#Incesto #Teen #Traições

Minha filha Joyce II

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A segunda vez não demorou a acontecer e foi totalmente iniciativa dela. Era uma quarta feira de liberdades. Nosso time iria jogar. Minha esposa não gosta de futebol e em dias de jogos vai dormir cedo. Minha filha herdou o amor pelo futebol de mim. Em dias de jogos assistimos juntos. Fiz no quintal dos fundos da nossa casa um espaço com churrasqueira, TV e piscina para receber os amigos, ou aproveitar os finais de semana em família.

O jogo já corria quando ela chegou, roubando toda a atenção. Estava deslumbrante em um vestido tomara que caia, perfeitamente justo ao corpo, com as cores do nosso time. Sentou-se bem ao meu lado e perguntou da partida. Em vez de responder, apenas a encarei de cima a baixo. Joyce riu da minha reação e repetiu a pergunta.

Quando eu ia responder, o nosso time engatou um lance de perigo e fez o gol. A explosão da comemoração nos puxou para um abraço automático e caloroso. No impulso da comemoração, minha mão não demorou a encontrar o topo da sua bunda, repousando ali. Apalpei e senti que ela não estava usando calcinha.

Joyce postou-se à minha frente e, provocativa, passou a pular e esfregar a bunda no meu pau. Puxei-a pela cintura, enfiando a mão por baixo da saia do vestido. Ela já estava totalmente molhada. Olhando de canto de olho, murmurou
- Pai está maluco! A mãe está em casa.
- Sua mãe já dormiu faz tempo.

Mantivemos as provocações até eu abaixar meu short. Joyce empinou a bunda, deixando-se perfeitamente posicionada. Comecei a meter devagar, sentindo o calor dela. A cada investida, ela sussurrava que devíamos parar, mas a forma como se erguia e se pressionava contra mim dizia exatamente o contrário.

Não demorou para que o ritmo calmo desse lugar a estocadas mais fundas e rápidas. Segurei sua cintura com força até o limite, sentindo o corpo dela tremer inteiro junto ao meu. Acelerei o ritmo, segurando firme em seus quadris enquanto abafávamos os gemidos. A entrega dela foi total até o último segundo, quando nos desmanchamos juntos em um único sussurro.

Encostei a cabeça em suas costas, deixando que o som da narração do jogo preenchesse o nosso silêncio. Joyce saiu devagar e sentou-se ao meu lado. Sem cerimônia, abriu as pernas e passou o dedo na bucetinha, coberta de gozo. Resmungou algo, levantou e entrou na casa. Quando voltou, minutos depois, já vestia outra roupa: short justo de lycra e a camisa do nosso time.

Mal ela reapareceu e o nosso time tomou o gol de empate. Vendo o jogo empatado, minha filha logo reclamou:
- A culpa é sua, pai!
- Minha culpa?
- Sim, o vestido estava dando sorte!

Assim que o primeiro tempo terminou, voltamos ao nosso convívio normal de pai e filha. No entanto, momentos antes de a partida recomeçar, Joyce levantou-se e sentou sobre o balcão, de frente para mim, abertas as pernas. O short marcado cravava na sua bucetinha. Olhando nos meus olhos, soltou:
- Sabe, pai... O senhor não pode ficar fazendo essas coisas comigo!
- Não estou fazendo nada! É você quem me provoca.
-:Mas o senhor tem que se controlar! A mãe está em casa e pode pegar a gente a qualquer momento…

Sem esperar resposta, ela desceu do balcão e sentou no meu colo, finalizando a frase com um selinho provocador. Iniciamos um beijo longo e apaixonado. De joelhos, ela baixou meu short, segurou meu pau e começou a estimulá-lo, dizendo que eu era um safado por transar com ela. Ameaçou levá-lo à boca algumas vezes, provocando suspense, até começar a chupar.

Afoita, minha filha mais machucava do que dava prazer. Para não inibi-la, preferi orientar seus movimentos em vez de pará-la. Ela entendeu o recado: passou a ir mais devagar, com calma, parando às vezes para perguntar se estava no caminho certo. Pouco depois, desceu a mão e começou a se tocar.

Logo em seguida, retirou a camisa e o sutiã, dando início a uma espanhola. Ficou de pé, deslizou o short, apertado, pelas pernas e subiu sobre mim, encaixando-se aos poucos. Quando me sentiu profundamente dentro dela, soltou um dengo:
- Ai, pai! Me come gostoso de novo!

Joyce começou a cavalgar enquanto nos beijávamos com vontade. Esquecemos o jogo completamente. Ela mantinha o olhar fixo em mim, anunciando:
- Pai, estou gozando!
- Goza na pica do seu pai, sua safada!

Ela cessou os movimentos, tomada pelo alívio, e abriu um lindo sorriso:
- Gozei, pai…

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