Corno do basquete - Parte 2
Quando eu me levantei, a primeira coisa que Vitor notou, foi a minha "barraca" armada. Meu pau estava duro como pedra, e Vitor por sua vez, não sabia se eu estava excitado por ver outro homem sendo chupado pela minha namorada, ou se era por ter um homem pelado me "dominando" físicamente, mal sabia ele que era pelos dois motivos. Oque ele sabia, é que não perderia aquela oportunidade de me humilhar.
-- Olha só, o corninho tá de pau duro kkkkk, é por ver a namorada putinha mamando um homem de verdade? Nesse ponto, meu sangue ferveu a um nível que eu sequer sabia que era possível, não pelas palavras em si, não por ele ofender minha namorada, mas por cada palavra que ele falou ser a mais pura verdade.
-- FILHO DA PUTA, EU VOU TE MATAR! Eu relutei, partindo pra cima dele novamente, quando fui segurado por Isa, que me segurava pelo braço, dizendo de forma sarcástica e provocativa.
-- Tá querendo apanhar mais? Não tá vendo que você não consegue ganhar de um macho de verdade? Ela falava com um sorriso debochado, e um ar de sadismo que eu nunca havia notado nela.
-- Mas amor... Eu indagava, sendo interrompido
-- Calado, corno! Agora quem vai falar sou eu, ela falava em tom de autoridade. -- Você acha que eu vou me contentar com esse seu pauzinho mixuruca de viadinho? Após a fala dela, um silêncio se instaurava, eu estava envergonhado, de cabeça baixa, escutando, um semblante contrastante com o sorriso de canto que Vitor tinha decorando seu rosto. O silêncio se mantinha até que Isa olhou para baixo, vendo que meu pau estava ainda mais duro com a humilhação. -- A partir de agora, você vai saber que é corno, e vai ser um conto beeeeem mansinho kkkk, ou é claro, a gente pode terminar, e você não vai saber mais quem está entrando em mim. Essas palavras reverberaram na minha mente, e nisso, eu congelei, o tempo parou dentro da minha mente, e quase que involuntariamente, eu assenti com a cabeça, em confirmação. Ela não disse nada, apenas sorriu, as únicas palavras foram ditas por Vitor:
-- Nem fudendo kkkkk, ele aceitou bem de boa, se eu soubesse eu tinha te comido na frente desse otario faz tempo kkkk.
-- Agora vai pra casa, corninho, que eu vou chegar tarde hoje. Isa falou com desdém, sequer se despediu, antes mesmo de eu sair do ambiente, eu vi ele se sentando em cima de um banco de madeira, e ela se sentando no colo dele, ele levantava a saia dela, e revelava a falta de uma calcinha, os sucos da sua buceta escorriam pela coxa, sua buceta tinha alguns pelos na testa, porém o interior era liso e rosa. Eu vi ela se alargando para acoplar o pau do meu então amigo que entrou sem dificuldades, pelo excesso de lubrificação. Notei que Vitor me olhava durante todo o processo, com cara de tesão.
-- Já que não quer sair agora, quer ajoelhar aqui e ajudar a namoradinha? Nesse momento, percebi que a braguilha da minha calça já estava ensopada de pre gozo, e decidi que deveria sair dali, antes que fizesse algo que poderia me arrepender. Mal sabia eu que não me arrependeria.
O caminho para casa foi "tranquilo", peguei um ônibus, fui o caminho todo imaginando oque aquele cara com pau de cavalo faria com minha namorada, e mais, como essa situação mudaria minha vida dali pra frente? Desde quanto Isa era dominante daquele jeito? E ao mesmo tempo tão submissa entregue a ele? A única coisa que poderia torcer, era para que o resto do time nunca descobrisse isso, ou minha reputação de capitão estaria arruinada. Esses pensamentos tomaram conta da minha cabeça até chegar em casa, entrei no apartamento, tranquei a porta, e fui tomar um banho. Enquanto a água caia pelas minhas costas, comecei a lembrar das coxas da minha namorada escorrendo, como aquele pau imenso adentrava ela, e uma dúvida começou a me pairar, eu queria comer ela daquele jeito? Ou eu queria ser ela e estar daquele jeito? Cada pensamento tomava conta da minha antenção, tanto que quando me dei por conta, eu já estava tendo um orgasmo enquanto me tocava. Nessa noite, fui dormir mais cedo, deitado na cama, ainda com a cabeça em outro lugar.
( Esse conto foi bem mais curto por complicações pessoais, tá difícil manter o trabalho, estudos e a vida social, mas agradeço a quem leu até aqui, e ainda essa semana postarei a continuação, prometo fazer ela pelo menos três vezes maior que essa, porém não acho que compensa abrir mão da qualidade apenas para entregar algo longo ou rápido)
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