#Teen

Comendo o Cu da Filha do Chefe

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BunnyContos

Sentadinha na minha cadeira, com as pernas cruzadas. As coxas grossas chamando atenção dos tarados do escritório. Com uma saia social preta curtinha e a minha calcinha aparecendo a cada cruzada e descruzada de pernas.

Loirinha com ar de patricinha mimada. Carinha de ninfeta sapeca e um rabo que sempre chamou atenção dos machos no trabalho. Baixinha, mas CAVALA. Andando rebolativa com meu salto alto batendo no chão.

A filha gostosa do chefe que trabalha no meio dos machos tarados.

Uma raba de 98 de quadril apertada na minha saia social. E eu adorando ser devorada pelos olhares. Quanto mais me olham, mais eu rebolo de propósito pra chamar atenção.

Ploc ploc ploc dos meus saltinhos pelo chão, o meu quadril rebolando a cada passada e os olhares dos machos me devorando em seus pensamentos. A sainha curta, as pernas de fora, a bunda grande e redonda em formato de coração. As roupinhas mais periguete que me dão o tesão de me sentir a piranha do trabalho, recebendo olhares e julgamentos.

A verdade é que eu adoro ser o centro das atenções, me exibir, chamar atenção dos olhares. Me sentir a gostosa da galera e reparar na reação dos caras tarados só de me ver passar com uma sainha curta ou shortinho apertado. É um misto de me sentir desejada e os olhares me julgando por ser a putinha exibida provocando os tarados.

Fiz um instagram pros leitores @bunnyloira e vou postar um vídeo com essa sainha social e a meia calça preta. Gosto de me exibir pros leitores também. Um shortinho apertado, um fio dental mostrando a raba. Eu me alimento dos olhares de vocês e to completamente viciada em provocar kkkkk

Também tenho vídeo sendo enrabada de quatro, usando a meia calça preta. Mas ai não da pra postar no insta rs. Quem quiser pode me pedir que mando no wpp ou no meu email [email protected]

Um dia, em pé na frente da minha mesa, mexendo na papelada do escritório, quando senti um abracinho por trás. Um amigo que sempre me olhou com cara de tarado, colava o corpo nas minhas costas.

Ele sempre me olhou com um jeito diferente, um ar de cafajeste comedor de novinhas. Agora ali, me imprensando na mesa. As mãos na minha cinturinha, uma de cada lado.

O volume da piroca roçando e esfregando nas curvas da minha bundinha de menina comportada.

Era horário de trabalho. Não tinha ninguém pra pegar a gente no flagra. E eu fiquei paradinha aceitando o abraço por trás. A baraba dele roçando no meu pescoço, a pontinha do cacete sarrando na minha traseira.

Eu me inclinava com o corpo pra frente, as mãos espalmadas na mesa e deixava ele me encoxar. A piroca passeando de um lado pro outro, em movimentos circulares. Roçando no bundão da ninfeta safada do escritório.

Com a voz rouca na minha orelha. Bufando igual um tarado...

- Hunnffff.... Você tá uma delicia nessa sainha...

Assim... Direto, seco e sem nenhum papinho antes. Não sei se ele tava tarado de vez, ou me achou a maior vagabunda do mundo. Mas o jeito canalha e o ar de cachorro tarado me deixou com tesão.

No meio do escritório, sendo encoxada e sarrada daquela maneira. Eu suspirava manhosa e empinava a bundinha

- Ainnnnn... Acho que você me confindiuuuuunnn...
- Confundi nada, loirinha... Sei que você gosta...
- Ainnn hunnnnnnn... Safaaaaadooonn.... Sou uma menina direita
- Direita é o caralho kkkk.. Essa sua cara de safada não nega

Eu nem tinha resposta pra isso. Toda empinadinha e encaixada no abracinho por trás. Deixando ele me encoxar e esfregar a piroca como se eu fosse uma piranha qualquer.

Não teve jeito, aquela encoxada terminou no motel. No final do expediente. Uma carona pra casa, as perninhas cruzadas. A meia calça preta nas minhas coxas. A cara de tarado dele me devorando pelo camiho.

A ninfeta safada do escritório terminou de quatro no motel!

Sendo montada, puxada pelo cabelo e levando tapas na bunda. Mordendo o travesseiro na minha frente, contorcendo os dedinhos dos pés e aguentando uma pica no meu cuzinho de princesa.

Eu ia virar história pra contar pros amigos. O dia que comeram o cu da loirinha mimada da bunda grande.

Um tarado pervertido com sorrisinho de vitória e cara de lobo mal devorando o bundão da piranha exibida do trabalho. Todo tesão acumulado de me ver rebolando de sainha, agora sendo descontado com um caralhão duro me rasgando por trás.

O meu telefoninho escondido filmando a transa por trás. toda a visão da baixinha CAVALA das coxas grossas aguentando uma rola na bunda. Gemendo e dando gritinhos de putinha manhosa.

- Ainnnn ainnn meu cuzinhooonnn..... Ainnnn me fóóóódiinnnn...
- Cachorra! Rebolando essa bunda nos escritório, agora aguenta! Aguenta vagabunda! Aguenta!
- Ainn ainnnn aguentoonn.... Agueeeeentooooonnn... Ainnn meu cuzinhooonnnnnnn

De 4, gemendo manhosa, mordendo o travesseiro na minha frente. Aguentando os trancos por trás. Sentindo as bolas explodindo na minha bunda. Sentindo uma piroca alargando o meu cuzinho de princesa. Suadinha, descabelada, franzindo as sobrancelhas. Fazendo carinha de patricinha mimada tomando no cu.

O jeito que vocês ficam quando me pegam assim, muda completamente. O olhar de maníaco, os xingamentos, a postura...

- Gostosa! Gostosa da bunda grande!
- Ainnn ainnnn me cooomeennn.. Me come gostooonnnn
- Como vagabunda como... Toma no cu sua vadia! Toma! Toma! Toma!

O jeito sádico e tarado de falar "toma". Como se fosse algo vulgar e proibido. A tara de pegar a patricinha de família e perverter ela, socando uma piroca na minha bunda.

Comer o cu da filhinha mimada do seu chefe. Descontar a raiva em cima dele. Descontar no meu cuzinho apertado de ninfeta sapeca. E pior é que eu gostava disso rs.

Quebrar a bolha que a sociedade exige que eu seja pura e comportada. Comer o cu da patricinha mimada.

Sexo anal é mais do que sexo. É dominação e poder. E comer o cu da filhas do chefe era algo mais simbólico ainda.

De 4, posição submissa, Posição vulgar. Pegando a ninfeta filha do chefe e me deixando nessa posição.

A meia calça preta dando um fetiche a mais. Me puxando pelo cabelo e me dando tapas na bunda. Socando com força me dando trancos por trás. Meus peitinhos siliconados chacoalhando pra frente e pra trás a cada pirocada que eu levava na bunda.

A visão do meu rabo arreganhada na sua frente. As marquinhas de biquini. As coxas grossas. A meia calça e os pezinhos balançando no ar. Levando pica e dando gritinhos.

- Olha essas marquinhas de piranha! Olha o tamanho dessa bunda!
- Ainnn então cooomemmmm... Ainnn põe pica no meu cuzinhooonnn! Poe pica no meu rabooooonnnn!!
- Toma pica toma! Cavala! Gostosa! Piranha da bunda grande!

Eu tomei... Tomei no cu de 4 na cama de um motel com um tarado do trabalho que me via todo dia desfilando e rebolando de sainha provocando todo mundo.

Eu gosto dessas putarias. Os olhares, os julgamentos, os trancos por trás, os tapas na bunda. Levando pica no rabo. Acho que sou completamente viciada em provocar e em me sentir a vadia de 4 sendo montada com uma rola na bunda.

É todo o simbolismo e tesão da coisa. Sexo vulgar, carnal e ainda por cima misturando esse ambiente social do trabalho. Ser a piranha da galera e ficar com faminha. Eu gosto dessa faminha...

A pica fazendo vai e vem, entrando e saindo do meu cuzinho. A dor, o tesão, os puxões no cabelo. Suadinha, desbocada, sendo montada e xingada por um tarado que ia contar pra todo mundo no trabalho. A gostosa da bunda grande sendo enrabada de 4 no motel.

Meus gemidinhos tomando conta da suíte do motel.

- Canalha! Safaaaaadoooonnnn..
- Vagabunda! Toma nesse cu! Toma nesse rabo!
- Ainnn soca soca socaaannnn... Soca com forçaaaannnn. Com forçaaannnn
- Gosta com força né vagabunda! Então toma com força! Toma! Vagabunda gostosa!

A filha do chefe. A menininha comportada com carinha de sonsa no trabalho, agora estava ali, levando ferro na bunda e gemendo barbaridades obscenas. É por isso que sexo pervertido é sempre o mais gostoso.

Me sentindo uma puta de filme pornô sendo filmada no meu telefoninho. Deixando guardado pros meus leitores tarados me verem levando na bunda.

As bolas batendo na minha bucetinha por trás. As minhas marquinhas de biquini. Os tapas e apertões no meu rabo. Uma vara enterrada no meio do meu cuzinho apertado de ninfeta provocadora.

O safado caindo pelas minhas costas, os meus peitos chacoalhando a cada tranco por trás, a minha carinha de patricinha chorona de frente pro espelho. Aguentando uma pica na bunda. Gemendo, chorando e sorrindo de dor e prazer. Me sentindo e me transformando numa cachorra tarada levando uma curra.

As minhas marquinhas de fio dental deixando o filho da puta ainda mais tarado. A visão do bundão enorme que ele tanto via desfilar pelos corredores, agora ali, na frente dele, aguentando uma rola. Eu pedia pica, eu levava pica, eu aguentava pica. Mordendo o travesseiro e gemendo igual uma vagabunda desbocada

- Ainnn ainnnn eu sou uma vagabundaaannnn... Sou uma vagabunndaaaaannnn!!

Sexo anal dói. É desgastante. É desmoralizante. Mas acho que é por tudo isso junto que deixa tudo mais sacana e gostoso. Ele não era meu namorado, não estava metendo com carinho, nem se preocupava comigo. Era só desejo carnal. A tara de meter a vara na gostosa bunduda do trabalho.

E isso me mata de tesão. Ser a piranha da galera e saber que os machos ficam loucos pra me montar por trás daquele jeito. Eu gosto de ser desejada. Gosto de ser a gostosa que todo mundo olha. Gosto de ser a piranha do rabo gostoso.

Enrabada, currada, montada, pervertida e completamente viciada em anal... Azar do meu pai rs

E sorte dos meus leitores safados. Quem quiser as minhas nudes ou vídeo de quatro levando na bunda de meia calça preta. É só me mandar mensagem nos meus contatos.

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