Amor de Filha (Parte 19)
Relatos de como vivi um relacionamento incestuoso com meu pai, parte 19.
ESTE RELATO É UMA CONTINUAÇÃO! SE NÃO LER AS PARTES ANTERIORES , FICARÁ PERDIDO.
Vamos aos alertas novamente? Lembre-se que este relato é muito sujo e pesado. Minha história de amor com meu pai foi plena, mas suja. Em qualquer desconforto, procure algo que lhe agrade mais para ler. ♥
ESTE RELATO FICARÁ UM POUCO LONGO, POIS DECIDI NÃO CORTAR ELE. ACHEI QUE SERIA DE MELHOR ENTENDIMENTO DESCREVER ESTE CICLO DE UMA ÚNICA VEZ.
Bom, o que seguiu após eu descobrir minha gravidez, foi maravilhoso. Eu não sabia como explicar aquela sensação. Eu amava o meu pai, e agora tinha um pedaço dele dentro de mim. Talvez você possa achar um tanto chato falar sobre isso, e achar repetitivo(da minha parte) ter que entender que uma garota fez sexo com o pai e engravidou dele. Mas eu posso lhes dizer com verdade que nunca me esqueci de como foi.
Eu preciso abrir este espaço para complementar em como sei que meus pensamentos são errados, mas mesmo sabendo disso, nunca mudei de idéia. Eu me lembro de como meu coração disparou, de como chorei naquele dia… E eu acreditava que todo o amor do mundo estava ali, na minha barriga. Papai me amava tanto, que me deu um pedacinho dele pra mim. E eu o amava tanto, que consegui ter um pedacinho dele dentro de mim.
Para o meu coração e sentimento, aquilo era o ápice do amor que eu sentia pelo meu pai. Eu o abracei, ele me abraçou, me fez carinho e eu chorei verdadeiramente sorrindo. Eu me lembro de, trancada naquele banheiro, falar que amava meu pai o tempo todo. A única coisa que perguntei com cuidado, abraçada com ele, foi meu único medo no momento:
— O senhor agora entende como que eu te amo, pai? O senhor percebe? — Ele concordou, fez carinho no meu rosto e concordou. — O senhor promete pra mim que nunca vai deixar de me amar desse jeito, pai? Promete?
Meu pai beijou o topo da minha cabeça, me abraçou forte e suspirou profundamente. Eu estava em seus braços, chorosa e feliz, e ouvia o coração dele disparado.
— O pai entende, neném. O pai entende. O pai promete. Eu também te amo, minha princesa. — Eu olhei pra cima e sorri, toquei no rosto dele e ele confirmou. — Eu não ligo mais pra essa merda. Eu fico louco pensando nisso. Eu te amo assim também, neném. Meu bebezinho cresceu para ser mulher minha. — Eu fiz que sim e ele me beijou. — Gostosinha do pai. Eu tenho um tesão fodido nisso, neném.
Ele me beijou carinhosamente, afagou meu coração e só se afastou quando o telefone tocou e o trabalho chamou ele. Naquele fim de sábado, mesmo estando em casa, meu pai precisou atender ao trabalho e se ocupou no computador em seu escritório. Sozinhos em casa e já tarde da noite, usei meu pijama curto, dei um beijo em sua boca e fui pra cama dele. Com a Sara longe, podíamos dormir juntos. Plena e feliz, peguei no sono rápido e não vi quando meu pai foi pra cama. Fosse o efeito da bebida, eu apaguei. Me lembro de ter acordado cedo e com muita vontade de fazer xixi.
Me lembro do meu pai levantar enquanto eu escovava os dentes, passar atrás de mim me roçando e indo direto pro vaso. Ele levantou a tampa, e sem se preocupar, foi “mijar”. Gosto de citar estes pequenos detalhes, porque me lembro de uma época que meu pai tomava cuidado para olhar pra mim quando usava shorts curto. Mas depois de tudo, evoluímos na intimidade e não tínhamos mais receios. Era uma relação incestuosa, proibida, suja, porém, plena. Assim como eu, eu sabia que meu pai também gostava desses detalhes.
Quando já secava minha boca, meu pai chegou por trás de mim, me agarrou, enfiou uma mão embaixo da minha blusinha e me tirou um selinho demorado enquanto pegava um peitinho.
— Volta pra cama, tá cedo demais. Nem amanheceu ainda. — Ele me deu um tapa na bunda e eu afastei da pia.
— Fui fazer xixi. Tava quase fazendo no senhor.
Ele deu risada.
— Bebida.
— Toda vez que bebe dá isso? — perguntei achando ruim.
Eu virei as costas com ele dando risada, ele ficou na pia e eu voltei pra cama. Tava friozinho, puxei as cobertas e logo ele chegou do outro lado. Eu fui logo aceitando a conchinha dele, me puxando, apertando minha barriguinha, beijando meu ombro e eu sorrindo.
— Pai?
— Hum? O senhor passou o aniversário todo e a gente não tirou uma foto.
— Tava ocupado metendo. — Eu dei uma risadinha, porque mesmo em toda nossa intimidade, eu era branquela e qualquer coisa eu ficava rosinha. — A gente tira hoje. E como é que tá a gravidinha?
— Tô bem. — respondi sem graça, porque a mão dele entrou na minha blusinha, e a outra entrou no meu mini short.
Dei uma risadinha, mexi as pernas, ele achou minha bocetinha e foi mexendo no meu grelinho. Eu mordi a boca, ele enfiou a cara no meu pescoço e apertou meu peitinho. Eu era magrela, mostrava o ossos da costela e às vezes, confesso, me batia a insegurança sobre meu corpo, mas em alguns momentos, como aquele, eu me sentia bonita e desejada.
— Gostosinha…
Meu pai sempre me lembrava que eu era bonita e gostosa. E eu era uma nanica perto dele. Mais alto, ele não era parrudo, mas também não era magro, e pra minha boceta magra, ele me enchia muito. Eu era toda seca, então o pau dele sempre me deixava aberta.
Ele queria meter, então enfiou um dedo na minha portinha, eu virei meu rosto, beijei ele e ele introduziu mais um dedo. Eu adorava as sensações que aquilo me causava. Meu peitinho tava com uma mão dele segurando bem a pontinha do biquinho, a barba dele estava roçando minha boca, a língua dele dentro de mim e dois dedos me fudendo.
Eu estava pronta. E aí parou o beijo, soltou meu corpo, tirou os dedos da minha boceta e foi direto subindo em mim. Eu nem consegui virar de barriga pra cima, ele prendeu minha bunda, colocou o short de lado e se curvou. Ele usou uma mão pra acertar minha entrada e a outra se apoiou.
Eu fiquei deitadinha, abri a boca, senti o pau dele esticando minha portinha e eu gemi enquanto o pau dele entrou.
— Que bucetinha, neném… que bucetinha… — Ele sussurrou, apoiou as mãos e começou a meter. Ele puxava o ar nos dentes, chacoalhava a minha bunda e começou a fazer barulho com a cama. — Ah… caralho… Priscila… que bucetinha gostosa…
Eu agarrei o travesseiro, gemi baixinho, ouvi a cama rangendo e minha bunda fazendo barulho. Minha bocetinha, de pele e osso, ficava toda aberta. Meu pai tinha um pau grosso pro meu tamanho, então eu sentia a ardência toda vez que ele metia em mim. Eu sentia ele tocando fundo, a pele esticava e dava uma pequena ardência com o movimento de entrada e saída, e quanto mais rápido fizesse, mais eu sentia.
Não era exagero, eu era seca e meu pai, que sempre gostou das mulheres com bastante corpo, me tratava igual uma vagabunda na hora de meter e não ligava pro fato de eu ser pele e osso. E eu adorava aquilo. Ele me comia do jeito que ele queria comer. E eu gostava de me sentir mulher o suficiente pra ele.
— Ain…
Estávamos sozinhos em casa, então ninguém precisava se segurar. E o que começava baixinho, ia criando volume. Meu pai se apoiou com uma mão, segurou um lado da minha bunda e tentou me abrir mais.
— Ah… neném…
— Ain pai… ain pai… ain pai…!
A cama mexeu, meu pai meteu fundo, empurrou a virilha pra frente e urrou bem alto. Ele gozava quentinho, quando gozava de manhã, era bem grosso e branquinho.
— Ahhh caralho…! Caralho, neném… caralho…
Eu fiquei quietinha, mas ficava de coração acelerado e meu corpo todo recebia a surra das metidas, então me cansava também. Aí papai saiu de dentro, soltou minha bunda e foi deitando de lado, enquanto eu ficava quietinha abraçada no travesseiro. Ele respirou fundo, puxou as cobertas, esticou o braço e eu fui me ajeitando na conchinha dele. Ele beijou minha cabeça, me abraçou quentinho e ficou respirando.
— Esse é o melhor fim de semana da minha vida, pai.
Ele deu uma risadinha.
— Você fala umas coisas que depois não sai da minha cabeça, Priscila.
— Porque?
— Levou pica na piscina, no cuzinho, tomou leitada do seu pai até engravidar e fala que me ama depois de me dá a bocetinha. Aí vem com essa de melhor fim de semana.
— O senhor não me leva a sério, né pai?
— Levo, porra. — Ele deu uma risadinha de novo. — É que isso depois não sai da cabeça. Você fala as coisas de um jeitinho gostoso. — Ele beijou meu ombro. — Eu tô fodido. Engravidei minha filha e tô me acabando de fudê com ela.
— Não gosto quando o senhor fala assim, parece que tá arrependido.
— Não tô, neném. Pai tá tranquilo. Pai tá gostando… — Ele beijou meu ombro, me apertou no abraço e enfiou a perna entre as minhas. — Gostosinha. — Ele me segurou juntinho dele e sussurrou: — Eu não aguento segurar quando você geme desse jeitinho, chamando o pai assim. — Eu fiquei coradinha e dei um sorrisinho. — O pai não aguenta, porra… Ain pai, ain pai… — Ele falou fininho e eu dei risada.
— Eu não faço isso! — reclamei.
— Faz, e faz gostosinho. — Ele me beijou, me abraçou e fiquei sorrindo. — Então relaxa, Priscila. Já entrei de cabeça. É só ninguém dá mole, neném. Tomar cuidado. Entendeu?
— Tá.
A gente dormiu rapidinho e ele acordou primeiro. Naquele domingo eu acordei e fui direto pro banheiro me lavar, afinal, meu pai tinha gozado lá dentro e eu dormi. Saí do chuveiro de cabelo molhado, e enrolada na toalha, arrumei a cama e fui pro meu quarto caçar roupa.
— Tomou banho? — Meu pai me ouviu e eu respondi que sim. — Se veste aí, vou te levar lá na vila Mariana.
Eu demorei um pouquinho, porque não gostava de sair com meu pai parecendo uma criança. Deixava o cabelo sempre de um jeito mais sério e abusava do batom vermelho. Meu pai estava bonito e cheiroso como sempre, me levou pra tomar café fora e me levou num apartamento que um inquilino desocupou.
Era espaçoso, bonito e aquele era o apartamento que ele estava pensando em separar pra gente “se encontrar” sem problemas. O problema é que era apartamento, e meu medo era alguém desconfiar da novinha do prédio, igual no prédio antigo. E aí me bateu a bad.
— O senhor comprou aquela casa pra gente, agora vai ficar sozinho com a Sara lá.
— Priscila, não é nada disso. Neném, cê tá grávida. Ficar lá com a Sara desse jeito, vai dar merda e eu não quero perder o limite de novo.
Eu só mexi a cabeça, concordei, sem muito o que contestar. Conversamos sobre os planos e em como falar pra minha mãe, e dali a pouco eu tinha o plano perfeito. Mas o meu domingo ainda não havia acabado. Papai saiu da Vila Mariana e foi para Ribeirão Pires, lá na vila do doce (recomendo em épocas festivas, é lindo).
Eu acalmei meu coração, evitei pensar na Sara. Namorei com meu pai ao ar livre, comemos, bebemos e voltamos pra casa. Foi um domingo maravilhoso. Passeamos juntos, namoramos em rede aberta, sem que ninguém soubesse do nosso segredo sujo. Meu pai foi um amor. E de amor vivemos depois. Naquele domingo, ao voltar pra casa, me lembro de correr para dentro e ir direto pro banheiro fazer xixi. Meu pai foi resolvendo algumas coisas do telefone, e foi se trocar enquanto isso.
Eu coloquei minha roupa pra lavar, soltei meus cabelos, e vesti um pijama super curto. Magrela, mostrava uma parte da ossada da cintura, mas eu tinha um pouco de bunda para preencher o pano. A renda ficava no meio da minha bunda, quase igual uma calcinha. A blusinha do pijama amarelo era curta, só tinha a alça, a marca do sutiã rendado e um babadinho até o umbigo.
Peguei um cobertor do meu quarto, levei até o sofá da sala, puxei o retrátil e meu pai chegou atrás com a cerveja dele. Ele estava só de shorts de dormir, colocou a cerveja na mesinha de centro, abriu uma petisqueira e foi mexer na programação da TV com o celular. Me enfiei nas cobertas e deitei no colo dele.
Não escolhi o filme, meu pai escolheu. Era um típico momento de usufruir do momento e praticar aquelas histórias que eu lia escondida, porque mesmo que eu não cite, eu adorava consumir conteúdos assim. Ler histórias proibidas, para mim, era melhor do que os vídeos da internet. Principalmente as incestuosas. E eu estava, naquele momento, como na maioria das histórias, de roupa curta e no clima. rs
O caso é que o clima era diferente de um lance casual, era algo mais sério e sujo. Meu pai, sentado no sofá e bebendo a cerveja dele, estava realizando até mesmo seus desejos mais silenciosos. Ele não colocou um filme qualquer, ele conectou a televisão no celular e escolheu uma produção pornográfica vintage, de tema incestuoso.
Fiquei em silêncio, comecei a ler a legenda, meu pai terminou a primeira longneck dele e eu já sentia a tensão sexual em meu corpo no começo do primeiro ato. Eu nunca tinha assistido pornografia com ninguém. Ele mexeu no meu cabelo, enfiou a mão na coberta e começou a fazer carinho nas minhas costas. Eu nem piscava.
A primeira cena o protagonista estava em uma cena sexual com a esposa, na qual ela não demonstrava interesse na transa. Em poucos minutos de sexo, eles foram interrompidos, entraram em uma briga pessoal e familiar, e a esposa se vestiu, partindo e deixando o homem nu. Eu mal piscava, enquanto meu pai se mantinha silencioso e me fazendo carinho.
No próximo desenrolar da história, a filha dele chegou em casa no exato final da discussão. Era uma cena bem sugestiva. A atriz tinha corpo magro e pequeno, sugerindo uma diferença de idade até mesmo visual e pegou o pai ainda nu, sentado em sua própria cama. Ele se assustou, tentou se cobrir e a filha não pareceu impressionada com a visão do pai nu. Ao contrário, ela adentrou o quarto, tocou o pai e lhe dirigiu palavras de conforto.
O pai hesitou, pediu à filha que se retirasse e agradeceu suas palavras. Na cena seguinte, a mãe já estava de volta, ainda estressada e a filha precisava de ajuda para com suas lições de escola. A mãe estava cansada demais e delegou a tarefa ao pai. A mulher se trancou no quarto, amargurada e obstinada a ignorar o marido, o qual foi dar atenção à filha.
A matéria, sugestivamente, falava sobre sexualidade e reprodução. A cena produzia uma aproximação, a filha admirava o pai e o tocava ingenuamente, perguntava coisas perigosas e o pai tentava se manter atento. As primeiras cenas sexuais começou quando a filha despertou interesse nos ensinamentos do pai, e pediu-o que o ensinasse a fazer bebês.
Meu pai mexeu no shorts, eu precisei levantar a cabeça, então ele colocou o membro duro para fora e a cabeça quente encostou na minha bochecha. Eu me ajustei no sofá, meu pai se inclinou e pegou outra garrafinha de cerveja, e enquanto ele dava o primeiro gole, eu segurei o pau dele e o toquei com a ponta da língua.
Ele soltou a cerveja no apoio do braço, gemeu baixo, mexeu no meu cabelo e quando a cena sexual começou, eu não tirei os olhos da tela, nem a língua do pau do meu pai. Era uma sensação totalmente diferente e nova. As legendas eram sugestivas, a filha sempre dizia “papai” e o desejo do pai ia ficando maior.
Eu mexia a língua, passava em volta da cabeça do pau grosso, fechava os lábios, descia a cabeça e o colocava devagar na minha boca até encostar entre a língua e o céu. Eu olhava a cena, senti a mão do meu pau alisando minhas costas e levantei a boca babando. Aquilo estava me deixando igual cachorra no cio. Minha boceta piscava, mas meus olhos não. Minha língua fazia carinho no meu pai, e a filha protagonista do filme, gemia pro pai dela.
O pai gozou, mas fez fora. A filha encenou uma decepção e reclamou que queria uma experiência completa. O pai ouviu um barulho, e os dois se apressaram para não serem pegos. E lá entrou outra cena da mãe amargurada. Eu não prestei atenção na cena seguinte, meu pai se mexeu e eu olhei pra cima, me levantei, fiquei de joelhos no sofá e ele tirou minha blusa, pra ir direto nos meus peitinhos.
— Tá gostando, neném? — Ele perguntou baixinho, eu mordi meu lábio e concordei. — Deita…
Eu encostei a cabeça na coberta, meu pai puxou o mini shorts do conjuntinho, eu olhei pro filme e abri as pernas. Ele se abaixou, eu senti meu coração acelerar e ele puxou a baba da minha bucetinha com a língua. Eu tinha ficado tão molhada fazendo aquilo, que eu estava a um ponto de estourar. Meu pai estava me tocando, enquanto eu assistia uma cena pornográfica explicita.
— Hum…
Meu pai enfiou a cara no meio das minhas pernas, eu senti a língua dele passear no meu grelinho e a boca puxar minha babinha. Ele levantou as mãos, pegou nos meus peitinhos e eu pisquei devagar. A mãe amargurada da cena, estava tendo algum tipo de consolo com o sogro e o meu pai estava chupando a minha boceta.
Era tão diferente… Tão sujo, e bom. As cenas davam gatilhos nas sensações do meu corpo, me deixavam de bico duro, aí meu pai me tocava e eu sentia vontade de me contorcer com a sensação. Eu sentia minha boceta piscando, eu via a mulher sendo fodida, a boceta dela aberta, o sogro fodendo ela e quando eu mexia minha cintura, a língua do meu pai me fodia.
De repente senti ardência nos olhos, a boca seca, meus olhos se fecharam e eu senti contração na carne da minha bocetinha. Pisquei involuntariamente, senti as pernas fracas e meu pai socou a cara dele, raspou a barba dele na minha boceta e gemeu. Papai engoliu toda minha babinha. Eu tinha gozado assistindo putaria e com a boceta na cara do meu pai.
— Caralho, Priscila…
Papai me fez abrir mais as pernas, endireitou o pau dele na portinha do meu meio, me abriu de uma vez e afundou o pau dele na minha bocetinha. Eu gemi, virei o rosto e apertei a almofada, porque ele entrou de uma vez. Ele estava louco. A TV reproduzia os sons do sexo pornográfico e meu pai empurrou minhas coxas pela dobra do meu joelho, e meteu com força. Eu abri a boca, soltei a almofada e senti meu pai batendo na porta do meu útero.
— Pai, mete devagar… — Pedi, abri a boca, senti o olho arder e minha boceta toda toda fodida. — Pai… — Ele olhou pra baixo, eu tentei mexer as pernas, segurei no braço dele e senti arder ainda mais. — Ai pai…! Ai pai! Ai! — Minha vagina estava sendo estupidamente pressionada, e sem conseguir controlar eu fiz xixi.— Pai! Pai! Pai! Pai! — Gritei, gritei alto, com a boca seca e minhas pernas tremeram, o líquido espirrou e eu desisti de tentar pedir pro meu pai meter mais devagar. — Paaaiiii…minha buceta paaaaiii!
— Caralho! Caralho! Caralho! — Meu pai travou, ele urrou bem alto e eu senti ele enchendo. Cheguei a espremer os olhos. A sensação foi extremamente nova, mais muito mais prazerosa do que dolorida.
Ele finalmente soltou minha perna, minha dor diminuiu, eu consegui relaxar e devagar ele levantou a virilha, o pau dele saiu e pingou babado. Eu senti meu corpo baqueado, coloquei a mão da testa e respirei cansada. Meu pai se abaixou, enfiou os braços debaixo da minha cabeça e se ajeitou também.
Eu virei o rosto, percebi que uma boa parte do filme tinha rodado, nossa respiração se acalmou e a filha estava tendo uma segunda relação com o pai. Aparentemente, ela havia descoberto que o sexo servia para consolo, e estava tentando curar o pai das feridas da mãe. De repente, meu pai mexeu os braços, pegou em um peitinho meu e quando olhei pra ele, nos beijamos. Então perdi a atenção do filme de novo.
— O senhor sabia que eu só tenho quinze anos e não posso ver pornografia?
Ele sorriu com a brincadeira.
— Gozou gostosinho, eim neném. — Ele me apertou, me beijou, fez carinho e eu fiquei toda apaixonadinha. — Você é uma delicinha, princesa. Eu fiquei louco com isso.
— Amanhã vou ter que secar o sofá, porque se não ninguém vai saber explicar pra Sara isso. — sussurrei, esquecendo o barulho do filme, coradinha de vergonha.
— Ela ia surtar. — Eu dei uma risadinha.
— O senhor ainda vai namorar comigo antes de buscar ela?
— Claro que eu vou, neném. — Ele me beijou, a gente se abraçou e eu fui subindo minha perna, me aconchegando nele. — O pai gosta de te mandar gozadinha pra escola. Com a bucetinha cheia de porra minha.
— O senhor é muito safado. — soltei no meio de uma risadinha.
— Safada é minha filha, conhece ela? Ela sai andando no meio de todo mundo como se nada tivesse acontecido, depois de fudê gostosinho com o pai dela. — Eu dei risada. — Gostou do filme, neném? — Ele mexeu a cabeça e eu olhei pra televisão. A cena mudou. Pai, filha, sogro, mãe e outros personagens compartilhavam a mesma cena. E com um pouco de vergonha, voltei a olhar meu pai e confirmei. — Eu vi.
Eu dei outra risadinha nervosa.
— Para pai! — Tentei me defender. — O senhor que começou!
Ele riu, se aconchegou deitando, me puxou pra ele e eu puxei a coberta. Nós esquecemos da TV e conversamos aleatóriamente depois daquilo, mas em um dado momento, tocamos no assunto do meu bebê. A minha gravidez.
— Vai ter que ter paciência, Priscila. Você é muito novinha pra ter filho, tá tratando da sua dieta salina e eu não quero te ver apagando de novo.
— Mas eu não tenho como controlar, pai. Meu windows tem defeito.
— Vai ter que se cuidar em dobro.
Eu concordei.
— Vou me cuidar direitinho, pai. — Ele estava com a mão na minha barriga, eu coloquei minha mão em cima dele e me aconcheguei. — Esse é o melhor presente que o senhor me deu. Eu vou ser a melhor mãe pra minha irmãzinha. — Ele não falou nada, só ficou me ouvindo. — Eu te amo pai. Eu amo ser sua mulher. O senhor ainda vai ver isso do jeito que eu vejo. Não vou ter filhos com ninguém. O senhor vai ver… Eu te amo desde pequenininha, pai. — Eu me agarrei nele ainda mais, ele beijou meu ombro e eu continuei me declarando. — Sempre sonhei em casar com meu pai. Lembra, de quando o senhor era meu marido nas minhas brincadeiras? Agora vou ser a mamãe, do jeitinho que eu sonhava ser. E lá na frente, se o quiser, pode fazer mais. Não vou ter filhos com mais ninguém. Sou igual a moça do filme, gosto de aprender a fazer bebês com meu pai. — Ele soltou um risinho. — Eu te amo pai. Eu nunca vou esquecer esse fim de semana. Nunca. Nunca vou esquecer o amor que o senhor me dá.
Meu pai tinha trinta e oito anos. Eu não sei se era a idade, mas era mais comum transarmos até duas vezes no dia, ou uma, quando conseguimos ter relação. Lembrando que por conta da nossa relação ser perigosamente proibida, o sexo não era frequente, não depois que a Sara entrou nas nossas vidas. Mas naquele dia, ele se mexeu, se endireitou no meio das minhas pernas e na penumbra da sala, entrou na minha boceta de novo. Eu me mantive abraçada, enrolei a cintura dele com as pernas e ele enfiou o rosto no meu pescoço devagarzinho.
— Eu te amo pai… — Fechei os olhos, eu estava dolorida, ele tinha metido muito forte antes, mas eu não olhava pra isso. Papai me queria, e essa parte era mais importante para mim. — Eu te amo tanto pai…
— Eu não aguento essas coisas que você fala Priscila… — Ele soprou, metendo mais.
Fazia barulho, ele mexia a cintura, batia na minha buceta e fazia barulho.
— Mas é verdade, pai. — Choraminguei, de pernas abertas. — Eu te amo desde pequenininha. Desde pequenininha, pai… Eu te amo… Eu amo assim… Eu amo o senhor dentro de mim…
— Eu vou gozar de novo… — Ele gemeu grosso e parou de meter, socado lá dentro. — Caralho, Priscila… Tem alguma merda nessas coisas que você fala. — Ele urrou de novo, saiu do meio das minhas pernas, ficou de joelhos e alisou minhas coxas. — Cê tá cheia de porra, neném.
Eu me mexi, puxei as pernas e quando fui ficar de pé, as pernas tremeram. Eu caí pra trás e a gente riu.
— Pai, minhas pernas!
— Eu não sinto minhas bolas, para de reclamar.
Eu dei uma risada alta, mas ele ficou de pé e me pegou no colo. Tomamos um banho maravilhoso, eu falei abertamente que o amava. Fomos pra cama, e o curto sonho de viver como a única mulher do meu pai, acabou no dia seguinte.
ME DESCULPE O RELATO LONGO. VOU CORTAR AQUI E CONTINUAR NO PRÓXIMO.
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