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Meu padeiro da adolescência - segunda parte

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Cláudia

Aquela forma de esfregar a buceta com os lábios aberto no roliço passou a ser nossa posição favorita em minhas frequentes visitas à casa Sergio, mas não abandonamos nossas relações orais, na verdade, o sessenta e nove tornou-se nossa preliminar, até o dia que Sergio enfiou a língua no meu cuzinho, nossa que coisa deliciosa eu senti, juro vi até um clarão como se um farol tivesse sido ligado em direção a meus olhos e pedi para ele repetir, Sergio fez melhor, mudou a posição do sessenta e nove que fazíamos no chão da sala, debruçou meu corpo no sofá, abriu minhas nádegas e voltou a enfiar a língua no meu cuzinho por onde sua caceta já tinha sido esfregada inúmeras vezes e o tesão foi tão grande que até quebrei uma unha ao arranhar o assento do sofá. Eu com quinze anos estava preparada, disposta após semanas de foda sem penetração de perder o cabaço, quando Sergio parou de chupar meu cuzinho e em pé atrás de mim, articulou os joelhos e encostou a cabeça da piroca no meu buraquinho que pedia rola e fez pressão, arrebitei a bundinha e ele empurrou, nossa que dor, me contorci, gemi e fiz sinal para ele dar uma parada com a cabeçorra já dentro de mim, mas eu queria e sendo agarrada pela cintura, empurrei minha bunda contra o macho, suando como nunca tinha suado em toda minha vida senti meu comedor passar as mãos em minhas costa e percebi que ainda faltava muito daquela piroca para entrar e lembrando das conversas no banheiro da escola, tentei piscar o rabinho, mas a pica Sergio era muito grossa para um rabinho recém arrombado e resolvi rebolar ouvindo os sons do macho conseguindo superar a dor forcei um pouco mais para trás e com pouco mais da metade daquele salame dentro de mim, recebi pela primeira vez uma magnifica esporada no canal anal. Saí daquela posição e fui ao banheiro trancando a porta por dentro tentei limpar o canal, mas ao fazer força, percebi o estrago que meu rabinho tinha sofrido, meu anel ardia muito e para superar aquela dor que eu estava sentindo liguei o chuveiro, arranquei o chuveirinho e enfiei a mangueirinha lá dentro sofrendo contra a parede do canal olhei na agua do vaso e vi que junto com aquele liquido marrom havia traços vermelhos de sangue, enxuguei-me e voltei para a sala enrolada em uma toalha, recebendo uma merecida chupada em minha bucetinha ainda virgem. No dia seguinte, revelei pra minha melhor amiga, a Suzi tudo sobre meu amante que ela até então nem desconfiava que existia. Suzi disse sua mãe tinha "uma pomado para cu com aplicador e ela sabia onde ficava guardada". Fomos para casa da minha amiga e logo depois do almoço nos trancamos em seu quarto tirei a parte de baixo da roupa, ajoelhei na cama e apoiada sobre os braços levantei o rabo, Suzi abriu minhas nádegas comentando que meu anel estava bem vermelho enquanto alisava minhas coxas olhei por entre minhas pernas e vi que Suzi havia largado o aplicador sobre a cama e enquanto alisava minhas nádegas e coxas, estava esfregando o dedo indicador da outra mão em sua racha e me virei exibindo minha bucetinha já com o grelo duro e ficou nítido que ela provavelmente excitada com todos os detalhes que eu lhe havia revelado na parte da manhã estava com salivas no canto da boca com uma expressão de tarada no rosto, coloquei minha mãe em sua nuca e a puxei para o meio de minhas pernas, não contava com a voracidade da menina que eu conhecia a tanto tempo como comportadinha devorou minha buceta, levando-me a um profundo gozo. Nos abraçamos e ela me disse ter sido a primeira vez que ela tinha feito aquilo, na hora não acreditei, já que aquela chupada tinha sido até melhor que a de meu amante e nos beijamos lascivamente e pela primeira vez na vida alisei aquele par de peitinhos conhecendo uma nova sensação enquanto ouvia o choramingo da minha amiga tesuda, puxei sua bermuda junto com a calcinha e finalmente pude ver um grelo diferente do meu durinho e o chupei recebendo um aperto da mão de Suzi que estava em meu braço, percebendo o quanto ela estava louca para ser fodida e passei a chupar aquela buceta e enfiar a língua na caverninha como Sergio enfiava na minha até que ela gemeu de modo diferente e minha boca foi inundada por seu liquido vaginal. Pelo fato da mãe de Suzi trabalhar fora e a minha não, as tardes que eu não ia à casa de Sergio, eu fodia com Suzi na casa dela. Passamos meses assim, eu estava viciada, tinha que gozar todos os dias, até que em uma das tardes Suzi quis saber todos os detalhes das relações anais e eu lhe contei com detalhes como é bom estar com uma piroca todinha enterrada no rabo e quando eu perguntei o motivo ela me contou que tinha estado na padaria e conhecido o Sergio e depois disso não parava de pensar nele me empalando e sem pensar nas consequências perguntei se ela queria assistir, vi os olhos de minha amiga se iluminarem, nos excitamos tanto com a novidade que íamos experimentar que encostamos nossas bucetas e fizemos mais uma tesourinha. Em uma tarde ensolarada eu e Suzi, ambas já com dezessete anos mas cabaços, com namoradinhos chifrudos que garantiam em nosso meio social que éramos inocentes, aguardamos a chegada de meu "padeiro". Atravessamos a rua juntas vendo a cara que Sergio fez ao nos ver, certamente imaginando que não me comeria naquela tarde por causa da presença de Suzi. Logo que entramos, eu o mandei tomar o ganho de costume e quando ele voltou para sala só de bermuda, foi surpreendido com o beijo que eu e minha amiga trocávamos, fiz sinal para ele se aproximar e soltei o botão de sua vestimenta abrindo o velcro puxei aquele caceta e ofereci para minha amiga, claro que ele entendeu rapidamente a situação e o fiz sentar naquele sofá testemunha da maioria de nossas fodas o que ele o fez sem tirar a rola da boca de Suzi que se delicia babando como uma doente no pau que eu adorava ter enterrado no cu. Já nua, mostrei a Suzi a posição que tantas vezes havia descrito, abri os lábios vaginais já molhadinhos e os fiz abraçar a lateral do cilindro duro ela não deixou por menos, subiu com os pés no sofá, abriu as pernas e esfregou a buceta na cara de Sergio e o fizemos gozar abundantemente. Limpamos com nossas bocas o cacete e informamos a meu macho que ele tinha a missão de tirar as pregas de Suzi, o que fez seu pau latejar. Mais prevenida, Suzi tirou da bolsa um tubo de gel entregando na minha mão lubriquei aquele rabinho que tantas vezes eu tinha enfiado a língua e que estava prestes a levar ferro exatamente na mesma posição que eu tinha tido o meu arrombado. Enchi a tora com gel e vi olhei por baixo vendo a cabeçorra vencer a argola de Suzi arrancando da minha amante um gritinho e a vi se contorcer, mal passei o dedo no meu grelo olhando sem desviar o olhar daquele espetáculo gozei profundamente. Suzi provou ser mais valente que eu, pois Sergio tendo gozado pouco antes, conseguiu enfiar tudinho naquele buraquinho enquanto eu me masturbava e quando Sergio produziu seu som de gozo, me arrastou para terceiro gozo da tarde. Passamos a formar um trio. Eu e Suzi fodemos nosso padeiro até irmos para a faculdade ainda com as bucetas virgens.

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