#Gay #Grupal

Dinho na suruba

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Thiago P.

Dinho se entregará para os pedreiros, com direito a mijo e tudo

Leônidas nunca conseguia passar direto pela obra. Era como se o corpo traísse a mente antes mesmo que ele tomasse a decisão. Assim que avistava os andaimes e o tapume, os passos desaceleravam por conta própria. O quadril ganhava um molejo discreto, quase inconsciente, e os olhos — aqueles olhos famintos — iam direto para os três pedreiros que trabalhavam sob o sol inclemente.
Eram homens rústicos, feitos de suor, cimento e testosterona. Braços grossos, veias saltadas sob a pele bronzeada, poeira grudada nos pelos escuros que desciam pelo peito e desapareciam na cintura das bermudas de brim surradas. Mas o que realmente hipnotizava Dinho — como era conhecido nos círculos mais íntimos — era o volume pesado e indecente que se marcava entre as pernas deles. O tecido gasto do short colava no suor, desenhando o contorno grosso das rolas e o peso dos sacos. Ele caminhava devagar, quase desfilando, sustentando o olhar na esperança silenciosa de que um deles notasse.
O calor do meio-dia era brutal. O ar cheirava a cimento molhado, terra quente e suor masculino acumulado. Dinho parou na calçada, fingindo interesse na reforma.
— O que vocês estão fazendo aqui? — perguntou, a voz um pouco mais rouca do que o normal.
Um dos pedreiros, o mais alto, de barriga tanquinho coberta de suor, apoiou o antebraço musculoso na pá e respondeu com um sorriso preguiçoso:
— Casa de aluguel. E uma lojinha de conveniência na frente.
A conversa fluiu fácil. Enquanto falavam do sol, do cansaço e do ritmo da obra, um deles — moreno, barba por fazer — enfiou a mão grossa dentro do short sem o menor pudor, coçando demoradamente o volume pesado, ajeitando o pau para o lado com um gesto natural e bruto. O outro fez o mesmo logo em seguida. O tecido se esticou, revelando por um segundo o contorno grosso da rola semi-dura.
Dinho sentiu o próprio pau endurecer instantaneamente dentro da calça. O cheiro de suor, terra e macho enchia o ar. Ele imaginava o gosto salgado daquela pele, o peso daqueles paus na boca, o cheiro forte de virilha depois de um dia inteiro de trabalho.
Foi então que o mais alto anunciou:
— Vou dar uma mijada ali atrás.
Ele se afastou para o canto da obra, perto de uma parede inacabada. Dinho virou o corpo discretamente, mas o ouvido ficou atento. O som veio nítido: um jato forte, pesado, contínuo, batendo contra a terra batida e entulho. Um mijo longo, de quem segurou a vontade a manhã toda. Dinho sentiu as bolas contrair. Imaginou o pau grosso na mão calejada, o vapor subindo do jato amarelo, o cheiro forte.
Quando o pedreiro voltou, ajeitando o cós do short com a mão suja, Dinho já estava visivelmente excitado, mudando o peso de uma perna para a outra.
Um dos outros, o moreno de barba por fazer — Marcos —, percebeu. Deu um sorrisinho de canto de boca e passou a mão pela barriga suada, descendo os dedos até a borda da bermuda.
— Tá calor demais hoje, né? — disse, apertando o volume por cima do tecido. — Quer ver como é o trabalho de perto, Dinho?
O apelido saiu com intimidade perigosa. Dinho sentiu as pernas fraquejarem. Assentiu.
Marcos colocou a mão pesada nas costas dele e o guiou para dentro da obra. Os outros dois — João e Roberto — vieram logo atrás, fechando o cerco.
Eles o levaram para os fundos, atrás de uma parede alta de tijolos sem reboco, protegida por uma pilha enorme de sacos de cimento. Ali, ninguém via nada da rua.
Assim que ficaram isolados, João foi direto:
— Para de só olhar, putinha. Tá na hora de trabalhar.
Ele abriu o botão da bermuda com um estalo e puxou o pau para fora. Era grosso, pesado, veias saltadas, a cabeça larga e rosada brilhando de suor. O saco pendia baixo, peludo e cheio. Dinho caiu de joelhos na poeira sem pensar duas vezes.
João segurou a cabeça dele com firmeza e enfiou o pau na boca quente. Dinho engasgou no primeiro impacto — a grossura invadiu a garganta, bloqueando o ar. Lágrimas brotaram imediatamente enquanto saliva escorria pelos cantos dos lábios. João fodeu a boca com estocadas curtas e profundas, controlando o ritmo.
Marcos se aproximou pelo lado, batendo o próprio pau — ainda mais grosso, com uma veia calitrosa — contra a bochecha de Dinho, deixando rastro de suor e pré-gozo na pele dele.
— Abre mais. Hoje é serviço em dobro.
Os dois paus pressionaram os lábios ao mesmo tempo. Dinho sentiu os cantos da boca esticarem ao limite enquanto as duas cabeças inchadas forçavam passagem. A saliva escorria em fios grossos, pingando no peito. Ele sufocava, engasgava, mas não queria parar.
Atrás, Roberto baixou a calça de Dinho de uma vez, expondo a bunda redonda e clara. Deu um tapa forte, fazendo a carne tremer, depois cuspiu no rego e abriu as nádegas com os polegares calejados. A ponta grossa pressionou o buraco.
— Vai sentir o tamanho do pedreiro agora — rosnou.
Roberto empurrou. A ardência foi lancinante. Dinho tentou gritar, mas o som morreu abafado pelos dois paus que fodiam sua boca. Centímetro por centímetro, a rola grossa abriu caminho, esticando as paredes internas até o limite. Quando Roberto enterrou tudo, Dinho sentiu-se completamente preenchido, o cu latejando ao redor da grossura invasora.
Os três trabalharam em ritmo brutal. Trocaram de posição várias vezes: um no cu, dois na boca, depois dois no cu, esticando o buraco ao extremo. Dinho chorava, babava, tremia — mas o pau dele estava duro como pedra, vazando sem parar.
O clímax foi selvagem. João e Marcos gozaram juntos na boca de Dinho, enchendo-a de porra grossa e quente. Roberto, no cu, deu estocadas finais profundas e descarregou jatos abundantes lá dentro. Quando saíram, o buraco arrombado de Dinho piscava, vermelho, transbordando sêmen branco que escorria pelas coxas.
Mas eles ainda não tinham terminado.
João se posicionou acima da cabeça de Dinho:
— Abre a boca, putinha. Bebe o mijo do trabalhador.
O jato quente e amarelo acertou o rosto dele. Marcos e Roberto se juntaram, lavando o corpo inteiro de Dinho com urina forte, concentrada pelo dia de trabalho. O mijo escorria pelo cabelo, pelas costas, misturando-se com a porra que vazava do cu aberto.
Dinho ficou caído sobre os sacos de cimento, molhado, sujo, arrombado e completamente satisfeito — o cheiro forte de macho, porra e mijo impregnado na pele.
Os pedreiros riram, ajeitaram as bermudas e voltaram ao trabalho como se nada tivesse acontecido, deixando o viadinho ali, marcado pelo serviço pesado da obra.

Comentários (2)

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  • Carlos: meu sonho, vários pedreiros.

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  • Edson: Li *Marcos e Alex*, e que poesia!!! Assim como Marcos, era delicado, sensível. Eu não entendia por vezes a distância e até o maltrato dos colegas comigo, os adjetivos pejorativos, e quando um ou outro parecia me aceitar, a intenção era somente me usar e eu me esquivava, fugia. Não conseguia me fechar, procurava disfarçar. Diferentemente do conto, meu pai nunca me recriminou, e isso me ajudou. Acabou que perdi o cabaço com meu primo, passei a sentir prazer, amadureci, segui em frente.

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