Escravo Familiar: Capítulo 48 (Adestramento do Escravo Familiar)
Durante a madrugada acordei sentindo-me seco; precisava urgentemente de água. Bati no braço musculoso de papai, mas ele somente gemeu baixinho e me apertou mais de encontro com seu corpo.
Ah, meu senhor, faça-me o favor! Pensei pegando no seu braço e puxando de cima de mim e o jogando pro outro lado.
Levantei-me, saindo da cama, e, enquanto eu calçava meu chinelo, papai disse:
— Oxe, filho, o que é isso? Papai falou, acordando bravo.
— Preciso beber água, papai!
— Rum! Devia ter se agachado na cama e tomado meu mijo, era bem melhor, e não teria levantado e acordado o papai! E também teria me esvaziado!
— Certo, papai, já volto para tomar seu mijo, mas preciso de água com urgência.
Abri a porta do quarto e saí para o corredor, andei até a escada, descendo os degraus até o andar de baixo da casa. Fui para meu quarto e peguei minha garrafa de água em cima do meu criado-mudo e, abrindo a tampa, bebi a água em goladas fartas.
GLUB Glub Glub
— Aaah!
Fechei-a e deixei-a no mesmo lugar.
Saí do meu quarto, fechando a porta, e me voltei para o corredor. Subi novamente as escadas para o andar de cima da casa, de volta para o quarto de papai.
Abri levemente a porta do seu quarto e entrei de fininho.
Papai levantou-se rápido, dando-me um baita susto.
— Aí, papai, que susto da porra! Falei, colocando a mão no peito.
— Anda logo, abra essa boca, papai precisa esvaziar.
— Não acredito que você não foi ao banheiro!
— Ãh! ãh! Eu quero me esvaziar na sua boca. Ele disse e começou a mudar de posição.
Papai resolveu ficar de pé em cima do colchão da cama, segurou seu pau duro pela base e expôs a cabeça rosada de sua pica. Apontou-a para meus lábios, fazendo com que eu os abrisse, e foi deslizando até a cabeça ficar totalmente coberta pelos meus lábios e começou a mijar.
Xiiiii.
— GLUB!
Xiiiiii.
— GLUB!
Xiiiiii.
Papai ia despejando seu mijão pausadamente para que eu não me engasgasse ou deixasse vazar pela boca.
Eu engolia, sentindo o gosto salgado e morno que invadia minha boca e deslizava minha garganta abaixo.
Quando ele terminou, pediu para eu abrir a boca e bateu a cabeça rosada do pau na minha língua, expulsando as últimas gotas. Eu aproveitei e a suguei, sorvendo as últimas gotas que restavam no final do seu canal urinário, e o retirei da boca.
Papai voltou a se deitar na cama e eu ao seu lado. Ele passou seu braço forte pela minha cintura, prendendo-me ao seu corpo, e em instantes voltamos a dormir.
Pela manhã, acordamos juntos.
Papai beijava-me suavemente o pescoço, fazendo eu me arrepiar inteiro. Com sua voz grave e sonolenta, ele disse-me:
— Bom dia, flor do papai! Dormiu bem?
— Sim, meu papai! E o senhor?
— Ao seu lado? Sempre!
Ao dizer isso, ele esticou seu braço por cima do meu corpo, indo em direção ao criado-mudo para pegar seu celular.
Virou-se na cama, ficando de barriga para cima, e acendeu a tela do seu celular. Entrou no WhatsApp e verificou o que tinha de mensagem.
Depois de um tempo, começou a fazer cafuné na minha cabeça careca, e, ainda olhando para o celular, digitando algo nele, disse-me:
— Hoje você vai receber um treinamento!
— Treinamento? Treinamento do quê? E para quê? Perguntei, franzindo a testa.
— Querido, eu quero que você seja ainda mais obediente e ainda mais submisso aos machos da família. Então contratei seu ex-cunhado, Leonardo, para te adestrar igual a um cachorrinho. O que você acha? Papai disse, segurando minha testa com a mão esquerda, passada por trás da minha cabeça, e aproximou um pouco mais meu rosto do seu.
— Tem necessidade, meu senhor? Eu não estou dando problemas, estou sendo bem obediente. Falei com insegurança na voz.
— Papai sabe, querido, porém, preciso que você aprenda coisas novas, aprenda a ser submisso ao extremo. Sem questionar, sem se recusar.
— Bom, tudo bem! Falei meio triste.
— Ei, o que foi, filho? Papai perguntou-me, olhando nos meus olhos.
— Nada, só achei que estava tudo perfeito e que não estava te desapontando!
— Está indo tudo bem, querido! Só quero que você aprenda coisas novas e se permita mais no sexo.
Aconcheguei-me no seu peito, mas não estava satisfeito; não estava mais me sentindo confortável como antes.
Então deitei no seu colo, colocando a cabeça na sua virilha, e virei-me com o rosto para ela, enfiando meu nariz no seu pau e saco, aspirando seu delicioso cheiro.
— Fsss! Fsss!
— Tá bom, papai! A que horas começa meu adestramento? Perguntei, pegando no corpo do seu pênis, que estava ficando rígido, e expus a cabeça, colocando-a em seguida na boca, e chupei até a base, enfiando meu nariz na sua virilha com pelos aparados.
— Aaaaaaah! Papai gemeu e segurou minha cabeça, afundando mais seu pau na minha garganta.
— Combinei com ele, às 9:00, Huuuuuuuuuum! , então precisamos levantar, Huuuuuuuuuum! , já vai dar 8:30 , então precisamos nos apressar! Ãããããh!
Ele disse e segurou na minha cabeça com as duas mãos imobilizando-a , e começou a bombar forte até gozar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Aaaaaaah, toma seu café da manhã, putinha!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
PLOC!
— Aaaaaaaaaaaah!
Pffffffffffffffffffffffff!!!!
Papai afundou meu rosto na sua virilha, segurando forte minha cabeça e fazendo com que eu me sufocasse no seu pau, e gozou fundo na minha garganta.
Depois que terminou de gozar, soltou minha cabeça.
— COFF COFF COFF.
Tossi e levantei da cama, indo para o banheiro me limpar e me trocar.
Quando deu 8:30, eu já estava pronto. Com uma roupa limpa, todo de rosa, uma calça jeans, camisa de manga curta e um tênis também rosa de tom mais claro que a roupa.
Prendi minha coleira no meu pescoço e fui atrás do papai no seu quarto. Quando entrei, ele já estava pronto, segurando a guia da minha coleira nas mãos.
Prendeu-a na argola da coleira e saiu me puxando para fora do quarto, pedindo-me para fechar a porta atrás de nós.
Descemos as escadas até a garagem. Papai puxou-me pela guia até o banco do passageiro do seu carro e me instalou no banco, afivelou meu cinto e jogou a ponta da guia no meu colo.
Depois abriu o portão da garagem, voltou para o carro, sentou-se no banco do motorista, ligou o carro e foi retirando-o de ré.
Quando o carro já estava para fora, ele desceu novamente e foi fechar o portão de casa. Travou-o com uma trava de ferro e voltou sem pressa para o carro. Voltou a se sentar no banco do motorista e, baixando o freio de mão, passou a primeira marcha do carro e saímos de frente de casa, em direção ao adestrador do meu ex-cunhado.
Com o carro já em movimento, papai segurou delicadamente atrás do meu pescoço e me guiou para o meio das suas pernas. Eu abri o botão da sua calça e seu zíper e retirei seu cacete duro de dentro da cueca, e comecei a chupar.
GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub…
Papai contorcia-se enquanto dirigia, gemendo, tremendo. Às vezes me dava alguns tapas na cara, cabeça, bunda; outras, ele afundava mais minha cara na sua virilha, fazendo eu engasgar e sufocar no seu cacete.
Levou cerca de duas horas para chegarmos, e papai só se permitiu gozar quando estacionou o carro. Papai estacionou em frente a um pet shop com uma fachada roça e branca. E, ao desligar o carro, bombou com toda a sua força na minha goela e goxou fartamente.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC, pffffffffffffffffffffffff.
Recompondo-se, descemos do carro e papai enlaçou a ponta da guia da minha coleira no seu pulso, prendendo-a forte.
Fui conduzido para dentro do estabelecimento; na entrada, dei-me com uma parede lateral com cachorros e gatos filhotes engaiolados para adoção. Me encantei por um gatinho laranja; era macho, de olhos pretos e grandes.
Tentei fazer carinho pelos vãos da gaiola, mas papai puxou-me para perto dele.
— Quietinho do meu lado, escravinho! Aquieta esse rabinho!
Fiquei do seu lado observando o pet shop, até que fomos atendidos pelo meu ex-cunhado Leonardo, que vinha da parte dos fundos da loja.
Meu ex-cunhado é pardo (mãe branca e pai negro), tem por volta de 1,70 m, é magro, usa uma barba negra desenhada, olhos castanhos escuros e cabelos crespos cortados baixos na máquina três. Estava vestido com uma camiseta de manga curta vermelha, bermuda jeans azul e um tênis branco que brilhava de tão limpo.
Ao se aproximar, nos cumprimentou, apertando nossas mãos.
— OH, OH! Seu João, como o senhor está? O Leonardo apertou a mão do meu pai, cumprimentando-o.
— Bem, Léo, e você, como está? Perguntou papai.
— Bem, meu senhor! E você, gracinha, como está? Ele disse, dirigindo-se a mim.
— Bem, Léo! Respondi.
— Então, Léo, como combinado, vou deixar ele com você e busco-o no final do dia.
— Tá bom, seu João, espero que dê tudo certo. Disse meu ex-cunhado para meu dono.
— Claro que vai!
Papai entregou a ponta da minha guia para ele, avisando-o.
— Tome conta do meu amorzinho, hein! E deixe-o bem adestrado.
— Sem problemas, seu João, até mais tarde!
— Até mais tarde, Léo, até mais tarde, filho. Te amo e volto para te buscar à tarde!
— Tá bom, meu senhor papai, até mais tarde, também te amo.
— Comporte-se, hein?
— Pode deixar!
Papai saiu do pet shop, entrou no seu carro e foi embora.
— Bom, agora é só nós dois, meu cachorrinho. Au! Au! Disse o Léo e me puxou para os fundos, sem antes, é claro, fechar a loja.
Nos encaminhamos para uma sala grande onde havia vários brinquedos de pet e um playground canino, mas que também serviria para adestrar escravos como eu.
Esse playground tinha uma casinha que cabia um cachorro de grande porte, com um escorregador, uma rampa para subir e adentrar a casinha, vasilhas de água e ração no chão ao lado da casinha. Nas paredes encontravam-se coleiras de vários modelos e tamanhos distintos e vários tipos de guias.
Já o chão era feito de carpete verde claro que simulava grama, e estava repleto de brinquedos e petiscos caninos.
O Léo me levou até um banco que ficava fixado na parede lateral e no chão e prendeu minha guia no suporte que estava fixado na parede, e desprendeu-a da minha coleira. Em seguida, deu sua primeira ordem.
— Primeiro, cachorrinha, tire suas roupas, fique peladinha para seu adestrador.
Comecei a tirar minhas roupas, começando pela camiseta, depois meus tênis, meias, a calça e a calcinha. Dobrei tudo e coloquei no banco onde ele estava sentado, junto com meus tênis no chão.
Depois fui para sua frente.
— Agora retire as minhas roupas. Ordenou.
Cheguei mais para perto dele e, segurando na barra da sua camiseta, a ergui, passando-a pela sua cabeça.
Depois desamarrei o cadarço que ele usava como cinto na calça, abri o botão e o zíper, e deslizei sua calça para baixo junto da cueca boxer, até seus tornozelos.
Seu cacete duro, grosso, cabeçudo de 20 centímetros pulou na minha cara, com a cabeça brilhando com o pré-gozo. Sorri olhando para cima em direção ao seu rosto.
Em seguida, ajoelhei-me no chão e desamarrei os cadarços do seu tênis com a boca, puxei a lingueta e ele deslizou seus pés suavemente para fora deles. Em seguida, ele mandou:
— Cheire os meus tênis!
Levei um de cada vez ao meu nariz, enfiando-o na parte interna de seus tênis brancos, e aspirei fundo.
— Fsssssssssssssssssss!
Nossa, que chulezão gostoso, forte, meio amadeirado, quente do jeito que eu gosto.
Com calma, ele foi se sentando novamente no sofá, arreganhou suas pernas e apontou com o dedo indicador para seus pés, em uma ordem silenciosa para que eu voltasse a bajulá-los.
Segurei novamente em seus tornozelos e os ergui até meu nariz encostar em seus pezões, que ainda estavam calçados com as meias, e aspirei fundo, gemendo.
— FSSSS!! Huuuuuuuuuum!
O Léo sorria satisfeito e aproveitou para esfregá-los na minha cara, marcando minha cara com o seu delicioso chulé de macho, e depois enfiou-os na minha boca.
Eu os chupei, com fome, com devoção, deixando-os bem molhados. Enquanto isso, meu ex-cunhado só gemia.
— Huuuuuuuuuum! Que boquinha molhada! Isso lambe meus pés cansados, bichinha!
Em seguida, mudei de bajulação e comecei a lamber, primeiro o dorso, depois entre os dedos suados e chulezentos. Chupei cada dedo de seus pés e, erguendo mais um pouco, cheirei suas solas macias e quentes.
— FSSSSS! FSSSSS!
Depois as beijei, as lambi, passando a língua em cada centímetro delas, e, por último, eu as beijei.
Quando terminei, ele deu batidas com as solas na minha cara e, com o dedão e o segundo dedo do pé, prendeu meu nariz, chacoalhando em seguida minha cabeça com ele.
— Isso, muito bem, meu amor! Ele disse, afagando o topo da minha cabeça.
Ele então , se levantou, e pude admirar todo o seu físico.
Meu ex-cunhado é bem gostoso, pardo, magro, de 1,70 m, pernas e braços definidos do trabalho, uma bundinha redonda pequena, costas largas e um par de pés tamanho 39. Ele usa uma barba bem desenhada e marcada com um bigode aparado, seu cabelo é crespo e castanho escuro, cortado em estilo militar, quase careca, e nas orelhas ostenta um alargador pequeno.
Ele então puxou-me pela guia, fazendo-me andar até o centro do espaço pet, colocou-me de joelhos e, afagando minha bochecha, disse:
— Agora vou te ensinar alguns comandos, igualzinho a um cão, ok?
— Sim, Léo! Respondi.
— Ótimo! Então, de joelhos, deixe seus braços flexionados e as mãos caídas com a munheca quebrada para frente, e coloque a língua para fora, e faça hahaha! Igual a um cachorrinho.
Fiquei de joelhos, arrumei meus braços e minhas mãos na posição que ele ordenou, e coloquei minha língua para fora e fiz o barulho.
— Hahahahaha!
Nesse momento, ele levantou seu pezão e passou a sola na minha língua, de cima para baixo, várias vezes.
— Huuuuuuuuuum! Língua gostosa! Ele disse.
Passou um pé friccionando várias vezes, depois alternou para o outro pé, fazendo-me sentir o gosto do seu chulé quente, salgado e amadeirado.
Depois segurou na base do seu cacete duro, expondo a glande rosada, e bateu com a pica na minha língua molhada.
— PLAFT, PLAFT.
E logo começou a deslizá-la para dentro até minha garganta ser cutucada com a cabeça rosada.
— Huuuuuuuuuum! Ele gemia e pousou sua mão no topo da minha cabeça enquanto seu quadril ia para frente e depois para trás lentamente.
Em seguida, prendeu-me com a boca encostada na sua virilha, sufocando-me.
— Aaaaaaah! Isso, cadela, agora aperte minha rolona com sua garganta de bicha.
Comecei a apertar a garganta e ele contorcia-se na minha boca. Enquanto isso, seus pés procuravam meu pau; quando achou, senti ele pisar sem dó e começar a esfregá-los com força e rapidez.
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...
— Huuuuuuuuuum! Eu gemia sufocada com sua pica na minha garganta.
Meu pau duro estava sendo esfolado pelo seu gostoso pé chulezento de macho, me causando uma excitação extrema.
Senti que estava próximo de gozar e, para meu azar, ele também. Então, sem avisos, ele interrompeu as metidas e as fricções, fazendo eu protestar.
— Não!
— Isso é para você aprender a só gozar quando seu senhor mandar. Ele disse, afastando-se.
Ele logo virou seu cuzão pardo para minha boca, pegou-me pela cabeça com uma mão e, com a outra, abriu suas nádegas e enfiou meu rosto, com o nariz, direto no seu cuzinho preto e me fez cheirá-lo.
Bum bum bum bum bum bum...
— Aaaaaaah! Huuuuuuuuuum! Isso, viadinho, cheira meu cuzão tesudo de macho, cheira sua bicha, aprenda a gostar de cheiro de cu de macho. Aaaaaaah!
Ele dizia, enquanto me dava bundadas na cara, rebolava seu cuzão no meu nariz e me sufocava com seu prazer.
— Huuuuuuuuuum!
Bum bum bum bum bum bum bum bum bum bum bum bum bum.
— AAA, Pedro, que delícia, escravo.
Depois ele se virou, pegou-me pela guia e puxou-me para o playground dos cachorros.
Me fez subir as escadinhas e me colocou com o cu virado para ele, abriu minhas nádegas e enfiou seu rosto com seu nariz direto no meu cu.
— Hãããããã! Gemi alto, rebolando no seu rosto.
Ele segurava firme nas minhas nádegas, apertando-as, batendo-as na sua cara, esfregando o nariz rápido no meu cu e se auto-sufocando no meu cuzinho.
— Huuuuuuuuuum! Hããããã!
Logo ele retirou a cara do meu cu, se levantou, apontou seu pau no meu cuzinho e começou a adentrá-lo.
— Huuuuuuuuuum!
A cabeça deslizava com dificuldade, travando e me rasgando.
— Não tem lubrificante? Perguntei quase chorando.
— Não cadelinha, vai ter que ser no seco mesmo. Ele respondeu-me.
— Aaaaiiiii!! Gemi quando ele terminou de entrar.
Sem esperar que meu cu acostumasse, começou a socar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Seu saco batia forte na minha nádega e ele ordenava:
— Late, cadelinha, late! Para você ganhar presente.
— Au, au, au, au, auuuuuuu!
— Isso, porra! PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT...
Ele batia forte no meu rabo enquanto a casinha se balançava toda com sua metelança bruta.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Ããããh sua puta, toma leite!
Pffffffffffffffffffffffff
Ele gozou dentro de mim e saiu de dentro.
Pegou na minha coleira e levou-me para os cochos no chão. Em um deles, ele mijou, enchendo-o até a boca.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Depois foi até um armarinho e tirou de dentro uma espécie de ração. Na embalagem dizia: "Ração humana". Veio até o colcho e abriu a embalagem, depois despejou uma quantidade, fez sinal para que eu não me aproximasse ainda e começou a bater uma punheta.
Uns minutos depois, ele gozou em cima da ração e mandou:
— Coma!
Fui até a ração gozada e, com a boca, comecei a comer.
O gosto era bom e ruim ao mesmo tempo; tinha gosto de legumes e carnes, com uma pitada doce-amarga da sua porra grossa.
Comi tudo e lambi o colcho. Com o pé, ele apontou para que eu tomasse o xixi do outro colcho. Fui, virei-me para o outro e comecei a tomar.
— GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub
Quando terminei, limpei a boca e olhei para ele, esperando a próxima ordem.
Ele logo veio por trás de mim e tocou meu ombro.
— Levante-se, querido, vamos para sua última tarefa.
Levantei-me e ele puxou-me até a casinha com escorregador, pegou-me pelo pescoço e enfiou-me na casinha, deixando-me com a bunda bem empinada. Depois, foi a uma prateleira e escolheu um açoite, e, vindo até mim, começou a me açoitar.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT...
— Huuuuuuuuuum! Eu gemia alto.
Os golpes eram fartos e me davam muito prazer, fazendo eu me tremer todo; ele ria enquanto me batia, deixando minha bunda branca toda rosada.
— Hahahahaha!!
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
Até que parou e jogou o açoite para o lado e, com o pau duro, enfiou-o de volta ao meu cu com toda força, e começou a bombar forte.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Hãããããã, hããããã, hããã, hããã, hããã, gemíamos juntos com ele, me fodendo loucamente, segurando firme na minha cintura.
— Caralho, estou gozando, estou gozandooooo!!!!
Pffffffffffffffffffffffff!!!
Gozei junto com ele, sujando a casinha de cachorros de porra.
Logo ele saiu de dentro de mim, fazendo o mar de porra escorrer por minhas pernas abaixo.
Virei-me para ele, e ele me beijou de língua, fazendo eu sentir seu gosto, misturado ao do meu cu de viado.
Quando se afastou, puxou-me até onde davam banho nos cachorros; lá tinha um chuveiro comum onde tomamos banho e xampu de cachorro.
Quando saímos do banheiro, ele me disse:
— Sua última tarefa.
— Ah, não! Falei.
— Epa, não aprendeu nada hoje? Ele perguntou.
— Sim, senhor! Desculpa.
— Assim é melhor.
— Ajoelha no chão.
Ajoelhei-me.
— Agora de quatro! Ordenou-me.
Fiquei de quatro.
— Lata!
— Au au! Lati.
— Isso, amigão! Ele me disse, afagando minha cabeça.
— Está adestrado, vou te dar uma recompensa.
Ele então me puxou de volta para a sala de adestramento, foi a uma prateleira, pegou um pingente de ossinho e o prendeu na argola da minha coleira junto com a guia.
No ossinho tinha as iniciais F.A. Olhei para ele e perguntei:
— O que significam essas letras?
— Família Andrade! Seu sobrenome, foi seu senhor que pediu para eu arrumar um.
Peguei o pingente e olhei-o por mais tempo. Depois o soltei, meu papai e suas manias doidas.
— Bora, escravinho, tenho que te devolver. Meu ex-cunhado disse, pegando a guia na parede, e voltou a prendê-la na minha coleira, puxando-me atrás dele.
Do lado de fora, papai esperava destrancar a porta.
O Leonardo pegou a chave e destrancou a porta.
Papai entrou e disse:
— E aí, como foi?
— Teste o senhor mesmo! Disse o meu ex-cunhado.
— Lata, putinha, lata!
— Au, auuu! Lati para meu dono, indo de encontro a ele.
— Huuuuuuuuuum! Vamos ver como vai ser daqui para frente! Disse papai, alisando-me e beijando-me o pescoço e enfiando sua mão dentro da minha calça e apertando meu pau junto com as bolas.
— Hããã! gemi.
Papai aproveitou e desceu o dedo até meu cuzinho e enfiou o dedo dentro dele.
— HUUUUUUUUUUM!
— Você gosta, né, cadelinha?
O Leo ficou meio desconcertado vendo a cena, mas relevou.
Papai virou-se para ele, retirando a mão de dentro das minhas calças, e perguntou:
— Quanto eu te devo? Perguntou papai para o Leonardo.
— R$ 500,00, senhor! Até que não foi trabalhoso.
Papai pegou o dinheiro na carteira e entregou a ele.
— Certo, seu João! Até mais, cunhadinho! E até mais, sogro. Disse o meu ex-cunhado para papai, devolvendo a guia para as mães de papai.
— Até mais, Leonardo! Falou, papai.
— Até mais, cunhado! Falei dando as costas para ele, com papai me conduzindo pela guia.
Entramos no carro estacionado no meio-fio e papai ligou-o, em seguida deu partida e voltamos para casa, comigo chupando novamente seu cacete, que estava já duro.
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