Tesão na mãe: meu amigo me ajudou (Parte 1)
Sempre tive tesão na gostosa da minha mãe e quando ela começou a se exibir pro meu amigo, vi a oportunidade perfeita de tirar vantagens com aquela puta safada!
Era sexta feira e meu time tinha acabado de ganhar o amistoso que disputamos contra a escola rival. 2 dos 5 gols que fizemos foram meus e eu fui tietado por muitos naquela quadra, juntamente do meu amigo e capitão do time, Breno, craque que fez os outros 3 gols. Me despedi da galera e me dirigi em direção a saida, pois ja tinha pedido um uber pra ir embora, quando ouvi Brenão me chamar:
- Opa Luquinhas, ta indo pra casa?
- Tô sim, Brenão e tu, vai ficar? - perguntei
- A real é que tô sem grana pro uber e meus pais viajaram, tô sem carona
- Pô mano, pega tuas coisas e bora no uber comigo, ja que nós mora perto
- Valeu Luquinhas, assim que eu receber minha grana eu te pago metade do valor
- Precisa não irmão, aqui é presente pelos gols de hoje
Fomos o caminho todo conversando sobre o jogo e nossos gols. Chegando na minha casa convidei Breno pra subir e jantar, como ele tava sozinho em casa não ia ter nada feito pra comer e minha mãe sempre faz um banquete, mesmo sendo só nós dois em casa.
Subimos e, ao entrar em casa, vejo minha mãe finalizando a mesa do jantar. Ela estava usando uma de suas camisolas de renda, uma vermelha que sempre chamou minha atenção. Estava de costas, inclinada colocando um dos pratos na mesa e não percebeu minha presença. Com a transparência do tecido fino, consegui ver sua bunda por inteiro e me perdi nos pensamentos incestuosos que tenho com minha mãe desde novo, mas lembro que Breno tambem estava ali, tendo a mesma visão que eu. Olhei para meu amigo e ele estava hipnotizado, olhando aquela milf seminua na frente dele. Dei uma cutucada de leve no braço dele pra ele voltar ao normal e ele soltou uma risada baixa, falando:
- Foi mal cara, não lembrava que tua mãe era tão gostosa
Breno era craque na quadra e na vida, pegava qualquer mina que quisesse, mas nunca namorava pois preferia ficar com várias sem compromisso. Acredito que, boa parte desse sucesso com as meninas era pelo seu dote gigante entre as pernas, devia ter uns 19 centímetros de pau, dote raro para meninos da nossa idade. Como eu sei disso? Digamos que a brotheragem sempre esteve presente na nossa amizade, desde o inicio da puberdade (se quiserem eu conto como começamos nisso em outro conto, é só deixar nos comentários).
- Ela é, mano! Imagina ver isso todo dia? Fico assim toda hora - apertei meu pau meia bomba no short fino do futebol e sorri, vendo Breno fazer o mesmo com o dele
- Cê é loko, também to ficando durão
Meu pau é facil de esconder, não por ser pequeno, ele atinge 16 centímetros quando tá duro, mas os 19 centímetros de Breno eram impossíveis de disfarçar naquele tecido fino e quase transparente do nosso short branco. Tentei entrar para o quarto sem fazer barulho, para que ela não visse nós dois excitados, mas minha mãe se virou para pegar a ultima panela e nos viu, em pé próximos à porta.
- Meninos! - a voz da minha mãe tinha mistura de surpresa e felicidade - Não vi vocês entrando, venham aqui
Ela me abraçamou e eu senti meu pau encostar em sua coxa, torci pra que ela não fizesse o mesmo com Breno pois senti ciumes ao imaginar eles dois com tanto contato, mas foi inutil, pois ela repetiu o ato com meu amigo logo em seguida. O volume de Breno encostou bem na buceta da minha mãe e eu senti uma gota de pre gozo sair do meu pau, que pulsou vendo aquela cena.
- Nossa como você cresceu, Breninho - minha mãe repetiu a classica frase que ela diz para todos os meus amigos que trago em casa, mas com Breno eu senti um duplo sentido - Faz tempo desde a ultima vez que veio aqui
- Não exagera mãe… O Breno veio para o meu aniversário no ano passado - falei, tentando interromper o abraço deles, mas minha mãe manteve as mãos no peitoral do meu amigo
- Desde então você mudou muito, ta lindo demais, aposto que tá pegando muitas gatinhas da sua idade - Breno riu e eu não me segurei tambem, ri da falta de noção da minha mãe, nada incomum - Quantos musculos para um garoto de 16 anos… ta frequentando a academia, Breninho?
- Tô sim, Tia Lu - ele respondeu, ainda com o pau duro
- Sem tia, por favor, só Lu
- Ta certo, Lu
- Bom garoto - minha mãe beijou o rosto dele e se virou, encostando a bunda no pau de Breno antes de voltar para a cozinha
- Estamos indo pro quarto, depois a gente vem jantar - falei
- Não demorem, a comida vai esfriar!
Levei Breno pro meu quarto e chegando lá, ele falou:
- Maluco o que foi isso que acabou de rolar? Tua mãe deu em cima de mim ou eu tô doidão?
- Porra, até eu percebi
- Caralho, olha como ela me deixou
Breno colocou seu pau pra fora do short e passou o dedo na cabeça, mostrando o tanto de baba que ele tinha derramado nesses minutos com minha mãe. Eu tambem tava muito duro e baixei meu short, exibindo meu pau pro Brenão.
- Porra Luquinhas, vamo ter que da aquela aliviada depois disso ne - Breno falou, se referindo a punheta que a gente bate sempre que ficamos sozinhos
- Ja é mano - respondi, apoiando a mão amiga
- Pois bota aí um pornozin dahora no teu celular
- Eu tenho uma parada melhor que pornô, irmão
Nessa hora eu tomei coragem pra revelar para alguem, pela primeira vez, o meu maior segredo que eu guardei durante anos.
Meu pai se separou da minha mãe quando eu era bem novinho, desde que me entendo por gente somos só eu e minha mãe em casa. Ela nunca se casou novamente, apesar de ter seus ficantes pelas historias que eu ouço ela falando com as amigas que recebe em nossa casa, mas nunca se interessou em um relacionamento fixo. Sempre fui o homem da casa e ela, a mulher. Com isso fomos criando liberdades dentro de casa que talvez não seja comum em todas as familias.
Minha mãe é vaidosa desde sempre e durante todos os meus 16 anos gostou de andar confortável pela casa, isso é, de lingerie, toalha e até sem roupa. Eu repetia esse hábito da minha mãe, andando de cueca, samba canção e sem roupa, até ja recebi olhares e carinhos dela no meu pau, mas quando iniciei na puberdade, eu mudei um pouco, evitando ficar pelado na frente dela, pois meu pau endurecia só de pensar nela.
Quando descobri o tesão, conheci o meu maior desejo sexual: minha mãe. Comecei a bater punheta pensando nela me mamando, eu chupando a buceta dela e fodendo a mulher que me trouxe ao mundo. Com o passar do tempo, imaginar ja não era o suficiente, então comecei a explorar mais esse meu fetiche proibido. Passei a cheirar suas calcinhas usadas, a espiar minha mãe no banho e até gravar ela nua, durante esses momentos. Mostrei tudo isso ao Breno, que punhetava o seu pau tão rápido que parecia um animal feroz, urrando e suado.
Recentemente, resolvi me desafiar mais um pouco. Após uma noite de vinhos com suas amigas, minha mãe foi dormir nua e bebada em seu quarto, mas deixou a porta aberta e, ao passar pelo seu quarto para beber agua na cozinha, vi aquela cena que me deixou duro em poucos segundos. Tirei minha roupa inteira e entrei no quarto, punhetando meu pau tão proximo da minha mãe que eu pude sentir o cheiro da sua buceta diretamente dela, cheiro esse que eu só conhecia pelas suas roupas intimas usadas.
Totalmente depilada, minha mãe tem uma buceta carnuda que me dá agua na boca e faz meu pau criar vida própria. Seu silicone nos peitos me deixam com vontade de enfiar a piroca no meio e encher sua cara de leite. E sua bunda é durinha, redonda e gostosa pra caralho.
Liguei a camera do meu celular e filmei cada centímetro daquele corpo. Tambem filmei minha piroca dura e minha cara de safado enquanto eu punhetava minha rola na frente da minha mãe desacordada. Cego pelo tesão, eu me aventurei. Pincelei meu pau na buceta quente da minha mãe, ela nem se moveu. Enfiei a cabecinha dentro dela, que soltou um leve gemido mas se manteve adormecida. Pensei em enfiar o pau inteiro, mas achei cruel fazer isso com minha mãe, não queria que nossa primeira vez fosse assim.
Retirei meu pau de dentro dela e lambi sua buceta, nem acredito que eu tava sentindo o gosto daquilo que desejei por toda minha vida. Meu pau não aguentava mais e eu precisava gozar. Me levantei rápido e despejei 7 jatos de leite na boca da minha mãe, que estava semi aberta. A vadia ficou com os lábios hidratados com a minha porra e o travesseiro melado com meu leite.
Pensei em limpar os vestígios, mas deixar o resultado da minha coragem lá me deu muito mais tesão, então peguei minha roupa e fui para o meu quarto. Bati outra punheta vendo as fotos e videos que eu tinha gravado, gozei bem na parte que vi a cabeça da minha rola entrado naquela buceta dourada da minha mãe.
Olhei para Breno depois de mostrar o video dessa noite e ele pareceu anestesiado. Vi seu abdômen coberto por uma porra branca e grossa. Senti vontade de gozar na mesma hora e não segurei, despejei meu leite em minha barriga. Ele olhou pra mim e sorriu:
- Porra muleke, que porra foi essa mano?
- Isso aqui foi só o começo, minha mãe tá doidona por ti. Se tu desperdiçar essa oportunidade eu vou acabar contigo, pô. Dorme aqui e tenta uma parada com ela, quem sabe ela aceita dar pra nós dois juntos
Nem eu acreditei que aquelas palavras estavam saindo da minha boca, mas a única coisa que eu sabia, era que eu não iria deixar essa oportunidade passar e o Breno seria a isca que eu iria jogar para pescar a minha mãe
- Ja é, Luquinhas, eu topo irmão!
CONTINUA…
Curtiram o início da história? Se tiverem sugestões para os próximos capítulos, podem deixar aí nos comentários!
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