#Assédio #Gay

Toninho Bate-estaca

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O Narrador de Contos

Um peão sempre me provocava quando eu ia na obra.

Toninho, o pedreiro forte e moreno, sempre me provocava quando eu ia visitar a obra do prédio que estava construindo. Eu sou engenheiro civil e não tenho o mesmo porte que um pedreiro mas sou bem definido. Toda vez que Toninho me provocava eu me irritava, mas não conseguia deixar de admirar seus os músculos definidos pelo trabalho. Um dia, conversando com outros colegas de trabalho sobre Toninho, descobri que outro dos seus apelidos era referente ao tamanho de seu membro, que era tão grande que ganhou o apelido de "bate-estaca" aqui na obra.
Certa vez, após uma visita à obra, acabei tendo que até mais tarde para observar melhor a construção. Quando estava em um dos andares sozinho Toninho percebeu minha presença e se aproximou de mim com um sorriso no rosto. Antes mesmo que eu pudesse reagir, ele já estava encurralando meu corpo contra a parede, exibindo seu membro enorme e rígido através da calça jeans surrada.
— Ouvi dizer que você gostou do meu apelido! Esse é o verdadeiro "bate-estaca" — disse ele com arrogância, batendo sua ereção na minha barriga enquanto eu tentava me desvencilhar de suas mãos fortes. Eu protestei, mas logo percebi que não tinha escapatória.
Toninho começou a massagear meu membro por cima da calça enquanto se inclinava para sussurrar em meu ouvido: — Chupa essa rola grande e forte, agora. E você vai adorar cada centímetro dela.
Relutante, abri minha boca para permitir que ele enfiasse seu pau duro até a garganta. Toninho começou a estocar sem dó, e mesmo contra minha vontade, eu comecei a gostar da sensação de ter aquele membro gigante deslizando dentro da minha boca.
— Isso aí, chupa com força, engole todo ele — incentivava Toninho enquanto agarrava meus cabelos para guiar os movimentos. Eu obedecia, chupando e lambendo como um verdadeiro boqueteiro experiente.
Toninho estava tão excitado que não demorou muito até esguichar seu sêmen quente na minha boca. Engoli tudo com avidez, surpreendido pelo meu próprio desejo de saboreá-lo. Logo depois, ele me virou contra a parede apertando minha bunda.
— Relaxa. Seu cu vai adorar essa estaca — falou enquanto empurrava na porta de meu anus aquele pau monumental. Eu gemia de dor e prazer.

Toninho não deu tempo para eu me preparar, apenas pressionou seu pau duro contra meu ânus e começou a penetrar devagar enquanto segurava minha bunda com força. Eu senti cada centímetro daquele membro enorme deslizando dentro de mim, esticando minhas paredes internas de uma forma que nunca experimentei antes.
— Puta merda! — exclamei entre gemidos, surpreso pela sensação daquela rola gigante abrindo meu cu. Toninho começou a estocar devagar, me deixando habituar com seu tamanho. Logo ele estava fodendo com força e velocidade, metendo até o talo dentro de mim enquanto eu gritava de prazer.
Toninho segurava minha cintura com uma mão e agarrava meus cabelos com a outra, me fazendo arquear as costas para receber suas investidas cada vez mais intensas. Eu podia sentir meu pau latejando dentro da calça, tão excitado quanto o dele.
— Isso aí, gosta dessa rola grande, não é? — provocava Toninho enquanto metia sem dó. Eu só conseguia gemer em resposta, completamente entregue àquele pau enorme que me fodia sem piedade.
Ele aumentou ainda mais a velocidade e força das estocadas, fazendo meu corpo tremer de tanto prazer. Eu podia sentir suas bolas batendo contra minha bunda enquanto ele enfiava tudo dentro de mim.
— Vou gozar! — gritei, sentindo meu pau latejar forte. Toninho não diminuiu o ritmo nem um pouco; ao contrário, começou a meter com ainda mais vigor.
Senti seu membro pulsando dentro de mim quando ele chegou ao clímax e esguichou uma quantidade enorme de sêmen quente em minhas entranhas. A sensação foi tão intensa que me levou ao orgasmo também, e meu pau jorrou um monte de porra sobre a parede à minha frente.
Toninho permaneceu dentro de mim por alguns instantes, ofegante, antes de finalmente sair. Eu fiquei ali, encostado na parede, completamente exausto e satisfeito. Toninho sorriu para mim com aquele ar presunçoso e disse: — Bom saber que o apelido "bate-estaca" combina mesmo comigo.

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