#Incesto #Teen #Virgem

Eu Ariana amo o sexo

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Ariana

As ferias na fazenda e como descobri que adoro sexo

Desde que provei vara, meu tesão me deixou doida demais. Só acalmava quando o Ruben metia gostoso, mas em casa não era fácil e eu queria mais.
A semana de férias na fazenda de Dona Lúcia, irmã do Roberto — que parecia que ia ser um tédio mortal — terminou numa semana doida de sexo. Roberto e minha mãe levaram a gente pro fim de semana, mas no domingo deram tchau e sumiram, me deixando com o Ruben e os gêmeos. "Vai ser bom se conectar com a natureza", disseram. Eu só queria me conectar com o Ruben, mas ok.
A fazenda da Dona Lúcia, viúva, com dois gêmeos de 17 anos — o Teodoro e a Maria — era um lugar sem sinal, sem TV, sem nada. Só mato, bicho e silêncio.
Dona Lúcia nos recebeu com um abraço: "Uai, sô, chegaram!" Os gêmeos apareceram atrás. O Teodoro, moleque alto e magrelo, e a Maria, que era o oposto completo do irmão. Ela tinha uns seios grandes, daqueles que pareciam querer escapar da blusa, um par de pernas grossas e firmes de quem trabalhava na roça desde pequena, e uma bunda empinada que fazia qualquer um virar o pescoço pra olhar. O que me fez estremecer na primeira vez foram seus olhos penetrantes, que pareciam ler a alma da gente. Os dois falavam com aquele sotaque mineiro que enrola as palavras: "Ôia, fia, cê vai gostá do leite quentinho", disse o moleque com um sorriso estranho.
Na primeira noite que ficamos sozinhos, não aguentei mais. Deitei na cama, a xaninha já pulsando, molhada só de imaginar as mãos dele no meu corpo. Fiquei me tocando devagar, os dedos deslizando no clitóris, mas não bastava — eu precisava sentir ele dentro de mim.
Levantei na ponta dos pés, o coração acelerado, atravessei o corredor escuro e entrei no quarto dele sem bater. Ele tava deitado. Não precisei falar nada — abri o lençol e me enfiei na cama, colando meu corpo nu no dele, a boca já encontrando a sua num beijo abafado, a língua se enrolando na dele com fome.
A mão dele deslizou pela minha cintura, apertou minha bunda com força, enquanto eu sentia o pau dele duro contra minha coxa, latejando. Ele me virou de lado, sem fazer barulho, e passou a mão na minha buceta, sentindo o quanto eu tava escorrendo. Os dedos dele entraram devagar, mexendo com calma, me fazendo morder o lábio pra não gemer. Eu apertava o braço dele, ofegante, enquanto ele dedava minha xaninha, o polegar roçando no clitóris.
Depois passou a mão no pau, e encostou a cabeça na minha entrada. Eu senti a ponta quente roçando, e meu corpo inteiro tremeu. Ele entrou devagarinho, enquanto eu enterrava a cara no travesseiro, os dentes mordendo o tecido. Cada milímetro me preenchendo, uma sensação tão gostosa que parecia que eu ia explodir.
A madeira rangeu leve, e eu congelei — mas ele continuou, entrando fundo até o corpo dele colar no meu, o pau todo dentro de mim, pulsando. Começou a estocar devagar, num ritmo lento e profundo, cada movimento fazendo meu corpo tremer em silêncio. Eu segurava no lençol com tanta força que os dedos doíam, mordia o braço pra não soltar um gemido, enquanto ele me comia com cuidado, a respiração pesada no meu ouvido, o hálito quente.
"Silêncio, amor... não faz barulho..." — ele sussurrava, enquanto acelerava o ritmo devagarinho.
Eu sentia o pau dele deslizando na minha xaninha, cada estocada mais funda que a outra, a cabeça roçando no fundo, me fazendo revirar os olhos. Meu corpo todo suava de tesão. A cama rangeu mais forte e eu apertei a mão dele, fazendo ele parar por um segundo, os dois imóveis, escutando o silêncio da casa, o coração batendo tão alto que parecia um tambor.
Depois ele continuou, mais devagar ainda, me fazendo gozar em silêncio — uma onda que subiu da ponta dos pés e me deixou mole, abraçada nele, o corpo tremendo inteiro, a boca aberta num gemido mudo. Ele sentiu eu apertar, e gozou logo depois, quente dentro de mim, pulsando, com um gemido abafado no meu ombro.
Ficamos ali, ofegantes, colados, os corpos suados, sem falar nada, só ouvindo os grilos e o coração acelerado um do outro. Quando voltei pro meu quarto, as pernas ainda bambas, a xaninha latejando, a porra escorrendo pela coxa, deitei na cama com um sorriso bobo e pensei: "Caralho, isso foi a melhor transa silenciosa da minha vida."
No dia seguinte, a Maria me olhou com um sorriso de canto, aquele olhar penetrante que parecia ler minha alma: "Uai, fia, cê dormiu bem? A noite tava tão calma... ouvi uns barulhinho estranho, viu?" Quase engasguei com o pão de queijo, o pedaço entalado na garganta enquanto eu tentava disfarçar com um sorriso amarelo. Dali em diante, jurei que os gêmeos sabiam de tudo — cada gemido abafado, cada rangido da cama, ela tava de olho.
Terminei o café com o coração na mão, suando frio, e puxei o Ruben pro canto da varanda, longe de qualquer ouvido: "Ô, tô pirando! A Maria sabe de nós, eu juro! Ela vai entregar a gente pra Dona Lúcia, a gente vai rodar!"
Ele me olhou com aquele sorriso safado, balançou a cabeça e falou baixinho: "Relaxa, Ariana. Você nem imagina o que eu vou te mostrar."
No final da tarde, o Ruben me puxou: "Vem comigo, que os dois vão tratar dos animais." Me levou pela lateral da casa, contornando o terreiro. Ele colocou o dedo na boca pedindo silêncio e apontou pra uma fresta na madeira. Me ajeitei, a respiração presa, e olhei.
Lá dentro, os gêmeos tinham largado o balde de ração no chão e já estavam se pegando feito dois loucos. A Maria tava encostada numa pilha de feno, a blusa já arrancada, os seios enormes à mostra, as mãos do Teodoro apertando eles com vontade, a boca dele sugando os mamilos enquanto ela gemia baixinho. O Teodoro desceu a mão pela barriga dela, enfiou por dentro da calcinha e começou a mexer, os dedos entrando e saindo num ritmo que deixava a Maria ofegante, a boca aberta num gemido mudo.
"Uai, Teodoro... assim... num para..." — ela sussurrava, a voz trêmula, enquanto ele apertava a bunda dela com a outra mão.
Ele a virou de bruços no feno, com um jeito bruto, levantou a saia dela e puxou a calcinha pro lado, revelando a bunda empinada e a xaninha já molhada, brilhando. Ele cuspiu na própria mão, passou no pau — grosso, duro, latejando — e, sem pressa, enfiou devagar na xaninha dela. Ela mordeu o braço, o corpo arqueando, enquanto ele entrava até estar todo dentro. Aí ele começou a estocar num ritmo lento e profundo, a mão na bunda dela apertando a cada estocada, o som molhado preenchendo o celeiro.
"Uai, Maria... sua xaninha é quente demais..." — ele gemia baixo, enquanto acelerava o ritmo, as estocadas ficando mais fundas, mais rápidas.
Ela gemia, os seios balançando, a cara enterrada no feno, enquanto ele a comia com vontade. "Assim, Teodoro... me fode... me come gostoso..."
Eu tava paralisada, os olhos grudados na cena, a boca aberta, sentindo minha própria xaninha pulsar de tesão. O Ruben, do meu lado, segurava minha cintura, o pau dele duro contra minha bunda, enquanto a gente assistia os gêmeos se comendo no celeiro.
Teodoro foi acelerando mais e mais, até que eu vi a Maria tremer inteira, um gemido alto escapando, enquanto ela gozava. Ele continuou estocando, mais forte, até gozar dentro dela com um gemido rouco, os dois caindo no feno, ofegantes.
O Ruben sussurrou no meu ouvido, a voz quente: "Entendeu agora? Eles tão enrolados quanto a gente. Tamo no mesmo barco."

Comentários (1)

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  • Mike: cada vez mais gostoso. continue

    Responder↴ • uid:grkqent0a