O que o filho safado faz embaixo da mesa enquanto o pai trabalha?
Às vezes me pego pensando em como as situações são diferentes para cada pessoa. Me pergunto o que se passa na cabeça de um filho que visita o pai no seu escritório de trabalho no meio da tarde de uma quinta-feira comum. Penso se os dois tomam um café e conversam sobre o clima e outras bobagens sadias, se combinam um almoço para o final de semana na casa da avó, se atualizam as listras de compra quinzenal.
Minha experiência é totalmente diferente.
O convite para passar o resto da tarde no escritório e acompanhar o andamento de alguns processos poderia soar banal se partisse de outro homem, porque quando é o meu pai quem convida o tom é sempre depravado e sensual.
Até tentei não me enfeitiçar pela imagem dele sentado na cadeira atrás da mesa de vidro metido no terno azul marinho e camisa clara por baixo. O rosto estava especialmente limpo, tinha me avisado que faria a barba no almoço daquele dia, mas nada tira dele o ar de pai de família que carrega orgulhoso. Sorriu quando me viu entrar e mandou fechar a porta atrás de mim. Apontou para a tela do tablet sobre a mesa avisando que estava em ligação e fingiu uma expressão tediosa.
“Não quero atrapalhar. Posso ir tomar um café lá embaixo, se você quiser privacidade, pai.” Sussurrei.
“De jeito nenhum, filho. Senta aí. Prometo que não vou demorar.”
“E se alguma coisa for confidencial?”
Vi que ele deixou o microfone em mudo na chamada para me responder.
“O que eu esconderia? Você jamais vai me atrapalhar, filho. Sossega aí.”
Ele estava mentindo, sei que algumas reuniões são intermináveis. Vi também que enquanto me mandava sentar dava uma boa mexida na mala com os dedos grossos que eu adoro quando entram em ação.
Me joguei na poltrona mais ao centro da sala, me acomodei de modo que ainda podia assistir meu pai trabalhar. O vidro da mesa transparente não é nenhum problema. Assim como o móvel, a parede lateral do escritório também é inteiramente feita em vidros. Enquanto ele trabalha e eu assisto o jeito como move as coxas na calça social ajustada ao seu corpo, a cidade corre bem abaixo dos nossos olhos.
Desvio minha atenção do interior das pernas do meu pai sorridente só para conferir a mensagem que Cael mandou naquele segundo. Diz que não vai aceitar meu vácuo como resposta, que está disposto a me caçar pela cidade, que sabe onde moro.
“Não cansou de mim?” Dígito rápido para o negro de cheiro perfeito e rola marcante. Meu pai olha suspeitando de algo.
“De você, sim. Mas é impossível cansar da sua mamada. Quero te ver.” Responde imediatamente.
Nem espera eu digitar para mandar novamente.
“QUERO TE VER AGORA!”
“Seus jogos de interesses com meu pai nem são tão importantes mais, você não tem tanto poder assim para decidir que agora é uma boa hora pra cobrar minha presença.”
Ele digita. Apaga. Digita. Apaga. Então manda uma foto. Visualização única, é claro. Está deitado numa cama enorme, um quarto lindamente decorado com todos os móveis de extremo bom gosto. Não poderia ser diferente. A luz é rica, o ambiente é meio escuro e sensual. Segura o pênis ereto com os dedos enormes ao redor da pele negra do membro. Algo me diz que uma gota estava para escorrer da cabeça exposta da rola quando fez a foto provocante.
“Tô com tesão” ele assume na mensagem.
“Adoro te ver assim.”
“Assim duro?” Ele digita.
“Necessitado.”
Sorrio e bloqueio o aparelho. Ele não precisa de mim agora, pode bater uma punheta rápida pensando na minha boca ou como sento naquela coisa enorme que ele segura apontando para cima feito uma arma. Pode lembrar de como me comeu na sala escura do cinema, por exemplo. Mas me excita as confissões de um homem nesse porte. Olho meu pai. Ele me encara, sorri encantador, mas desvia para a tela e revira os olhos deixando claro que aquela conversa vai demorar.
Só há uma coisa a ser feita.
Vou engatinhando pelo meio da sala. É fácil. Sou pequeno, meu corpo é leve, meu olhar é felino, os gestos são delicados. Meu pai analisa curioso, não emite qualquer som quando pergunta o que estou fazendo. Mando ele se calar. Vou chegando por baixo da mesa para encaixar meus ombros entre as coxas enormes e encarar seu rosto dali. De novo me devolve um desses sorrisos que me faz entender o porquê de ser apaixonado por esse homem. Estende o braço e toca meu cabelo, passeia os dedos em mim, na minha nuca, na minha bochecha, meus lábios. Me deixa beijar sua pele, brincar com seu pulso. Reclama quando mordo e encena descer um tapa no meu rosto.
“Bate mais forte” soletro silencioso.
Ele entende. Desce outro tapa no meu rosto enquanto me encara autoritário. Quando estou prestes a pedir, faz de novo. Estica bem os dedos e crava na pele delicada do meu rosto. Sente que marca minhas bochechas e como agrado me força contra o volume obviamente marcado na calça.
Cheira leve e delicioso. Está quente porque está excitado. Marca de lado, a cabeça bem exposta no tecido. Uso a boca, mordo por cima da roupa, esfrego o queixo e solto um gemido curto. Meu pai me repreende, o microfone está ativado, ele está falando qualquer coisa que ainda não me interessa.
“Tem que mandar ver nisso aí” fala para os parceiros, mas me olha sedento. “Tem que ter coragem e botar firme nessa empreitada. É duro, mas se a gente se esforçar, os resultados líquidos serão vantajosos. Acreditam em mim?”
Eu digo que sim com a cabeça e ele sorri totalmente convencido. Uso as mãos para descer o zíper, desfazer o botão, descer a calça até as coxas e cheirar a cueca recheada do meu homem. Ele se estica, pulsa a coisa dura no meu queixo e me faz cair de boca assim que boto a cueca para baixo. Engulo satisfeito, adoro o sabor do meu pai. É limpo, mas suavemente amargo como tem que ser. Os pentelhos são macios, a pele é alva e cheirosa como a minha, só um tom mais escura. A pica está coberta de veias porque está sendo bombardeada pelo tesão de ver o filho saborear cada centímetro, primeiro com a língua, depois com a garganta molhada.
Não tem pena de me foder. Ora, já fez isso tantas vezes. Segura minha cabeça com as coxas largas e usa a mão grande para guiar meus movimentos agarrado a minha nuca. Força, afunda, ocupada minha boca, não me deixa respirar, nem ele mesmo respira. Às vezes tira o pau da minha boca só para conseguir pensar melhor e formular uma frase decente, é aí que eu seguro o riso e o advogado mais sínico da cidade obtém todo sucesso. É claro que precisa de mim, porque logo depois enfia a cabeça babona da sua rola garganta a dentro e volta a dar de mamar ao próprio filho de joelhos embaixo da mesa. Quem visse de fora se estamparia com tamanha perversão.
Desliga o microfone porque necessita cuspir verdades na minha cara.
“Papai ama quando você faz isso” assume babando tesão por mim.
“Acho que te acostumo mal quando chego aqui de joelhos e te mamo no trabalho.”
“Não… Não mesmo. Isso não é um favor, é sua obrigação. Minha pica sente sua falta. Se o papai quer te dar mamar no meio da tarde, você tem que sair de onde tiver pra gastar meu tesão.”
“Mamar sua piroca é mais importante que o trabalho da faculdade, pai?”
“Engolir a vara que te colocou no mundo é mais importante que qualquer coisa, seu putinho. Só consigo pensar direito depois de sentir a cabeça roçando no seu da sua boca. Vamos ficar ricos pra caralho quando você começar a estagiar pra mim e eu poder te arrancar da sala a hora que quiser só pra colocar de joelhos e meter rola na sua garganta.”
“Vou te fazer ganhar todas as causas só na base da mamada?”
Ele ri, faz um carinho no meu rosto, brinca com meus cabelos de novos e confere se a chamada ainda estava muda. Quando me dá atenção, quase não me deixa respirar.
“Toda audiência, todo contrato, qualquer coisa que precise da minha atenção… A condição é que você fique de joelhos, desse mesmo jeitinho, me mamando enquanto faço nossa vida ficar cada vez mais confortável.”
“Seu pervertido” consigo dizer antes que ele afunde de novo meu rosto em sua virilha babada e cheirosa.
“Tá abusadinho demais pro meu gosto. Volta pra pica, que é o seu lugar. Isso, abre bem a boca pra ganhar pirocada lá no fundo da gargantinha de puta. Nem adianta tossir na pica, não vai sair daí até ganhar seu leitinho. Isso, respira fundo. Vai ganhar uma jatada tão forte de porra que não vai precisar cuspir nadinha, vai tudo direto pra sua barriguinha.”
Ele fala, eu mamo. Cada vez mais forte, botando pra ir mais fundo, apertando mais dentro da minha boca, usando melhor a língua como estímulo. Ele treme, joga a cabeça para trás, mexe as pernas, se estica inteiro e sem aviso nenhum me deixa provar do seu leite que ficou guardado quase o dia inteiro pra mim.
Não me deixa respirar, cumpre a promessa que fez seriamente enquanto me olhava, pervertido e paternal. Não tirou o pau da minha boca e toda porra desceu quente e grossa através da minha garganta. É claro que de início engasguei o suficiente para deixar o homem ainda mais satisfeito, mas depois me acostumei com o volume descendo pelas minhas entranhas. Uma golada, depois outra, mais uma, e então meu pai estava completamente dentro de mim.
“Bom garoto. Toma porra como se fosse um mingau quentinho. Que moleque sem vergonha” ele fala sorrindo, totalmente relaxado.
Quando volta para a chamada até o tom de voz está diferente. Fala com mais coerência, consegue resolver os problemas mais rápido e eu faço meu papel digno de ganhar uma estrela dourada no meio da testa. Arrumo a cueca depois de limpar toda a minha baba da rola do meu pai, subo a calça e o zíper como estava antes, afivelo o cinto caro e arrumo a camisa ao redor do torso largo. Subo dali cheirando a pica e dou alguns beijinhos no pescoço quente dele, que me mostra os arrepios e busca minha boca para um beijinho rápido sem ruídos.
Depois de ganhar leite sem desperdício algum, não foi difícil esperar aquela reunião terminar. Voltei para a poltrona e, como um bom filho que sou, fui tirando a roupa lentamente a cada palavra de despedida dele em frente ao tablet. Em minutos estava pelado, excitado e dedilhando minha entrada, pronto para ser usado.
Transamos na poltrona. Porta trancada, gemidos curtos e baixos, bombadas certeiras no meu rabo. Meu pai não precisa de capa, todas as vezes coloca no pelo, despreocupado. Lubrificante é o que mais tem sem ao alcance fácil das mãos, seja no porta-luvas dos nossos carros, no armário da cozinha ou na gaveta ao lado da mesa de vidro transparente que minutos antes guardava a imagem da nossa putaria. Bota apressado, sabe que em pouco tempo vão precisar dele em outro departamento do escritório. Me arranha nas costas enquanto me coloca de quatro e empinado, agarra meu quadril, chupa meu pescoço, morde meus ombros. Sussurra que nenhum cuzinho tem o formato do meu.
“É verdade que o rabo do filho tem o formato da vara do pai, foi feito pra dar prazer. A biologia explica isso.”
“Quem disse, pai?”
Ele gargalha e soca com força, talvez punindo minha curiosidade.
“Ninguém disse, meu safado. Mas quem vai negar que seu rabo foi feito pra levar minha rola? Olha isso. Cabe direitinho, posso colocar todinha dentro, dá pra sentir você me puxando mais com a anelzinho, me mordendo, pedindo pra socar mais.”
“É o que eu quero. Bota mais, pai.”
“Mais? O papai já tá todo dentro de você, moleque. Quer mais o quê?”
“Porra!” Falo rápido e empinado. “Ganhei na boca, agora é a vez de tomar porra no rabo.”
O homem não me promete, vai direto ao assunto. Soca forte, faz a poltrona sofrer para suportar nosso peso, ele geme alto e me aperta, gruda a barriga nas minhas costas e goza tão forte quanto da primeira vez naquela tarde. Goza rápido e abraçado ao meu corpo. Seria romântico se não fosse o “que putinho gostoso” que ele solta enquanto sente a porra molhar as próprias bolas.
Quando saímos do prédio quase anoitecendo, ninguém poderia imaginar o cheiro de sexo que deixamos dentro do escritório. Ele sorrindo, desconcertado, um pouco de medo por soltar gemidos altos demais, eu totalmente seguro da minha posição ao lado do homem imponente que é.
Faço questão de buscar a mão dele. Ele entrelaça os dedos nos meus, me puxa para mais perto. Sou filho, tenho liberdade, mas ali sou seu amante. Tanto que no carro, no estacionamento movimentado, ele busca meu beijo apressado, temendo ser visto.
“Bora pra casa, né?” presume com certa mansidão de quem gozou tudo que tinha guardado. A imagem do homem satisfeito é deliciosa de assistir.
“Você fica lindo depois que goza, pai. Sabia disso? Seu rosto fica corado, a sua boca vermelhinha, seu olhar parece até mais calmo.” solto bem baixinho.
“Tá apaixonado por mim?”
Nós dois rimos e eu chego perto, sempre correndo o risco de uma flagra.
“Impossível eu me apaixonar ainda mais pelo pai. Você é o homem da minha vida.”
“Gosto das suas declarações depois de tomar leitada. Fica todo romântico, filhote. Se continuar assim vou ter que colocar um anel nesse dedo.”
“Se demorar alguém vai colocar antes de você.”
“Entra logo nesse caro, para de bancar o maluco. Porra de alguém colocar anel no seu dedo… Agora eu vi mesmo…”
“Esqueceu que tô no meu carro? Vai na frente e me espera.” Foi minha vez de ser autoritário.
“Tem algum jeito que você espera me encontrar em casa?” Perguntou com uma safadeza fácil de ser notada.
Cheguei perto pra falar no ouvido do meu pai. O estacionamento ainda estava vazio, eu podia simplesmente cuspir as palavras mais sujas na cara dele, mas é sempre delicioso tornar a nossa rotina um segredo cheio de cobiça.
“No sofá. Me espera no sofá, pai. Tira a roupa, até a cueca, fica de quatro na beirada que eu vou chegar chupando seu rabo inteiro. Faz dias que não te dou uma boa linguada.”
“Quer afundar essa sua cara linda na minha bunda, seu safado? Desse jeito eu vou acabar querendo mais que uma linguada.”
“É só pedir com jeitinho. Pede, vai.”
Foi engraçado ver o homem se preparando na minha frente. Primeiro olhou ao redor cheio de ansiedade, parecia sentir que alguém brotaria entre nós dois de surpresa, depois umedeceu bem os lábios na intenção de parecer ainda mais bonito quando falasse, botou as duas mãos ao redor do meu corpo, na altura da minha cintura, me puxou com cuidado para não parecer íntimo demais em público, mas não segurou a vontade de encostar a boca na minha enquanto pedia:
“Deixa o pai rebolar de quatro na sua rola, meu amor? Pode linguar a vontade, mas me prometa que vai terminar socando com força. Seu paizinho tá com saudade de sentir você quentinho dentro de mim.”
Quem em sã consciência recusaria tal súplica?
Ainda mais eu, tão fraco para as safadezas com o homem que me criou.
Cheguei apressado tirando a roupa já na entrada de casa fazendo subir o cheirão do nosso sexo no escritório ainda impregnado no meu corpo, principalmente no pau e no meio das minhas coxas. O homem está exatamente como prometeu que me esperaria quando abro a porta. Sorrio, cheio de audácia, ele só olha para trás sobre os ombros, empina ainda mais o quadril, abre bem as nádegas com as duas mãos e mostra que está limpo, prontinho para o bom trato do filho.
Se estica com minha língua passeando pegajosa no meio do rabo peludo e não tem vergonha de gemer. Escuto a voz rouca pedir “isso, filho, lambe tudo! Chupa o cu do papai. Enfia a língua lá dentro, quero sentir você me foder com a boca” e depois assumir que “nossa, como você suga gostoso. Parece que tava com fome de comer meu rabo. Caralho, tô tão gostoso assim pra você gemer gemer namorando com meu cu?”
Dou um banho lá embaixo, deixo vermelho de tanto mamar na entrada que amolece com meus beijos, mas treme e pisca com a minha língua inteira enfiada. Rebola, como ele mesmo falou que faria, e sem aviso, só com cuspidas, soco meu pau no ponto de doer de tão duro.
Sei bombar do jeito que não rasga meu pai, tando que ele relaxa e deixa o rosto cair no sofá enquanto o quadril no alto me serve uma visão perfeita. A gozo vem quando vira o rosto de lado e geme um “eu te amo” molhado, cheio de adoração pelo que somos juntos. E cansados do dia cheio de putaria, deitamos cheirosos depois do banho. Nós dois sentimentos o que cada um fez no rabo do outro e sorrimos quando lembramos que essa cidade sentiu nosso cheiro.
“Tem uma coisa que te deixa insaciável, pai.”
Ele me abraça, cheira meu pescoço, entrelaça nossas coxas e suspira pesado, sonolento.
“É o tesão de saber que meu filho serve o meu melhor sexo. Só nos meus sonhos isso seria verdade.”
“Sou melhor que os seus sonhos, pai” brinquei.
O que falei pareceu ousado e bonito, porque meu homem levantou o rosto para me olhar e desceu nos meus lábios aquele beijo que não termina nunca.
Nem sei quando desejamos ao outro uma boa noite de sono, porque adormecemos entre os carinhos. Isso é o que acontece quando se está nos braços do único homem capaz de amar você profundamente e desejar seu corpo abusado até o último centímetro.
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