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Cap 1: Bielzin e seu tio Edson (Gay/Incesto)

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kalamedd

Capítulo 1: Bielzin e seu tio Edson (Gay/Incesto)
Às 11h30 meu pai tinha acabado de chegar na escola onde estudo e estava me aguardando para sair. Por isso me despedi dos meus amigos e fui direto para a porta de entrada, tinham vários alunos ao redor e vários pais e mães procurando seus filhos. Eu era moreninho claro pois tinha puxado minha mãe, mas eu era um pouquinho alto para minha idade, que era uma característica da família de meu pai. Já meu pai é um homem alto, branco, com barriga grande, mas com alguns tons de marrom na pele por conta do sol, desde muito jovem ele trabalha, e lá estava ele, fui em sua direção e ele me levou para a nossa moto segurando minha mão para atravessarmos a rua.
– Como foi hoje? – Perguntou meu pai quando subiu na moto e me deu o capacete.
– Foi legal, mas eu prefiro as aulas de matemática, – coloquei o capacete e também subi, já estava muito acostumado a subir na moto, pois meu pai sempre me levava e trazia para a escola. – Vamos pra casa?
– Vamos sim bebê! – Ele sempre me chamava assim. Na garupa eu sempre me agarrava na cintura de meu pai, era como minha mãe fazia e era como eu aprendi a andar de moto. Seguimos para o caminho de casa, levamos 15 minutos.
Hoje eu estava bastante animado, pois depois do almoço meu pai teria que fazer uma entrega de encomenda e eu ficaria sozinho em casa, assim poderia tentar descobrir a senha dos canais +18 da TV por assinatura que tínhamos. Dois dias atrás eu resolvi procurar todos os canais da TV e descobri que tinham alguns canais de conteúdo adulto, eu tinha uma leve ideia do que aquilo significava mas fiquei muito curioso para acessar, a senha era de 4 dígitos, mas eu estava decidido a descobrir.
Ao chegar em casa fui direto para meu quarto e tirei a farda, vesti um calção e calcei a chinela do homem-aranha. Ao esquentar o almoço meu pai estava completamente vestido pois já já sairia, ele é um homem muito másculo e uma figura de inspiração para mim que sou um menino, às vezes ele andava pelado em casa e eu conseguia ver sua bunda branca, redonda e esbelta com alguns pelinhos minúsculos nas bandas internas, diferente da cor dos seus braços e rosto que era queimadinho do sol pelas décadas de trabalho. Para ele isso é muito comum, até porque não faz muito tempo que nós tomávamos banho juntos, inclusive no interior é normal que os meninos fiquem pelados entre si, principalmente com um monte de irmãos. José, nome de meu pai, é o 6º irmão de um total de 11 irmãos. Mas estávamos em uma região metropolitana da capital de onde morávamos e desde muito cedo eu era envergonhado e tímido, então estava sempre vestido, em casa ficava sem camisa no máximo.
Enfim papai me chamou para almoçar, a comida estava muito gostosa, assim como o suco. Poucos minutos depois o meu pai José saiu para sua corrida e eu desfiz a mesa colocando tudo na louça. Lavei minhas mãos e corri para a sala, pois chegou a hora. Liguei a TV e percorri todos os canais até chegar naqueles de conteúdo adulto. Estava escrito “Canal de conteúdo adulto, digite o pin de 4 dígitos”, tentei algumas combinações aleatórias e não consegui, tentei sequências e também não consegui, já estava ficando triste. Porém decidi testar números repetidos, comecei com 1111, depois 2222, 3333, 444 e o controle ficando suado 5555, 6666... Até que enfim eu cheguei no 0000. A tela ficou preta e em seguida mostrou algo que eu nunca tinha visto antes, sexo explícito.
Às vezes eu ouvia no quarto da mãe e do meu pai um gemido de prazer da minha mãe, acontecia com pouca frequência durante a noite, eu já sabia o que estava rolando, nunca tive coragem de ir olhar. Mas hoje eu estava tendo contato com algo muito diferente, a euforia tomou conta de mim por conseguir descobrir a senha, ao mesmo tempo era chocante ver um homem negro musculoso enfiando o seu grande pau na vagina de uma mulher branca e loira, ambos comlpetamente lisos sem nenhum pelo no corpo, sem nenhuma peça de roupa. Então sexo era assim?
Primeiramente eu pensei que queria ser como o ator do pornô, imponente e dominador, ao mesmo tempo parecia que sentia muito prazer, então comecei a simular o que ele fazia, levei minha mão ao meu pinto que não era grande mas estava duro, punhetei no ritmo do pornô. Enquanto eu assistia notei que eu olhava bem mais para o ator e aproveitava mais quando a câmera focava no homem e não na mulher, inclusive o ator tinha uma bunda grande e carnuda. Após alguns minutos vendo o pau entrando e saindo da buceta, e aumentando o ritmo da punheta, eu atingi uma sensação de prazer imensa, nova e tão gostosa quanto assistir o pornô, a cabeça do meu pau estava vermelha e eu nunca tinha visto ela daquele jeito. Assisti mais um pouco até o homem gozar até banhar a cabeça da mulher de gozo, o que não ocorreu comigo, não saiu nada do meu pinto.
Quando de repente escuto alguém chamar meu pai no portão, me levanto rapidamente, desligo a TV, visto a cueca, o calção e a minha blusa para atender. – Já vai! – Gritei ainda dentro de casa. Pela voz parecia meu tio Marcos, quando abri a porta menor vi que na verdade era meu tio Edson. Gostava muito de Edson, ele quem me fez gostar de animes dos anos 90 e de vez em quando trazia CDs. Tio Edson é mais moreninho como eu, não tinha barriga grande, é mais baixo e 3 anos mais novo que meu pai.
De costas, Edson esperava o portão se abrir. Quando se virou em minha direção, indagou:
– É você, Gabriel? Cadê o Zé?
Pude notar que ele estava uniformizado. Usava uma calça jeans e uma blusa com a logo da empresa onde trabalhava como entregador de supermercado. – Ele saiu faz 1h, foi entregar uma encomenda, acho que já já ele volta, quer esperar?
– Certo, vou esperar um pouquinho, se ele não aparecer logo eu me mando, tá fazendo o que? – Perguntou ele entrando na porta a caminho do quintal indo falar com alguns passarinhos na gaiola enquanto eu fechava a porta de novo.
– Eu acho que ele não vai demorar não, estava indo ver TV – respondi prestando atenção no formato da sua bunda que marcava bastante na calça. Também notei que seu braço era bem forte, provavelmente do trabalho que exigia levantar e descer várias sacolas de compras pesadas. Mas a melhor parte foi notar a protuberância na região onde fica seu pênis, não parecia ser proposital e por isso era ainda mais interessante. Será que ele usava cueca? Comecei a me perguntar se era como o do filme pornô que eu tinha acabado de assistir e percebi que eu gostaria de ver a rola do meu tio Edson. Como eu faria isso? Eu vi também que ele deu uma apertada rápida no saco, claramente um costume que todos os homens da família do meu pai tem.
Meu tio deu um cuspe no chão e em seguida virou-se e veio na minha direção. Entendi que ele estava esperando eu pedir a benção. Sua mão é maior que a minha, pedi a benção. Ao segurá-la senti a pele das suas palmas grossas, bem diferente das minhas e beijei as costas da sua mão. Ele fez o mesmo, em seguida segurou minha cabeça e deu um cheiro forte no meu cabelo. Ele disse que eu estava com o mesmo cheirinho de sempre. Subimos o degrau de casa e me sentei na poltrona próxima ao sofá onde ele se sentou. Foi uma estratégia para prestar muita atenção no que meu tio tinha entre as pernas. Ele ligou a TV e ela ainda estava no canal +18, novamente solicitando o código pois eu havia desligado, Tio Edson olhou pra mim na hora e sorriu de maneira sacana mas fingiu normalidade e colocou em algum canal normal, já eu fingi que não sabia o que era e não esbocei reação.
Olhando mais atentamente eu percebi que meu tio na verdade é muito bonito, tão másculo quanto meu pai e com o corpo mais atraente que o do meu pai. Do jeito que meu tio estava sentado sua calça estava um pouco folgada na região da virilha, o que não me deixava ver o volume, ele também estava com as pernas bem abertas como um machão normalmente se comporta. Eu dava algumas olhadas rápidas para que ele não percebesse. Após alguns minutos meu tio levantou-se e foi ao banheiro da sala, escutei o mijão mas não tive coragem de ir olhar, fiquei fingindo prestar atenção na TV. Mas para minha surpresa meu tio voltou e antes de sentar no sofá ele subiu a calça um pouco o que fez o tecido ficar mais acochado bem onde eu queria olhar, dessa forma eu conseguia ver com clareza o volume que seu pênis fazia na calça. Será que ele tinha percebido meus olhares? Meu coração acelerou, senti um nervosismo pela possibilidade de estar sendo correspondido pelo meu tio Edson, eu também tive a impressão de que o volume estava aumentando, não sei mais o que era minha imaginação ou realidade. Estava vivendo sensações que nunca tinha sentido antes. Ele tirou os olhos da TV e olhou pra mim.
– O Zé foi levar encomenda pra onde? Tu sabe Bielzin? – Me encarando ele levou a mão direita para o volume e apertou um pouco como de costume.
– Só sei que é na Capital, tio, mas como ele saiu faz muito tempo ele já deve estar chegando. – Respondi depois de olhar bem na direção da mala. Eu já não estava disfarçando e meu tio provavelmente notou meu interesse.
– E cadê sua mãe? – Ele apertou a mala meia bomba.
– Tá no trabalho, só volta de noite tio – senti meu pinto ficar duro mas minha blusa estava cobrindo e por dentro eu estava muito nervoso – o senhor vai resolver algo sério ou só conversar com o pai?
– Era só conversa – disse ele levantando-se e passando no caminho mais estreito entre a poltrona e o sofá – sede medonha.
Parecia que estava esfregando na minha cara, me senti extremamente atiçado. Ninguém nunca tinha feito isso comigo antes. Ele passou lentamente de lado, pois o trajeto que ele escolheu era tão apertado que não era possível caminhar em linha reta. A mala já não estava como quando chegou, sua rola estava visivelmente fazendo uma protuberância para frente. Eu olhei como se fosse a última coisa que eu fosse ver na vida.
Ele foi em direção a cozinha e para eu continuar seguindo ele com meus olhos naturalmente tive que puxar assunto:
– O senhor quer comer alguma coisa? Já almoçou?
– Já almocei, mas o que eu queria comer não sei se você pode me ajudar – eu ia perguntar o que era mas ele completou. – Cadê os copos, não tô achando.
Achei suspeita essa dúvida dele, pois tio Edson está acostumado a vir aqui em casa e a usar as coisas da cozinha. Me levantei e fui até a cozinha. Fiquei de frente com o tio Edson e me abaixei para pegar o copo no armário, mas ao mesmo tempo olhar mais de perto para o que ele guardava dentro daquela calça apertada. Subi e levei o copo a ele.
– Pega água pro teu tio uma vezinha Biel. – Disse ele sorrindo sacanamente de canto. Essa era uma expressão facial comum da família, muito atraente também.
Passei por ele e coloquei o copo na torneira gelada do gelágua. Minha respiração estava agitada. Senti meu tio encostar seu corpo em mim, o primeiro toque foi do volume dentro da calça no meu ombro esquerdo. O tempo não parecia passar, eu estava exatamente onde queria estar.
– Nem perguntei, o senhor prefere gelada ou quente? – Fiquei imóvel.
– Tanto faz Bielzin. – Ele se curvou e tomou o copo de minha mão.
Eu senti que seus olhos estavam fixados em mim enquanto bebia sua água. Ele terminou e colocou o copo em cima do balcão da cozinha. Eu fiquei parado sem me mover, não queria tomar a iniciativa, podia ser tudo uma coincidência e na verdade meu tio estava encostando em mim sem querer. Minha falta de experiência estava me deixando com medo.
Meu tio fez uma pressão para frente e eu finalmente tive coragem, não sei quanto tempo passou, talvez 30 segundos, mas com a minha mão direita passei as costas de meus dedos no seu pacote, fingindo que estava coçando meu ombro. E senti o corpo do seu pau pela calça. Será que ele estava me testando? Esse negócio muito duro dentro da calça me deixou doido para pegar com vontade. Na mesma hora uma buzinada no portão, era meu pai que finalmente tinha chegado. Tio Edson se afastou de mim rapidamente e foi abrir o portão para meu pai entrar com a moto. Não sei se meu pai notou o volume do tio Edson e nem se deu tempo do pau dele se esconder. Mas eu voltei pro sofá da sala e fiquei vendo TV. Eles conversaram e depois o tio estava indo embora, mas antes de sair entrou na sala novamente para me dar tchau.
– Bença do tio. – Disse ele pegando minha mão, beijando e depois me agarrando me pressionando ao corpo dele. Novamente agarrou minha cabeça e deu uma cafungada no meu cabelo.
– Tchau tio Edson. – Me despedi dele carinhosamente.
No decorrer do dia não aconteceu mais nada, aproveitei pra brincar no banheiro com meu pinto quando fui tomar banho, comecei a cutucar a entrada do meu buraquinho com o dedo mas não passou disso.

Obs: No próximo capítulo Gabriel vai viver bem mais coisas pois vai ficar um dia na casa do Tio Marcos que é bem sem vergonha e tem umas brincadeiras de puxar o calção do sobrinho.

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Comentários (3)

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  • Fernandinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Maluzinharsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Boqueteiro: A história deve ser interessante, NAS 2700 PALAVRAS PARA NAO DIZER NADA?

    Responder↴ • uid:7r053wnvv1
  • Boqueteiro: A história deve ser interessante, NAS 2700 PALAVRAS PARA NAO DIZER NADA?

    Responder↴ • uid:7r053wnvv1