#Corno #Teen

Esposa submissa

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Cláudia

Fui criada para ser uma mulher submissa, o que talvez tenha sido a melhor coisa que me aconteceu, pois casei com Arthur, um homem quinze anos mais velho que eu. A família dele era amiga de minha família de longa data e assim depois de breve namoro sempre na varanda da casa de meu pai, marcamos a data de meu casamento, eu com dezesseis anos e ele com trinta e um. Tudo que eu sabia de sexo era o que minha mãe e avó tinham me ensinado. Nossa lua de mel, foi em uma chácara de propriedade de um de meus tios a duas horas de carro de nosso cidade. Casamo-nos na Igreja que frequentávamos desde que me lembro. Da Igreja fomos direto para a recepção de onde fugimos antes das vinte horas e fomos direto para a chácara. Tranquei-me no banheiro ainda com meu vestido branco de noiva e nervosíssima me troquei colocando a camisola da noite, também branca e assim que me apresentei no quarto vi meu marido como sonhei ver, em um elegante robe, só não imaginava que ele não estivesse com mais nada por baixo e assim que ele me abraçou senti aquele membro duro me espetando e ele levou minha mão a sua virilha fazendo-me pegar pela primeira vez naquele cilindro duro, grosso, comprido e quente que não parava de pulsar na minha mãe e me beijou fazendo-me engolir sua língua, eu sabia que esse tipo de coisa aconteceria pois minha avó tinha me informado sobre isso, mesmo assim não conseguia identificar aquela sensação incômoda na boca do estômago que não conseguia decidir se era ansiedade ou medo. Arthur me deitou, me beijou e retirou um de meus seios de dentro de minha roupa e mamou em mim, nossa que sensação maravilhosa, ser mamada deixou mais calma e passei a aproveitar aquela boca percorrendo meu pescoço e ele tirou o robe ficando em pé ao lado da cama deixou um ver todo seu corpo e ter uma ideia exata de suas partes intimas, fazendo-me levantar, desnudou-me por inteiro e aquele olhar de desejo fez-me sentir desejada e experimentei outra delícia, Arthur flexionou os joelhos e colocou seu membro quente entre minhas coxas bem pertinho de minha grutinha e acariciou minhas nádegas com as duas mãos, acreditei naquele momento que minha respiração acelerada e os arrepios que percorreu meu corpo fosse meu primeiro orgasmo. Logo em seguida meu maridinho me fez deitar, com dois travesseiros embaixo de meu bumbum ajoelhou entre minhas pernas que ele fez dobrar para cima e homem experiente não deve dificuldades de colocar a ponta de seu mastro entre meus lábios vaginais e em um movimento combinado entre empurrar o próprio corpo e puxar meu quadril introduziu seu membro em meu canal, senti uma discreta dor e ele me mostrou que seu cacete estava manchado de sangue sorrindo amavelmente para mim, tirou os travesseiros debaixo de mim e deitou sobre meu corpo, introduzindo se não todo, boa parte de seu pau dentro de mim e fez movimentos com seu quadril e logo senti golfadas de sêmen dentro de mim, fazendo-me mulher de fato. Dormimos abraçados e nus. Ao acordarmos ele me colocou de lado de costas para ele e tremi na achando que ele tentaria um anal como minha mãe tinha falado que aconteceria, mas Arthur levantou minha perna e penetrou minha bucetinha ainda um pouco ardida enquanto me abraçava massageava meus seios, naquela cópula senti uma sombra de prazer, mas ainda nada como me tinha sido relatado. Passamos três dias isolados na chácara e meu maridinho me deu uma ideia que quão gostosa seria nosso cama. Já em casa em um fim de tarde, saí do banheiro de nossa suíte e vi Arthur com seu cacete apontando para o teto e ele mandou eu ajoelhar sobre ele engolindo-o com minha caverna e forçando minha cintura com as mãos, me mostrou como era o movimento enquanto ele mamava em mim, achei meu ritmo e a quantidade de penetração ideal para mim e lutei ali até que tive meu primeiro orgasmo de fato, profundo, fazendo meu membros retesarem e minha musculatura tremer. Nossa, até chorei depois e Arthur para me acalmar colocou meu pau meio mole em minha em minha mão, forçou minha nuca e conheci o gosto de uma pica e lembrando das instruções de vovô já na primeira tentativa recebi jatos de esperma na minha boca, me apaixonei pelo oral. Na no primeiro mês minha menstruação não apareceu, passados alguns dias, fiz os testes e dei a notícia a Arthur eu estava grávida. A noite, meu marido me fez ajoelhar voltada com a frente para o centro da cama, com os pés para fora da beira do colchão e dobrou meu corpo sobre minhas coxas. Arthur em pé ao lado da cama entrou entre meus pés e mandou eu arrebitar a bundinha, entendi que era chegada a hora e ele pincelou meu rego com seu pau, nossa que delícia sentir a cabeça do pau ser esfregada bem de levinho entre minhas nádegas. Mas o macho parou de alisar e minha argola piscou diante do arrombamento iminente e senti meu esfíncter esticar e fiquei paradinha enquanto a dor aumentava a medida que meu cuzinho virgem era destruído, chorei baixinho, tentando distrair-me abrindo e fechando o punho, dobrando os pé para um lado e para o outro sentindo a cobra mais fundo e quando não aguentei liberei o choro, senti o leitinho ser depositado lá dentro. Saí da cama e fui direto para o box fazer o que tinha sido instruída a fazer, arranquei o chuveirinho da mangueira, fiquei de cócoras no chão e enfiei a mangueira até onde consegui e deixei a agua correr mesmo sentindo dores e o ardido. Limpinha, voltei para a cama e esperei meu maridinho voltar do banheiro social que estava usando e fiz o que adorava fazer, chupei seu cacete ao mesmo tempo que me masturbava. Quando minha filha nasceu, eu já estava super acostumada com anal me masturbando sempre que era sodomizada e gozando gostoso sempre que recebia as esporradas no fundo do cu, o que me valeu muitos elogios de meu marido, que eu sabia serem justos e me conscientizei que era gostosa mesmo. No nosso quinto aniversário de casamento, deixei minha filha com minha mãe a pedido do meu marido que me prometeu uma noite inesquecível que me levou a um restaurante com música ao viva. Durante o jantar conheci o Jorge, amigo do meu marido, um negro super simpático, alto, magro e dono de uma voz linda. Arthur convidou Jorge para jantar conosco e após a sobre mesa, Arthur aproveitou uma seleção de música lenta que começamos a dançar bem juntinhos e meu marido falou no meu ouvido: "Meu amor, hoje temos tudo para você realizar minha maior fantasia". Quando afastei nossos corpos para olhar nos olhos de Arthur e entender o que ele estava dizendo, ele olhou para Jorge que imediatamente levantou e veio a nosso encontro e Arthur se afastou entregando minha mão na mão de Jorge que me abraçou suavemente e começou a dançar comigo enquanto Arthur nos observava com um ar estranho mas cheio de satisfação. Em poucos passos senti algo muito maior e mais grosso que eu pinto na minha barriga e entendi, meu marido queria ser corno. Tentei organizar meus pensamentos e tudo que conseguia lembrar era dos conselhos de minha avó e de minha mãe que mantinham seus casamentos a tanto tempo e quando chegamos à mesa, Arthur já tinha fechado a conta, não chegamos nem a sentar e a dois passos de Jorge percebi que ele continuava com o pau duro, não deixando de ver também que era bem grande. Entramos os três no carro e Arthur olhou para mim perguntando: "Então" Fiel a minhas convicções, apenas balancei a cabeça afirmativamente e os olhos de Arthur brilharam como na noite que tinha me visto nua pela primeira vez. Entramos no motel e quando eu subia a escadaria da garagem para a suíte, minhas mãos estavam tão suadas que até escorregaram no corri mão, só não cai porque Jorge que subia atrás de mim me segurou pela cintura apertando seu cacete contra minha bunda e vi o mais lindo sorriso que Arthur tinha para dar e me convenci que o corninho queria realmente ver sua espozinha dar para outra macho. Entrei no banheiro da suíte junto com Arthur que me abraçou e pude senti-lo tremendo até mais que eu e tomamos um banho juntos, saímos do banheiro e Jorge entrou esperamos envoltos em toalhas deitamos na cama e Jorge logo apareceu, quando estava a cerca de meio metro da cama, Arthur pediu para ele deixar a toalha cair e eu vi aquela puta piroca, muito grossa, muito grossa, com muito mais veias que o pau de meu marido, nossa duvidei que pudesse haver algo tão grande e ouvi meu marido com voz tesuda dizer: "Fica de quatro meu amor, quero ver todos os detalhes". Arthur também tirou a toalha e seu pau estava com uma ereção total, sem tirar a toalha assumi a posição de quatro no meio da cama e senti Jorge descobri minha e olhei para o espelho e o vi admirando minha bunda, eu adoro anal, mas abri um pouco mais as pernas e quebrei o quadril para expor minha racha e olhei para Arthur que massageava em câmera lenta seu pau e Jorge ficou de pé na cama puxando meu quadril para cima, fazendo-me apoiar as mãos e os pés no colchão do o quadril bem para cima e sem colocar a mão naquela trolha ele encostou a pica na minha rachinha que já estava encharcada por ver meu marido tão excitado. Assim que a penetração começou, Arthur se arrastou para baixo de nós e assistiu eu rebolando para facilitar a entrada do caralhão na buceta que só conhecia o pau de Arthur, mesmo sentindo a diferença e sentindo algum incomodo não reclamei e Jorge começou o movimento no exato momento que vi Arthur sujar o lençol com jatos de esperma, logo em seguida passei a sentir cabeçadas lá no fundo, onde meu marido jamais tinha alcançado e meu corpo começou a me avisar que eu ia gozar e explodi pedindo: "Fode, fode..." Senti a camisinha se encher e o comedor produzir o som de macho gozando. Caímos na cama e percebi enquanto recebia carinho dos dois que seus membros continuavam duro e vi que se Arthur estava realizando sua fantasia. que fosse completa cochichei no ouvido do corno: "Quero vocês dois em mim". Se estique e peguei mais uma camisinha que estava na cabeceira da cama e dei na mão de Jorge pedindo para ele deitar com as costas na cama e assumi minha posição preferida em cima daquele caralho monstruoso engolindo-o com a buceta com cuidado, quiquei u pouco sentindo a cabeçorra bem lá no fundão e disse: "Vem meu amor come esse cuzinho enquanto ele é só seu". Arthur mais do que depressa penetrou meu rabo na primeira de muitas dupla penetração de muitas penetração que me fazem gozar como louca

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