Descobrindo como as travestis são gostosas
Embora muito cortejada na adolescência tive apenas namoricos sem maiores consequência, bem mais tarde, reconheci em um dos meus professores já na pós graduação qualidades que o equiparavam a meu pai de entendi que a fixação por meu genitor tinha-me mantido fora da cama dos que me cortejavam e aos vinte e cinco anos casei-me com Arthur, homem culto, inteligente, de modos refinados, quinze anos mais velho que eu. Levamos uma vida tranquila, sem sobressaltos. Embora houvesse muito carinho e respeito entre nós, meses antes de nossa bodas de prata ele começou a ter dificuldades de ereção, embora estivesse claro que eu mesmo cinquentona ainda tinha um corpo desejável. Cumprindo nosso rotina, aproveitamos o recesso escolar para passarmos uns dias em nosso apartamento no litoral e por essas coisas que não se explica, ouvimos no rádio do carro uma propaganda de uma clinica especializada para homens e eu de impulso perguntei a ele por que ele não marcava uma consulta. Arthur sério olhou dentro de meus olhos e disse: "O que eu preciso é realizar minhas fantasias". Não sei se por minha expressão ou por ele ter refletido no que acabara de falar ficou nítido ele mal tinha acabado de falar já estava arrependido do que dissera, armei-me de coragem e pedi a ele para me dizer que fantasias seriam esses. Arthur muito encabulado e evitando olhar para mim, revelou que queria ver-me gozando com outro alguém. Aquela revelação foi como um soco na minha cara, meu marido queria ser corno. Chegamos ao apartamento sem trocarmos mais nenhuma palavra. Deitamos ainda evitando falar e eu resolvi fazer uma tentativa e comecei a brincar com os testículos dele e perguntei em seu ouvido: "Como você imagina que poderia ser minha cama com outra pessoa?". Ele disse: "Já lhe imaginei você roçando sua buceta na buceta de outra mulher". A partir daquele instante pareceu ter passado um filme na cabeça dele pois seu membro começou a mostrar uma leve ereção e ele continuou: "Ou você quicando em uma rola bem grande e gozando como nunca gozou antes". Então dobrei meu corpo sobre o dele e fiz o que durante os vinte e cinco anos de casamento tinha feito poucas vezes, abocanhei seu pai que já estava durinho e chupei com vontade, sentindo que aquele homem estava com sua ereção máxima, até ele gozar na minha boca, como nunca tinha feito gemendo muito, certamente imaginando o que acabara de falar. Fiquei muito sem jeito e quando estava escovando os dentes, senti culpada por nunca ter excitando tanto meu marido durante tanto tempo quanto o tinha feito naquela noite e tomei a decisão de fazer a vontade dele custasse o que custasse. Voltando para o quarto, fui abraçada com carinho enquanto pensava em como fazer, se eu deveria procurar uma lésbica ou um homem quando ouvir Arthur falar : "Estou sem sono, vamos dar uma volta de carro ?". Saímos e depois de rodarmos um pouco entramos em uma rua onde várias mulheres ganhavam a vida, com o coração na batendo na boca, vi que meu marido diria devagarinho para que eu me decidisse, mas eu não conseguia me ver com nenhuma delas e Arthur sugeriu que eu analise os motoristas que estavam caçando aventuras e incrédula não só com a sugestão de meu marido, mas por ver que homens jovens e bonitos restavam ali caçando as putas, até que chegamos a uma esquina que eu vi uma loira alta, vestindo uma saia bem curtinha que mostravam as dobras de um bumbum durinho e meu marido percebeu que eu estava alisando aquele corpão de ombros largos e parou ao lado da trabalhadora do sexo que virou para nós e pelo seu degote generoso pude ver um par de seios que certamente era siliconado, mas lindos e recebi um belo sorriso sem jeito retribui o sorriso e ouvi: "Olá casal". A voz não deixou dúvida, era um travesti muito bonito. Arthur perguntou à Rogéria que ela queria dar uma volta, sem a menor cerimônia a travesti perguntou se nós queríamos que ele sentasse no banco de passageiro ou no banco de trás e meu marido falou: "Minha esposa vai lhe acompanhar no banco de trás". Entendi a mensagem, abri a porta e já encontrei a porta de trás aberta e entrei, Rogéria entrou rapidamente eu antes que eu me acomodasse a porta já estava fechada, ela tinha colocado minha mão sobre uma de suas coxas. Uma coxa musculosa dura e lisa, bem diferente das coxas gordinha de Arthur e ainda com aquele sorriso no rosto e olhos brilhantes, sem qualquer cerimônia me beijou, nossa um beijo diferente em que ela colocou a metade da língua em minha boca ao mesmo tempo que alisava meu seio esquerdo, senti-me viva e chupei aquela língua como a muito não fazia com Arthur e Rogéria puxou minha mão colocando-a em cima de seu cacete, pelo tato percebi que era uma membro bem maior e mais grosso que o único que eu conhecia até então e para ter certeza de minha impressão eu apertei os dedos e constatei ser verdade em baixo daquele calcinha minúscula havia um membro bem criado, perdida nesses pensamentos, olhei para frente e vi que meu marido tinha inclinado o retrovisor e pelo brilho de seu olhar ele estava vendo eu agarrada no cacete daquele estranho de aluguel. Na portaria do motel, Arthur pediu a melhor suíte e entramos na garagem, subimos a escada de acesso a suíte e pude ver a ereção de Arthur e tive certeza que independente de sentir prazer ou não com aquela travesti, meu marido teria uma noite inesquecível. Assim que entramos Arthur deitou no canto da cama, sacou o celular e passou a filmar a travesti me despir ainda em pé tremendo dos pés a cabeça. Enquanto descia o zíper de meu vestido Rogéria se desfez de sua frente única e exibiu aqueles peitões e ao tirar meu vestido e sutiã mamou em mim levando-me a molhar a calcinha, a partir daí resolvi não mais olhar para o corninho que já estava completamente nu se masturbando e ao ser abraçada por Rogéria senti o calor daquele cilindro contra minha barriga e não me contive, tinha que conhecer a sensação de ter aqueles seios na boca e mamei na minha parceira de foda, assim que parei de mamar, Rogéria forcou a parte de cima do meu corpo fazendo-me apoiar com as duas mãos na cama, abraçando-me por trás, aproveitou que eu estava com as pernas meio separadas e bateu com a cobra na minha racha, o que produziu aquele som molhado, eliminando as dúvidas de Arthur quanto meu estado de excitação, eu estava ensopada e não consegui segurar um gemido no exato momento que vi meu marido sujar a cama com um jato de porra resultado da masturbação que fazia. A sacana tirou da sua bolsinha que tinha jogado sobre a cama um envelope de camisinha, o rasgou entregando-me o conteúdo e pela primeira vez na vida vesti uma rola com uma camisinha, Deitei com as costas na cama e a fodedora levantou minhas pernas mantendo-as em "V" no ar e ao mesmo tempo que Arthur engatinhava atrás dela para filmar a penetração que não tardou, sem pegar em seu órgão, Rogéria pressionou e graças a minha lubrificação senti a pressão lá no fundo e ela começou os movimentos vigorosos. Aquelas cabeçadas lá no fundo onde meu marido nunca alcançou foi me enlouquecendo cada vez mais até que meu corpo estremeceu e tive o melhor, mais profundo e duradouro orgasmo que tinha tido até então. Olhando para a mão de Arthur, entendi que ele tinha gozado novamente. Levantei ainda com o corpo tremulo e puxei meu marido para o banheiro, lá ele me beijou apaixonadamente e quando tentou me agradecer eu o beijei novamente dizendo: "Amanhã quero experimentar outra travesti"
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Comentários (2)
Oriebir: Maravilhoso seu conto, linguagens simplis, fácil entendimento, parabéns por realizar o fetiches de seu marido, pois esse é meu fetiche também!
Responder↴ • uid:3ynziyw5v99Oriebir: Maravilhoso seu conto, linguagens simplis, fácil entendimento, parabéns por realizar o fetiches de seu marido, pois esse é meu fetiche também!
Responder↴ • uid:3ynziyw5v99