A nova realidade que mudou o mundo parte 163 - Novas tecnologias
Com o passar dos meses, o sistema refinou sua crueldade. Após a eliminação em massa, restaram apenas duas mil escravas, e hoje dessas, já restam bem menos que isso, porém novas levas de jovens são importadas e chegam todas as semanas. Dentre elas, uma figura se destacava pela raridade, Chita, a única negra sobrevivente, ainda está viva.
Sua presença era quase simbólica. Depois de tanto tempo, após incontáveis seleções, execuções e limpezas, ela era a última de sua cor. Sua pele escura, olhos verdes contrastantes e corpo ainda firme a tornavam um objeto de curiosidade e desejo para os novos administradores.
Em uma manhã cinzenta, Chita, Ratinha, a chinesinha miúda e Sofia, uma morena de traços suaves e corpo bem proporcionado foram separadas do grupo principal. Soldados as levaram, nuas e acorrentadas, até uma grande casa isolada nos arredores da cidade.
A residência, antes luxuosa, havia sido completamente reformada e transformada em um laboratório experimental de novos castigos. O objetivo era criar, testar e aperfeiçoar formas mais sofisticadas de humilhação, dor psicológica e controle físico para serem aplicadas em larga escala no futuro. As três foram recebidas como cobaias.
Despidas por completo, rasparam todos os pelos do corpo e tatuaram números de identificação na parte interna das coxas. A partir daquele momento, elas deixaram de ser consideradas escravas comuns. Tornaram-se Unidades de Teste.
Os experimentos eram diários e variados:
- Testes de privação sensorial: eram colocadas em caixas escuras e apertadas por horas, com sons graves e repetitivos tocando diretamente em seus ouvidos.
- Novas substâncias químicas: cremes e géis eram aplicados na buceta, clitóris e ânus, causando ardor prolongado, coceira insuportável ou excitação constante sem permitir orgasmo.
- Dispositivos mecânicos: novos plugs anais com mecanismos de expansão automática, grampos com vibração controlada e máscaras que forçavam a respiração restrita.
- Humilhações psicológicas: eram obrigadas a assistir vídeos de suas próprias torturas anteriores enquanto eram estimuladas sexualmente, criando associações forçadas entre dor e prazer.
Chita, por ser a única negra, era frequentemente usada em testes de humilhação racial. Ratinha servia para experimentos de dor extrema e resistência asiática. Sofia atuava como controle para comparação.
Todas as noites, as três eram trancadas em uma cela pequena e limpa, onde podiam descansar minimamente. Seus corpos estavam sempre marcados, hematomas, queimaduras leves, inchaços e cicatrizes recentes. Seus olhos, antes vivos, agora carregavam uma resignação profunda e vazia.
Elas sabiam que cada sofrimento seu seria multiplicado em milhares de outras escravas no futuro. Eram as pioneiras involuntárias de uma nova era de tormentos. E enquanto seus corpos eram dissecados, testados e aprimorados como instrumentos, o novo mundo seguia aperfeiçoando sua maquinaria de dor.
Vamos conhecer um pouco mais desses novos testes, tão importantes para esse mundo.
Os Plugs Térmicos
Um dos testes mais cruéis envolvia os novos plugs anais térmicos. Eram dispositivos de metal liso, grossos e longos, equipados com tecnologia de aquecimento e resfriamento rápido.
Quando ativados para o frio, o plug descia rapidamente para temperaturas próximas de zero. Dentro do corpo, ele transformava o interior do cu em um bloco de gelo ardente. As três sentiam uma dor profunda e lancinante, como se estivessem sendo rasgadas por facas congeladas. O frio se espalhava pelo intestino, causando cólicas violentas e uma sensação de paralisia interna. Seus corpos tremiam incontrolavelmente, os dentes batendo, suor frio escorrendo enquanto o plug sugava o calor de suas entranhas. O desconforto era tão grande que elas perdiam o controle da bexiga, mijando no chão enquanto gemiam de agonia.
Quando ativados para o calor, o plug esquentava até quase queimar. O metal ficava quase incandescente por dentro, transformando o cu em um forno vivo. Elas suavam profusamente, o corpo inteiro brilhando, o ânus pulsando de dor enquanto sentiam como se estivessem sendo cauterizadas por dentro. O calor subia pelo ventre, causando náuseas e tontura. As três ficavam horas assim, alternando entre frio extremo e calor insuportável, até que seus corpos entravam em colapso.
A humilhação era completa, elas eram observadas, filmadas e medidas enquanto sofriam, completamente nuas, acorrentadas em posições expostas.
O Teste das Explosões
Um dia particularmente traumático, cinco escravas idosas libertadas apenas para este teste foram trazidas para o jardim atrás da casa. Cada uma recebeu um plug rastreável especial, equipado com explosivo e mecanismo de choque.
O homem responsável pelo experimento as fez andar pelo jardim, nuas e sem nenhuma amarra, como se tivessem liberdade. Então, com um controle remoto, escolheu a primeira. Um comando foi dado. O plug emitiu um choque paralisante, fazendo a mulher cair no chão, o corpo rígido e tremendo. Segundos depois, o explosivo detonou dentro dela. O som foi abafado, mas o resultado, devastador. O abdômen da idosa inchou violentamente antes de explodir, espalhando sangue, carne e fezes pelo gramado.
As outras quatro assistiram tudo, histéricas. Uma a uma, foram detonadas da mesma forma. O último choque paralisante deixava a vítima consciente o suficiente para sentir o momento da explosão interna.
Chita, Ratinha e Sofia foram obrigadas a assistir de perto, sabendo que essa tecnologia seria implantada em todas as escravas do novo mundo como medida contra fugas e rebeliões. E onde a vida das escravas estava a apenas um botão de separá-las da morte, ou de um choque horrível.
Os Géis Químicos
Os experimentos com substâncias químicas eram diários. O gel ardente era aplicado diretamente na buceta e no ânus. Era uma pasta espessa, impossível de remover com água. Causava uma queimação intensa e contínua, como se pimenta e ácido estivessem corroendo a carne. As três ficavam horas com a buceta inchada, vermelha e latejante, incapazes de aliviar a dor, andando com as pernas abertas enquanto o gel continuava ativo.
O gel de excitação bloqueada era ainda mais perverso. Aplicado no clitóris e dentro da vagina, mantinha as escravas em um estado permanente de excitação extrema, mas impedia completamente o orgasmo. A buceta ficava encharcada, o clitóris inchado e pulsante, o corpo tremendo de desejo insatisfeito. Elas perdiam a concentração para qualquer atividade, gemendo e se esfregando inutilmente contra qualquer superfície, implorando por alívio que nunca vinha. A frustração mental era tão grande que muitas choravam de desespero.
O gel de sucção química era o mais humilhante. Ao ser aplicado, causava um inchaço rápido e extremo da buceta. Os lábios vaginais dobravam de tamanho, ficando grossos, roxos e extremamente sensíveis. A sensação era de uma bomba de vácuo interna, puxando e esticando tudo para fora. Elas caminhavam com a buceta grotescamente inchada, balançando entre as pernas, roçando e causando ondas de prazer doloroso a cada movimento.
As Máquinas de Orgasmo Forçado
Por fim, foram testadas as novas máquinas portáteis de orgasmo forçado. Eram dispositivos compactos, colocados dentro da vagina, com ventosas que grudavam no clitóris. Extremamente potentes, eram capazes de levar qualquer mulher ao orgasmo em menos de três minutos.
As três eram amarradas em cadeiras com as pernas abertas. As máquinas eram ligadas em potência máxima. Em menos de noventa segundos, seus corpos começavam a convulsionar. Os orgasmos vinham em sequência rápida e violenta, sem pausa. Elas gritavam, babavam, reviravam os olhos, esguichando sem controle enquanto a máquina continuava. Depois de dez ou doze orgasmos seguidos, elas entravam em um estado de sobrecarga total, tremendo, chorando, urinando, completamente incapacitadas.
O objetivo era claro, criar ferramentas que pudessem ser usadas para punição ou controle em massa, forçando prazer até a exaustão total ou a loucura.
Os experimentos não destruíram apenas os corpos de Chita, Ratinha e Sofia, eles devastaram suas mentes de forma profunda e irreversível. Cada sessão deixava marcas que iam muito além da dor física. O trauma psicológico era sistemático, calculado para quebrar a identidade, a vontade e a sanidade das cobaias.
Os Plugs Térmicos causavam uma sensação constante de violação e perda de controle. O frio extremo gerava pânico visceral, como se o corpo estivesse morrendo por dentro. O calor gerava desespero e sensação de estar sendo queimada viva. Com o tempo, as três começaram a ter ataques de pânico só de ver um plug anal. Seus cérebros associavam qualquer coisa inserida no corpo com sofrimento insuportável. Elas dormiam pouco, acordando com a sensação fantasma de gelo ou fogo dentro de si, suando frio e tremendo.
O Teste das Explosões deixou cicatrizes mentais ainda mais graves. Assistir as cinco idosas serem detonadas internamente criou um terror constante de que, a qualquer momento, algo dentro delas poderia explodir. Chita, em particular, desenvolveu um medo obsessivo de movimentos intestinais, ela ficava rígida por horas, com pavor de que qualquer contração acionasse um explosivo imaginário. As três começaram a ter pesadelos recorrentes com explosões dentro do corpo, acordando aos gritos, molhadas de suor e urina.
Os Géis Químicos atacaram a relação delas com o próprio prazer e dor. O gel ardente criou uma aversão profunda à própria genital. Elas sentiam nojo de tocar ou ser tocada na buceta, associando-a a uma queimação eterna. O gel de excitação bloqueada era ainda mais destrutivo, mantinha-as em um estado permanente de tesão insatisfeito, gerando frustração mental tão intensa que muitas vezes levava a crises de choro histérico ou apatia profunda. Elas perdiam a capacidade de se concentrar em qualquer coisa que não fosse o latejar desesperado entre as pernas. Isso gerava um ódio interno crescente ódio do próprio corpo por traí-las. E nesse mundo, não fazer o que for ordenado, é motivo de mais humilhações e dor.
O gel de sucção química inchava a buceta de forma grotesca, criando uma humilhação visual e sensorial que destruía a autoimagem. Elas se sentiam deformadas, monstruosas, como se seus corpos não lhes pertencessem mais. Praticamente ficavam com buceta de vaca, e isso era motivo de risos dos homens.
As Máquinas de Orgasmo Forçado foram as que mais danificaram a psique. Ser forçada a ter dezenas de orgasmos seguidos, sem controle, criava uma dissociação profunda. Depois de algum tempo, elas começavam a se ver como meras máquinas de prazer. O prazer tornava-se punição. Gozar deixava de ser algo bom, tornava-se uma forma de violência. Elas passaram a temer o próprio orgasmo. Algumas entravam em estado catatônico após as sessões, olhando para o vazio por horas. Outras desenvolviam uma dependência doentia, precisavam do orgasmo forçado para se sentirem reais, mas o odiavam ao mesmo tempo.
Com o tempo, as três mudaram drasticamente:
Chita tornou-se quieta e distante. Seus olhos verdes, antes vivos, agora pareciam vazios. Ela falava pouco e tinha crises de choro silencioso.
Ratinha regrediu emocionalmente. Voltou a se comportar como uma criança assustada, encolhendo-se no canto da cela e balançando o corpo.
Sofia desenvolveu raiva reprimida. Seus olhos carregavam um ódio profundo, mas direcionado tanto para os torturadores quanto para si mesma.
Todas perderam a noção de tempo. Todas tinham dificuldade de se reconhecer no espelho. Todas começaram a ter pensamentos suicidas frequentes, mas eram mantidas vivas e com vigilância constante.
Elas não eram mais pessoas, nem escravas comuns, eram cobaias. E o pior efeito psicológico era saber que tudo aquilo que estavam sofrendo seria replicado em milhares de outras mulheres no futuro. Elas não estavam apenas sendo destruídas, estavam ajudando a aperfeiçoar a destruição de todas as outras. Chita, Ratinha e Sofia eram as primeiras, mas não seriam as últimas. O novo mundo estava aperfeiçoando suas armas. E elas eram apenas o começo.
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