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Como eu me tornei herdeira sendo uma putinha diabólica

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Mara Francisca

Eu me tornei herdeira de uma grande fortuna manipulando o patrão da minha mãe.

Minha mãe sempre foi empregada doméstica em uma mansão dos Jardins. Ela e eu morávamos em uma edícula no fundo do quintal. Eu cresci naquele ambiente, brincando com as crianças ricas da família, sobrinhos e afilhados dos meus patrões que vinham para os churrascos todos os fins de semana, mas, é claro, logo percebi que não era igual a eles. Eu estudava em escola pública e usava roupas usadas que os vizinhos nos davam. O casal para o qual minha mãe trabalhava, não tinha filhos e gostavam muito de mim, mas não, claro, como a uma filha ou algo assim. Minha mãe, sempre teve uma paixão platónica pelo patrão e ele tinha simpatia por ela, mas nunca saíram disso. Enquanto eu era criança foi tudo muito normal na dinámica da casa. Ou, pelo menos, como eu não tinha malícia, nunca percebi nada demais.

Quando eu entrei na adolescéncia, comecei a ficar revoltada e ambiciosa. A sensação de desigualdade e a consciéncia da pobreza foram se tornando claras. Notei que eu jamais teria um IPhone de último tipo, uma viagem para Disney, uma festa de 15 anos para 200 convidados, nada assim. Percebi também que quando minha mãe se aposentasse, nós iríamos sair daquele bairro chique pra algum barraco numa comunidade. Foi então que surgiu a oportunidade da minha vida e eu a agarrei.

A patroa adoeceu e morreu meses depois. Fiquei maquinando como me aproveitar da situação e ganhar um bom dinheiro. Pensei em me tornar amante dele e ganhar presentes caros, talvez até um apartamento, depois decidi que era pouco, que eu queria tudo, decidi me tornar herdeira do velho. O patrão estava muito triste com a morte da esposa e nunca tinha se interessado por mim, ele sempre foi sério e respeitador.

Eu comecei a usar saias curtas e blusinhas curtas sem sutiã, mas ele não dava sinal de interesse. Um dia, o cachorro da casa, um poodle não muito grande, entrou no cio e começou a se esfregar na minha perna. O patrão viu e disse ''Não deixe que ele faça isso'', eu respondi com carinha de inocente ''Que é isso, seu Caio, ele não está fazendo nada e eu gosto do carinho'' e então ele respondeu ''É porque vc não entende o que ele está fazendo... deixa pra lá...'' disse isso e levou o cachorro pra longe. Foi aí que acendeu uma luz na minha mente. No dia seguinte, ele estava sentado numa poltrona e eu cheguei com o cachorro e sentei na frente dele com o bichinho no colo e disse ''Olha só, seu Caio, o que eu descobri, o Duque tem um batonzinho que sai quando ele se esfrega em mim''. Ele ficou embaraçado e sem saber o que dizer. Eu com a cara mais inocente, comecei a acariciar os testículos do Duque, imediatamente, aquele pequeno pau vermelho saltou para fora. Olhei para o calção do velho e ele estava todo estufado. Sorri. Ele disse para eu parar com aquilo, que era ruim para o Duque, mas eu respondi que eu já tinha feito isso antes e que ele sempre tinha gostado, nesta hora, puxei o prepúcio do cãozinho e coloquei o nó para fora. Nessa hora eu mudei meu sorriso de inocente para confiante e olhei bem nos olhos do velho enquanto masturbava o Duque. Quando eu senti a ejaculação na minha mão, fiz o olhar mais safado do mundo e comecei a lamber os dedos. Coloquei o bichinho no chão e fui até o velho que estava paralizado. Segurei no pau dele por cima da roupa e cochichei no ouvido dele ''agora, seu Caio, é a sua vez''. Subimos para o quarto e fizemos uma bela festinha.

No dia seguinte, ele me deu um presente muito legal, uma joia da falecida que devia valer uns cinquenta mil, mas eu não quis, eu disse que se eu aparecesse com aquilo, iriam desconfiar que eu tinha roubado e, mesmo que não, não tinha como explicar pra minha mãe. Na minha mente eu não queria só aquilo, não queria só presentinhos, por mais caros que fossem, eu queria tudo que ele tinha.

Eu tinha guardado minha calcinha da noite anterior com o esperma dele para servir de prova, caso tudo desse errado. Gravei um filminho com o Duque fazendo sexo oral em mim e mandei para ele, mais uma prova incriminadora. Na terceira vez que nós transamos pedi para o otário filmar nossa performance no celular dele e enviar pra mim. Ele não só tinha transado com uma garota de 14 anos, como tinha filmado. Eu não tinha certeza se isso era crime, mas só o escándalo acabaria com a reputação dele e da empresa. Mas eu não queria ir pelo caminho do mal.

Depois de um mes, a coisa foi fácil. Ficávamos vendo uns pornozinhos pra inspirar, ele me filmava fazendo boquete no Duque, eu liberei o cuzinho. Quando ele já estava viciadão em mim, veio o golpe. Eu disse ''Caio, eu quero vc pra sempre, eu te amo''. O otário mordeu a isca e começou a dizer que me amava, que iríamos viver juntos enquanto ele vivesse. Ai eu comecei a dizer que não tinha certeza que ele me amava, comecei a chorar, que quando eu ficasse de maior ele iria me deixar por uma novinha. Ele jurou que não, coisa e tal. Foi então que veio o bote, eu propus casamento. Ele ficou embasbacado. Claro um cinquentão casando com uma adolescente, não só era impossível até os 16 anos, como também iria ser um escándalo na família e na imprensa. Expliquei que sabia disso, mas que ele poderia casar com minha mãe. Estaríamos sempre juntos, eu estaria seguro e ele teria o prazer de comer mãe e filha, que é a fantasia de dez em cada dez homens. Ele ficou na dúvida e eu disse que ajudaria que ele chegasse na minha velha, que era uma quarentona, mas ainda dava pro gasto.

É claro que minha mãe estava no esquema desde o início. Ela sabia que eu era a putinha da escola e que chegava todo dia com pentelho nos dentes. Ela sabia que eu tinha sido abençoada com uma inteligéncia fora do comum e uma falta de caráter. Minha mãe fez a parte dela, fingiu que não entendia, foi dando liberdade aos poucos para o velho.

Eles se casaram com comunhão de bens. No começo ele não queria, mas só os vídeos de zoofilia com uma adolescente já dariam confusão demais. As irmãs dele fizeram cara feia, mas eu trouxe duas colegas de escola para fazermos uma surubinha e ele mandou as irmãs se danarem. Os sobrinhos ameaçaram anular o casamento, eu comprei um filhote de pastor alemão e prometi que quando ele crescesse, iria deixar que ele me penetrasse, então o velho arranjou o advogado mais foda do Brasil e mandou os sobrinhos a merda. Ele ficou muito excitado vendo o Zeus crescer e eu sempre o acariciando para acostumá-lo com meu corpo. Na minha festa de 15 anos ganhei todas as joias da falecida em troca de um bukake com os amigos dele vestida com minha roupa de debutante. Aos 16 transei pela primeira vez com o Zeus e ganhei uma viagem pelo mundo. Aos 18 anos eu exigi um apartamento de cobertura no meu nome. O velho encrencou, e disse que eu já era maior de idade. Eu tive que recorrer a minha mãe e fizemos uma cenazinha lésbica de incesto.

Minha mãe, muito esperta, engravidou e demos muito prazer ao velho, até que ele morreu uns dea anos depois. Hoje tenho 28 anos, sou rica e independente.

Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Taradobam: Se deu bem em vadia parabéns

    Responder↴ • uid:gzmk8z2nm1u