#Gay

Aceitei Edu como homem(parte 4). Aprendendo na marra a ser fêmea para Edu

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Timido

A vida que escolhi me levou a aceitar pagar um preço muito alto para algumas pessoas. Para mim, minha natureza passiva parece ter facilitado.

Sei que daqui pra frente o que eu vou contar vai ser julgado por muitos como ficção da cabeça de um viadinho desvairado.
Mas vou contar assim mesmo para aqueles que já passaram por essa situação e os que tem a mente aberta e sabem que para ter a aceitação de um homem como Edu, nós fazemos coisas impossíveis e nos despojamos de qualquer dignidade.
Edu havia feito com que eu desse o cú pra ele usando pela primeira vez uma langerie feminina e ele percebeu como ele acendeu um fogo dentro de mim que me livrou de toda e qualquer amarra que eu ainda possuía como o mundo masculino.
Depois daquela foda, eu estvava completamente mudado. Meu comportamento revelava como alguns esteriótipo típicos do comportamento feminino que eu evitava até diante de Edu, estavam visivelmente encorporados ao meu jeitinho.
Estava mais rebolativo, mais carinhoso e delicado com ele.
O jeito com que busquei seu peito e passei a fazer carinho e a forma como manipulei seu pau e suas bolas, mostrando um cuidado e delicadeza que antes não notava.
Até no sxo oral, passei a ter um cuidado com seu sexo evitando qualquer acidente com meu dentes apenas para não cuasar qualquer desconforto a Edu.
Meus gemidos eram gasguitos, mas agora estavam mais dengosinhos e meu corpo se mostrou mais sensiveçl aos estimulos de Edu. Bicos dos peitos, região anal, pescoço. orelha e passei a ter um tesão por partes do corpo de Edu que antes passavam despercebidos, como: Virilhas, Braços, musculos das costas, O rosto de homem maduro, os lábios, tudo esta me atraindo muito mais.
Antes eu focava muito no seu sexo. o tamanho, a grossura e a rigidez do seu pau. Lógico que isso ainda é o principal, mas agora até a voz firme e grossa dele me provocam sensações estranhas.
Ele é um macho maduro, experiente e percebeu que ele tem total domínio sobre mim.
Lógico que ele começou a testar os limites do seu domínio e a primeira coisa que ele estabeleceu era que mesmo eu ja sendo muito feminino, ele queria que eu me cuidasse para ele e certas coisa ele fazia questão.
Uma era que ele não ia admitir que eu usasse mais cuecas masculinas. Disse que uma bundinha gostasa como a minha não merecia jamais usar roupas intimas masculinas completamente sem graça e que daquele dia em diante eu deveria usar apenas calcinhas.
Eu concordei em só usar langeries para sair com ele, mas ele insistiu que não era apenas quando saísse com ele, eu teria que usar apenas langeries sempre, até porque não teria como eu saber quando ele ia querer me foder e eu deveria sempre estar preparado.
Outra coisa é que eu tinha que adquirir hábitos de limpeza mais adequados. Ele disse que eu deveria me preocupar em fazer a xuca, coisa comum em sexo anal para evitar acidentes e contaminação.
Realmente eu não havia contado aqui, mas é lógico que na primeira saída com ele eu deixei sair um pouquinho de fezes, mas ele foi bem elegante e por isso não contei.
Eu então aproveitei e fiz minha cmpras na internet e compus um enchovalzinho básico com um 15 peças bem ousadas como ele gosta.
Aprendi através de alguma pesquisa como fazer a xuca e comprei o kit pela internet.
Foi meio dificil mas consegui um bom resultado que foi aprovado por Edu em um ida ao motel.
Edu ia comigo ao banheiro da empresa na qual trabablhamos para conferir se eu estava realmente usando langeries diariamente.
Claro que jamais arriscaria peder Edu por tão pouco. Fora que se tem algum leitor que faz uso de roupas femininas sabe que é extremamanete viciante o uso. Nad como uma langerie enfiadinha roçando na portinha e o alívio que a reboladinha discreta causa quando andamos, fora o empoderamento que enche a gente de confiança quando o macho fica tarado ao ver nossa bunda engolindo o fio dental.
Edu fica louco e de pau duro quando eu mostro pra ele a bundinha no banheir da empresa. Sei que ele bate até uma punhetinha durante o expediente para poder aguentar até nós sairmos do trabalho e ir para o motel.
Mas uma mudança aconteceu ao ser exposto a ua característica masculina que quase todo macho comedor tem. O sentimento de posse.
Edu teve um acesso de ciume ao me ver conversando com o vigia da empresa. Ele me olhou fuminante e disse que conversaríamos na saída.
Ap sair neste dia, Edu mandou eu entrar no seu carro e começou a fazer bravata dizendo que eu estava dando confiança para o vigia e me deu alguns tapaa no rosto enquanto perguntava se eu havia entendido.
Foram uns seis tapas que chegaram a deixar marcas dos dedos na minha face.
Eu chorei e pedi pra ele não fazer mais aquilo, mas ele se enfureceu e disse que eu estava invertendo tudo.
Ele me desferiu mais um tapa forte e perguntou se eu estava surdo.
Eu desabei e perdi o controle, soluçando e tudo eu não conseguia responder que tinha entendido sua ordem e continuei apanhando até que ele me pegou pelos braços e me sacudiu e disse que eu iria continuar a apanhar até conseguir responder que havia entendido ele.
E assim foi, tomei muitos tapas fortes ainda até me concentrar e responder que tinha entendido e que aquilo não se repetiria.
le então parou e eu ainda tentando me recompor pedi desculpas a ele e me abracei ao seu corpo forte buscando apoio dele.
Ele permitiu que eu o abraçasse, mas me afastou e mandando eu olhar em seus olhos disse que não ia aceitar rebeldia de fêmea dele.
Eu balancei a cabeça para mostrar que tinha entendido e juntei forças para dizer que não ia mais acontecer.
Ele me abraçou e me botou para pagar um boquete no pau dele.
Mamei seu pau como se fosse o último pau do mundo para compensar todo o papelão que eu havia feito.
Ele gozou dentroda minha boca uma quantidade de leite muito grande e eeu engoli cada gota para agradar a ele e mostrar minha dedicação a ele.
Ele satisfeito disse que ia me levar pro motel para terminar aquela foda.
Mas não conseguimos chegar lá. paramos numa estradinha deserta e encostamos o carro e ali mesmo ele tirou minha calça, chegou a calcinha pro lado e me fez sentar no seu pau e cavalgar até ele gozar dentro do meu cú.
Ele continuou duro após gozar e deu tempo de um voltar a cavalgar e também gozar pelo cú.
Nossa que gozada boa.
Passado esse epsódio, passei por algumas situações que levaram Edu a aplicar verdadeiras surras em mim.
Foi um mês inteiro em que varias situações fizeram Edu me aplicar saraivadas de tapas no rosto, sempre no rosto, acho que por ser a forma mais degradante de punição aplicada por um homem.
O tapa humilha mais que um soco, mesmo sem causar dano aparente.
E a impotência de em podendo reagir não o fazer por reconhecer o maior poder e autoridade do outro, toma um significado de que você reconhece sua inferioridade e confere ao outro a autoridade e o pode de lhe aplicar punição toda vez que o dominante não aprovar um comportamente.especifico.
Foi um mês de muito aprendizado e doutrinação importa por Edu, mas valeu a pena cada surra, pelo fato de que nossa relação melhorou muito assim que demonstrei ter aprendido como me comportar diante dele.
Eu passei a ter menos responsabilidade na hora do sexo, sendo mais passivo ainda do que já era.
Edu por outro lado se tornava cada vez mais dominador e fazia do nosso sexo um laboratório que testava os meus limites ao máximo.
Passei a levar pau por quatro ou cinco horas ininterruptas e ns finais de semana eram 48 horas de sodomia completa.
Edu estava viciado em sexo e propunha coisa que nem posso falar.
Eu também fiquei viciado em sexo e me entreguei aos caprichos de Edu de corpo e alma.
Eu apanhava de Edu durante o sexo quase o tempo todo. Ele gostava de me foder cú batendo.
Seu fetishe era me foder de frango assado, cravando seu pau no meu cú enquanto me xingava e batia em meu rosto sem parar.
Eu chorava, mas o tesão falava mais alto e no fundo morria de tesão de ter o pau de Edu cravado no rabo enquanto o olhava desferir tapas fortíssimos em meu rosto.
Com as faces pegando fogo e a sensação dos dedos de Edu marcando meu rosto enquanto sentia seu semêm ser injetado dentro de mim enquanto ele gozava, me fazia ter orgasmo anais incríveis.
Eu estava impossível em relação a sexo e me sentia uma verdadeira fêmea, a ponto de aceitar que Edu me desconsideração completamente como homem e passasse a se referir a mim apenas no feminino, culminando em um nome de guerra que adotei apenas para ele.
Ele impôes que eu adotasse o nome de Sheila.
Nunca mais ouvi Edu me chamar por outro nome, não importa onde estivessemos. Apenas no trabalho mantivemos a aparência.
gora nos bares, boites, festas que ele me levava de amizades do lado dele, ele fazia quastão de me chamat de Sheila, principalmente diante dos amigos dele.
Morria de vergonha, mas foi ficando tão comum que eu fui me acostumando.
Eu já usava rabo de cavalo e jamais cortava o cabelo, só corte para aparar as pontes e recuper ocorte.
Usava apenas perfumes femininos e ele pedia para eu usar batons quando íamos pro motel.
Fomos evoluindo e logo eu tinha renovado o guarda roupa para outros peças femininas como espartilhos, body de redinha, salto agulha, mas só usava nos moteis ou quando ia passar o final de semana com ele em viagem ou na casa dele.
Nunca passamos disso e nem penso em transição de sexo e nem ele. Nisso pensamos igual.
Eu reconheço que meu pauzinho só serve para fazer xixi, no sexo é inutil já que sou passivinho mesmo.
Até gozar a sensação é todo pelo cú, o pau so solta um liquido ralinha e incolor, mas a sensação é como vnda todo do meu cú.
Então não faria diferença ter umpau ou não, mas não me passa pela cabeça isso. Eu já me sinto fêmea para Edu e ele fala que nunca me reconheceu como homem, então tá tudo certo em relação a isso, estamos ambos felizes.
Espero que ninguém se sinta ofendido, mas não consigo me ver em desvantagem de me comportar dessa forma passiva diante da atitudes de Edu.
Ele apenas está exercendo seu papael de macho comedor e eu aceitando a minha natureza passiva e aprendendo a cada dia que o meu prazer vem do prazer de Edu.
Vou voltar para contar uma das fodas mais espeteculares que levei de Edu no próximo conto.

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