#Gay

Conhecendo gente nova

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O feriado longo significava mais um. Viajar estava fora de cogitação e preferi dar um pulo na casa da Marlene. Naquela manhã, resolvi tomar um café e cheguei logo cedo. Ela acompanhara toda a minha trajetória e podia opinar sobre muita coisa. Pautei a conversa e ela disse que havia muito ruído, interferência e meu caso necessitava de liberdade real. Assumir nunca foi intenção e ela disse que eu estava certo evitando dores de cabeça. Falou que eu poderia bem mais e estava perdendo tempo precioso. Exemplificou dizendo que a vida escorre como água pelas mãos e aquilo que passou, já era. No entender dela, eu estava acomodado e aceitei passivamente a situação precisando mudar. Minha rede de contatos era ruim, baixa. Marlene nunca questionou o meu direito de escolha, ao contrário, eu sou dono do meu corpo e faço aquilo que bem entender. Mulher bem a frente do seu tempo, ela só pedia para não correr riscos desnecessários. Disse que tinha meus gostos particulares e ao expor ela achou interessante soltando um sorriso dando total apoio. Perguntou se eu estava disposto a mudar e disse que sim. Sorri e já fui despedindo. Agradeceu a visita e jogou uma piscada falando que eu precisava sair da mesmice. Ganhei um abraço, um beijo no rosto e voltei para casa. Marlene tinha extrema razão. Dei um oi para a Márcia, a doméstica de casa e amiga da minha avó. Dei um beijo em vovó e subi ao quarto. Montei uma mochila para dar uma volta. Uma mensagem chega ao celular e adiciono a pessoa. Conversamos e meu plano mudou. Mordi o lábio! Será? Tomei um banho rápido, despedi e saí. Entrei no Metrô e desci. Liguei e a pessoa passou de carro. Cumprimentei e entrei para sairmos dali. Cara negro, magro, rosto redondo, cavanhaque branco, careca, havia falado com a Marlene e estava interessado em conhecer o jovem branco com seus dezoito anos e magrelo de olhos castanhos. Bem educado, batemos um papo e cinco minutos depois estava em sua casa. Por lá, especulou melhor sobre meus gostos e interesses com homem. Marlene já havia passado informações. Senti tranquilo e ele passou a calma necessária para entrar em detalhes bem íntimos. Não havia mais nada para esconder sendo direto. Expliquei que estava disposto a jogar meu sarrafo um pouco para cima e ele gostou daquilo que ouviu. Fomos até a cozinha e ele serviu um café. Abriu o jogo e interessei pelo assunto indo ao encontro do meu desejo. Jarbas falou se realmente eu estava disposto e disse que sim. Disse que era bom e eu mordi o lábio trocando olhares com ele ganhando um aperto no meu ombro. Sorri e quando ele ficou em frente, um caralho preto grosso, comprido e bem cabeçudo chamou a atenção. O pau saiu ereto na minha frente! Segurei bem firme e elogiei falando que era bem lindo. A cabeça do caralho chamava muito a atenção formando uma pica excitante chamando para o sexo! Bati uma e sorri, olhei e mordi o lábio! Cuspi e espalhei para sentir o caralho enrijecer bem! Uma vara preta potente que eu não sei se aguentaria. Mínimo: vinte centímetros. Seu pedido para chupar foi uma ordem e curvei caindo de boca! Trabalhei dando chupadas e abri a boca para engolir e minha cabeça foi forçada chegando ao talo e ele soltou fazendo minha boca trazer uma baba! Abri bem a boca e ele repetiu a dose fazendo vai e vem! É uma delícia. Bom demais! Pau de coroa experiente e que deseja sexo. Nesta altura, o rosto corado não indicava vergonha e sim safadeza da nossa parte! Tomei muito vai e vem, mostrei a língua e ganhei batidas nela! O pau preto lambuzou meus lábios e ajoelhei em sinal de submissão completa e Jarbas segurou minha cabeça enterrando o pau preto na minha boca! Minha boca ficou cheia com o pau fodendo gostoso! Meu cu piscava! O pau dele encontrara o cara ideal para aproveitar o final da manhã e o começo da tarde! Babei bastante e juntei o fio de baba engolindo. Deixei o pau na vertical e chupei as bolas! A minha boca tem carência de rola e eu estava sendo bem servido! Levantei e ficamos pelados. Sem qualquer pudor ou vergonha, senti sua mão em minha bunda e curvei abrindo ao máximo mostrando um cu em estado piscante! Segurou seu caralho dando uma pincelada. As pernas deram uma bambeada e não precisava assimilar que eu seria devorado por um pau preto potente! Senti um arrepio com a cabeça na porta, ele forçou e tirou. Eu tenho bunda mas aquilo parecia um tanto exagerado ao meu rabo e falei que tinha gel na mochila. Peguei e ele lambuzou. Senti suas mãos espalhando dando um tesão gostoso! Hum! O gel permitiu a passagem de dois dedos e excitei rápido. Ele aproveitou e não economizou no líquido geladinho e depositou bastante dentro! Melou a vara e jogou o pote na mesa da cozinha. Curvei o corpo na mesa e empinei. Mirou e senti um rasgo do pau, uma zonzeira leve e a cabeça alojou ao fundo! Nossa! Abri a boca! Botou a Mão sobre a minha bunda ficando no vai e vem e pedi para meter no meu cu! Poucos segundos e estava entregue! A tara, a excitação fizeram bom trabalho! A cabeça necessitava que meu cu ampliasse e foi conseguindo! Mordi o lábio, passei a língua de olhos fechados, não gemi alto e fiz careta com a cabeça atacando o fundo! Delícia de pica preta! O vai e vem começou a botar calor dentro do cu e quando viu minha entrega, segurou a cintura passando a meter de fato! Pau poderoso, ele facilitou por completo a minha tensão anal trazendo gaguejadas! Impôs sexo rápido e mandou vara com vontade para tirar segundos depois! Hum! Sofri nesta primeira pegada e ele sabia que a única forma do meu cu se adequar aquela vara cabeçuda e comprida é fodendo na intensidade até eu deixar rolar. Eu estava entregue e cabia ao meu macho explorar ao máximo! Penetrou e fez com intensidade! Abri a boca com muita caretas e fiquei gaguejando. Cada segundo significava tensão pura! Falou que era chegado em cu branco e devolvi falando que adoro caralho preto. Uma enterrada e rebolei com olhos fechados e mordendo os lábios! Delícia da porra! Ainda que a cabeça do pau fizesse estragos, o vai e vem trazia tesão, excitação e compensava dar para ele! Reiniciou a pegada com força após penetrar e demorou bem mais! Meu cu novo foi sendo moldado para compreender a necessidade daquela pica preta dentro de mim! É sexo, é pau preto, eu tenho que respeitar! Uma luta quente de cara novo, adulto recente com coroa experiente e fodedor. Tenso, muito tenso! As suas pegadas ficavam mais longas, ele suava, eu senti escorrer meu primeiro suor e percebi que aquilo tinha que ser bem assimilado ou todo meu desejo que havia exposto para ele e Marlene não aconteceria! Ao tirar, meu cu estava aberto e uma pinça com os dedos fez abrir a carne vermelha excitada para levar cuspe. Jarbas é metedor, fodedor, ele não fora indicado aleatoriamente pela Marlene. Uma nova penetrada e a pegada foi bem tensa partindo para quase dois minutos e meio! Meu cérebro parecia que ia explodir pela tensão ou entraria em estado de loucura! A sensação é uma luta insana onde o pau preto dominava o meu cu branco! Tudo gira na obtenção da entrega total do passivo e ele conseguira. Fosse uma mulher já teria gozado e eu fiquei nos calafrios com suas mãos acariciando a minha bunda e recebendo elogios. Dei uma olhada e Jarbas suava. Sua corrente de ouro em seu pescoço mostrava poder. A tensão colocada resultava em som de sexo chegando aos meus ouvidos. Minha bunda ao chocar com seu corpo indicava muito bem o ritmo dado lá dentro pelo barulhinho de sexo em andamento! Eu estava ficando cansado e ele partiu para a finalização. Não disse nada pois sua experiência dizia. Tomei fôlego várias vezes para sentir pele na pele seu pau preto. Consciente, sabia que camisinha pare este tipo de macho é para gente fraca. Segurando minha cintura, ele penetrou para uma pegada longa e muito tensa! Gaguejando e olhando o teto com boca aberta, fazendo caretas, longos três minutos sem tirar! Meu pau duro estava a ponto de explodir em gozo e não tinha como apertar! Minhas mãos estavam na mesa e nada podia fazer ao não ser gaguejar, gemer de boca aberta! O som de sexo forte batia na orelha dando excitação e uma batida final veio com sua frase: “Ah, delícia de cu do caralho. Puta que pariu!”. A partir daí, ficou no vai e vem bem mais tranquilo para enfiar meio pau, gemer e soltar forte carga de esperma lá dentro! Falou que meu cu tinha que tomar leite de pica preta e foi despejando, jateando, tirando rápido e deixando um vazio para meu cu botar todo o esperma fora e babar! Hum! Abri a bunda e deixei aquilo escorrer! Respirando fora do normal, eu ainda recuperava da surra de pica, senti meu cu melar todinho e meu saco foi contemplado com esperma! O tesão dado foi incrível e esta foda só mostrou o quanto precisava de rola! Novo, dezoito anos, eu não só empoderava o pau preto do Jarbas como meu cu branco! Mostrei resistência. Não é fácil e ele falou que até mulher arrega nestas horas pedindo parada! Corri ao banheiro mesmo com porra escorrendo e bati uma que veio forte e espirrada! Nossa! Aliviei de vez a tara e o tesão! Ele riu! Não sei como dei conta daquele pau dele! Explorou bem meu cu, estava aberto sentindo latejadas fortes, quente e chegando a arder com grude. Tomei banho ali mesmo com ele. Meu cu mostrava realmente que poderia ir além bastando assimilar a pegada forte do Jarbas. Sexo é arte em saber excitar e elevar o tesão e neste sentido ele gabaritou meu cu! Recompostos, nós ficamos no papo, uma cerveja e planejamos algumas coisas. Uma hora depois, eu já voltava para casa e precisaria do tempinho de recuperação. A tara de Jarbas por cu branco de cara novo estava explícita. Marlene dera uma bela ajuda e agradeci com gosto. Ela perguntou se eu havia gostado e disse que adorei. Riu e falou que o Jarbas comentou que eu era um cara legal e gostou do meu jeito. Sabendo dos meus gostos particulares, Jarbas preparou o terreno. Eu pensava ser experiente e estava enganado. Tudo estava só no começo. Márcia e minha avó nunca souberam da foda com ele. Marlene calou em favor do amigo.

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