#Grupal #Incesto #Teen

Duas novinhas me ensinaram tudo na cama

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Paivertido

Pensei que aquele fim de semana seria para dar uma lição na Clarinha e na sua amiga, mas as duas me deram uma aula na cama.

Depois de comer a sua amiga, era a vez de dar atenção à minha filha. E acho que a Clarinha parecia mais enciumada que da outra vez. Ela quicava no meu colo, enquanto chupava a minha língua. E não saiu de cima do meu pau até que a fizesse gozar... uma, duas e, nossa, uma terceira vez! Até parecia uma menina embirrada, por ter de emprestar seu brinquedo à amiga. Caralho, deixei a bucetinha dela vermelhinha, de tanto meter.

Depois, fomos tomar uma ducha, e as duas não me largavam, mesmo debaixo do chuveiro. Eu beijava uma, enquanto fodia o cuzinho da outra com o dedo. E com o cuzinho coçando, a Bia queria que eu metesse por trás, só por ter atiçado o seu anelzinho. Se nunca provou, não há nada melhor do que um bom anal debaixo do chuveiro... e com duas meninas novinhas, melhor ainda.

As duas se beijavam enquanto se dedavam debaixo do chuveiro. E ao mesmo tempo eu continuava penetrando a Bia por trás, fazendo com ela o que tanto gostava de fazer com a Clarinha. Mas a sua amiga parecia insaciável, e ainda me puxava com a mão na minha bunda, pra ter mais do meu pau dentro do seu cuzinho.

Ainda bem que não deu tempo de gozar, porque a minha filha também quis o mesmo tratamento, e já tava me oferecendo o rabinho. Havia uma urgência, e tudo o que fazia com uma, tinha que dar conta e fazer com a outra também. E se beijasse uma, logo acabávamos num beijo a três, com as duas disputando a minha língua.

Cheguei até a pensar que havia uma certa disputazinha entre as duas, mas assim que saímos do banho, elas me levaram pro quarto da Clarinha. Eu adorava comer a minha filha na sua cama, sempre que ela voltava da escola, e ainda estava com o uniforme escolar.

Mas aquele dia, as duas amigas resolveram me mostrar o que gostavam de fazer uma com a outra.

"Vem, com a gente!", a Bia disse, pegando minha mão e me levando para o quarto da Clarinha, que nos olhava, virando-se para trás, com uma cara de muleca. E isso despertou outros pensamentos. Primeiro, eu não sabia o que as duas estavam tramando, mas estava completamente entregue ao que quisessem fazer comigo.

Minha filha então deitou na sua cama, com as pernas bem abertas, e sua amiga deitou sobre ela, mas ao contrário. Então, as duas começaram um lindo meia-nove, bem ali na minha frente.

Com a bundinha empinada e a bucetinha na cara da amiga, a Bia se contorcia toda de prazer, fazendo o mesmo e chupando a Clarinha. E a minha filha, não satisfeita, metia o dedo no cuzinho dela, me enchendo de tesão com o showzinho das duas.

Imagino que era disso que elas mais tinham saudade, desde que deixaram de estudar na mesma escola. Ali sentado na beira da cama, eu me masturbava, já de novo de pau duro. Era difícil ficar apenas assistindo, mas eu sabia que elas estavam era mexendo comigo, pra me deixar louco mesmo.

"Tá gostando, tio Carlos?", a Bia levantou a cabeça por um instante.

Seus lábios brilhavam com o gozo da minha filha, que ela tanto se dedicou a lamber e chupar, e me sorria. Então, ela baixou os olhos pro meu pau e não se conteve. Com uma das mãos ela fodia a bucetinha da Clarinha, metendo o dedo todinho. Então, com a outra mão, ela pegou no meu pau e começou a bater uma punhetinha. Até que meteu na boca e começou a me chupar.

"Quer dizer que as duas faziam isso no banheiro da escola?", eu perguntava à loirinha, com meu pau na boca.

"Só pra matar o tempo!"

"No meu tempo se matava era aula", eu brincava.

"Hoje em dia a gente tem mais tempo."

"E nunca teve um professor envolvido?", ela levantou a cabeça por um instante do meu pau.

"Não... uma pena. Especialmente se tivesse um gostoso como você, tio Carlos."

"Nessa época vocês eram muito novinhas...", eu acariciava o seu cabelo enquanto ela voltava chupar a Clarinha.

É excitante imaginar como essas meninas começam cada vez mais cedo a descobrir o prazer. Ainda em tenra idade, elas começam a dar os primeiros passos, ou com uma amiguinha ou com uma priminha ou irmãzinha. Imagine sua filhinha correndo só de calcinha cor de rosa pelo quintal, brincando com a filha da vizinha. E em algum momento, talvez tomando banho juntas ou numa noite, numa festa do pijama, elas vão experimentar pela primeira vez o gosto da bucetinha uma da outra. Em pensar que isso pode estar acontecendo nesse instante, no quarto alo lado, enquanto você pensa que estão dormindo feito anjinhos.

E o que é mais louco: hoje em dia isso também pode envolver uma webcam ou celular. De repente, no meio da tarde, você se depara com sua filhinha, que outro dia trocava a dentição de leite. E agora ela se masturba completam ente nua em sua cama de lençóis cor de rosa de princesa.

Do outro lado da tela, uma outra menina, não muito mais velha, ou da mesma idade, e com toda a curiosidade do mundo em descobrir o prazer e sem a menor vergonha em se mostrar. Cada uma se masturbando, uma pra outra ver: a coisa mais linda do mundo.

"Vai ficar ai só olhando, seu bobo?", a amiga da minha filha mexia comigo, olhando a minha ereção.

Subindo na cama da minha filha, eu me posicionei atrás da sua amiga. E enquanto a Clarinha lambia e chupava a sua bucetinha, eu abri bem a sua bundinha e comecei a lamber o seu cuzinho. A menina se contorcia de prazer, as duas ainda continuando o seu lindo meia-nove. Mas acho que se tem uma coisa ainda melhor só que lamber uma bucetinha, é fazer isso com um pauzão todo metido nela... e isso a Clarinha adorou!

Enquanto minha filha lambia o grelinho da sua amiga, eu metia devagar e penetrava aquela rachinha molhada sem nenhuma resistência. Aos poucos fui deslizando para dentro e para fora, segurando a sua cinturinha fininha e fazendo a loirinha gemer. E, pelo barulho de chupetinha que meu pau fazia, ela tava muito molhada mesmo!

A Clarinha lambia tudinho avidamente, e, por vezes, com a sua boquinha entreaberta, eu acabava errando a direção e lá estava a minha filha me chupando, limpando o meu pau todinho do gozo da sua amiga. Aquilo continuou por mais alguns minutos, eu metia na Bia, e a Clarinha me chupava. Até que não aguentei mais e enchia loirinho do que ela tanto queria.

A sua bucetinha se comprimia em volta do meu pau, apertando e tornando o meu gozo ainda mais intenso, misturado ao seu próprio orgasmo. Então, depois de uma série de estocadas, metendo até onde dava, quando tirei meu pau, aquele filete dourado de porra começou a escorrer dela. E a Clarinha não perdeu tempo e já estava coma língua estendida, pronta pra lamber e chupar tudinho.

Depois eu me deitei ao lado das duas e ficamos ali trocando carícias, todos coladinhos. A Bia me perguntava se eu nunca tive uma fantasia como aquela.

"Nunca sonhou comer a sua filha desse jeito?", ela me sorria, com aquela sua cara de safadinha.

"Uma coisa dessas, meu anjo", eu lhe dizia. "Por mais que sonhe, um pai jamais ousa admitir. Mas lá no fundo acho que todos têm a mesma fantasia!"

"O meu pai também", ela me confidenciava. "Mas esse não era um sonho dele. Primeiro foi um sonho meu...", eu ouvia atento ela contar das suas fantasias de menina pervertida. "Eu sonhava ele me comer desde novinha!"

Imagino o quão novinha ela devia ser quando começou a fantasiar com o pauzão do seu pai entrando nela. Mas, aquela noite, quando fomos pra minha cama, eu pude fazer uma descoberta que me deu uma pista do apetite tão aguçado da amiga da minha filha por sexo.

Na minha cama king size eu tinha minhas duas meninas comigo, cada uma de um lado. A Clarinha eu já conhecia bem, quero dizer, cada milímetro do seu corpinho adolescente. Mas a sua amiga era novidade que eu comecei a explorar.

Com as pernas bem abertas, ela se deixava tocar e provar o quanto eu quisesse. Podia realmente sentir o gosto dela, sentir os lábios internos da sua bucetinha com a língua e tentar enterrar o rosto naquela região carnuda...

Deitada de costas, com as pernas pendendo para fora da borda; só então consegui enterrar o rosto na intimidade dela. A primeira coisa que fiz foi usar a língua para encontrar o seu clitóris. Era meio pequeno (afinal, eu sabia qual o tamanho normal do clitóris de uma garota de 14 anos. Eu tenho uma na minha cama toda noite!). E estava bem duro, muito excitado — a ereçãozinha da amiga da minha filha era linda! Mas a outra coisa que eu notei foi que o clitóris dela fica meio baixo na buceta. E, pela minha experiência com mulheres, isso significa que ele recebe bastante contato, o que isso indica uma garota que tem um enorme estímulo clitorial.

Tentei enfiar minha língua bem fundo, para realmente penetrar a buceta dela e lhe dar um pouco mais de prazer, usando a língua. Tentei várias vezes, mas não consegui penetrar aquela buceta linda tanto quanto queria. Então, em vez disso, envolvi com os lábios o botãozinho duro do clitóris dela e chupei; banhei-a com a língua, chupei e banhei, e dei leves mordiscadas — apertando-o gentilmente com os dentes, para depois rodopiar a língua ao redor dele novamente.

"Ai, tio Carlos... isso é tão bom! Nenhum cara jamais chupou a minha buceta desse jeito!", ela se derretia toda.

"Meu pai adora chupar!", a Clarinha se gabava dos meus dotes com a língua.

"Acho que ele merece o mesmo da gente, né?", sua amiga voltava a pegar no meu pau.

E então, antes que pudesse me dar conta, as duas começaram a se revezar, me chupando e me dando um boquete inesquecível, cada uma de um lado. Uma hora, uma segurava o meu pau, deixando a outra se divertir, ou então elas ficavam disputando, com a lingüinha de fora, lambendo a cabeça do meu pau, até que a Bia, a mais afoita, o abocanhava e queria engolir tudo de uma vez.

Era o sonho de todo pai, duas novinhas nuzinhas na minha cama, querendo o que toda menina devia tomar antes de dormir... um pouco de leite quentinho. E então, quando elas conseguiram isso de mim, foi lindo vê-las de boquinha aberta, esperando cada uma um pouco do meu gozo. No final, a Bia deu uma última chupada, em busca do que sobrara, e deixando o meu pau limpinho.

Geralmente, depois que a Clarinha faz isso, nós pegamos no sono e dormimos de conchinha. Mas aquela noite, com as duas atiçadas e o cheiro de sexo ainda impregnado nos lençóis, foi difícil dormir. Primeiro uma, depois a outra, elas ainda vieram algumas vezes subir em cima de mim, em busca do meu pau. E mesmo já tendo tirado cada gota de porra do meu pau, a Bia não se cansava e queria um pouco mais.

Deixe-me descrever uma das muitas vezes em que eu acabei acordando de madrugada com ela em cima de mim. Ao lado, a Clarinha dormia profundamente, depois da última vez que eu gozei dentro dela. Enquanto isso, sua amiga já estava de novo cavalgando o meu pau.

Ela apoiava as mãos nos meus ombros e começava a cavalgar de novo. Seus quadris se movem sem parar, num ritmo de vai e vem, àquela altura ela mesma se fodendo, apenas com a ajuda do meu pau. Ela se abaixa um pouco, me beija, com a sua língua na minha boca, depois volta à carga, friccionando freneticamente sua virilha contra a minha ereção.

Mas, bem quando pega o ritmo, ela pára e se levanta do meu pau. Ela fica de ladinho, com a perna levantada, como que me dizendo: "Agora por trás!" Eu não podia recusar aquela bundinha linda virada pra mim.

Eu abro aquelas coxas jovens e esguias e puxo o seu corpo contra o meu, pra meter no seu cuzinho, como ela queria. E, com a mesma facilidade com que meu pau entra pela frente, por trás ele desliza fácil pelo seu corpo franzino, mas quer já parece acostumado à grossura e ao tamanho de um pau de adulto dentro dela

E no meio daquele anal delicioso, ela pega minhas duas mãos e me faz abraçá-la, querendo que eu aperte os seus peitinhos enquanto estou dentro dela. Não satisfeita em ser penetrada, a safadinha rebola sua bundinha só de provocação, me fazendo segurá-la pela cintura pra enfiar tudo. E nisso ela me puxa ainda mais para dentro dela e começa a me dizer, quase num sussurro sibilante:

"Ai, papai, é tão bom gozar no seu pau!", ela gemia sem parar.

Depois, se vira, sobe em cima de mim de novo e cai por sobre o meu peito, me enchendo de beijos, enquanto eu a encho de porra... ao menos do que me restou.

Eu olhava pra ela, tomado do mesmo amor que teria, fodendo a minha própria filha. Ela tinha os olhos fechados, numa expressão de sonho, enquanto se deixava penetrar. E, como uma menina que era, no seu momento de um prazer intenso parecia evocar onde tudo começou, quando pela primeira vez desejou seu pai.

No dia seguinte eu tava um bagaço. Ao acordar pela manhã, ouvi risadinhas e gargalhadas vindo da cozinha; levantei e fui até lá para ver o motivo de tanta farra. E ao chegar lá, fiquei parado, chocado, sem acreditar no que via. Eu observava de pau duro a Bia e a Clarinha sentadas nas cadeiras da cozinha, ambas enfiando e tirando uma cenoura da buceta uma da outra, como se fosse um vibrador. Pela respiração delas, dava pra perceber o quanto aquilo era prazeroso, e pareciam estar prestes a gozar.

Eu me detive por um instante, com um olhar de descrença diante da cena mais louca e excitante que já tinha visto.

"Vocês estão se divertindo ou estão comendo alguma coisa?"

"As duas coisas!", elas responderam juntas, com uma risadinha.

Eu não me aguentava de tesão vendo aquilo. Então as garotas viravam a cabeça na minha direção e abriram um sorriso travesso.

"Eu vi isso num vídeo na internet", disse a Bia.

As duas garotas continuavam enfiando e tirando as cenouras de suas bucetas, sem se importar comigo.

"Talvez tenha que comprar uns brinquedinhos pra vocês, meninas", eu cheguei bem perto delas.

A Clarinha gritou:

"Eu quero um pau de borracha!"

"E eu, um par de algemas!", a Bia completou.

Balancei a cabeça, novamente surpreso com a minha filha. Eu notava que ela estava se tornando uma ninfomaníaca, como a sua amiga, e a sua linguagem estava ficando cada vez mais obscena. Há algo especial em uma garota novinha pedindo um brinquedo sexual ou dizendo pra você comê-la desse ou daquele jeito. Ouvi-las implorando para serem fodidas deixaria qualquer homem excitado. Mas vê-las se comendo atiçou de novo o fogo em mim... e aquilo me deu uma ideia

A Bia então me sorriu, ao tirar a cenoura da bucetinha da minha filha, me oferecendo alegremente:

"Também quer cenoura no café da manhã?"

"Claro!", e dei uma lambidinha na ponta, até começar a chupar, sorvendo os fluídos de prazer da Clarinha. "Mas por que vocês não vão se vestir pra sairmos e comer alguma coisa?", eu disse a elas.

"Boa ideia, precisamos de umas coisinhas!", disse Bia.

Depois eu conto com foi o meu sábado com duas garotas novinhas e cheias de idéias... mas eu tive a melhor delas...

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