#Assédio #Gay #Sado #Teen

No Banheiro da Escola: Dominando o Pedro

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ALXPUTO

Encurralei Pedro no banheiro e fiz ele se ajoelhar de novo. O safado jura que não tá afim, mas bastou eu encostar meu cacete pra ele derreter inteiro.

Fala, rapaziada! Aqui vai mais um capítulo dessa putaria da minha adolescência. Meu nome é Alex, tenho 26 anos agora, levo uma vida de hétero assumido… mas no sigilo eu curto umas safadezas com outros machos.

Aquela primeira vez com o Pedro no vestiário mexeu com uma parte minha que eu nem sabia que existia. Aos 15 anos os hormônios tavam explodindo. Eu já era bem atlético — futebol desde moleque, calistenia desde 2013 —, corpo definido, novinhas coladas em mim o tempo todo. Tinha uma namorada japinha gostosa pra caralho, mas o máximo que rolou com ela foi uma chupadinha rápida e sem graça. Eu era ingênuo, sem malícia.

Naquela cabine, com o Pedro de joelhos mamando meu pau até o talo, eu descobri o puto dominador que morava aqui dentro. Gostei pra caralho de seduzir, de mandar, de ver um macho se entregando inteiro pra mim. Descobri que, mesmo curtindo mulher pra valer, eu adorava fazer outro cara me dar prazer.

A Ingrid logo sentiu a diferença. Eu tava mais safado, mais mandão nos amassos. Ela se entregava mais, mas ainda segurava a bucetinha rosa e apertada. Eu não sou de ficar na vontade. Gostava dela de verdade, mas depois que meu primo Wendel me mostrou o outro lado da coisa, eu sabia que não precisava mais bater punheta sozinho quando o tesão apertava.

Pensei em aparecer na casa do Wendel, mas ele tava enrolado com uma mina do bairro. Sei que era só mais uma que ele comeria e largaria, mas achei que talvez ele não fosse estar afim. Aí sobrou o Pedro.

Nas semanas seguintes o moleque me evitava feio nos corredores: desviava o olhar, mudava de caminho. Eu sabia exatamente o que ele tava sentindo — aquela mistura de vergonha, arrependimento e tesão escondido. Porque eu também tinha passado por isso depois da primeira vez com meu primo. Mas eu tinha certeza de uma coisa: o Pedro, por mais que pegasse novinha, adorava ser feito de putinho. Eu só precisava dar um jeito de me aproximar novamente.

Apesar de poucos meses de diferença, nós éramos de turmas diferentes. Um dia eu tava na janela da minha sala e vi ele saindo na direção dos banheiros. Pedi permissão pro professor e fui atrás, mantendo distância. Quando ele entrou, chequei o corredor vazio, fechei a porta (que não tinha ferrolho, infelizmente) e entrei.

Reparei que só havia uma cabine fechada, o que significava que só havia eu e o Pedro dentro do banheiro. Ouvi ele terminar de dar uma mijada e dar a descarga. Quando ele abriu a porta e me viu encostado na pia, com aquele sorriso safado e o volume marcando forte na calça do uniforme, o coitado quase teve um treco.

— O… o que cê tá fazendo aqui? — gaguejou. A pele preta não deixou ele ficar branco, mas o susto deu pra sentir de longe.

— Fala, Pedrinho… vim trocar uma ideia contigo. Tá me ignorando faz dias, caralho — falei devagar, passando a mão por cima do pau na calça, só pra deixar ele mais nervoso.

— Eu não tô te ignorando… é que… tu é do 1º ano, eu sou do 9º. Fica estranho a gente conversando muito — tentou explicar, sem conseguir tirar os olhos do meu volume. Fracassou feio. Foi andando até a pia mais distante.

— Ah, entendi… não quer levantar suspeita — sorri, chegando por trás dele. — Ou será que tá me evitando por causa do que rolou naquele dia no vestiário? — perguntei, colando meu corpo nas costas dele e roçando o cacete duro bem no meio daquela bunda empinada.

O moleque deu um pulo, corpo inteiro tremendo. Quanto mais ele tentava manter a pose de machão, mais eu queria quebrar ele.

— Aleeex… para, mano! Alguém pode entrar! — tentou resistir, voz já fraquinha.

Segurei firme a cintura dele com uma mão e a outra no pescoço, pressionando mais ainda, encaixando meu volume entre as bandas.

— Que tal a gente repetir aquela brincadeirinha, hein? — sussurrei, roçando os lábios no pescoço dele.

Senti as pernas dele bambearem. Delícia pra caralho domar um macho assim

— Aaahhh… cara…lho mano… que gost… — O putinho gemeu se derretendo todo, mas ainda tentando manter a postura de macho — Aqui não, Alex… é perigoso. Eu aceito, mas não agora — gemeu, já derretendo.

Vocês não fazem ideia do tesão que é ouvir um moleque dizendo “eu aceito”. Mas ele tinha razão: o banheiro era arriscado demais. Movimento constante, gente se escondendo pra matar aula. Mesmo assim, o pau tava latejando, e a cabeça de cima já tinha desligado.

— Então é melhor a gente ser rápido, porque eu não saio desse banheiro sem sentir essa boquinha gostosa mamando meu pau — falei, puxando o Pedrinho pra cabine dos PCDs. Tirei logo o pau pra fora, já latejando, e balancei ele bem na frente da cara do moleque, como quem faz um convite que não se recusa. — Saca só como eu tô afim dessa tua boca, caralho.

Pedro arregalou os olhos pro meu pau durasso, grosso, com um fio de baba brilhando na cabeça. Ele podia ter virado as costas e saído. Mas não saiu. Sabia muito bem o poder que aquela rola exercia sobre ele. Modéstia à parte, na época com 15 anos ela já era grande, grossa e bem feitinha. Até quem não curtia tinha que admitir que chamava atenção.

— Caralho, Alex… não acredito que a gente vai fazer isso de novo — murmurou, entrando na cabine e já caindo de joelhos.

Dessa vez não teve aquela timidez da primeira chupada. O safado abocanhou quase metade da minha pica de uma vez, olhando pra cima, fixo nos meus olhos, exatamente como eu gosto.

— Nooosssa, Pedrinho… como tu mama gostoso, muleque — gemi, revirando os olhos e encostando o corpo na parede. Segurei firme na nuca dele. — Abre bem essa boquinha que hoje eu vou meter do meu jeito.

Ele respirou fundo, abriu mais a boca e eu comecei a enfiar, cadenciado no começo, depois mais fundo. Pouco a pouco ia sentindo a garganta quente apertando a cabeça da rola. Quando forcei uns 17cm (ou mais) de uma vez, o coitado engasgou feio.

— Cof… cof… PORRA, ALEX! Vai com calma, arrombado! — reclamou alto, indignado.

Não gostei do tom. Taquei um tapa firme na cara dele.

— Tu tá achando que tá falando com quem, caralho?! — Puxei o cabelo dele com força, virando o rosto pra cima. — Quem tá de joelhos engasgando com rola aqui é tu, porra! Esqueceu quem manda? O único arrombado aqui é você. E se depender de mim, vou arrombar ainda mais essa boca safada!

Pedro tremeu inteiro, olhos assustados, a pose de macho completamente derretida. Delícia ver ele se quebrando assim.

— Me… me desculpa, Alex! Foi sem querer, mano… foi mal — implorou, voz falhando.

— Cala essa boca e mama, seu puto.

Ele voltou pro pau com mais vontade ainda. A mistura de raiva e tesão me deixou animal. Acelerei as estocadas, sentindo a garganta dele apertar, a saliva escorrendo toda, molhando meu saco. O safado aguentava, apertava minhas coxas, mas não fugia.

A gente já tava há tempo demais ali. O banheiro era perigoso — gente sempre se escondendo pra matar aula. Eu ainda tava longe de gozar, porque normalmente demoro mesmo.

— É o seguinte, Pedrinho… — Tirei o pau da boca dele um segundo, deixando o coitado tossir e recuperar o fôlego. Me abaixei, olhei bem no fundo dos olhos dele e acariciei a nuca. — A gente não pode ficar muito tempo. Quero que tu seja um bom putinho e aguente eu socar rápido e fundo. Respira fundo, relaxa a garganta e não foge. Assim eu consigo gozar logo antes que alguém apareça. Beleza?

— Não, Alex… melhor a gente parar — tentou resistir.

— Qual foi, Pedrinho? Vai me dizer que não quer sentir meu leitinho de novo? Eu sei que tu gostou — falei com a voz bem baixa e sensual, continuando a fazer carinho na nuca dele.

— Eu… eu gostei — admitiu, envergonhado. — Mas tua rola é muito grande e grossa… minha mandíbula e garganta já tão doendo.

— Olha só como ela tá latejando, querendo leitar essa boquinha — apertei a base e um fio grosso de pré-gozo desceu pela cabeça.

Pedro ficou olhando, pensou um pouco, depois fechou a mão em volta do meu pau, acariciando a cabecinha.

— Tudo bem… eu vou tentar. Mas não enfia tudo. E se eu não aguentar, para, beleza?

— Fica tranquilo, meu putinho. Eu jamais te machucaria de verdade — falei, levantando e fazendo carinho no cabelo dele. — Respira fundo. Quando estiver pronto, abre essa boquinha pra mim.

Ele se preparou, masturbando devagar, recuperando o ar. Quando abriu bem a boca e me olhou nos olhos, eu fui enfiando centímetro por centímetro até sentir o limite dele. Aí avisei e comecei a foder aquela garganta gostosa.

Só quem já fodeu uma boca como se fosse buceta ou cu entende o prazer que é sentir a cabeça da rola batendo no fundo, ouvindo aquele som molhado de engasgo. Meus ovos batiam no queixo dele — plaf, plaf — enquanto eu metia com força, mas ainda controlando pra não passar do ponto.

— PQP, Pedrinho! Isso, garoto! Aguenta esse pauzão na garganta! Caralho, como é bom foder tua boquinha, seu puto!!

Ele apertava minhas coxas com força, olhos fechados, rosto vermelho mesmo com a pele preta, veias saltadas na testa. Quando bateu na minha perna pedindo ar, diminuí um pouco o ritmo pra ele respirar, depois voltei mais bruto.

— Pedrinho, se prepara… a gente precisa terminar logo.

Não dava mais pra arriscar. Prensei a cabeça dele contra a parede, encaixei ele entre minhas pernas e meti feito um animal, fundo e rápido, dominado pelo tesão. Não enfiei tudo como eu queria, mas no meio da loucura passei do limite algumas vezes.

— Isso, Pedrinho! Que gostoso, muleque… aguenta vai! Aguenta minha pica nessa boca!

— Glock… glock… cof… cof! — ele engasgava, se debatendo, olhos arregalados e lacrimejando.

Foi exatamente esse desespero que me fez chegar lá. Senti a porra subindo, as pernas fraquejando.

— Eu vou gozaaaar, Pedrinho… aaahhh, puta que pariu!!!

Tirei um pouco pra trás, deixando só a cabeça na boca dele e gozei. Não foi uma das gozadas pesadas e longas que eu costumo dar, a pressa atrapalhou. Mesmo assim enchi a boca do safado. Ele tossiu desesperado, cuspindo quase tudo, tentando respirar.

— Cof… cof… Porra, Alex… eu pedi pra tu parar quando eu não aguentasse mais — reclamou, ainda tossindo.

— Desculpa, mano. Tava difícil gozar com medo de alguém entrar. Precisei foder tua boca pra valer — expliquei, ainda recuperando o fôlego.

A gente se limpou com papel toalha, rindo da situação. Meu cacete ainda tava duro, latejando como se nem tivesse gozado.

— Saca só, Pedrinho — balancei ele na frente dele. — O bicho ainda quer mais.

— Tu só pode tá de sacanagem… como é possível? — riu.

Antes de guardar, encostei nele de novo na frente da pia, olhando pelo espelho:

— Tô falando sério. Não fiquei satisfeito. Te quero hoje no vestiário depois da Educação Física. Mesmo esquema: deixa a galera tomar banho primeiro e fica lá me esperando.

— No vestiário não vai dar, Alex! Eu já tinha combinado com o Caio quando a aula acabar — soltou o Pedro, ainda recuperando o fôlego, a voz rouca de tanto ter engasgado com meu cacete.

Eu não consegui me segurar. Soltei uma gargalhada alta que ecoou pelo banheiro inteiro.

— Porra, Pedrinho… tu é um safado da porra mesmo, hein? Tava quase sufocado com minha rola inteira na garganta e tú ainda tá pensando em outra putaria? — falei, rindo enquanto balançava a cabeça.

Pedro baixou o olhar na hora, encarando o chão envergonhado. Não conseguia me olhar nos olhos. Depois de uns segundos mexendo os pés, murmurou:

— Eu não tô afim… juro. Mas o Caio tá insistindo pra caralho. Na semana passada eu já não fiz nada com ele. Se eu desmarcar de novo, ele vai desconfiar. Pode achar estranho demais.

Quanto mais ele tentava explicar, mais eu curtia ver aquela contradição deliciosa. Fora do banheiro ele era o cara que pegava as novinhas da sala. Ali dentro, comigo, bastava eu chegar perto pra fachada desabar. E eu adorava pra porra quebrar ele assim. Cheguei mais perto, colando meu corpo no dele novamente e pressionando nossos cacetes ainda latejando. Falei bem perto do ouvido:

— Eu não tô nem aí com quem tu se envolve, desde que não esqueça que o macho que te fez beber leitinho pela primeira vez fui eu. Tá me entendendo? — Apertei mais o corpo contra o dele. — Quando eu tiver afim, te quero ao meu dispor. Então tu pode até curtir com teu amiguinho no vestiário hoje, desde que consiga dar um jeito de me mamar novamente e me fazer ter uma gozada que me satisfaça de verdade.

Pedro me olhou um pouco assustado, mas notei um brilho safado no olhar e senti o volume na calça dele tentando disputar com o meu.

— Eu entendi — falou com a voz meio hesitante. Ficou alguns segundos em silêncio, sentindo nossas rolas se esfregando uma na outra. — Eu tive uma ideia… já sei como posso fazer pra não cancelar com o Caio e conseguir curtir novamente contigo.

— É por isso que eu gosto de tu, Pedrinho — falei, dando uns tapinhas leves no rosto dele e abrindo um sorriso. — Diz aí, meu putinho… O que tá planejando pra conseguir curtir com teu amiguinho e ainda satisfazer teu macho aqui?

Bom, galera! Infelizmente vou ter que parar por aqui nesse capítulo. Mais uma vez, meu objetivo é contar essas minhas experiências do jeito mais detalhado possível, pra vocês conseguirem sentir pelo menos metade da intensidade que eu senti na época. Não curto muito aqueles contos que cortam no meio da putaria ou pulam os ápices, então preferi entregar essa primeira parte bem completinha. Já ficou grande pra caralho, e acho melhor continuar na próxima parte pra não ficar corrido.

Votem, deixem seus comentários aí embaixo. Eu leio e tento responder todo mundo. Até a próxima! Prometo não demorar pra postar a continuação no vestiário.

⚠️ Imagens pra ilustrar a cena. Não sou eu, nem o Pedro… são só referências bem gostosas pra vocês imaginarem meu cacete na boca dele e ficarem com ainda mais tesão.

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Comentários (1)

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  • Edson: Muito gostoso isso! A adrenalina no caso do meu primo fazia com que ele não demorasse a gozar. Ele não conseguia meter no início (eu não aguentava), só dava estocadinhas com as cabeça pequena do pau, mas logo o leite escorria pelas minhas pernas com receio que alguém nos pegasse no banheiro.

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