Meu padeiro da adolescência
Quero relatar parte do que vivi, certamente terei que mudar os nomes dos envolvidos, mas aqueles que participaram mais intimamente comigo, se lerem o relato, certamente lembrarão de momentos maravilhosos.
Como toda adolescente, eu tinha uma tremenda curiosidade sobre sexo e hormônios em ebulição. Próximo de minha casa em Santos, havia um homem já quarentão dono de uma padaria, era bonitão, com uma voz de locutor, sempre muito simpático e que me dispensava uma atenção especial, porém, dada a diferença de idade, eu não imaginava o que estava para acontecer no dia que resolvi entrevistá-lo para um trabalho de ciências, sobre fabricação de pães. Jorge ao me ver com a câmera fotográfica, levou-me até o interior da padaria e muito sutilmente passou a alisar meus braços, com seu sorriso super simpático, em determinado instante passou a mão bem de leve no meu pescoço, que causou um arrepio em todo meu corpo e a tremida que meu corpo deu, foi indisfarçável ele sorriu para mim já com certo ar de tesudo, mas pensei que poderia ser impressão e continuamos, quando Marcos resolveu me mostrar como fazer a massa e separou os ingrediente enquanto eu anotava as proporções, ele pegou acariciou minha mãos, dizendo que eu tinha que desenvolver o tato para fazer "tudo ficar mais gostoso", a entonação que deu não deixou dúvida, passei a misturar uma certa quantidade de farinha, água e na hora de "amassar" meu projeto ele foi bem direito, aperta "bem gostoso", como se estivesse massageando seus seios, olhei para ele com aquela cara de dúvida e certamente bem sacaninha e ele que estava com as mãos limpas mostrou-me em como fazer massageando meus peitinhos em desenvolvimento, aquela sensação maravilhosa tomou conta de minha barriga e ele percebeu a tesão que eu tentava controlar beijando meus lábios, só então vi o roliço forçando sua calça e devo ter arregado os olhos, o "padeiro", limpou minhas mãos com um papo e colocou minha mão direita sobre seu cacete, nossa aquilo era demais para mim, segurei a tora e ele me beijou com vontade, enfiando sua língua em minha boca, deve ter notado que eu não ofereci resistência e apertou minhas nádegas. Eu encantada com aqueles carinhos que nunca tinha recebido não larguei em instante algum aquele piroca dura e ouvi aquele som gutural percebendo que o homem estava gozando dentro das calças e ele se afastou de mim, com nítido receio do que tinha acabado de fazer, antes que ele falasse alguma coisa, eu falei: "Não se preocupe, já sou grande e não vou contar nada para ninguém". Percebi o alivio do macho e ele então me abraçou ainda com sua piroca dura, perguntando-me que horas eu tinha que voltar para casa, respondi que no fim da tarde. Continuamos a preparação da massa, sabendo que as dezesseis horas sus sócia o renderia assumindo o estabelecimento, fiz os registros fotográficos e não demorou para Lourdes aparecer e depois de assar o pão preparado por mim, fui embora mas não sem antes combinar nosso encontro do dia seguinte. Na tarde do outro dia, esperei Sergio sentada no banco da pracinha e assim que ele chegou atravessei a rua e entrei com ele em sua casa. Na sala da casa de apenas um quarto fui abraçada e ele me instruiu a chupar sua língua, o que fiz sentindo todo o prazer em faze-lo enquanto ele massageava meus peitinhos até que o macho adulto resolveu tirar minha camiseta e mamar em mim, nossa eu não sabia como reagir, estava certa que perderia o cabaço para aquela tora que eu não parava de segurar e enquanto eu me contorcia Sergio se desnudava e finalmente pude pegar aquela rola adulta, grossa, com uma cabeçorra maravilhosa já babada, dura como ferro e ele pressionou meu ombro induzindo-me a ajoelhar e finalmente vi a poucos centímetros da minha cara aquele cacete veiúdo recebendo a sugestão de coloca-lo na boca, que aceitei de bom grado e por inexperiência mordisquei, fazendo o macho dar um pulinho e ele passou a tremer assim como eu. Sergio já completamente nu, exibindo seu corpo adulto terminou de tirar o que ainda restava de minhas roupas, parando um breve instante para admirar meu corpinho tremulante de adolescente e me fez sentar na beira do sofá, não sei se ele abrir minhas pernas ou eu mesmo abri, o que sei é que pela primeira vez um homem estava chupando minha buceta, provocando em mim uma sensação incrível e quando me dei conta eu estava me contorcendo e gemendo até explodir no meu primeiro gozo que encantou aquele homem. Sentindo-me mulher aproveitei quando Sergio levantou na minha frente que ela delícia apontando para mim e abocanhei o caralho com o espírito de puta que habitava dentro de mim e ouvindo as instruções daquela voz sofrida do aprendi a fazer o movimento de cabeça e lábios recebendo em minha boca golfadas de porra engolindo o quanto deu e deixando escorrer pelo canto da boca o restante. Nos abraçamos e nos alisamos Sergio estava transtornado excitando-me ainda mais até que sentei em seu colo, mas ainda restava algum juízo na cabeça do adulto e ele puxou o pau para cima sem ele explicar o que eu deveria fazer, passei a esfregar minha racha naquela piroca dura, encaixando perfeitamente o cilindro entre meus lábios vaginais instintivamente esfreguei com tanta com tanta vontade e com uma habilidade nata que gozamos juntos sentir em meus lábios vaginais o leite correndo dentro daquele cacete grosso e jorrar para cima em golfadas lambuzando meu abdômen. Fomos para o chuveiro e tomamos nosso primeiro banho juntos. Tive que ir para casa, pois não queria despertar suspeitas em casa. CONTINUA
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