Vergonha intensa
Uma amiga que me disse uma vez que sou muito impulsiva e dou razão a ela, mas não sei explicar, simplesmente acontece e quando vejo já é tarde.
Conheci meu marido na faculdade e estou casada há três anos. Temos uma condição financeira boa, pois ambos trabalhamos e posso dizer que somos bem-sucedidos. Estamos no auge da forma física, frequentamos academia, embora não somos do tipo musculosos.
No ano passado resolvi engravidar, embora meu marido insistisse que ainda é cedo. Depois de várias tentativas que não surtiram êxito, procuramos uma ajuda médica. Descobri que o problema era comigo e uma coisa simples, segundo a médica.
O tratamento consiste em um acompanhamento, uma medicação e a médica passa uma janela de tempo para termos a relação sexual. Durante dois meses tomei a medicação, mas meu marido, não sei se propositalmente ou não, arrumava viagens a trabalho naquele período.
Fiquei desconfiada que ele tinha outra e sem falar nada, frustrada e magoada, resolvi parar de tomar o medicamente e adiar a gravidez.
O meu jeito de ser é estranho. Eu não sou perder a calma e falar como a maioria das mulheres. Eu vou acumulando toda a minha raiva, as minhas frustrações e desconto, às vezes, em outras pessoas ou até comprando coisas que não necessito.
Desapontada com a situação eu também passei a não ter ânimo em transar e isto se arrastou por mais uns dois meses, até que eu pensei em pôr um fim naquilo. Eu pensei em tirar umas férias e quando estivéssemos no local, contaria a ele que tinha parado de tomar o medicamento.
Não sei por que, mas manter o segredo me excitou. Queria fazer uma surpresa para ele e que, quando contasse, poderíamos transar sem o risco de engravidar, deixando-o mais tranquilo e devolvendo-lhe o controle desta situação.
A princípio, meu marido, não queria tirar férias, mas acabei convencendo-o. Fomos para o nordeste, um resort de luxo e ficamos num chalé à beira da praia. Era bem isolado, pois era o penúltimo dos chalés, ficando a uma boa distância das atividades do resort.
Chegamos na parte da tarde, nos trocamos e fomos direto para a praia. Coloquei um belo fio dental e, claro como tenho um corpo bonito chamei a atenção. Na realidade, estava explodindo de tesão e aguardava a noite para revelar o segredo.
Meu marido tem facilidade de se enturmar e logo foi jogar futebol, nadou, praticamente me deixou sozinha e isto me deixou irritada. Vi um grupo de homens me olhando quando resolvi entrar um pouco na água e um deles me chamou a atenção. Era muito bonito.
Voltei para o meu lugar na praia, aquele grupo de homens se desfez, mas o rapaz ficou ali perto e de vez em quando me olhava. O Sol já estava se pondo quando meu marido apareceu e fomos caminhando de volta. Notei que o homem vinha atrás de nós e quando nos passou vi que ele entrou no último chalé, bem perto do nosso.
Quando entramos, beijei meu marido e ia contar o segredo, mas ele me interrompeu dizendo que estava cansado, que o sexo poderia esperar até amanhã e que ele queria tomar um banho, jantar e descansar. Mais uma vez, engoli seco e fizemos exatamente o que ele disse.
O dia seguinte foi semelhante. Ele foi com a turma praticar esportes e eu, sozinha, na praia. Almoçamos e eu dei um toque nele. Disse que estava me deixando sozinha e ele prometeu que irar ficar comigo na parte da tarde, mas por volta das quatro horas, o pessoal veio chama-lo e ele foi jogar bola.
Lá vou eu de novo ficar irritada, porém achei melhor dar uma volta e passei a assistir um jogo de vôlei, com homens e mulheres participando. Eu amo jogar vôlei, faço isso desde a adolescência, passando pelo período da faculdade. Acho que o esporte contribuiu para que eu mantivesse um corpo bonito, embora fizesse algum tempo que não jogava. Atualmente vou para a academia e faço exercícios leves e corrida.
Sou meio tímida e aquele rapaz bonito me convidou a participar do jogo, cedendo o próprio lugar para que eu entrasse, afinal tinham mais mulheres do que homens jogando. Agradeci e entrei.
Depois do jogo, ele me cumprimentou pelo desempenho e o grupo inteiro foi para o bar. Acompanhei todo mundo e como eu quase não bebo, pedi um drink sem álcool. Foi assim conheci Luciano, um cara discreto, gentil, que quando fala todo mundo presta atenção pelas tiradas bem-humoradas e além de tudo, como já escrevi, bonito.
A conversa estava tão boa que perdi a noção do tempo. No fim, todo mundo foi indo embora, e ficamos só eu, ele e o Raul. Voltei correndo para o chalé, pois achei que meu marido estivesse lá, porém quando chego, não tem ninguém. Volto para o agito em busca dele e o encontro, completamente bêbado, sentado num canto.
Ajudei a se levantar, apoiou o seu braço nos meus ombros e pegamos o caminho direto para o chalé. Luciano e Raul me viram e se prontificaram a me ajudar. Eu estava muito puta com meu marido e só pensava no dia seguinte o quanto ele iria me ouvir.
Dentro do chalé, o colocaram na cama. Era por volta de umas sete horas e fazia muito calor. Luciano, vendo o meu nervosismo, acabou me convidando para acompanha-los. Iríamos continuar a jogar vôlei. Aceitei.
Foi bom porque meu estresse baixou e acabei tomando umas duas ou três caipirinhas. Já passava das nove horas quando resolvi voltar para o chalé. Estava toda suja de areia e queria tomar um banho. Luciano me acompanhou porque havia um trecho meio escuro no caminho. Caminhando pela beira mar, fui molhando os meus pés, até que Luciano perguntou:
- Está tão quente.... Vamos dar um mergulho?
Meia tontinha com o álcool que ingeri, achei que seria uma boa ideia e entramos no mar, mas estava com medo e ele segurou a minha mão, me fazendo entrar até um pouco mais do que a linha da cintura. Me abaixei e me molhei, enquanto ele mergulhou.
Olhando para o horizonte vi raios e uma tempestade se aproximando. Disse a Luciano que iria sair e nesse instante, ele se aproximou de mim, me abraçou e começou a me beijar. Eu não sabia o que fazer, fiquei meia paralisada, enquanto as mãos dele me tocavam na bunda.
Eu não sei explicar, mas os hormônios tomaram conta do meu corpo. Já podia sentir o pinto dele, duro, roçando em mim. Era uma imensa vontade de transar embora eu soubesse que não era meu marido.
Eu sei que não existem desculpas para o que vai acontecer a seguir, mas entendo que toda a frustração que havia sentido naqueles dias, toda a indiferença do meu marido, contribuíram para que eu fosse com Luciano ao seu chalé.
Ali, começamos a nos beijar enquanto suas mãos iam desamarrando a calcinha do meu biquíni. Depois de um longo beijo, ele me virou de costas, passou a esfregar seu pinto na minha bunda enquanto beijava meu pescoço. Soltou meu sutiã e eu estava entregue, completamente nua e sentia um calor imenso na minha pepeca.
Ele abaixou o calção e um pinto bonito, duro, gostoso surgiu na minha frente. Eu não pensava em nada, somente queria dar e era algo meio que incontrolável, nunca havia vivenciado isso. Queria sentir algo dentro de mim.
Caímos na cama e ele começou a me chupar. Iniciou pelos meus peitos, desceu pela minha barriga e chegou na pepeca. Ali, sua língua ágil me fazia contrair o corpo. Ele chupava gostoso, com delicadeza. Sua língua entrava e saía da minha vagina e ele me lambia toda.
Como eu estava quase gozando, resolvi chupar o pau dele. Estava bem duro, gostoso, salgado e fiquei concentrada em dar prazer a ele. Lambia a cabecinha, descia pela lateral, colocava seu saco na boca e sugava, depois voltava para a cabecinha abocanhando e engolindo o que podia.
Ambos estávamos excitados e resolvi cavalgar, dizendo a ele que podia gozar dentro que eu não engravidaria. Me posicionei, ajeitei o pinto dele na entradinha da minha pepeca e fui sentando devagar, saboreando aquele momento.
Quando estava tudo dentro, me assustei com um raio que caiu próximo. A tempestade havia chegado e ouvíamos o barulho da chuva e do vento. Comecei a subir, a descer, rebolar e me entregar completamente aquilo, com bastante tesão.
Eis que temos uma surpresa. Raul, o irmão dele, abre a porta do chalé todo molhado e nos pega em flagrante. Algo inusitado aconteceu comigo. Em vez de ficar envergonhada e até perder o tesão, pelo contrário, fiquei mais excitada, principalmente quando ele veio para a cama ao lado e foi tirando a roupa e se masturbando.
Nunca havia me passado pela cabeça ficar com dois machos. Voltei a me concentrar no ato. Luciano me ajudava a cavalgar, segurando a minha cintura e me elevando e descendo. Eu digo com toda a certeza, nunca tive tanto tesão como naquele momento. Era como se algo tivesse tomado meu corpo.
Até que a excitação aumentou, aumentou e o orgasmo veio, do fundo da alma, me fazendo gemer alto. Meu corpo tremia e se contraia. Luciano aumentou a força nas bombadas. Agora era ele quem controlava tudo, já que eu estava parada.
Logo senti seu pau latejar dentro de mim e ele gozar. Permaneci sentada no colo dele, sem forças e com ele me segurando pela cintura. Aos poucos a minha vitalidade foi aumentando e saí de cima dele, com minha pepeca escorrendo esperma e me deitei.
Raul veio em minha direção, abriu minhas pernas, roçou a cabecinha do pau na minha pepeca e me penetrou, com força, num frango assado. Na realidade eu não sabia se eu queria mais ou não, mas logo a vontade de deixar ele fazer o que quisesse me dominou.
Raul socava firme, me chamando de puta, de gostosa. Nem isso me incomodou e acabei gozando novamente. Ele continuou a meter sem dó, até encher a minha pepeca de esperma. Quando ele tirou de dentro, novamente eu estava sem forças.
Lembro do barulho da chuva e do vento e fiquei curtindo um estado de êxtase. O tempo parecia ter parado. Entre nós, o silencio reinava e apenas trocávamos olhares, até que Luciano me perguntou:
- E aí.... Está tudo bem?
Fiz um sim com a cabeça e todos rimos. Ele deitou-se ao meu lado, me abraçando, alisando o meu corpo. Raul estava na outra cama de solteiro, apenas olhando. Não sei precisar o tempo que ficamos ali, mas acredito que em torno de meia hora, quando Luciano pegou a minha mão e colocou sobre o pau dele. Ele queria mais.
Eu estava satisfeita, mas resolvi deixar. Ele me colocou de quatro e me penetrou, com força e dava tapas na minha bunda, me chamando de vagabunda. O pior é que ele tinha razão, mas naquele momento, como já escrevi, isso não me incomodava.
Raul veio em minha direção e me fez chupar o pau dele, batendo no meu rosto e dizendo:
- Vai.... Chupa meu pau putinha....Vou te dar leitinho na boca.
Hoje eu tenho vergonha do que passei, mas era uma sensação tão inusitada, tão intensa e muito diferente do tipo de relação que eu tinha com meu marido. Ser agarrada por trás, ter sua pepeca invadida e ainda ser puxada pelos cabelos e engolir um pau era algo que nunca havia pensado na vida.
Porém, a ficha começou a cair, principalmente quando começaram a falar do corno do meu marido que não dava conta de uma mulher tão gostosa, que eu teria rola mais vezes e era só os procurar e que deixariam o número de telefone, que queriam me comer mais vezes, enfim ...
Felizmente Luciano gozou e saiu de dentro de mim, mas Raul não soltava meu cabelo e socava o pau na minha boca me fazendo engasgar, até que me fez engolir seu esperma e parte escorrer para fora.
A chuva havia parado, me vesti e voltei para o meu chalé, onde meu marido dormia. Tomei banho, escovei os dentes, mas parecia que o gosto e o cheiro do esperma não saíam do meu corpo. Deitei, mas não consegui dormir direito.
Na manhã seguinte, meu marido esperava uma bronca enorme e já foi se desculpando, foi dizendo que a partir dali só sairia de perto de mim se eu autorizasse. Fiquei olhando perplexa para ele. Queria dar a bronca nele, mas devido ao que ocorreu não tinha condição moral de fazer.
Apenas disse que tudo bem e acabei revelando que havia parado de tomar o remédio e assim iríamos adiar a gravidez. Ele ficou feliz e queria me comer naquele momento, mas disse a ele que estava com dor de cabeça, queria dormir, deixaríamos para de noite e ele podia ir se divertir, pois eu não sairia do chalé.
Ele foi e eu dormi. Voltou na hora do almoço, trazendo um pouco de comida e refrigerante. Demonstrava estar preocupado, mas eu o tranquilizei, dizendo que só queria descansar naquele dia.
De noite ele tentou novamente me comer, mas eu disse que ainda não estava bem e ele desistiu. Na realidade, sexualmente estava satisfeita, mas iria adiar o quanto fosse possível.
Amanhece um novo dia e eu sabia que não podia ficar internada dentro do chalé. Coloquei um biquíni e fui para a praia com meu marido. Já era próximo da uma hora da tarde quando vejo Luciano e Raul vindo em nossa direção. Gelei.
Dirigindo-se ao meu marido, vieram convidá-lo para uma partida de tênis na parte da tarde. Meu marido olhou para mim como se pedisse autorização e me apresentou aos dois, dizendo que eles moravam na nossa cidade e próximos da nossa casa. Isso me assustou ainda mais.
Enfim, as férias terminaram e não houve mais nada. Voltamos a trabalhar e eis que na semana passada, meu marido disse que convidou os dois para virem jantar em casa no final do mês. A minha reação foi instintiva, explosiva, dizendo que ele não deveria ter feito isso.
Meu marido não entendeu nada e comentou:
- Mas amor.... Eles são gente boa e você certamente servirá uma comida deliciosa.
Minha mãe sempre me disse que não podemos fugir dos problemas a vida inteira. É preciso enfrenta-los, só que não sei como fazer. Só fico imaginando a vergonha que vou passar.
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