda ecoando no quarto. Eu gemia alto, empinando mais a bunda para ele.
Enquanto isso, eu chupava o pau do meu pai, que estava de joelhos na minha frente. O pau dele entrava e saía da minha boca, eu babava, engasgava, mas chupava com vontade.
— Isso, filhinha… chupa o pau do papai enquanto o irmão te fode o cu… — gemia o pai.
O irmão gozou primeiro, enchendo meu cuzinho de porra quente. Ele saiu de mim, a porra escorrendo.
O pai então tomou o lugar, posicionou o pau na minha bundinha já aberta e entrou devagar, depois metendo com força, chamando-me de filhinha safada enquanto eu gemia com o pau dele no cu.
— Ai, papai… me arromba também… — gemi, quase sem voz.
O pai gozou dentro do meu cuzinho, enchendo-me de porra quente. Pouco depois, eu que estava me tocando também gozei, tremendo inteira.
Acabamos dormindo os três juntos na cama, abraçados, suados e satisfeitos.
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