A novinha e o pedreiro
Meu nome é Mayara(mas pode chamar de May) tenho 14 anos e em breve vou fazer 15 aninhos,(todo o resto vocês ja sabem, é só ler os meus contos anterior) Como vocês já sabem eu moro com minha avó e ela tem 54 anos, e é uma mulher bem gostosa.
No dia que meu irmão, a namorada dela e minha avó com um amigo viajaram fiquei em casa descansando, eles haviam saído de madrugada, acordei com eles e voltei a dormir, estava em um sono gostoso, quando tocou a campainha de casa, coloquei um roupão, pois costumo dormir com fio dental e uma blusinha transparente, ao abrir o portão me deparei com minha vizinha que estava saindo para o trabalho, ela me cumprimentou e perguntou se minha avó ou meu irmão estavam, falei que não que tinham viajado e só voltariam na segunda pois iria passar o FDS fora, ela ficou meio preocupada, disse que precisava de um favor deles, mas já ia indo embora quando perguntei se poderia ajudar. Ela disse que havia contratado um pedreiro para fazer um serviço no muro do quintal dela e se havia algum problema ele ter que entrar no meu quintal de vez em quando e arrumar o nosso lado também. Falei para ela que sem problemas, para ela ficar tranquila que ele poderia trabalhar ali sim, nos despedimos e voltei para a cama tirar outro cochilo.
Passado algum tempo acordei com um barulho no quintal que não me deixava dormir, coloquei o roupão e fui até a janela da cozinha, quando vi era o pedreiro que estava mexendo no muro, ele me viu e pediu desculpas, mas falei que tudo bem e fiquei ali olhando ele trabalhando, era um homem de 52 anos mais ou menos, estatura mais alto que eu, gordo de pele clara. Percebi que ele me encarou nos olhos e tentou direcionar o olhar para meu corpo, porém como eu estava de roupão ele não viu nada.
Tomei meu banho, saí, coloquei um shortinho pequeno, pois gosto de usar roupas curtas quando estou sozinha, coloquei um shortinho branco de bichinhos, bem curto e apertado, daqueles que o bumbum quase sai todo pra fora, uma calcinha pequena e branquinha, e um topzinho rosa sem sutiã, liguei uma caixa de som do quarto da minha avó e como sempre subi em cima da cama e comecei a dançar, quando dei por mim, olhei para o reflexo do espelho do quarto de minha avó e vi o pedreiro que havia ido no banheiro dos fundos, me olhando pela janela, fiquei assustada, desci da cama e sai do quarto.
Fui para o meu quarto com o coração batendo acelerado, meio com vergonha, passado uns 5 minutos ele bateu na porta da cozinha e estava me chamando, coloquei um roupão por cima e fui ver o que ele queria, chegando lá ele ficou tentando olhar para dentro do meu roupão mas não conseguiu, pediu um copo d'água e aproveitou a oportunidade para me perguntar o nome e a idade, me perguntou se fiquei assustada por ele ter me visto na janela, eu disse que não e sim com vergonha, ele disse para não me preocupar, virou para mim e perguntou se poderia falar outra coisa, eu disse que sim, ele me virou e disse que nunca tinha visto alguém dançando aquela música com um corpo igual ao meu, e me disse que eu era igual aquelas garotas que dançam na tv que deixam qualquer homem doido no sofá de casa.
Um calor tomou meu corpo, e ainda ouvindo uma outra música comecei a dançar na frente dele. Ele me virou e disse que não estava igual pois eu estava de roupão, olhei bem para ele, era feio, tinha mãos grossas, dava pra ver sua barriga, sua roupa rasgada, e isso me deixou ainda mais excitada, comecei a tirar o roupão e dançando virei de costas rebolando enquanto descia o roupão e tirava do meu corpo. Ele me viu de costas, e me perguntou, menina, realmente tens essa idade? eu disse que sim e perguntei por que, ele me disse que nunca que havia visto uma garota da minha idade com um bumbum gostoso daquele jeito.
Joguei meus cabelos para o lado, me aproximei de costas pra ele, segurei sua mão, e coloquei ela no meu bumbum, que rapidamente ele apertou, e naquele aperto, um fogo me tomou e foi subindo pelo meu corpo, comecei a dançar novamente, rebolando em suas mãos, logo ele colocou a outra mão e ficou apertando meu bumbum de todas as maneiras, dizia, que bumbum gostoso, rebola, rebola mais pra mim menina, quando rebolei mais, perdi o equilibrou e cai de bruços na cama. Ele aproveitou, tirou a camisa e me disse para não levantar, fiquei ali mesma, de bruços deitada, ele veio de frente para meu rosto na cama, desabotoou e abaixou o zíper da calça, segurou minha mão e fez com que eu tocasse seu pau por cima da cueca.
Fiquei meio com receio, mas toquei e percebi que logo aumentou de tamanho ficou mais duro, aumentou e começou a sair por fora da cueca dele, fiquei assustada de tão grande, mal cabia dentro da sua cueca, fiquei excitada, e logo percebi que minha calcinha havia molhado, e meu bumbum ficou gelado desejando ser tocado por aquele brinquedinho enorme que havia descoberto.
Deitada ali de bruços, ele começou a beijar minhas coxas, beijar meu bumbum, e apertar ele bem forte, dizia que era uma delicia, macio e que nunca havia se deliciado com um bumbum gostoso igual ao meu, fiquei rebolando e dando risadinhas para provocar ele, ele se levantou, pegou um travesseiro, e colocou por baixo da minha cintura fazendo com que meu bumbum ficasse empinado, começou a beijar minhas costas e foi descendo até meu bumbum, fiquei doida, completamente louca, sentindo um homem tocar meu corpo, e o fato dele ser gordo e feio, me excitava mais ainda, estava me deliciando quando senti ele abaixar minha calcinha e tirá-la do meu corpo, começou a beijar meus pés, foi subindo até minhas coxas, começou a morder até chegar em meu bumbum onde lambeu, beijou, mordeu, apertou, fez de tudo, de repente, senti sua ausência por uns segundos, e quando menos esperava, senti sua barriga em minhas costas e seu pau enorme cutucando meu bumbum se esfregando nele, até que começou a entrar em meu bumbum, foi enfiando devagar, senti uma dorzinha, mas empinada em cima daquele travesseiro, estava bem relaxada e ele se aproveitou e foi enfiando no meu bumbum com facilidade.
Meu corpo tremia, comecei a gemer enquanto ele ia enfiando cm por cm bem devagarzinho, quando entrou tudo ele começou a fazer um vai e vem bem devagar, bem gostoso e com o tempo, foi acelerando, ficando mais forte e feroz, não resisti comecei a gemer bem alto, sentindo seu pinto entrando em meu bumbum, ele fazendo bem forte e rápido, senti cm por cm entrando e saindo, comecei a gemer mais ainda, quando ele me segurou pelos cabelos, fazendo com que eu arrebitasse mais o bumbum e ele conseguisse enfiar tudo, ficamos ali grudados, eu gemia, suava, delirava, e o sr. pedreiro foi fazendo movimentos mais fortes e mais rápidos, quando de repente, ele parou e ficamos ali grudados, senti que ele segurou mais forte em meu cabelo e na minha cintura, achei que havia acabado, quando senti um liquido quente escorrendo pra dentro do meu bumbum e me deixando toda melada, feito isso ele sussurrou em meu ouvido, gozei minha putinha, havia acabado de ter sido tomada com prazer pelas mãos de um coroa.
Quando achei que havia terminado ele foi para o banheiro, demorou uns quinze minutos e voltou, olhei, e o seu pinto estava mole, ele virou para mim e perguntou se eu era virgenzinha, eu disse que não, ele veio me virou, começou a lamber minhas coxas e foi até minha xaninha, começou a lamber, morder, até que eu fiquei totalmente ensopada, ele deitou em cima de mim, e devagarzinho foi colocando dentro de mim, quando ele entrou, gemi bem alto de tesão, gozei só de sentir ele entrando, foi quando ele começou a me xingar novamente, e fazer movimentos que me deixavam ainda mais molhada, meus olhos viravam, quando pensei que já estava bom, ficou mais rápido, enrolei minhas pernas em suas costas e gozei, uma sensação gostosa, maravilhosa, eu gemia e rebolava enquanto gozava, ai ele saiu, e disse que pra não ter perigo de me engravidar, não ia gozar, se ajoelhou em minha frente e fez com que eu ficasse de gatinhos de frente pra ele, me segurou pelos cabelos e foi esfregando seu pau em meu rosto até entrar em minha boca, fiquei chupando, até que passado uns 5 minutos, senti aquele liquido quente escorrendo dentro da minha boca, e ele dizendo, ai, safadinha, engole, sem pensar muito, engoli, e senti escorrendo pela minha garganta, nos deitamos e ficamos abraçadinhos ali.
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Comentários (1)
DK: Adorei seu conto, é de onde?
Responder↴ • uid:40vor4irk0i