#Coroa #Gay #Grupal #Incesto

Descobertas e desejos! Foda quente e selvagem com meu tio e meu pai! Meus funcionários descobriram!

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Tiozao incestuoso

Depois de foder com meu tio, agora neu pai chega e vai participar...Foda quente e selvagem. No outro dia,meus dois funcionários, descobriram ...

Continuação do conto anterior....

Com certeza, aquele final de semana, estaria sendo o mais inusitado e inesperado que ja vivi ao longo de minha vida... tantas descobertas... tantos desejos aflorando, sentimentos vindo a tona e se concretizando, da maneira mais selvagem e primitiva, deixando de lado as convenções sociais e tudo que pode ser julgado como certo e errado... Naquele final de semana, o certo, era viver aquilo tudo e deixar fluir, desejos e sentimentos, que talvez estivessem reprimidos em minha mente e nem eu mesmo sabia...
Jamais havia olhado pra meu pai como homem... Admirava meu velho, admirava sua vitalidade e seu corpo bonito e forte, mas jamais com cunho sexual,,, e de repente, estava eu ali, pelado, de pau duro, com o rabo ainda com o restante da porra de meu tio, abraçado ao meu pai, que usava apenas uma bermuda e o cacete grosso e quente, pulsava sob o tecido, enquanto a língua grande e molhada, explorava cada espaço vazio da minha boca... Nossas mãos acariciavam nossos corpos peludos e eu sugava o que podia da saliva daquele macho, que um dia me fez... O calor que emanava de seu corpo, quase queimava minha pele e o suor começava a escorrer entre nossos pelos... Era surreal, nos dois, pai e filho, abraçados em frente a porta, com os corpos colados e as bocas se devorando, num desejo selvagem de submissão e posse...
Meu tio, que assistia aquela cena, acariciava o próprio pau, que ja endurecera e se aproximava de nós dois... primeiro, fechando a porta atras de nos, pra que a privacidade daquele momento, não pudesse ser interrompida... Nossos lábios colados, nossas salivas sendo trocadas e eu sentindo o peito arfante e peludo de meu pai encostado ao meu... o cacete grande e veiudo, pulsava encostado em minha virilha e mesmo sob o tecido, podia sentir a umidade que ja brotava pelo seu tesão... meu pau, duro, melava a bermuda de meu pai e o meu desejo era de arrancar aquela peça e poder sentir aquele macho por inteiro... de repente, sinto aquele calor aquecer minhas costas... Era meu tio Valdir, que se aconchegava em uma abraço triplo, me encaixando entre os dois irmãos, me fazendo rechear aquele momento de safadeza familiar...Sentia a pentelhada farta de meu tio roçar em minha bunda, enquanto seu cacete grosso e ja todo babado, deslizava por entre minhas coxas, como se estivese metendo em um rabo ou em uma buceta... meu pai afasta o rosto do meu e então, vejo uma das cenas mais icônicas que ja presenciei: Meu pai e meu tio, dois machos maduros, com as barbas grisalhas, meu pai bem mais que meu tio e suas bocas abertas, sugando um a língua do outro e os gemidos abafados por lábios grossos que me chupavam e mordiam com voracidade... Me afasto do meio deles, pra que eu pudesse presenciar e apreciar a cena, que provavelmente, foi a causadora de estarmos agora ali os três, pai, filho e tio, pelados e começando aquela putaria...
Suas barrigas e peitos peludos encostados ao máximo, os braços fortes envolvendo um o corpo do outro, as mãos grandes e ágeis, acariciando e apertando a pele das costas, das coxas e da bunda... Era lindo de ver, meu tio, bem mais baixo que meu pai, dava a sensação de estar ao mesmo tempo, sendo protegido, como também, sendo submisso ao poder do grandão... o que de fato não deixava duvidas, era a cumplicidade e o tesão que envolvia os dois... o beijo era quente, molhado, as bocas se devoravam e as mãos pareciam querer chegar em lugares que jamais alguém chegou... meu pai mordia o pescoço do irmão, lambia e e chupava, deixando marcar daquela putaria carimbadas na pele... Os dois gemiam alto, pareciam feras indomadas na floresta, querendo entrar em combate, mas , neste caso, e embate, ou o combate, seria de rolas penetrando, furando buracos ávidos por recebe-las..
Enquanto os dois se pegavam, eu abri mais uma cerveja, sentei no sofá e fiquei a admirar a cena... Meu pai, bem maior, apoiou meu tio sobre a mesa de jantar, se agachou atrás dele, abriu aquele rabo peludo e deslizou a língua pelo rego quente, provocando espasmos no corpo de Valdir e gemidos profundos quando a língua lhe tocou o túnel do prazer.... A sintonia entre os dois era perfeita... Ficava claro o quanto eles gostavam de fazer aquilo, o quanto sentiam prazer um com o outro e isso foi construído ao longo dos anos... meu tio já havia me contato, que meu pai foi quem lhe tirou a virgindade ainda bem novinho e essa relação, que começou, com um irmão se satisfazendo com o outro, permaneceu durante os anos, agora com dois irmãos se dando prazer mutuamente e gostando de fazer isso... Meu pai se posicionou atras de Valdir e pude ouvir o berro do meu tio, ao mesmo tempo que a bunda grande e musculosa de meu pai, se movimentou fortemente pra frente, indicando que a rola grossa e veiúda, havia rompido a resistência do rabo de meu tio e sem nenhuma cerimônia, ja estava alojada em seu fundo...Confesso que neste momento, senti uma pontada de ciúmes, e ver meu pai se movimentando, entrando e saindo de dentro do meu tio, me deixou com uma vontade enorme de sentir aquele homem que me criou, me dominando, ensinando ao filho, como servir ao pai, liberando o rabo pra que o pai possa se satisfazer... de repente, me dei conta, que por todos esses anos, sempre nutri secretamente esse desejo, nunca havia colocado a imagem de meu pai em minhas fantasias, mas agora sabia, que essa fantasia só se concretizaria, quando eu sentisse aquele cacete grosso, despejando o mesmo leite que me criou, no fundo do meu rabo... Meu tio gemia e falava algumas putarias, pedindo mais rola, pedindo pra meu pai arrombar o cuzão dele como sempre fazia.... Meu pai socava forte, parecia querer punir o irmão de alguma forma, por alguma coisa... parecia que ia rasgar o irmão ao meio, pois enfiava o cacete de maneira violenta, fazendo Valdir se segurar na mesa e gemer alto...
Terminei minha cerveja e aos poucos, devagar, fui me aproximando dos dois... passei a mão ao longo das costas largas e peludas de meu pai, fazendo o coroa se arrepiar todo... lambi seu pescoço, deixei meu hálito quente tocar em seu cangote, o que me fez meu velho gemer ... Cheguei por trás, de vagar e fui me aconchegando a aquele corpo grande e peludo, que parecia querer queimar de tão quente que estava... Encostei meu peito em suas costas, o suor ja escorria, minha barriga se moldou em sua coluna e mais abaixo, aquele rabão grande e peludo, se encaixou perfeito em meu baixo ventre... meu pau grosso e melado, começava a deslizar por entre as montanhas de carne e músculos que era a bunda de meu pai... Ele gemia, sentindo seu filho lhe tocar daquele jeito e eu, parecia que ia pegar fogo, de tanto tesão... jamais em minha vida, me imaginei fazendo isso, beijando, mordendo as costas peludas de meu pai, enquanto meu cacete desliza por sua bunda, deixando seu vale quente e peludo, melado com meu pré gozo... A cabeça de meu pau, encontra a sua entrada e sinto a textura de suas pregas grandes, o que deixava claro, que muitas vezes aquele lugar ja fora visitado e os visitantes, não foram muito amistosos... As pregas sempre inchadas, significava que meu pai levava rola de maneira mais bruta e que as bitolas, poderiam ser bem exageradas... Ele urrou quando a cabeça de meu cacete encontrou seu cuzão quente e peludo... senti seu corpo se retesar todo , e sua cabeça foi jogada pra trás, ao encontro da minha... meus dentes se cravaram no pescoço groso e forte de meu pai... ele gemia e eu queria que ele sentisse dor, que sentisse seu filho, que um dia ele deu banho, carregou no colo, ensinou a pescar, agora estava ali, com a cabeça de sua rola, prestes a invadir seu interior...Meu corpo tremia... Meu coração parecia que ia sair pela boca, tamanho era a excitação que o momento me provocava e não falo apenas no teor sexual, mas o fato de ser meu pai, o que cara que me criou, estar ali, pelado em minha frente, fodendo o rabo do irmão e prestes a sentir a rola do filho enterrada dentro de seu próprio rabo... isso deixava tudo ainda mais perfeito, mais excitante...
_sente minha pica no teu cu pai!!!! Quer ela dentro de ti???
_Puta que o pariu moleque!!!! que caralho é esse??? parece um jumento guri!!!
_Esse teu cu ta me dizendo que tu ja aguentou bem maiores pai, alias, esse teu lado, to adorando conhecer pai!!!! Vou te foder gostoso tche!!!
Eu disse isso e cravei minha vara lentamente dentro daquele rabo... O safado não teve resistência... O pau escorregou macio pra dentro daquele cu, quente, úmido... parecia que ja estava preparado pra ser fodido, que estava lubrificado, esperando por uma rola ali dentro!
Ele gemia forte, cabeça jogada pra trás enquanto minhas mãos, beliscavam seus mamilos grandes e durou.. meus lábios mordiam sua orelha, lambiam seu pescoço e beijavam sua boca... Ele voltava a cabeça pra trás e ergua o braço, de forma que pudesse segurar em minha nuca e fazer seus lábios se colarem aos meus... Chupava sua língua, metia a minha dentro de sua boca... Ele gemia alto e eu cuspia dentro de sua boca e voltava a beijar, enquanto meu quadril se movimentava, entrando e saindo de dentro dele... meu tio Valdir, ainda apoiado a mesa, sentia dentro de si, o movimento que fazíamos e a cada estocada que eu dava no rabo de meu pai, Valdir sentia o cacete de meu pai enterrar mais fundo em eu rabo... A casa ja estava tomada pelo cheiro forte dos machos suados... Nem havíamos nos refeito da noite, nem banho havíamos tomado... o efeito do desodorante, a muito ja se perdera e nossos sovacos peludos, exalavam o cheiro forte da testosterona, que inebriava e penetrava em nossas narinas... o cheiro de porra, misturado com o suor que brotava da pele e exalava, era almiscarado e inebriante... As virilhas suadas, pelo atrito com as bolas peludas e também, pelo contato com as bundas peludas, deixavam a casa com o perfume mais puro, de uma putaria entre machos, aquele cheiro ácido, que fazia a narina arder levemente, mas sem deixar de ser gostosos e excitante de sentir...
Estávamos fodendo a algum tempo, eu sabia que não demoraria a gozar, mas antes de gozar, eu queria mais, queria sentir aquele macho, me arrombando... Se era pra ser uma putaria sem limites, que a culpa, o remorso, viesse depois, agora seria a hora da luxúria, do prazer sem limites e desmedido... Tirei o cacete de dentro do rabo de meu pai, fazendo um barulho e sucção, arrancando do macho, quase um berro... segurei em sua mão e olhei pra Valdir e disse:
_vamos, quero mais de voces dois!!!
Os dois machos se olharam e sorriram... meu pai ja grudou em minhas costas e mordeu levemente meu pescoço...
_O pai vai te devorar filho!!! Vou matar o desejo de muitos anos, meter nessa bunda redonda que sempre teve!!!
_Quer dizer, que sempre teve tesão no meu rabo pai??? Quer dizer que a mão me acariciava quando me dava banho, não era apenas pra fazer espuma???
_Como te disse filho, sempre desejei, mas agora vou ter pra mim.... E vou arrombar esse cuzão!!!
Cheguei no quarto, Valdir ja se posicionou de pé sobre a cama, enquanto eu engatinhei até encontrar seu caralho melado e ja meio azedinho.. lambi a cabeça e engoli até sentir aquele cacete em forma de cunha na minha goela.... meu pai, chegou ao lado do irmão, esfregou a pica melada em meu rosto e então pude observar aquela cabeça grande, roxa, com uma fenda que parecia ter sido construída a bisturi, pois era maior que a maioria dos caras e isso fazia, que ela liberasse mais liquido seminal que normalmente os homens liberam... literalmente, meu pai parecia que estava sempre gozando... nesse momento entendi, quando muitas vezes vi suas bermudas manchadas na frente e achava que o coroa tinha respingado mijo... na verdade, era o caralho babando pelo tesão e me dei conta, talvez muitas dessas vezes, o motivo seria meu rabo e o tesão que ele sentia pelo próprio filho... abri a boca, passei a língua na cabeça da rola de meu pai e pela primeira vez, senti o sabor da pica que me fez... Foi uma sensação estranha, um misto de culpa, de estar cometendo pecado e aio mesmo tempo, o desejo do impuro, da perversão!!! Abri a boca e deixei ele entrar... o sabor era forte, ácido, amargo... se líquido escorria pegajoso por minha língua e o sabor tomava cona de todos os espaços de minha boca... Sua mão pousou forte sobre meus cabelos e forço... senti meu lábios sendo forçados a se abrir e cada vez mais, minha boca era ocupada por um ser que ja não cabia dentro dela... a cabeça roliça e melada, começava a forçar a entrada de minha garganta, as lágrimas começavam a escorrer de meus olhos e o ar, começava a entrar em meus pulmões com dificuldade... engasguei, tive náuseas, mas nada disso impediu meu pai de prosseguir... Minhas narinas sorviam o cheiro de seu saco, de seus pentelhos suados , que traziam consigo o cheiro forte da urina de macho... quando aquecia a pele e os pelos, esse odor masculino exalava e minhas narinas sorviam... Ja não conseguia respirar... a boca arregaçada, continuava a ser penetrada pela rola grossa e cheia de veias de meu pai... a garganta ardia, pois a cabeça ja se alojara lá dentro me fazendo sentir o sabor e viscosidade de seus fluídos dentro de minha d goela... meu nariz se afundava na moita de pentelhos agrisalhados de meu pai... olhava em seus olhos e percebia o riso safado em seus lábios, ao mesmo tempo, que ouvia os gemidos fortes que eram emitidos por eles... meus dedos se cravavam em suas coxas e bunda, quase implorando por u pouco de ar... a saliva escorria por qualquer espaço que encontrasse pra sair e o que não conseguia sair, era acumulada dentro de minha boca, quase me afogando... a pele de meu rosto, com certeza estava vermelha e nesse momento, senti o alivio, de ter meu pai, tirando o cacete de dentro de minha goela.... Tossi muito, e junto com a cabeça da sua rola, uma cascata de saliva e baba escorreu de minha boca, unindo a cabeça da pica até meus lábios, em fios grossos e espessos... Logo eu receberia novamente aquele cacete... agora as mãos de pai, seguravam minha cabeça com força e a entrada e saída de sua rola, se davam com maior velocidade... literalmente, ele estava fodendo minha boca... sentia a cabeça entrar na minha garganta e em seguida ser arrancada, deixando a pele da goela ardendo.... Ele esfregava a rola babada em minha barba e em minha pele, esfregava a cabeça soltando seu mel em meus lábios e me fazia lamber, sentindo o seu sabor...
_Chupa filho!!!! mama gostoso o cacete do pai!!! sente o sabor dessa pica que um dia tu saiu de dentro!!!!
_Delicia pai!!!Ahhhhhhhhhh, que delicia esse sabor e essa tua rola... quero ela no cu pai!!! Me fode!!! Fode o rabo do teu filho...
_Quer a pica do pai no cu filho???
_Quero pai!!!! Porra cara, quero muito!!!!
+Vou te dar o que tu quer Filho!!! E vou encher teu cu com os teus irmãozinhos!! Vou te engravidar e te fazer meu putinho, como sempre quis!!!!
_Vai pai!!!! Mata teu desejo e me fode caralho!!!! Rasga meu rabo, mostra pro teu filho quem manda!!!!
Eu dizendo essas obscenidades, aguçava ainda mais o desenho depravado de meu pai!!! Não conhecia esse lado dele, esse desejo incestuoso que nutria por mim, mas confesso, que estava adorando e algo em mim, estava acordando... um desejo que jamais havia aflorado, agora brotava forte, o desejo de ser possuído pelo próprio pai, de ser objeto de prazer dele...
Enquanto ele se posicionava atrás do meu rabo sedento, eu abocanhava a rola melada de tio valdir, sentindo o sabor amargo do seu pré gozo... meu pai abria meu rabo e metia a língua dentro do meu cuzão... com certeza sentia ali o sabor da porra do irmão, pois ele enchera meu rabo com seu leite na madrugada e ainda tinha porra grudada em meus pelos... Sentia a pele de dentro do meu rabo ainda ardida... os dedos grossos de meu pai, abriram meu cu, de maneira que meu interior ficou exposto, pronto pra satisfazer os desejos mais pecaminosos daquele coroa safado.... a língua quente e molhada, me arrancou gemidos, sufocados pela rola do tio, que me fodia a garganta... meu cu parecia que estava pegando fogo e eu sendo devorado por aquela boca... Ele lambia, sugava, beijava...
_Delicia esse cuzão filho!!! E temperado pelo Mano, melhor ainda!!!! Naquele momento, tive certeza que ele estava lambendo a gala do irmão, que ainda estava em meu rabo.... De repente, sinto as suas mãos grandes agarrarem meus quadris, seus dedos grossos e fortes apertarem minha carne e a cabeça de sua rola grossa, pulsar, melando a entrada de meu cu.... Ele nem segurou na rola, apenas movimentou o corpo, pra que seu cacete ficasse na posição , pra poder entrar... as mãos fortes de meu coroa, me seguravam os quadris enquanto o corpo forçava a entrada pra dentro de meu rabo... Sentia a cabeça quente e melada do cacete grosso de meu pai, pouco a pouco, escorregando pra dentro do meu rabo, se aproveitando da lubrificação que a porra de seu irmão deixara... |ardia, mas não era dor... a resistência de meu rabo, foi rompida sem muito esforço... sentia aquele cacete grosso e cheio de veias pulsantes e salientes, preenchendo cada espaço dentro do meu rabo... a cabeça liberando seu pre gozo, abria caminho pra que ele chegasse ao meu fundo... os dedos fortes apertavam minha carne e a barba sem por fazer, roçava minhas costas, arranhando e arrepiando cada pelo meu... Sentia o calor da barriga peluda e saliente, encostada na cueca de minha coluna, emoldurando nossos corpos em um encaixe perfeito... e o peito peludo e suado, apoiado sobre minhas costas largas e suadas... o peso do corpo de meu pai,, me fazia sentir a sua presença muito próxima a mim, tão próxima, que seu cacete melava e pulsava dentro do meu rabo... impossível não deixar gemidos escaparem de meus lábios...Meu pai forçava seu caralho dentro do meu cuzão e eu sentia meu corpo queimar... Ardia em desejos .. ouvia a respiração pesada de meu coroa entre gemidos e palavrões desconexos:
_Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh tesão de cu filho!!!! Todo gozado!!! Ahhhhhhhhhhhhh vou te arrombar mais moleque e vou te encher co teus irmâozinhos... ahhhhhhhh cuzão gostoso!!!
_Vai pai... fode esse rabo!!! Ahhhhhhhhhhhhhhh, delicia esse teu cacete... se eu soubesse que eraa tão bom, ja tinha te dado o rabo antes velho pervertido!!! ahh soca, vai!!!!
Meu tio segurava meus cabelos e enfiava a rola melada na minha goela, enquanto meu pai, metia com força a rola em meu rabo... entre gemidos abafados, ouvia o som de beijos molhados, entre os irmão... os dois desfrutavam do meu corpo, um metendo em meu cu e o outro em minha boca, e os dois trocavam beijos, como sempre fizeram.. Em meio a essa putaria, me veio a cabeça um pensamento: Com quantos outros caras esses safados ja tinham fodido daquele jeito???
Não importava!!! Pra mim, naquele momento o que importava, era sentir meu pai, de um jeito que jamais senti antes... meu coração pulsava forte e dentro de mim, algo se transformava... Já não sentia meu apenas como meu pai, adora, sentia aquele homem, como um macho dominador, gostoso, que estava me devorando, metendo rola no cu do próprio filho e me fazendo sentir um dos maiores prazeres que ja senti na vida.... meu pau pulava, balançava e melava todo o lençól com a baba que escorria... sentia minhas bolas doerem, precisando gozar... meu rabo ardia, sendo macetado e judiado por aquele caralho... sentia cada centímetro dele entrando e saindo, e quando ele tirava todo de dentro, sentia meu rabo molhado e frio, desejando estar preenchido novamente...Precisava sentir aquele macho me enchendo com sua porra... meu corpo era jogado pra frente e pra trás, de acordo com os movimentos que os quadris largos de meu faziam de encontro a minha bunda, e dessa forma, minha boca era fodida por Valdir, que sem dó, afundava a cabeça em forma de cunha dentro de minha garganta, me fazendo babar e engasgar...
Os minutos foram passando, meu pai trocou de posição, deitando na cama, deixando aquele cacete grosso em riste... parecia um poste, com aquela cabeça roxa e escorrendo seu melzinho... O cheiro forte de putaria, tomara conta do ar e em nossas narinas, podíamos sentir todos os odores que machos no cio liberam... Aos poucos me acomodei sobre o cacete de meu coroa, sentindo cada pedacinho daquela rola, penetrar em meu cuzão.... sentia ele se movimentar de baixo pra cima, pra fazer seu cacete entrar fundo... o pau pulsava... então, ergui levemente meu corpo, de maneira que minhas mãos se apoiaram em seu peito largo e peludo, me dando sustentação, pra que eu pudesse subir e descer em sua rola, cavalgando sobre aquele cacete, arrancando urros de tesão de meu pai.. olhava agora na cara do safado e via em seus olhos, toda a luxuria, toda a safadeza que aquela homem carregara durante a vida... Via o o quão pervertido ele era e o quanto ele desejara estar fodendo o cu de seu próprio filho... e agora estava fazendo isso e prestes a leitar, encher o meu com sua porra cremosa e grossa... meus gemidos ja eram quase urros, minha respiração pesada e meu rabo ardendo, pedindo pra ser recompensado por todo aquele esforço... Meu tio Valdir, deitado entre as pernas de meu pai, lambia seu rabo, seu saco e seu cacete que entrava e saia de meu rabo, deixando o caralho lubrificado e pronto pra gozar... Meu pai, percebendo a dureza de meu pau, que melava sua barriga peluda, começa a bater uma punheta forte em meu cacete, se aproveitando e sua saliva e da própria lubrificação que escorria de minha uretra... Não estava aguentando mais, sentia que ia explodir a qualquer momento:
_Ahhhhhhhhhhhhhh pai!!! Eu vou gozar!!! Não to aguentando mais, vou ahhhhhhhhhhhhhhhhh....
Entre gemidos e espasmos, meu pau explodiu em um gozo fenomenal, que melou s mãos, a barriga, o peito peludo de meu pai... Foram vários jatos, que chegaram até seus lábios, e ele não se fez de rogado, lambeu minha porra, lambeu os dedos sorvendo cada gota e recolheu todo o meu leite de sua barriga e de seu peito, e em seguida sugando tudo... Ao mesmo tempo, meu rabo mordi seu caralho, em cada jato de porra que eu gozava, meu anel apertava o cacete dele e isso estimulou o safado a gozar também... apertava minha bunda e se enfiava mais fundo... urrava feito um urso em meio a mata e despejava seu leite grosso, repleto de irmãozinhos dentro do meu cu... sentia meu rabo quente, melado, inundado por aquele creme viscoso, que teimava em vazar e escorrer belas beiradas de seu cacete... enquanto ele lançava seus jatos de porra dentro do meu cu, me abraçara apertado, quase fazendo meu corpo se fundir ao dele... sua boca quente encostou na minha e nossas línguas duelaram em uma briga potente e violenta, sugando nossas salivas e eu sentindo o sabor de minha própria porra em sua boca... Meu cuzão ainda mordia seu caralho... Em volta, uma espuma com bolhas de ar, era lambida e sugada pelos lábios de meu tio Valdir, que não desperdiçou nenhuma gota daquela porra que vazava... Nossas respirações ofegantes, começavam a se acalmar... o beijo intenso, começava a ser mais doce e terno.. a mão grande de meu pai, acariciava meu rosto, enquanto os lábios agora, mordiscavam suavemente os meus... Nossos olhos se fitaram... Estávamos tão próximos, que quase conseguíamos ver a alma um do outro através do olhar... Seu caralho aos poucos foi escapando de meu rabo, deixando no ar o som molhado e o cheiro e cu de macho e porra fresca... meu rabo aberto, exposto, completamente inchado e vermelho , escorria por entre os pelos e sobre as pregas arroxeadas e bastante inchadas, o leite farto e grosso que a pouco meu pai despejara em meu interior... estava tão arrobado, que perdi o controle sobre a minha musculatura anal, não conseguia fechar e dessa forma, o leite vazava livremente, pra sorte de Valdir, que sugava toda a porra em meu cu... lambia, sorvia e bebia cada gota...
Eu deitado sobre o peito do meu coroa, completamente entregue, suado, tinha suas mãos grandes acariciando minha bunda e minhas costas e seus lábios, beijando suavemente os meus, lambendo meu tosto e me dando beijinhos...
_realizei meu maior sonho filho!!!!
_É pai??? Sempre desejou me comer??? e foi bom, foi do jeito que imaginou?
_Sempre filho!!! Te olhava com aquela bunda redonda e imaginava o dia, que eu estaria ali entro, cravado, despejando meu leite e finalmente, esse dia chegou... e foi maravilhoso... Que cuzão gostoso filho!!!! e tu, gostou de dar esse rabão pro pai?
_Muito pai!!! Ainda sta sendo estranho!!! Daqui a pouco, a ficha vai começar a cair e não sei como vai er, mas agora, está sendo muito bom!!
_Daqui a pouco, pode ser ainda melhor filho!! daqui a pouco, depois e depois.... Ninguem precisa saber disso!!! Somos pai e filho e isso facilita, porque podemos desfrutar desses nossos desejos, sem ninguem desconfiar...
_É, só não vamos gravar, que nem vocês dois fizeram!!!
Neste momento, Valdir se posiciona em pé, sobre nos dois, batendo uma punheta forte começa a gemer e gozar.... Seus jatos saem desordenados e atingem nossos peitos, nossos rostos, nossas bocas.. Ele se ajoelha sobre nos, pra que pudéssemos lamber a cabeça ainda melada de sua rola, limpamos o caralho dele, dividindo a porra que escorria e depois nos beijamos novamente....
Valdir levantou da cama, foi até a cozinha e trouxe três cervejas...
_Nada melhor pra começar o domingo, do foder e beber!!!
Demos risada, sentamos na cama, os três pelados, suados e totalmente melados de porra... bebemos nossas cervejas e volta e meia trocávamos beijos entre os três...
_Preciso arrumar esse quarto de hóspedes!!! esse povo aqui do sitio, sabe que o quarto ta um depósito e vou explicar como, onde vocês dormiram??
_Ué, e tem de explicar???
Disse meu pai...
_Pai! Melhor nãao arriscar... ja sei que voces vão ficar por aqui alguns dias e com certeza vão virar frequentadores assíduos do sitio...
_Do sitio só não né filho!!!! O pai vai virar frequentador assíduo do sitio, da cama do filho ele e principalmente, do cuzão desse filhão!!!
_Pois é, então paizão, mãos a obra, vai dando jeito na churrasqueira, espetando a carne, que eu e o Valdir vamos fazer uma faxina naquela quarto, deixar habitável, ao menos pro pessoal pensar que alguém dorme ali!!!!
O dia passou tranquilo... os três machos de cueca, a porra seca na pele, o suor secando na pele e o cheiro exalando no ar... Churrasco e cerveja, boas risadas... naquele momento, éramos pai, filho e tio... Mas sabíamos, que a partir daquele final de semana, seríamos muito mais que isso... Quanto ao meu pai, olhava agora com outros olhos... conseguia ver um macho, parrudo, peludo, com coxas grossas e um volume em meio as pernas, que fazia meu piscar só em olhar... Com certeza.. daquele dia em diante, nossa relação seria muito mais próxima....
A noite, nova seção de foda... tio Valdir entrou na vara, foi comido por mim e meu pai, virou uma putinha sobre a cama e sobrou também pra meu coroa, que acabou sentando no meu cacete... mas isso é outra história....
Pela manhã, os guriz, meus funcionários solteiros, vieram dar bom dia e com as caras mais safadas do mundo perguntaram:
_Laerte, o pessoal comentou que essas duas ultimas noites, ouviram barulhos estranhos, uns urros, acharam que é algum bixo no meio da mata... disseram isso e deram risada, me olhando de maneira bem safada... olharm pra meu pai e meu tio na varanda tomando um chimarrão e então, o mais novo dele, concluiu:
Esses bixos que urraram e assustaram as mulheres dos colegas, tomam chimarrão durante o dia??
Devo ter ficado vermelho, e não consegui responder na hora, então, Josué o mais velho concluiu:
_Fica tranquilo Laerte... Esses bixos ai, ja urraram algumas vezes aqui ó... Disse isso dando uma agarrada na rola e sorriram os dois!!!
_Queremos participar dessa festa!!!
Meus funcionários ja haviam fodido com meu pai e com meu tio e u nem desconfiava disso....
Sentamos os cinco macho na area da casa, tomando chimarrão... Eu, meu pai e meu tio de cuecas, ainda meladas por nossas porras, que não deixava dúvidas sobre a putaria da noite... os dois guris, de bermuda e camiseta... Conversamos então sobre toda a putaria que ja havíamos feito e meu pai, então deu a ideia, de no próximo final de semana, irmos pra casa dele, que era bem afastada de vizinhos, na entrada da cidade e lá, não haveria problemas nem especulações sobre o que e quem estaria... Churrasco, cerveja entre amigos disse meu tio e Josué completou:
_E muita rola, cu e porra.... ninguém vi ser de ninguém.... mas uma coisa é certa, patrãozinho, to doido pra experimentar esse teu cuzinho!!!
A safadeza ja tinha tomado conta de mim, então respondi:
_E precisa esperar até o final de semana pra fazer isso??? Hoje a noite, vamos todo pra csa do meu pai quando vcs terminarem o serviço... e ai, tu mata esse desejo rapaz...

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