#Traições

Saudade da minha diaconisa puta…

1.1k palavras | 0 | 4.00 | 👁️
HenriPotter

Uma lembrança da época em que abracei o pecado com ela, a filha de um pastor

Eu tenho lembranças muito nítidas de como conheci ela, e também de tudo o que vivi com ela. Lembro que começou em 2023, há três anos atrás. Foi em um aplicativo de conversas anônimas, depois que ela viu alguns dos meus posts e me chamou no privado: “Você tem algum problema com evangélicas”? Problema nenhum. Ao contrário, eu mesmo sempre fui evangélico. Mas admito que naquela noite estava afim de conversar putaria, e eu queria muito, confesso, achar alguém que fosse como eu. Alguém que acreditasse no que eu acredito, e que tivesse plena ciência do que estava fazendo, e que quisesse fazer mesmo assim. Quem sabe assim, compartilhando a culpa, eu me sentiria menos culpado. Fato é que começamos a conversar.

Naquela noite, quando soube que ela estava há dois meses sem fazer nada (com bastante esforço), isso deveria ter me freado. Mas não me freou. Lembro que dei uma provocada, e ela abriu uma brecha, e então eu provoquei mais. Escrevi tudo o que gostaria de fazer com ela, e ela leu, e imaginou, e fez conforme eu dizia… e ela gozou. Mas não paramos ali. Nós queríamos mais, e nós continuamos, e ela gozou de novo. Eu sabia que aquilo era errado, ela sabia que era errado, e eu sabia que ela estava há dois meses se segurando. E a gente fez mesmo assim. Duas vezes seguidas. Lembro perfeitamente das sensações que tive naquele momento, dos batimentos acelerados, dos calafrios pelo corpo, do prazer intenso.

No dia seguinte, quando voltamos a conversar, lembro que falamos sobre a noite anterior. Comentei com ela que me masturbei assim que demos boa noite. Ela me confessou que chorou de arrependimento, mas que voltou a se excitar logo depois, e que tinha se masturbado uma terceira vez antes de dormir. Essa conversa acendeu o tesão em ambos, e sem nem se dar conta já estávamos repetindo a mesma coisa. Gozamos de novo, pelo segundo dia seguido. Nós dois sabíamos que não era certo, mas era tão gostoso! Era impossível não querer mais daquilo. Em pouco tempo, já não havia um dia que nós não falássemos putaria e não gozássemos juntos. Tinha dias que falávamos o dia inteiro se deixasse. Os dias passavam, o pudor e o arrependimento diminuíam, e o tesão pelo errado e pelo proibido aumentava. Entre uma conversa de safadeza e outra, lembro que fomos nos conhecendo melhor. Descobri que ela não era uma crente qualquer, mas era filha de um pastor. Mais do que isso, descobri que ela era uma diaconisa respeitada, vista com bons olhos por todos. Novamente, isso deveria ter me freado, mas não me freou. Ao contrário…

Como falei, os dias passavam, o pudor e o arrependimento diminuíam, e o tesão com o errado e o proibido aumentava. O remorso que eu sentia não era minimamente capaz de se sobrepor ao prazer de ter encontrado uma “cúmplice” para o meu pecado. Como era bom pode expressar os meus pensamentos mais perversos, que vivo escondendo de todo mundo! Poder verbalizar esses pensamentos, e ter a certeza de não ser julgado por isso. Ao contrário, ter alguém do outro lado que é igual eu, que compreende porque sente exatamente as mesmas coisas. Como era bom poder ser quem sou de verdade! Sem máscaras, sem véu, mesmo sabendo que aquilo era tudo o que eu não deveria ou não poderia ser. E ter ela ali comigo, do outro lado, não apenas como alguém que não julgava, mas como alguém que alimentava e incentivava a minha perversão. Nós dois incentivávamos um ao outro, numa explosão inebriante e arrebatadora de prazer e degradação mútua. E foi assim que passei a não me importar minimamente com o fato de ela ser filha de pastor, nem com o fato de ela ser uma diaconisa. Na verdade, eu me excitava mais e mais com isso. E foi assim que comecei a chamar ela de diaconisa puta, nas mensagens, mas também nos áudios que eu mandava (com a voz sussurrante, a respiração ofegante, e as palavras intervaladas entre um gemido e outro). Os mesmos áudios que ela passou a ouvir na igreja onde servia, de fone, enquanto as crianças da escolinha estavam ocupadas fazendo os exercícios… ahhh, se os pais soubessem como era puta a professora daquela escolinha!

Não foi uma coisa de poucas semanas, nem de poucos meses. Na verdade, nós ficamos nessa por mais de um ano, entre idas e vindas. Houve alguns arrependimentos e paradas no caminho, mas nós sempre voltávamos a fazer. E sempre que nós voltávamos, era certo que cruzaríamos algum limite novo, e aí ficava ainda mais gostoso. Foram tantas coisas que conversamos, tantas coisas que fizemos nesse mais de um ano… e eu lembro de todas elas (inclusive escrevi algumas nesse site, mas não consigo mais encontrar). Fato é que eu nunca parei de pensar nessas coisas, de sentir prazer por causa delas. Até o dia em que ela me bloqueou, e diferente das outras vezes não apareceu mais. Dadas as circunstâncias daquilo que nós vivemos, dado todo o contexto que nos envolvia, confesso que sinto uma certa preocupação. Espero que ela esteja bem, e torço que tenha sido apenas um arrependimento real da parte dela, ao invés de algo mais grave. Mas ao mesmo tempo… admito que queria muito ter aquilo de volta.

Para você, minha diaconisa puta, eu quero dizer: sei que você gosta desse site. Se você ler isso, saiba que pode responder nos comentários. Eu tenho certeza que vou voltar e checar por alguns dias, talvez algumas semanas. Quem sabe você não responde? Afinal, eu sei e você sabe também… a verdade é que você sempre vai ser a minha diaconisa puta.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos