Sou deficiente...cadeirante....mas adoro foder
**Jeane**
Meu nome é Lane.
Eu sou cadeirante. Nasci com uma deficiência que limitou meus movimentos nas pernas. Com o tempo a mobilidade ficou ainda mais reduzida e hoje dependo da cadeira para quase tudo. Muita gente olha e já assume que minha vida sexual acabou, ou que nunca existiu de verdade. Estão errados.
Quanto mais o tempo passa, mais tesão eu sinto. Meu corpo inteiro pede. Eu gosto de chupar caralho até o fundo, gosto de engolir esperma, gosto de dar a buceta e, principalmente, gosto de dar o cu. Meu cu é apertado e eu grito quando metem com força, mas eu mando meter mais forte ainda.
Durante muito tempo foi difícil. Difícil sair, difícil conhecer gente, difícil fazer amizade que fosse além da pena. Eu achava que ia ficar jogada, só observando a vida dos outros. Foi quando comecei a procurar pessoas com os mesmos interesses que eu. Criei um perfil com sinceridade: cadeirante, gosto de sexo forte, gosto de dominar e de ser dominada, gosto de anal, de engolir, de ser usada.
A surpresa foi grande. Em pouco tempo começaram a aparecer mensagens. Muitos homens casados, alguns com fetiche específico por mulheres com deficiência, outros simplesmente atraídos pela forma como eu falo e pelo que eu mostro. Eu escolho com cuidado, mas escolho. Para me achar no google, procure por Lane conto anal e entre nos primeiros resultados.
O homem das fotos e do GIF é um deles. Casado, moreno, corpo peludo, pau grosso. A gente se encontrou num motel. Eu cheguei de cadeira, ele me ajudou a subir na cama. Eu estava de lingerie rosa, meia-arrastão, o cabelo curto. Ele já estava duro só de me ver.
Eu pedi para ele deitar e subi em cima. Comecei chupando. Eu tenho habilidade com a boca. Gosto de sentir o pau inchando na língua, gosto de ir fundo até quase engasgar, gosto de babar e deixar escorrendo. Ele segurava minha cabeça e gemia. Eu parava só para falar:
— Gosta de ver uma cadeirante engolindo seu pau, né? Fala.
Ele falava. Eu continuava.
Depois eu pedi para ele me virar. Ficava de quatro como conseguia, apoiada nos braços. Ele enfiou na buceta primeiro. Quente, molhada, apertada. Eu gemia alto e mandava:
— Mete mais forte. Eu não sou de porcelana.
Ele meteu. Depois tirou e encostou no cu. Eu olhei por cima do ombro:
— Enfia. Sem medo. Eu gosto de sentir rasgando.
Ele empurrou. O pau grosso abriu meu cu devagar. Eu gritei, mas não pedi para parar. Pelo contrário:
— Isso… mais fundo… soca esse cu, porra.
Ele segurou minha cintura e começou a meter com força. Eu gritava, xingava, pedia mais. Em alguns momentos eu dominava com a voz, mandando o ritmo. Em outros eu só recebia, gemendo com a cara enterrada no travesseiro.
Ele gozou dentro do meu cu. Eu pedi para ele tirar e colocar na minha boca. Engoli o que sobrou.
Depois ficamos quietos um tempo. Eu no colo dele, ainda ofegante. Ele acariciava meu cabelo e eu já pensava no próximo encontro.
Eu sou a Lane.
Cadeirante.
Tarada.
E cada vez mais.
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Comentários (3)
Sonhador: Quase namorei uma cadeirante, adorava chupar e fuder. Hj me arrependo de não ter ficado com ela. São tão putas como qualquer outra mulher
Responder↴ • uid:8k4je33xijT TheLuas59: É isso o importante é gozar T TheLuas59
• uid:1cnczb3o8b4tDesejo louco: Delícia de conto
Responder↴ • uid:va699bl8z6g