#Lésbica #Teen #Virgem

Aprendi a ser bi com meus professores

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Cláudia

Dizer que minha mãe era prostituta ou estelionatária não é justo, a melhor definição é a que ela mesma se dava, "amante profissional". Quando eu ainda era criança, morei em vários regiões, sempre em companhia de minha mãe e de seu amasio que no fundo era seu cumplice de seu modo de vida. Sempre que nos estabelecíamos em uma nova cidade, mamãe e Sergio abriam firmas em nomes de terceiros, ela no ramo de roupas e ele no ramo de informática, aproximavam-se de homens ricos, com os quais mamãe estabelecia tórridos romances e dando desculpas de que seu "marido" não podia descobrir, controlava os horários, mantendo dois ou três amantes ao mesmo tempo, dos quais "aceitava" presentes de alto valor em forma de imóveis, joias e até em espécie, quando viam que já tinham recolhido um bom patrimônio que um dos amantes estavam querendo tornar o relacionamento público, fechavam as firmas e mudavam-se para longe. Logo que completei quatorze anos, mamãe resolveu abandonar Salvador, deixando por lá vários corações despedaçados e foi "aplicar novamente no interior do Paraná", mas de passagem pelo Rio de Janeiro, comprou um apartamento de dois quarto e deixou-me aos cuidados de tia Lucy que na época jogava futebol como profissional em um grande clube para eu aprender algumas malandragens e mais tarde sucede-la na "captação de presentes", mas não contou com meus hormônios, claro que ela sabia que minha tia ia me comer, mas acho que isso não lhe incomodou, pois seu temor real era que Sergio dava sinal de que não resistiria muito tempo e acabaria me deflorando. Ela partiu para suas novas aventuras e tia Lucy não perdeu tempo, sempre me convidando para tomar banho com ela, fazendo-me carinhos excitantes até uma noite em que deitou na minha cama após envolver meu corpo com o seu, passou a falar em meu ouvido, elogiando meu corpo, começando por dizer como meu pescoço era bonito e grudou sua boca nela, fazendo todo meu corpo arrepiar como que percorrido por uma corrente elétrica, logo depois passou a pontinha dos dedos em meus mamilos, fazendo-os endurecer na hora e em seguida mamou em mim com uma técnica tal que senti minha rachinha inundar com meu próprio liquido. Eu já louca por sentir plenamente o que estava por sentir, arreganhei as pernas e senti pela primeira vez uma língua treinada explorar meus grandes lábios e em seguida ter minha "caverna" explorada por aquela língua deliciosa. Em menos de uma semana morando com tia Lucy tive meu primeiro gozo em sua boca e passar a chupar o bucetão de minha tia foi consequência, tornei-me uma mini lésbica e rapidamente aprendi muito sobre como tratar uma mulher na cama, foi quando passei a sentir uma atração louca por minha professora de artes, uma loira baixinha, toda proporcional, delicadinha e muito sensual, mas que segundo os boatos, era namorada do professor de física, eu camarada bonitão que tinha a mania de sentar na ponta da mesa e propositalmente ou não exibia uma mala enorme entre as pernas fazendo com que todas as meninas da classe babassem vendo aquele volume em dentro de suas calças. Passei a levantar todas as horas e me aproximar da mesa da professora, alisando seu braço, ajeitando seu cabelo, pegando em sua mão, até que em uma noite consegui olhar dentro de seus olhos verdes e mostrar a ponta de minha língua entre meus lábios, naquela ocasião, senti que ela estava pronta para "algo mais" e no final das aulas daquela noite eu a esperei no estacionamento dos professores, ao me ver, ela abriu um sorriso maravilhoso e perguntou-me se eu queria carona. Entramos no carro dela, mal saímos do estacionamento, eu alisei sua perna e a via morder os lábios rodamos por uns cinco minutos e ela encostou em uma rua de pouco movimento e nos atracamos em nosso primeiro beijo, durante o qual massageei seu grelo levando-a a um gozo forte, naquela noite, eu a mandei para casa ainda com aquele gostinho de quero mais. No intervalo das aulas da noite seguinte, eu a esperei na porta da sala onde ela acabara de dar aula e em uma conversa discreta ela convidou-me para ir a sua casa na tarde seguinte, um sábado. Na hora marcada daquela tarde chuvosa eu cheguei no apartamento de Suzi, nervosa, pois seria a primeira mulher com quem eu estava me envolvendo além da minha tia Lucy e fui surpreendida com a presença do professor Alberto. Suzi me levou para seu quarto onde nos beijamos enquanto seu namorado permaneceu na sala e nos acariciamos, ela tremia em meus braços como uma virgem na lua de mel, o que me deixou louca e a deitei em sua cama e ouvindo seus gemidos, ambas já completamente nuas, mergulhei entre suas coxas e chupei aquela bucetinha como uma loba faminta sem lembrar do professor até sentir algo alisar meu rego, no exato momento que Suzi enchia minha boca com uma golfada de liquido vaginal indicando que estava na plenitude de seu prazer, nem me dei ao trabalho de olhar para trás, tratando de esfregar meu próprio grelo com meu dedo indicador da mão direita e gozei junto e pela primeira vez na vida senti algo gosmento ser espirrado nas minhas nádegas, só então olhei para trás e vi aquele cacete enorme apontado para mim, Alberto tinha se aproveitado para se masturbar vendo o especulo de sua namorada gozando em minha boca. Suzi sentou na cama ainda ofegante e abocanhou aquela cobra dura e o macho aproveitou para segurar minha nuca e beijar minha boca enfiando sua língua dentro dela, foi o primeiro beijo que troquei com um homem, em seguida Suzi virou o cacete de Alberto em minha direção oferecendo-me e logo entendi que deveria chupar, o que o fiz sentindo um prazer completamente diferente ao faze-lo e me empolguei, chupando com muita vontade, enquanto Suzi alisava meus seios levando-me a outro patamar, passei a querer experimentar aquela piroca dentro de mim, não queria perder o cabaço, mas aquela rola era muito grande para meu cuzinho ainda virgem também, acho que o casal entendeu minha dúvida e acabei deitada de ladinho, enquanto chupava aquela rola deliciosa, Suzi deitou enfiando a cabeça entre minhas pernas enquanto seu namorado a chupava, passamos a estabelecer um triângulo, onde os três chupavam e eram chupados. Para coroar aquela posição, gozamos juntos com muito som e líquidos nas bocas que chupavam que aumentou em muito nossos prazeres. Durante um semestre inteiro frequentei aquele apartamento ainda cabaço mas dando e recebendo muito prazer, entendendo que melhor mesmo é ser bi.

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