Escravo Familiar: Capítulo 38 (O Culto ao Sexo)
Depois do café da manhã, voltei para casa. O café tinha sido tranquilo e mamãe estava animada para sair. Ela havia me dito que iria para casa da minha tia Elza junto da minha irmã para passar o dia com ela.
Perguntou-me se eu gostaria de ir junto, mas eu tinha esperança de que teria um macho para satisfazer, então falei que não queria e que passaria o dia com papai.
Quando cheguei ao primeiro andar da casa, chamei por papai:
— Pai!
Não obtive qualquer resposta. Subi as escadas e andei pelo andar de cima; fui até seu quarto, mas ele estava vazio. Fui até a sala de estar e a mesma coisa, nenhum sinal dele ou do meu irmão Thiago.
Voltei para o corredor e desci as escadas, entrei na cozinha e, em cima da ilha, papai havia deixado um bilhete com uma mensagem.
"Bom dia, docinho! Hoje não tenho planos para você, meu amor, então aproveite seu dia de folga da família para dar um passeio e arrumar suas coisas. Saia um pouco, querido, você anda muito tempo preso em casa ou com nossos familiares. Vá curtir a vida lá fora. Te amo e papai volta mais tarde, se cuida!"
Sorri para o bilhete e, em seguida, o amassei e o atirei na lata do lixo.
Papai sempre foi muito carinhoso e até mesmo pegajoso, mas eu o amo do jeitinho que ele é.
Saí da cozinha e fui para meu quarto. Já que ele permitiu que eu saísse para me distrair um pouco e fugisse da rotina exaustiva de foder a todo momento com algum macho da família ou mulher que ele permitisse, fui para meu quarto.
Abri a porta que havia deixado encostada e fui para meu guarda-roupa escolher algo para vestir. Passei o olho nas peças penduradas no cabide e peguei uma camiseta de manga curta, preta, lisa, uma calça jeans preta, uma meia e meu All Star. Fechei a porta do guarda-roupa e comecei a me trocar.
Optei por não usar cueca ou calcinha hoje; queria estar o mais confortável possível e deixar minha rolinha respirar um pouco.
Depois de trocado, peguei minhas chaves, que também ficam dentro do meu guarda-roupa, e meu celular em cima do criado-mudo. Em seguida, mandei mensagem para mamãe avisando que iria ao centro da cidade dar uma volta e me distrair um pouco. Apaguei a tela do celular, colocando-o no bolso, saí do meu quarto e tranquei a porta, andei pelo corredor até as escadas e desci para a garagem, indo em direção ao portão.
Abri e, em seguida, saí para a rua, olhei de um lado para o outro e avistei uma van preta, daquelas que têm insulfilm nos vidros pretos e que não permitia que quem estava do lado de fora enxergasse quem ou o que estava dentro do veículo.
Não vi nada de mais estranho, mas algo disse-me para ficar em alerta. Tranquei o portão, coloquei as chaves no bolso da calça e comecei a andar pela calçada de casa, rumo à subida do pequeno morro que se ligava à rua de casa.
Continuava em alerta, e pude escutar o barulho do que parecia ser do motor da van se ligando e vindo em direção à subida do morro atrás de mim. Meu cérebro disse-me: "Tome cuidado e não baixe a guarda enquanto essa van não passar e for embora". Estava sentindo-me ansioso, olhei para trás e vi que a van estava quase ao meu lado. Não dava para ver o motorista e nem se tinha alguém com ele, então só segui caminho.
Logo a van disparou, me ultrapassou e parou alguns metros à minha frente. Escutei a porta se abrir; ninguém saiu de dentro, então continuei subindo. Quando estava do lado da porta, um rapaz saiu de dentro e estendeu o braço, tentando me alcançar. Berrei:
— AAAH! Que susto! E dei um passo para trás, pude ver que havia mais quatro homens dentro da van, todos vestidos de preto da cabeça aos pés, sem deixar nada de pele à mostra. O rapaz da porta saiu de dentro e tentou agarrar meu braço. Conforme me afastei sutilmente dele, ele tentou se aproximar mais e pegar em meu braço, e nessa hora olhei desesperado de um lado para o outro e não vi ninguém para pedir ajuda.
Ele começou a se aproximar mais de mim e a única solução que tive foi correr dele, só que, em vez de terminar de subir o morro, fui na direção oposta, descendo correndo a rua.
Escutei ele gemer algo como "Porra!" E correu atrás de mim. Escutei a porta da van se fechar e o motor acelerar, dando ré a toda velocidade atrás de nós, mas, nesse instante, os movimentos que se seguiram foram uma loucura. O rapaz e a van me alcançaram; ele, ainda correndo, se chocou de encontro comigo, agarrando-me pela cintura, e, quando a van ficou com a porta aberta ao nosso lado, ele me segurou firme e se jogou dentro dela junto aos outros homens de dentro, e a porta se fechou e trancou, deixando-nos dentro da van trancados.
Em seguida, o rapaz que me agarrou colocou um capuz rapidamente na minha cabeça enquanto eu debatia-me para sair das garras dele. Logo, ele, a muito custo, conseguiu amarrar minhas mãos e, em seguida, foi amarrar meus pés para que eu parasse de me debater e facilitasse seu trabalho.
Quando já não tinha mais condições de me mexer, o pânico me alastrou. Estava com medo e só imaginava quem poderia ser, e por que queria meu mal e o que faria comigo dali pra frente.
Amarrado ali no banco, não tive escolha a não ser ficar quieto e esperar para ver o que iria acontecer. Minha preocupação era aonde estavam me levando e se iria sair vivo daquela situação.
Passei a me concentrar nos movimentos que a van dava, na velocidade, e tentei distinguir as ruas pelas quais ela passava. Eu tentava lembrar das ruas sinuosas que se ligavam com as de casa para ter pelo menos uma ideia de onde poderíamos parar, e, caso conseguisse fugir de onde eles estavam me levando, saberia como voltar para casa.
Mas duas horas depois, mais ou menos, na verdade acho que nem chegou a tudo isso, mas o medo não me deixava raciocinar direito. A van estacionou e desligou o motor. Escutei a porta se abrir e me puxaram com violência de dentro dela. Em seguida, fui arrastado pelo estacionamento do local por dois homens que seguraram meus braços, um de cada lado.
A passos apressados, eu escutava nossos passos em direção a sabe-se lá Deus o que seria o local aonde estavam me levando, dando voltas de um lado para o outro, até que paramos em frente a um local onde pude escutar eles puxando uma porta de ferro pesada e logo me empurraram para dentro. Em seguida, fecharam a porta de ferro atrás de nós e retiraram o capuz que encobria minha cabeça.
— Aaaaaaah! Gritei.
— Xiiiiiu Um deles fez para mim.
Encolhi-me com medo e passei a observar o local. O lugar era um galpão imenso, bem iluminado, não tinha nenhum cheiro e, até onde podia ver, não tinha nada armazenado ali. Tinha algumas janelas, mas todas em locais muito altos para subir e tentar escapar daquele lugar. Logo, os dois rapazes que me seguravam pelos braços começaram a me arrastar para os fundos do galpão, onde, ao longe, pude ver uma cama vermelha imensa, rodeada por várias velas rosa, curios variados, óleos essenciais de diferentes fragrâncias e cores, e alguns brinquedos sexuais espalhados ao redor da cama e das prateleiras nas paredes mais próximas.
Continuei a ser arrastado pelos homens até a cama, e logo me jogaram nela e começaram a amarrar meus pulsos e tornozelos. Com medo, gritei por ajuda:
— Socorro!
PLAFT!
Em seguida, os homens que me arrastaram até ali rodearam a cama, ficando na minha frente e nas minhas laterais. Logo começaram a se aproximar de mim, estendendo as mãos, e em seguida rasgaram minhas roupas, deixando-me completamente pelado, e depois se afastaram, indo em direção a um móvel com óleos e ervas.
Dois deles seguraram cada um em uma ponta e o puxaram até a beira da cama, deixando-o na frente dos meus pés. Em seguida, cada um deles escolheu um óleo e, destampando os vidros, despejou-o em todo o meu corpo, massageando-o logo em seguida.
Os cheiros eram de ervas selvagens. Eles espalhavam os óleos, massageando minha pele lisa e fria, deixando o óleo deslizar e, consequentemente, esquentar. Alguns minutos depois, o líder fez um sinal sutil com a cabeça, e, em total harmonia e em uníssono, começaram a recitar um ritual mágico com a voz de tom grave e um pouco distorcida:
— Mãe das sombras, rica e poderosa, receba nossa oferenda, nosso rito de passagem, nosso Cordeiro. Ilumine-nos com sua vossa luz de sabedoria e graça, protegendo-nos de todo o mal que nos assombra.
Senhora, suplicamos por um dia de prazeres sexuais e que possamos nos saciar dessa carne que aqui nos ofereceu.
Em seguida, pararam de massagear meu corpo e se afastaram, mantendo-se ao lado da cama em que eu estava. Começaram a se despir, começando pelo manto negro que cobria as peles nuas e macias. Retiraram os sapatos, mas mantiveram as máscaras negras que escondiam as cabeças e os rostos.
Depois deles nus, comecei a observar mais seus corpos e meu corpo flamejou, fazendo meu coração palpitar e errar as batidas com a beleza deles. O que parecia ser o líder do grupo, e que também foi o que entoou o pedido, era branco, corpo de paizão de família, com uma barriga semipretuberante de chope, a pele lisinha sem qualquer resquício de pelos, pernas e braços fortalecidos pelo trabalho, um pé branco largo de dedos longos e quadrados que aparentava ser tamanho 40, e no meio das suas deliciosas coxas pendia uma piroca tesuda de 17 centímetros, reta com veias saltadas.
Já os outros carregavam estruturas diferentes entre si, com paus medianos, assim como o do líder, que chegavam no máximo aos 18 centímetros, e com grossuras razoáveis de 16 centímetros de circunferência, mas que não deixavam nada a desejar: os testículos fartos balançando nos sacos fartos no meio das pernas.
Logo, o líder aproximou-se da minha boca, segurou no topo da minha cabeça e bateu com ela no meu rosto.
Tum tum tum.
Passou ela no meu nariz para que eu pudesse sentir e lembrar do seu odor de macho alfa, fsss! Depois direcionou seu membro para meus lábios, pincelando, deu duas pequenas batidas em um pedido silencioso para que eu abrisse minha boca, e logo começou a deslizar sua piroca grossa para dentro da minha boca gulosa.
Eu abri meus lábios lentamente e, com a ponta da língua, cutuquei a fenda da cabeça da sua pica, surpreendendo-o. Depois a repousei na minha língua e deixei que ele deslizasse com seu delicioso pau para dentro da minha boca com lentidão até senti-lo cutucar minha garganta com a cabeça do seu pau.
Seu gosto era intensamente incrível, doce como se ele tivesse derretido bala de morango e, em seguida, tivesse aplicado em seu cacete duro.
Conforme ele entrava, ele ia rebolando e gemendo baixo e grosso, causando-me arrepios e vibrações que eu nunca havia sentido até aquele momento. Sua rola deslizava para dentro da minha garganta, fazendo eu ter ânsia de vômito. Eu sufocava, gemendo alto, contorcendo-me de prazer. Da minha boca, a saliva grossa que lubrificava seu cacete tesudo escorria em abundância, lavando seu cacete e meu queixo, escorrendo para meu pescoço e peito.
Em seguida, ele levou sua mão direita até minha bochecha e, com o dorso dela, fez um carinho. Logo, olhando no fundo dos meus olhos, começou e a movimentar seu quadril, fazendo seu cacete entrar e sair da minha boca. Seu ritmo era lento, cadenciado e deslizava como manteiga quente na faca. Seu saco firme desferia golpes no meu queixo, estalando alto.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC.
Ele gemia e rebolava, alucinando, falando coisas que não tinha como entender, até que levou sua mão, que acariciava minha cabeça, para trás dela, segurou firme, imobilizando-a, e, com uma súbita mudança de ritmo, começou a foder forte minha boca.
Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup
— Huuuuuuuuuum! Ãããããh! Ele gemia grosso e alto, desferindo golpes absurdos na minha boca. Meus olhos começaram a lacrimejar e parecia que isso fazia ele sentir mais tesão e o deixava mais bruto.
Seu saco batia forte no meu queixo e ele ofegava louco, deixando seu tesão maduro exalar por todo o recinto.
Minutos depois, ainda sem gozar, diminuiu e depois parou de bombar na minha boca, retirou o pau babado da minha boca e deu espaço para outro membro do clã usufruir de minha boca.
O próximo que veio tinha uma bela pica grossa e torta para baixo, devia medir por volta dos 18 centímetros e com a cabeça grande e vermelha. Ao se aproximar, ele segurou no topo da minha cabeça com uma mão, e com a outra, segurou seu cajado, e expôs a glande vermelha, em seguida, pincelou-a no meu nariz, dizendo:
— Cheira minha rola, cachorra! Sua puta de esquina barata e suja.
Aspirei fundo, sentindo o odor masculino da sua deliciosa pica, FSSSSS!, e logo em seguida comecei a chupar.
GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub
Ele gemia baixinho, rebolando leve e se divertindo com minha língua.
Seu saco desferia golpes fartos no meu queixo, seus pelos pubianos furavam-me a pele, mas eu não me importava e me dedicava ainda mais ao oral.
— Huuuuuuuuuum! Gemia bastante vendo cada vez mais ele alucinar.
Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup
Um tempo depois, ele, quase gozando, saiu de dentro rindo e deu lugar ao próximo membro.
Logo em seguida, veio um rapaz um pouco mais novo do que os dois primeiros, mas com idade mais velha que a minha. Segurou seu pau pela base e direcionou a cabeça rosada para meus lábios.
Abri a minha boca e deixei que ele deslizasse para dentro, e nossa, que sabor. O pau dele pulsava forte e estava quente, o cheiro era divino e escaldante, a pele macia e lisa deslizava com delicadeza nos meus lábios e eu o mamava com todo gosto, seu saco firme batia com vontade no meu queixo enquanto eu já pensava em quicar naqueles putos.
Um tempo depois, Três, que ele ousasse a gozar, retirou o delicioso pau da minha boca e deu lugar ao próximo.
Em seguida veio o próximo, socou seu delicioso cacete até o fundo da minha garganta sem cerimônia. Ele queria mesmo era sentir minha garganta apertando seu cacete, tanto é que passou a me dar ordens para fazer isso.
— Isso, bixinha, assim, vai! Aperta bem meu pauzão.
Seu pau deslizava gostoso, eu sentia seu líquido seminal de pré-gozo invadir minha língua e garganta, e cada vez que ele ia até minha garganta, eu apertava seu cacetão farto com ela.
Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup
— Hãããããã! Hãããããã! Chega antes que eu gozei! Ele disse e saiu, dando espaço para o próximo.
Logo veio o próximo; esse era mais baixo que os outros, porém sua pica era bem mais grossa e cabeçuda. Ele se aproximou de mim e enfiou sua pica em um golpe só, me fazendo sufocar nela.
Ficou parado por alguns minutos e logo começou a desferir golpes, machucando minha garganta.
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt
— Huuuuuuuuuum! Eu gemia de dor mas aquilo também me dava muito tesão. Seu pau era bruto , ele gemia alto como um macho , parecia relinchar de prazer com as metidas. Mas quando estava perto de gozar, saiu de dentro da minha boca e deu lugar ao próximo.
O último que veio foi um macho moreno com uma pica bonita, reta, com uma grossura razoável. Socou ela na minha boca e não quis papo, foi logo bombando com vontade, como se já não pudesse a boca de uma puta há muito tempo.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Seu saco batia gostoso no meu queixo, e o gosto era de um pau limpo e cheiroso que se recusava a não deixar sua lembrança em cada puta que ele fodesse.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Gemendo e tremendo, ele acabou gozando e enchendo minha boca de porra.
— Aaaaaaah! Pffffffffffffffffffffffff!
Arf Arf Arf Arf Arf Arf
Ofegando, saiu da minha boca, e o líder assumiu uma nova posição.
Me devolveram para a posição de bruços em cima da cama, e como eu estava com minha coleira que raramente esquecia de colocá-la, ele apertou o botão de hormônios, e logo senti o líquido invadir meu corpo.
A minha velha amiga invadiu meus sentidos, e as mesmas sensações de sempre apareceram de supetão.
Minha pele ficou mais sensível, minha boca mais sedenta, e meu cuzinho piscava loucamente.
Vindo para cima de mim, o líder tomou seu lugar de direito. Colocou suas pernas uma do lado de cada coxa minha, pegou um dos óleos essenciais e uma vela vermelha , e começou a tanto pingar a vela quanto passar o óleo no meu bumbum e cu , lubrificando - o e logo enfiou um , depois dois e logo três dedos de uma vez dentro do meu cuzinho.
— Aaaah! Gemi alto e ele começou a movimentar os dedos lentamente, para dentro e para fora do meu cuzinho.
Ao longo dos movimentos, ele começou a aumentar a velocidade até chegar a foder meu cu com eles.
— Ããããh! Aããããh!
Seus dedos entravam e saíam tão rápidos e fortes que achei que iriam me rasgar todo.
Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup
Depois ele retirou os dedos, segurou no seu cacete pela base e começou a introduzir no meu rabo.
— Huuuuuuuuuum! Gemi.
Quando ele chegou até encostar seu saco, apoiou-se nos braços e começou a socar gostoso no meu cu.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
E gozou, inundando-o com muita porra.
Pffffffffffffffffffffffff!
Logo ele saiu e deu lugar ao próximo. O segundo encapuzado era mais bruto; mal chegou atrás de mim e desferiu várias palmadas no meu bumbum.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT.
Abaixou a cabeça, colocando a boca na altura do meu cu, e com a língua começou a lamber e enfiar a ponta dela dentro do meu cu. Sua língua era molhada e áspera, me causando arrepios pelo corpo todo.
Logo substituiu a língua pela cabeça da sua pica, deu uma pincelada na portinha do meu cuzinho e começou a forçar a entrada, fazendo-me gemer.
— Huuuuuuuuuum! Aaaaiiii!
A pica deslizou gostoso para dentro alargando - me todo. Seu pau vibrou dentro de mim e ele esperou um pouco, segurou nas minhas nádegas massageando-as e às vezes dava uns tapinhas nas minhas nádegas.
Até que, por fim, começou a entrar com calma, gemendo e rebolando. — Ãããããh! — seu pau deslizava, travando levemente pelo caminho, mas ele estava com paciência para meter de vagar e foi introduzindo bem lentamente.
Quando sentiu as minhas nádegas encostarem na sua virilha e bolas, esperou quietinho. Meu cu piscou lentamente, se alargando e se moldando ao formato do seu pau. Alguns minutos depois, nosso prazer intenso começou.
Apertei o botão de hormônios da minha coleira e deixei que o fluido corresse pelo meu corpo. Comecei a piscar meu cuzinho, apertando mais seu cacete, e depois, sem avisá-lo, comecei a auto-foder meu cu na sua rola.
— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum!
Gemiamos juntos, eu rebolava gostosamente para ele, e ele passou as mãos nas minhas nádegas, alisando-as. Logo segurou na minha cintura e começou a bombar lentamente.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC
As estocadas eram espaçadas e fortes, causando um prazer mais intenso e bruto. Eu gemia alto, de boca aberta, implorando silenciosamente para que não acabasse.
— Aaaah! Huuuuuuuuuum!
Ele começou a me dar tapas nas nádegas, PLAFT, PLAFT, PLAFT, e logo aumentou gradativamente as estocadas até quase gozar.
— Ah Ah ah ah!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Senti meu cacetinho fisgar e logo gozei, sujando minha barriga e a cama.
Pff, pff, pff, pff, pff
Ele gemeu mais grosso, como que anunciando o orgasmo, mas não gozou e saiu de dentro.
O terceiro veio logo em seguida, se ajeitou atrás de mim e começou a introduzir seu cacete pouco a pouco, fazendo-me gemer.
— Hãã Hãã Hãã
Seu pau deslizou para dentro do meu cuzinho ardido e ele começou a meter.
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt
Seu pau deslizava, fazendo eu ficar o tempo todo com a boca aberta em formato de "O". Seus movimentos eram ritmados, nem lentos nem rápidos demais. Eu gemia, rebolando, e escutava seu gemido rouco, que me excitava ainda mais.
Quando ele parecia que iria gozar, parou de meter e saiu de dentro, dando espaço para o próximo.
O próximo tomou minha bunda com carinho, beijou meu ombro e posicionou seu pau na entrada do meu cu, e pressionou a cabeça para ela entrar.
— Huuuuuuuuuum! Gemi.
Ele foi entrando lentamente, se alojando fundo dentro de mim.
Quando terminou de introduzir seu cacete, esperou um pouquinho, dando-me vários beijos no pescoço, e logo começou a bombar.
PLOC, PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Suas bombadas eram leves e sensuais; ele rebolava a cada metida e gemia baixinho no meu ouvido.
— Huuuuuuuuuum!
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC PLOC, PLOC!
— Isso, assim, me come! Eu gemia para ele, sentindo seu delicioso pau, até que ele quase gozou e saiu de dentro de mim.
Em seguida, o próximo veio, subiu em cima de mim e se introduziu lentamente e começou a bombar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
As metidas eram calmas e ele aproveitava cada uma delas, gemendo, se deliciando, me beijando, me amassando.
Seu corpo balançava, levando-me junto e excitando-me ainda mais.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Quando estava prestes a gozar, saiu de cima, alisou meu corpo e deu espaço ao último.
O último fez com carinho também, deitou-se sobre mim e se introduziu lentamente, e logo começou a bombar, tirando-me mais gemidos.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum!
Seu saco batia nas minhas nádegas e ele ofegava gostoso no meu pescoço. Seu ritmo lento deixava tudo mais gostoso e me fazia aproveitar ainda mais, mas, quando achei que iríamos gozar, ele saiu de dentro e se levantou.
Em seguida, sem que eu me desse conta, o líder me puxou da cama e me colocou de joelhos no chão. Os seis me rodearam e juntos começaram a bater uma punheta em cima de mim, e logo gozaram, me sujando inteiro.
Quando terminaram, vestiram-se sujos mesmos e não permitiram que eu colocasse a roupa.
Colocaram de novo o capuz preto na minha cabeça e, pelado mesmo, levaram-me de volta para a van com a qual viemos até esse lugar.
O motorista deu partida e saímos do galpão.
Uma hora depois a van parou, os rapazes que estavam comigo na parte de trás abriram a porta e escutei o motorista também sair de dentro da van.
Fui pego pelos braços e fui levado sabe-se lá onde. Andamos alguns passos e paramos. De repente retiraram o capuz que cobria minha cabeça, olhei para os lados e vi que estava na frente de casa.
Os rapazes se viraram e entraram de volta dentro da van, mas, antes de ir embora, retiraram o capuz e, espantado, vi que os meus "sequestradores" eram, na verdade, meu papai, meu tio Írio, meu cunhado Felipe, meu padrinho Leandro, meu tio Manoel e meu tio Antônio.
Fiquei de queixo caído; eles apenas riram da minha cara e me mandaram um beijinho, e papai deu partida na van e foi embora, me largando ali, todo sujo, pelado, na frente de casa.
Depois do choque ter passado, entrei em casa e fui direto tomar banho.
Em seguida, fui para meu quarto e esperei papai para conversarmos.
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