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A Última Consulta do Pediatra: De volta ao consultório com o papai

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Grok_o_perv

Depois de ensinar tudo o que eu precisava aprender, papai me levou de volta ao consultório do Dr. Roberto para mostrar nosso progresso.

Duas semanas depois da Aula 3, papai marcou a consulta de retorno com o Dr. Roberto. Eu continuava o mesmo garoto magrelo de sempre: ombros estreitos, peito completamente liso, barriga quase côncava e um pintinho pequeno que mal chegava a 9cm quando duro. Quase não tinha pelo, só uns ralinhos na base. Mas por dentro eu tinha mudado pra caralho — meu cuzinho já sabia levar rola grossa, eu babava no pau do papai com vontade e vivia com o mindinho latejando só de lembrar das aulas.

— Hoje vamos mostrar pro doutor todo o seu progresso, filho — papai falou no carro, a mão grande apertando minha coxa magrela por cima do short. — Quero que você obedeça tudinho, sem vergonha. Deixa ele ver como você virou um putinho obediente.

Chegamos no consultório. Meu coração batia forte, mistura de nervoso e tesão. O Dr. Roberto nos recebeu com aquele sorriso calmo, mas os olhos brilhavam de desejo quando me olharam de cima a baixo.

— Olha só o garoto... já com uma carinha bem mais safada. Tira toda a roupa bem devagar e sobe na maca, de pernas bem abertas pra mim.

Fiquei peladinho na frente dos dois. Meu pintinho já subiu meio duro, rosadinho, balançando enquanto eu subia na maca. Deitei de barriga pra cima, joelhos dobrados e coxas abertas. O ar frio do consultório bateu no meu cuzinho ainda sensível das foda do papai.

O médico colocou as luvas e começou o exame. Mãos quentes seguraram meu pauzinho, puxando o prepúcio devagar, apertando a glande, rolando minhas bolas lisas entre os dedos.

— Excelente... a irritação desapareceu por completo. Nenhum sinal de lesão. O pai realmente fez um trabalho dedicado. Agora me mostra, garoto: como você bate punheta hoje em dia?

Eu cuspi bastante na palma da mão, como papai tinha ensinado, e comecei a masturbar devagar. Polegar e indicador formando um anel apertado na cabeça, descendo até a base, subindo de novo com movimento molhado e ritmado. Gemia baixinho, mordendo o lábio, cara de bobinho olhando pro doutor e pro papai.

— Olha só... ritmo perfeito, lubrificação certa. Progresso impressionante — elogiou o médico, passando o dedo na minha glande babada.

Papai tirou a roupa também. Aquele pauzão grosso, veioso e peludo pulou pra fora, já latejando. Dr. Roberto mandou eu chupar. Me ajoelhei na maca e abri a boca, engolindo o pau do papai devagar. Desci o máximo que conseguia, babando muito, língua trabalhando por baixo enquanto olhava pro médico. O som molhado de chupada enchia a sala.

Depois de uns bons minutos babando no pau do pai, o Dr. Roberto tirou o jaleco, a camisa e a calça. O pau dele era bem grosso, cabeça grande rosada e brilhante, já soltando fio de pré-gozo. Ele pegou o lubrificante, passou bastante no próprio cu e olhou pra mim com um sorriso safado e confesso.

— Quero ver se o garoto aprendeu a dar prazer também. Mas atenção: eu só dou o cu pra pinto de mlk. Pinto pequeno, fininho, delicado e de garoto novinho como o seu. Pau grande de adulto eu não gosto no meu buraco... machuca, arde. Por isso você vai me comer hoje, garoto.

Ele deitou na maca, pernas bem abertas, e continuou falando enquanto esfregava lubrificante no cu lisinho:

— Sabe por que eu virei pediatra? Justamente por causa dessa tara forte que eu tenho. Desde bem jovem eu fantasiava com esses momentos... garotos virgens, corpos lisos e magrelos, pintinhos pequenos, inocentes que precisam ser tocados, examinados e ensinados. Poder ver eles se desenvolvendo, chupar aqueles pausinhos sensíveis, deixar eles me foderem com essas rolinhas delicadas que cabem perfeitinho... é isso que me deixa mais excitado no mundo. Por isso escolhi essa especialidade. Momentos como esse, aqui e agora, são a melhor parte do meu trabalho.

Meu pauzinho deu um pulo só de ouvir aquilo. Dr. Roberto segurou minhas coxas magrelas e me puxou pra cima dele.

— Vem, garoto. Enfia esse pintinho de mlk que eu adoro tanto.

Posicionei a cabecinha rosada na entrada quente e empurrei devagar. Entrei tudo de uma vez, bem fundo. O cu dele era absurdamente apertado, quente e molhado, sugando meu pauzinho inteiro.

— Ai caralho, doutor... tá apertando meu pau todinho... que delícia... — gemi alto, cara de completo idiota, olhos semicerrados.

— Isso... mete tudo. Usa esse pintinho pequeno pra me foder. Bem assim... só pinto de mlk entra aqui. Exatamente como eu gosto — ele gemeu rouco, apertando minha bunda.

Comecei a estocar, primeiro devagar, sentindo cada centímetro. Depois fui acelerando, meu quadril batendo contra a bunda dele com barulhinhos molhados. Meu pintinho entrava e saía rapidinho, latejando dentro daquele cu guloso. Dr. Roberto gemia gostoso, segurando minhas coxas, incentivando:

— Isso... fode o doutor mais forte... seu pau é do tamanho perfeito pra mim. Pequeno, mas lateja tanto... mete, garoto... me usa.

Papai se aproximou, ficou de lado na maca e enfiou o pauzão grosso na boca do médico. Dr. Roberto começou a chupar com fome, gorgolejando, saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto eu continuava metendo sem parar.

— Tá gostando de comer o cu do doutor, filho? — papai perguntou, voz grossa e excitada.

— Tô demais, pai... ele aperta meu pintinho... tá quente pra caralho... tô ficando louco... — respondi, suado, gemendo feito putinha, quadril mexendo cada vez mais rápido.

Dr. Roberto tirou o pau do papai da boca por um segundo, ofegante:

— Mete mais forte, garoto. Goza dentro. Quero sentir esse pinto de mlk pulsando fundo no meu cu... é pra isso que eu virei pediatra.

Eu segurei firme na cintura dele e fodi com tudo. Papai então se posicionou atrás de mim, cuspiu no meu buraco e enfiou o pauzão devagar na minha bunda. Fiquei completamente no meio: comendo o Dr. Roberto enquanto tomava a rola grossa do papai.

Meu corpo magrelo tremia inteiro, gemidos altos e bobos saindo sem controle, baba escorrendo do queixo. A sensação era insana — meu pintinho sendo apertado lá dentro e meu cu sendo arrombado ao mesmo tempo.

— Vou gozar... doutor... tô gozando no seu cu... aaaah!

Gozei seco com força, corpo convulsionando, pauzinho pulsando e contraindo fundo dentro dele. Papai rosnou alto e encheu minha bunda de porra quente e grossa quase na mesma hora. Dr. Roberto se masturbou rápido e gozou forte, jatos grossos acertando o peito dele, a barriga e até minha barriga lisa.

Ficamos os três ofegantes, suados, colados. O médico passou a mão carinhosamente na minha cabeça, sorrindo satisfeito.

— Parabéns, garoto. Tratamento completo. Você se formou. Mas recomendo manutenção... especialmente essas sessões práticas comigo de vez em quando. Meu cu só aceita pinto pequeno como o seu.

Saímos do consultório com meu cuzinho vazando porra do papai, pernas moles e um sorriso bobo e satisfeito no rosto. No carro, papai apertou minha coxa de novo, apertando forte.

— Em casa tem a formatura particular, filho. Quero te foder a noite toda comemorando.

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