#Corno #Incesto #Traições #Voyeur

Feriadão em Família parte 5 a 7

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Maquik

…era Antônio. Ele estava parado na varanda, olhando toda a cena. Não parecia puto. Pelo contrário — tinha cara de tesão. A mão dele estava dentro do short, e de onde eu estava não dava pra ver se ele estava se masturbando ou não.
Enquanto isso, o cara colocou Mila de quatro, com a cabeça virada na minha direção. Antônio devia ter uma visão perfeita daquele rabo empinado levando cacete. De repente ouvi o primeiro estalo forte: ele deu um tapa bem dado na bunda dela. Mila gemeu alto e pediu:
— Isso… mete.
Enquanto ele socava nela, Mila olhava de vez em quando na minha direção com aquela carinha de puta, mordendo o lábio. Eu só conseguia pensar: “Se Antônio está aqui, onde tá a Luana?” Mas o pensamento durou pouco. O cara avisou que ia gozar. Mila começou a gemer mais alto. Eu aumentei o ritmo da punheta e, segundos depois, ele deu um gemido rouco e gozou por cima da bunda dela.
Mila se virou rapidinho e colocou o pau na boca, chupando como se quisesse deixar ele limpo. Foi o suficiente pra mim — gozei ali mesmo, no escuro do corredor. Ela ainda estava com a cabeça no colo dele quando vi que Antônio já não estava mais na varanda.
Saí de fininho, levantei o short e voltei pra rua. Fui direto pra pracinha. Luana estava sentada sozinha. Cheguei e perguntei onde estava Antônio. Ela respondeu que ele tinha ido em casa pegar remédio pra ela. Aquilo foi a confirmação definitiva de que era ele na varanda.
Luana me perguntou onde eu estava e cadê a Mila. Respondi que tínhamos saído do bar logo depois que ela foi caminhar com Antônio. Ela me cortou dizendo que estava cansada, com sono, e que Antônio não queria entender. Respirei aliviado — ela não perguntou mais sobre Mila.
Não demorou muito e Mila chegou por um lado, Antônio por outro. Mila veio falando que o bar estava uma loucura, com o rosto ainda corado. Me abraçou pela cintura e ficou ali. Antônio entregou o remédio pra Luana, que perguntou o motivo da demora. Ele gaguejou um pouco e disse que não estava encontrando o remédio. Mila perguntou se ela estava bem e ficamos conversando até decidirmos voltar pra casa.
No caminho, minha cabeça não parava: devo contar pra Mila que Antônio viu tudo? Será que ele vai me chamar pra conversar? Ou vai falar com ela?
Chegando em casa, Mila foi direto tomar banho. Luana foi pro quarto e eu fiquei na cozinha comendo alguma coisa com Antônio. Ele estava visivelmente sem jeito, mal me olhava. Acho que estava pensando se me contava ou não. Por fim, deu boa noite e foi pro quarto.
Subi pro nosso quarto. Mila estava saindo do banheiro, já de camisola. Me olhou, sorriu. Abracei ela por trás e ela, toda manhosa, se virou e disse:
— Amanhã a gente conversa sobre hoje.
— Por que não agora? — perguntei, apertando a bunda dela.
— Porque eu sei que você gozou… então não vai adiantar eu ficar falando o quanto foi gostoso.
A safada sabia exatamente como me deixar louco. Fui tomar banho ainda pensando se contaria sobre Antônio ter visto tudo. Quando voltei pro quarto, ela já estava dormindo. Deitei ao lado dela e, depois de um tempo rolando na cama, acabei pegando no sono também.

Parte 6

No dia seguinte era o nosso último dia na praia. Acordei e Mila já não estava mais na cama. Levantei, fui tomar banho e, enquanto a água caía, fiquei relembrando cada cena da noite anterior. Tinha realizado uma fantasia antiga. Meu pau já começou a endurecer logo nas primeiras horas da manhã.
Caralho, como tinha sido bom… queria que acontecesse de novo. Fiquei batendo uma ali mesmo, pensando nisso. Sabia que não encontraria mais aquele cara, mas então lembrei da parte que vi meu irmão olhando. Ela já tinha dito que com ele não rolaria, mas… e se eu contasse que Antônio viu tudo? Será que mudaria algo? E será que ele toparia? Só porque ele assistiu não significa que iria querer. Ele podia até negar pelo fato dela ser minha esposa.
Foi quando ouvi Mila me chamando. Fiquei de costas pra porta. Ela entrou no banheiro:
— Bom dia, amor.
Respondi e ela continuou:
— Tenho uma surpresa. Acaba aí e vem.
Saí do banho curioso. Ela estava sentada na cama com uma bandeja de café da manhã completa.
— Hoje vamos tomar café na cama — disse, sorrindo.
— Show, amor.
Não entendi o motivo daquilo tudo, mas não reclamei. Tomamos café juntos. Ela estava toda manhosa, carinhosa, mas não tocava no assunto da noite passada. Resolvi forçar um pouco:
— Antônio e Luana já acordaram?
— Já. Saíram pra caminhar.
— Já que eles não estão em casa… me fala de ontem?
Ela sorriu, mordeu um pedaço de maçã e respondeu:
— Não quero falar disso agora. Mas prometo que à noite eu conto tudo que você quiser saber.
Fiquei olhando pra ela e balancei a cabeça:
— Tá bom. Mas vai contar tudo, hein?
— Cada detalhe, amor — respondeu com um sorriso safado.
Mudamos de assunto, falamos sobre ser o último dia e que precisávamos aproveitar. Depois do café nos arrumamos e saímos. No meio do caminho encontramos Antônio e Luana voltando da caminhada. Conversamos um pouco e percebi ele olhando de canto pra Mila. Devia estar lembrando da noite anterior.
Quando estávamos nos despedindo, ele falou em tom de brincadeira:
— Não deixa a Mila beber pra ela não aprontar.
Mila e Luana não entenderam. Eu entendi perfeitamente. Mila, inocente, respondeu rindo:
— Não se preocupe com isso não. Só apronto com seu irmão.
Luana brincou dizendo pra aproveitarmos o último dia. Cada casal foi pro seu lado. Achei que Mila fosse comentar algo sobre a fala de Antônio, mas ela não tocou no assunto.
Mais tarde voltamos pra casa. Antônio já tinha arrumado as coisas no lugar onde ficaríamos. Eu fui pegar umas coisas na cozinha e Mila foi pro quarto de Luana. Estava terminando quando recebi uma mensagem dela — foto de visualização única. Abri: era Luana sentada, sem a parte de cima do biquíni. Que peitos deliciosos…
Não demorou e as duas apareceram. Mila com cara de pau, agindo normalmente. Fomos pra praia. Lá os olhares discretos de Antônio continuavam, e os meus também não saíam dos peitos da Luana. Nesse dia praticamente não bebemos.
À noite decidimos não sair, pois viajaríamos cedo no dia seguinte. Por volta das 20h cada um foi pro seu quarto. Eu já estava ansioso pra Mila me contar tudo sobre a noite passada.
Deitei ao lado dela. Ela estava com um baby-doll colado ao corpo que deixava o clima ainda mais gostoso. Abracei ela por trás, beijando seu pescoço. Mila respirou fundo e perguntou:
— Tá fazendo isso pra me comer ou pra saber sobre ontem?
— Os dois — respondi.
— Hummm… em qual ordem você vai fazer isso?
— Primeiro você me conta cada detalhe… depois eu te como.
Ela virou de frente, me beijou e colocou a cabeça no meu peito. Senti a mão dela descendo até meu pau e apertando. Olhou pra mim e disse:
— O nome dele é…

Parte 7

— O nome dele é Eduardo — começou ela.
E aí Mila foi contando tudo, desde o momento em que se viram no luau até o final. Disse que tinha reparado nele no bar, com os amigos. Gostou do físico, do sorriso, e ali mesmo decidiu que seria ele. Contou que ficou olhando pra ele quando eu não estava prestando atenção e que trocaram olhares algumas vezes enquanto ela me abraçava.
Eu escutava tudo com atenção, quase sem respirar. Meu pau pulsava na mão dela a cada detalhe. Ela alternava entre contar a história e mamar gostoso, o que tornava tudo ainda mais intenso.
Falou que ele perguntou sobre mim no bar, se não teria problema. Ela respondeu que não, que eu tinha liberado. Como era safada… Depois entrou nos detalhes da foda: que ele ia bem fundo, que metia gostoso. Mas a parte que mais deu tesão nela foi quando percebeu que eu estava olhando enquanto ele a comia.
Finalmente ela se levantou, sentou no meu pau e encostou os peitos no meu peito.
— Mete devagar, amor — pediu.
Minha vontade era socar forte, mas obedeci. Enquanto gemia no meu ouvido, ela disse:
— Só faltou uma coisa…
— O quê? — perguntei.
— Faltou ele gozar dentro.
Quase gozei na hora. Me segurei com dificuldade. Ela perguntou se eu tinha gostado. Respondi que sim. Insistiu:
— Qual parte você mais gostou?
Gemi, hesitei… e acabei falando:
— Gostei mais de ver o Antônio te olhando também.
Minha voz saiu embargada. Ela olhou pra mim com cara de surpresa:
— Sério?
Confirmei. Na mesma hora senti ela aumentar o ritmo, cavalgando mais rápido. Voltou a gemer no meu ouvido:
— Gostou de ver seu irmão me olhando? Quer que ele me coma também, corno?
— Sim… — respondi quase sem voz.
Ela se afastou, apoiou as mãos no meu peito e começou a cavalgar forte e rápido. Eu não aguentei:
— Vou gozar…
— Goza, corno… goza… isso, vai!
Gozei forte dentro dela. Mesmo depois que eu terminei, ela continuou gemendo, perguntando se eu ia deixar ele foder ela. Não consegui nem responder. Ela foi diminuindo o ritmo devagar, até levantar o quadril. Vi meu pau saindo da bucetinha dela, melado. Acho que nunca tinha gozado tanto na vida.
Ela ainda segurou meu pau, punhetando devagar enquanto olhava pra ele, e falou:
— O próximo vai ser seu irmão.
E desceu a boca, me chupando com calma.
Pra última noite, foi perfeito.
Ficamos um tempo deitados, abraçados, depois fomos tomar banho. No escuro do banheiro, com a luz apagada, ela não parava de provocar:
— Corninho… safado… vai querer ver? Vai querer ficar junto?
Eu respondia que não sabia, mas que gostaria. Ela só sorria, provocante.
Voltamos pra cama e apagamos, exaustos.

*se quiserem saber mais depois que voltamos, deixa nos comentários.

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Comentários (6)

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  • paiDpretinha: Cunhada é sempre bom

    Responder↴ • uid:7btesxskhk
  • JR: Muito bom....espero q vc tbm se dê bem nessa....tem q comer sua cunhada bem gostoso tbm!!!

    Responder↴ • uid:1e3ywpa6wl03
  • Paulo: Continue

    Responder↴ • uid:xgnqdmjq
  • Maluzinharsk: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Brunarskk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • José Demanjo: Pqp era tudo que eu mais desejo com .Inha esposa mas ela evangélica

    Responder↴ • uid:fuor9949a
  • Cadu: Continua

    Responder↴ • uid:1csplcz6j3fy