Minha irmã caçula
Fui madrinha de casamento de minha irmã caçula quando ela tinha dezenove anos, o casamento de Suzi durou pouco mais de seis meses e ela voltou a morar na casa de nossos pais. Meu xodó, sempre que dava certo, eu e Arthur meu marido a levávamos para almoçar nos sábados ou nos domingos, durante a semana eu mantinha contato com ela por telefone tentando anima-la pois ela sentia-se culpada pela má escolha que tinha feito entre todos seus pretendentes, foi se apaixonar um camada que não valia nada e após as trapalhada comercial que o canalha tinha feito abandonou minha irmã cheia de dívida, mas ela tinha optado por se manter longe de todos os homens com os quais poderia refazer a vida. Já separada a mais de um ano e usando a liberdade que tinha comigo, pediu para eu fazer um pix para uma determinada e que recebesse a encomenda em minha casa, naturalmente a atendi. A encomenda chegou e a avisei sabendo os horários que eu e Arthur damos aulas ela foi buscar a caixa em uma quarta feira pois é noite que eu não dou aula e Arthur dá. Eu a recebi com o carinho de sempre naquela noite quente e ao indaga-la porque tanto mistério ela abriu a caixa, deixando-me de boca aberta eram vários "brinquedinhos para mulheres adultas". Entendi porque ela não podia receber a encomenda em casa, certamente meus pais abririam, não podia fazer pix pois tinha perdido as contas bancárias pelas besteiras do ex marido. Ligamos os vibradores e nos divertimos fazendo comentários engraçados, quando encontrei no meio das compras um plug anal, que eu nem sabia que existia, ela sabendo que sou fã do sexo anal propôs que eu experimentasse, mas impus a condição de que ela me deixasse usar também o excitador de clitóris, ao que ela não se opôs. Fomos para minha suíte e antes de usar os "brinquedos", fiz uma higiene completa esvaziando meu intestino e tudo que se faz necessário para um bom anal. Quando voltei para a suíte, Suzi estava com um vibrador no meio das pernas ainda sobre a bermuda, quando me confessou que desde que tinha separado estava se satisfazendo só com os dedos, morrendo de dó fiz questão que ela usasse ali mesmo na minha cama aquele caralho, ela meio acanhada tirou a camiseta, a bermuda e bando tirou a calcinha pude ver que a peça estava toda melecada, mas fiquei quieta e como adoro dar o cu de quatro assumi a posição, mas vendo a dificuldade de enfiar o plug deitei com as costas na cama levantei os joelhos na mesma posição que minha irmã estava ao meu lado e consegui enfiar tudo no meu rabinho e apertei o excitar no meu grelo, assistindo Suzi segurar o consolo com o vibro ligado enterrado na buceta com uma das mãos e com a outra massagear os seios, a cena foi tão erótica e eu já estava tão excitada que por pura tesão agarrei minha irmã e trocamos um delicioso beijo lascivo e coloquei minha coxa entre as delas impedindo que o pinto de silicone saísse de sua buceta , ela vendo uma das mãos livres segurou o excitador de clitóris para e gozamos maravilhosamente juntas em nossa primeira relação lésbica e incestuosa. Suzi após gozar muito desatou a chorar e confessou que quando adolescente sentia uma tesão louca por mim e sempre se escondia na escadaria da casa de nossos pais para assistir os malhos que Arthur me dava. Nos beijamos demoradamente e cometi a indiscrição de dizer que sabia que Arthur tinha um tesão louco por ela. Minha revelação fez ela parar de chorar imediatamente e ambas entendemos o que poderíamos fazer. Ficamos ali nuas namorando em minha cama, nos beijando, nos mamamos e nos perdemos na hora, quando percebemos, meu marido já estava na porta da suíte que estava aberta e tudo que pude ver foi Arthur parado sem acreditar no que estava vendo, sua esposa e sua cunhadinha nuas e sua cama coberta de "brinquedinhos". Levantei da cama um salta e nunca fui tão rápida chegando a entrada da suíte, segurei a nuca de meu marido e o beijei apaixonadamente como sempre e só me veio a cabeça dizer: "Hoje sua cunhadinha faz realizar suas fantasias". Arthur continuou atônito e eu o puxei para o banheiro olhando para Suzi que escondeu o corpo com um travessei, ajudei Arthur a tirar toda a roupa e o conduzi de volta à suíte, Suzi estava coberta por um lençol que eu puxei exibindo aquele corpinho carente de rola e a do meu marido já estava hiper dura e ele deitou sobre ela. Aquele som de que Suzi fez "Humm" me deixou tesuda pois sabia que aquela bucetinha tinha engolido o ferro de Arthur, viu por trás e constatei que tinha entrado tudinho e quando meu marido puxava a piroca ela estava brilhante de suco vaginal de minha irmãzinha que gemia como uma louca enquanto meu esposo produzia aquele som gutural de macho metendo e os dois gozaram juntinho para meu deleite. Trocamos um beijo triplo pela primeira vez e Suzi se curvou para chupar o pau do cunhado, mas eu o fiz deitar, me ajoelhei sobre ele e engoli toda sua piroca com meu cuzinho. Arthur fez sinal para Suzi que sentou na sua cara e passou apertar os seios como tinha feito no inicio da noite e eu a beijei, foi o suficiente para eu gozar desocupando o cacete que de imediatamente foi agasalhado pelo cuzinho que a mais de ano não era penetrado, vendo que ela estava com dificuldade para receber a rola toda, peguei o excitador de clitóris e o apertei contra o grelo de Suzi. Percebi que Arthur estava controlando para não gozar logo, mas quando Suzi explodiu, ele acompanhou. Dormimos os três e fomos acordados pelo meu celular, era minha mãe perguntando pela Suzi, eu disse que ela tinha adormecido no sofá da sala, ouvi minha mãe chincra do outro lado e desligar. Pela manhã fomos a minha ginecologista de onde saímos com uma pílula do dia seguinte, pois Suzi não tomava nada até então, já programando nosso sábado.
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