#Assédio #Estupro #Grupal #Sado

O outro lado

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Tika

Sobrevivi a um estupro coletivo brutal focando na autopreservação. Diante do trauma a terapia, finalmente, me libertou do silêncio

O ano 2000 não acabou para o resto do mundo, mas para mim e minha amiga foi o apocalipse. Acho que a ferida foi parcialmente curada, mas a cicatriz permanece. Sei que este site é de contos eróticos e acho que se você gosta de violência sexual, vai encontrar aqui, porém também tem um outro lado.

Estou escrevendo para mostrar o que sofri na pele e não é fácil fazer isso. Só consigo por dois motivos: primeiro porque fazem vinte e seis anos que aconteceu; segundo porque mesmo tendo vivido toda esta experiência ruim, depois de anos de terapia, tenho uma vida sexual ativa e posso dizer que sou liberal, mas antes que você me entenda mal, claro que eu guardo rancor dos animais que fizeram isso comigo e com minha amiga.

Só agora sinto que estou preparada para contar e certamente para mim será um alívio, colocar tudo para fora, de acordo com as minhas lembranças que ficaram impressas na minha alma.

Eu tinha 18 anos e minha amiga 19 anos. Vou chama-la de Cris, para não revelar seu verdadeiro nome por motivos óbvios. Vivíamos numa cidade pequena do interior, éramos de classe média. Ela de cabelo escuro, eu loiro, bonitas, belos corpos, brincávamos entre nós que éramos as panteras, por causa de um seriado antigo.

Embora fossemos do interior, tudo acontecia na base da confiança e por isso não tínhamos muita vigilância das nossas famílias. Cris perdeu a virgindade aos 16 e eu aos 17, mas nunca contamos aos nossos pais. Eu sempre fui tímida, já ela era atirada e por vezes meio inconsequente.

Como já escrevi, o fato ocorreu no ano 2000. Meu namorado quis terminar um relacionamento porque sairia da cidade e isto me entristeceu muito. Cris quis levantar meu moral e decidimos ir ao famoso rodeio de Barretos, já que morávamos em uma cidade próxima e assim pediu o carro velho do pai para podermos ir.

O plano feito por ela era: sair na sexta-feira à tarde, pegar a estrada vicinal de terra, chegar em Barretos, ir para o hotel, se trocar e aproveitar a sexta, sábado e domingo, voltando somente na segunda pela manhã. Naquela época não tinham celulares porque a região não tinha sinal.

Estava calor naquela tarde e fomos, digamos, mais à vontade, com vestidos curtos e leves, afinal éramos jovens e como toda mulher queríamos chamar a atenção. Quero frisar que não estávamos vestidas como mulheres querendo caçar homens, e nem era esse o nosso objetivo, mas provocar acredito que sim.

Acabamos nos atrasando e saímos por volta das quatro horas da tarde. Tudo bem que não era tão longe e estávamos ansiosas. No carro, lembro de trocarmos ideias. Ambas queriam encontrar o príncipe encantado que iria nos tirar da nossa pacata cidade e ao lado dele conheceríamos o mundo, faríamos sexo todos os dias, teríamos filhos e viveríamos felizes. Isso acho que mostra bem a ingenuidade das duas moças do interior.

Havíamos acabado de passar por uma placa de divisa de municípios e o carro começou a soltar fumaça e tivemos que parar. Claro que bateu um desespero, duas jovens no meio do nada com o carro quebrado numa estrada que quase não passa outros automóveis.

Esperamos um bom tempo e a preocupação é que estava começando a escurecer e eis que surge um carro, acho que é um furgão, aquele que tem uma entrada pela lateral. Nós estávamos fora do carro e quando nos viram pararam. Desceram três rapazes e vieram nos ajudar.

Embora não parecessem ameaçadores tive um pouco de medo. Já Cris parecia mais solta. Eles viram e diagnosticaram como um furo na mangueira do radiador e eles aconselharam que era perigoso danificar o motor do carro. O correto era guinchar o veículo e levar para uma oficina, já que não havia postos de gasolina naquela estrada.

Ou seja, estávamos ferradas. Os rapazes se reuniram, conversaram entre si, enquanto eu e a Cris também trocamos ideia. A danada parecia não estar preocupada com o carro. Ela comentava da beleza de um dos rapazes, o que mais nos orientou, dizendo que era o seu príncipe.

Achei estranho eles se reunirem. Estava na cara que a gente precisava de ajuda e precisava sair dali. Eu não queria passar a noite naquele lugar. Enfim, o rapaz se propôs a nos dar uma carona e disse que conhecia um mecânico que morava no caminho. Poderíamos passar lá, avisá-lo, para que providenciasse o material necessário e de lá seguiríamos para Barretos, onde nos deixariam. Não tínhamos outra escolha e aceitamos.

Pegamos nossas malas e os rapazes, gentilmente, as carregaram. Entramos pela porta lateral do furgão com um deles, enquanto os outros dois foram na frente. Para mim, os minutos iniciais foram tensos, mas o rapaz com quem conversávamos parecia ser boa gente e isto foi me acalmando.

Sem poder ver direito onde estávamos indo, percebi que saímos da estrada e perguntei onde estávamos indo. A resposta foi tranquila do rapaz: para a casa do mecânico. Eu comecei a me apavorar, pois sair da estrada podia ser um péssimo sinal, como acabou sendo.

Andamos por vários minutos numa estrada esburacada. O pouco que eu conseguia ver era mato dos dois lados e já era quase noite. Chegamos a um portão de madeira, um rapaz desceu para abrir e entramos com o carro numa espécie de sítio. Mais dois homens surgiram na porta e eu não gostei, pressentindo que algo estava errado. Olhei assustada para Cris, que só tinha olhos para o rapaz que continuava a falar com ela.

Um dos rapazes desceu do carro e foi conversar com os homens na casa. Logo vieram em direção ao furgão e abriram a porta pedindo que descêssemos. Um deles disse:

- Bem-vindas gatinhas.... Barretos né.... Hoje vocês vão montar bem gostoso.

Claro que percebi a insinuação e gritei para Cris sair correndo, mas ela não se mexeu, somente eu corri em direção à porteira, mas fui logo alcançada e passei a gritar desesperadamente, sendo levada à presença do homem, que certamente, comandava aquilo. Gritando comigo disse:

- Pode espernear à vontade aqui. Ninguém vai te escutar. Agora, você vai escolher: ou vai fazer por bem ou vai fazer por mal.

Praticamente fui arrastada para dentro da casa, enquanto a Cris entrou por vontade própria. Isso me chamou a atenção, porém percebi que ela não me parecia normal, estava sem reação. Ali escutei um barulho de moto e notei que um dos homens não estava mais presente. Ele provavelmente havia saído.

Estávamos numa sala e ordenaram que a gente se sentasse no sofá. Começaram a fazer um monte de perguntas e depois começaram a conversar entre si, rindo, dizendo que existem coisas que eles iriam fazer que nos dariam satisfação e começaram a fazer insinuações, falar de posições sexuais e aí, quem passa por isso, sabe o trauma que é.

Ficamos ali, impotentes, só ouvindo e esperando o pior. Comecei a chorar e isso parece que deu mais motivação para eles. Cris não se mexia, apenas olhava para mim e seu olhar era meio perdido, como se me pedisse ajuda.

Escutei o barulho da moto novamente. O rapaz entra com três garrafas de bebida coloca na mesa, juntamente com um pacote de camisinhas e um tubo, que depois vi que era aquele lubrificante KY.

Pegaram copos, o líder se sentou à mesa e nos forçaram a beber. Era pinga. Nós não bebíamos e logo comecei a me sentir estranha. O líder falou para Cris ir sentar no colo dele, porém ela não se mexeu. O cara que ela gostou veio até ela, pegou em sua mão, e a conduziu para que sentasse no colo do líder. Este começou a alisar suas coxas, enquanto Cris, se contorcia. Até que enfim, ela conseguiu reagir, pensei.

- Para de se mexer ou te arrebento de porrada. – disse o líder.

Com medo, Cris parou e ele começou a se aproveitar dela, até que ordenou que nós duas tirássemos as roupas. Eu relutei, pedindo para ele não fazer isso e o cara grande veio para o meu lado. Fiquei olhando para ele e entendi o recado. Tiramos os vestidos e ficamos de calcinha e sutiã.

- Eu mandei tirar toda a roupa. – Gritou o líder.

Com muita vergonha fui tirando e ficamos peladas. Nós nos conhecíamos, mas ficar frente a frente com vários homens e sabendo o que vai acontecer faz com que passe na sua cabeça um turbilhão de pensamentos. Passados alguns instantes em que me acalmei, pensei somente em uma coisa: sobreviver.

Nos fizeram tomar mais pinga e depois sentar no colo de cada um, que se aproveitavam de nós, manipulando nossos seios, passando a mão nas coxas, alisando nossas bucetas, que tínhamos que nos comportar e aceitar, pois não tinha o que fazer.

Depois mandaram que eu e Cris dançássemos, nos esfregando uma na outra e que nos beijássemos na boca. Eu estava tonta e acredito que Cris também. O começo foi difícil, mas acabamos fazendo isso, enquanto eles tiravam a roupa e eu comecei a tremer de medo.

Fizeram um círculo ao nosso redor e mandaram nos ajoelhar. O líder me pegou pelos cabelos e esfregou seu pinto no meu rosto, mandando eu chupar direitinho. Enquanto eu tentava ganhar tempo, vi o grandão pegar a Cris, também pelos cabelos e colocar a boca dela no pinto dele. Fiquei assustada com a violência e passei a chupar o líder.

Eles passaram a judiar da gente, fazendo-nos engasgar. Eu quase vomitei, não sei se pelo álcool ou pela situação. Alguns, para o riso geral, batiam nos nossos rostos e gritavam, mandando chupar e nos chamando de putas.

Fomos levadas a um quarto grande com uma cama de casal e trouxeram algumas cadeiras. O líder disse a um deles que pegasse a Cris. Era um cara alto, barbudo. Ele praticamente empurrou a Cris para a cama e deitou-se em cima dela. Cris tentava resistir, mas era presa fácil. Dois rapazes seguraram suas pernas bem abertas e o barbudo a penetrou, de uma vez, com força.

Cris gritou, para o delírio dos demais homens, acho que para a sorte dela, o cara gozou logo. Foi aí que o líder olhou para mim e eu gelei. Toda mulher quer ser desejada, mas juro que naquele momento eu queria ser extremamente desinteressante, mas sabia que não era, pelo contrário, meu corpo era de adolescente, peitos pequenos, coxas grossas, bunda bonita, quadris não muito largos, o próprio líder disse:

- Agora vou comer a bucetinha dessa adolescente.

Ele olhou para cama enquanto rapazes tiravam Cris dali e começavam a se aproveitar dela como abutres em uma carcaça. Ela pedia para eles pararem, mas eram várias mãos apertando seus seios, suas pernas até que um deles a pegou por trás e começou a penetrá-la e Cris começou a gritar e espernear.

Lembro do rosto do líder, olhos frios, dentes cerrados. Fechei meus olhos e achei que devia deixar acontecer. Ele abriu minhas pernas, me puxou para a beirada da cama. Senti a ponta de seu pinto na entrada da minha buceta, até que me penetrou. Me contraí gritando, num misto de desespero e dor.

Ele prosseguiu, sem se importar com o que eu estava sentindo. Enfiava e tirava com força, até que a dor física diminuiu, mas a psicológica era muito grande. Ele terminou o serviço e me liberou como se eu fosse propriedade dele.

Quase uma competição ocorreu no quarto, já que os três vieram sedentos em minha direção, mas o grandão afastou os demais. Me colocou de quatro e penetrou. Vi estrelas. O seu pinto era o maior de todos ali. Eu tentava fugir, mas ele me segurou pela cintura, praticamente me imobilizando. Eu gemia pois parecia que estava me queimando por dentro.

Mais uma vez a dor foi se acalmando e comecei a perceber algo estranho. Eu estava ficando molhada, ou seja, minha vagina estava apresentando sinais de lubrificação. Isto me deixou confusa, porque eu não queria e nem estava gostando de ser penetrada.

É algo totalmente ambíguo. Teu corpo reagir de uma forma que você não espera. Comecei a sentir que viria um orgasmo, tentei desviar meus pensamentos, mas não consegui controlar. A descarga veio forte junto com meu gemido. Foi alto que todos no quarto pararam para me observar enquanto o grandão continuava a me comer. Ouvia os risos e grosserias, parabenizando o grandão que me fez gozar.

Depois que fiz terapia entendi que isso foi uma reação fisiológica do corpo, mas durante um tempo eu me culpava pelo que aconteceu.

O grandão ficou me comendo até gozar e mal ele desengatou, outro cara me quis. O rapaz que Cris havia gostado. Me fez sentar no seu pinto e cavalgar. Cris me olhava com desespero, já que o cara que estava comendo ela em pé não gozava. Se via que ela estava cansada.

Tive que montar e ser acariciada nos peitos, pelo menos ele não era tão agressivo, mas mesmo assim eu não tinha nenhuma vontade de dar. Vi Cris se sentar o rapaz havia gozado e ela ficou nos olhando, completamente perdida. Até que o rapaz gozou também e pude descansar um pouco.

Vieram com mais pinga para que tomássemos. Pedi para não beber, afinal estávamos colaborando e pela primeira vez eles aceitaram algo que eu disse. Não sei quanto tempo se passou, mas o menos violento e que era o mais jovem, talvez da nossa idade, quis a Cris e ela montou nele também.

Mais uma vez como expectadora fui obrigada a ver aquela situação. Outro cara se aproximou dela e ficou apertando seus seios. Ela já não conseguia reagir e acho que estava como pensando como eu, ou seja, deixa a coisa acontecer.

Quando o rapaz gozou, nos levaram para a sala novamente. Começaram a jogar baralho, todos nus. Eu e Cris sentamos no sofá e ficamos nos olhando, com cara de choro. Sabíamos que iríamos ficar à disposição da vontade deles, mas até quando? Já tinham nos comido. O que fariam conosco? Essas eram as perguntas que me davam medo.

Acho que umas duas horas depois, eles cochicharam por uns instantes e um deles veio na direção da Cris e a pegou pelo braço, ela relutou em ir e enfiaram pinga goela abaixo dela, que acabou engasgando. Praticamente arrastada por três homens a levaram para o quarto.

Escutei Cris gritar e fiz menção de me levantar, mas o grandão me intimidou. Eu não queria tomar mais pinga. Os gritos de Cris aumentaram e consegui ouvir ela pedir para tirar que estava doendo. Eu ainda estava um pouco tonta e não tinha ligado os fatos.

O líder tinha me visto tentar levantar, veio até a minha direção e disse que iria satisfazer a minha curiosidade. Me levou ao quarto e vi Cris de quatro, levando pinto da bunda. O cara dizia para ela aguentar, que tinha passado lubrificante e que era para calar a boca. Cris chorava.

O rapaz goza e em seguida o outro se apresenta para tomar o seu lugar. Eu estava com dó de Cris e imaginava o que ela estava sentindo. Ela chorava, mas não gritava mais. O líder fez um sinal e o grandão veio com um copo de pinga para mim. Olhei para o líder e disse que não queria, mas tive que tomar e engasguei também, quase jogando o copo inteiro fora. Pegou outra dose e me forçou a tomar.

Olhando fixamente no meu rosto, o líder disse que eu seria a próxima, mas se eu fosse boazinha ele também seria bonzinho. Amedrontada com tudo o que tinha visto, pois nunca tinha feito sexo anal e sabia que era dolorido, fiz um sim com a cabeça. Ele disse que bom eu cooperar.

Assim que terminaram com a Cris, a colocaram numa cadeira e vi que ela mal conseguia sentar. Fiquei apavorada. O grandão me deu um empurrão que caí de bruços na cama. O líder pegou o lubrificante, passou no dedo indicador e introduziu na minha bunda.

Era incômodo, mas não era dor, afinal era um dedo e acho que isso é normal, porém, mesmo assim senti a musculatura se fechar. Ele disse que era para relaxar senão iria doer. Pegou o tubo de lubrificante e antes de lambuzar a minha bunda me deu uns dois ou três tapas dizendo que eu tinha uma bundinha deliciosa.

Senti o líder deitar-se sobre mim. Lembro de ter fechado os olhos. Seu pinto encostava na minha bunda, brincando e se melecando, até que ele tentou me penetrar. Uma dor aguda seguida de um relaxa esse cú. Eu não conseguia relaxar, estava trancado e por mais que eu me esforçasse parecia fora do meu controle.

Ele ficou forçando, forçando até que entrou, de uma vez, me fazendo gritar. Sentia seu bafo no meu cangote. Ele me segurou entrelaçando seus braços nos meus me imobilizando. Dizia que eu tinha a bucetinha e o cuzinho bem apertadinho. Pedia para ele tirar, mas como sempre me ignorou.

Logo começou a fazer movimentos e a dor aumentou de intensidade. Acho que quem já fez tem ideia do que é. A sensação é de que seu interior está em brasa. Eu só gemia e chorava. Sentia uma pressão imensa quando ele forçava. Aos poucos fui parando de chorar e de resmungar porque não iria ser ouvida.

Quando gozou ficou um tempo em cima de mim. Assim que saiu abriu a minha bunda mostrando para o grandão que agradeceu por abrir caminho para ele. Sentia um vazio enorme na bunda, que logo foi misturado com a sensação do lubrificante sendo jogado. Sabia que o grandão era avantajado e olhei para trás suplicando para ele não fazer.

Ele deitou-se sobre mim, colocando a mão na minha boca. Senti o pinto dele entrar e meu grito foi abafado pela sua mão. Seu corpo me pressionava contra a cama e ele começou os movimentos. Sua mão só foi retirada da minha boca quando meus gemidos já eram baixos. Lembro das lágrimas caindo do meu rosto até que ele, enfim, gozou, saindo de dentro de mim e me deixando deitada, quase sem forças e com ânsia de vômito.

Quando me recuperei vi Cris, sentada em uma cadeira. Eu mal podia me mexer sem sentir dor. Nenhum deles estava no quarto, só ouvia risadas na sala. Cris veio ao meu lado e segurou a minha mão.

Me sentia um lixo e choramos juntas. Estávamos exaustas. Passado um tempo o líder veio, acompanhando do grandão e do cara que Cris havia gostado. Mandou eu sair da cama, o grandão e o cara deitaram deixando Cris no meio. Felizmente era para dormir.

Passamos pela sala e vi os outros dois caras jogados, um no sofá e o outro no chão. Fomos para o outro quarto e eu estava cansada, não queria mais nada e dava para perceber que o líder estava bêbado.

A cama era de solteiro, estreita, e ele apontou para que eu deitasse. Estava dolorida, mas deitei e encostei a bunda na parede. Ele deitou-se ao meu lado e me abraçou caindo no sono. Confesso que pensei em tentar fugir, mas não poderia deixar Cris ali e também não tinha forças para fazer isso. Provavelmente se tentasse, seria pega facilmente. Decidi ficar ali e dormi.

Acordei no dia seguinte e me mexi, fazendo o líder acordar também. Me deu um bom dia princesa. Levantou-se me deixando sozinha e saiu do quarto. Em seguida ouvi vozes, os homens haviam acordado, parece que discutiam sobre a nossa permanência ali.

Um rapaz veio me buscar e me levou para a sala onde Cris já estava presente. Ainda todos estávamos pelados. O líder disse que iria nos libertar, colocar a gente no furgão e deixar na entrada de Barretos, mas não era para procurar a polícia porque, tinham visto nossos documentos na bolsa, sabiam os nossos nomes e iriam nos procurar caso os denunciasse.

Antes de nos liberar ainda disse que teríamos que pagar o pedágio. Novamente o círculo se formou ao nosso redor e percebemos o que eles queriam. Pode parecer estranho, mas eu fiz de tudo para gozarem logo.

Chupei, suguei, punhetei, embora a minha real vontade era morder e arrancar cada pinto. Aos poucos eles foram gozando e fomos obrigadas a receber os jatos no rosto, na boca e limpar cada um deles. Como disse o líder: tem que deixar o pau limpinho.

Enfim, terminou e mandaram que colocássemos nossas roupas. Um sentimento de alívio tomou conta de mim. Os três que nos trouxeram nos levaram, só que fomos deixadas a uns três quilômetros da entrada e tivemos que ir caminhando, sem trocar uma única palavra.

Chegamos na cidade e fomos para o hotel. Eu precisava tomar um banho para limpar aquela sujeira e escovar os dentes para tirar o gosto de sêmem da boca. Estávamos arrasadas. Com calma passamos a conversar sobre o que fazer.

Ir à polícia seria o melhor, porém haviam vários problemas: primeiro a ameaça que nos fizeram e que, particularmente eu, fiquei muito preocupada; segundo que estávamos numa cidade estranha, teríamos que contar para um delegado e se hoje, para se apurar algo, mesmo com a delegacia da mulher, já é difícil, imagine naquele tempo; terceiro a vergonha de contar e provavelmente isso chegaria até nossos pais; quarto, não tínhamos a mínima ideia, a mínima referência de onde estivemos, pois o furgão nos impossibilitou de ver algo. Acabamos desistindo da ideia e até hoje acho que foi o maior erro que cometi na vida.

Optamos pelo mais fácil. No hotel perguntamos se conheciam algum mecânico e fomos indicados a um. Conversamos com ele e ele foi rebocar o nosso carro que estava próximo da placa da divisa das cidades, porém só conseguiria arrumar na segunda-feira porque precisaria comprar uma mangueira e a loja estava fechada.

Passamos o domingo trancadas no hotel e com medo. Na segunda partimos para a nossa cidade e não contamos nada a ninguém, até hoje.

Foi exatamente assim que me lembro como aconteceu.

Comentários (3)

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  • Maluzinharsk: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Brunarskk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Cadilak: Nunca vi um estupro de camisinha. Merda de conto. Isso nao foi estupro, voces deram porque sao putas mesmo. Deveriam ter virado deposito de porra. Ate parece que todo mundo trocou e botou camisinha o tempo todo

    Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9
    • ninfeta: Concordo!! certeza que no fundo elas adoraram

      • uid:13szue6xik