#Incesto #Teen #Virgem

Desabrochando Mafê

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Murilo Roman

Na mesa do café, ainda com os primeiros raios de sol entrando pela rotina da cozinha, falávamos sobre a programação do dia: aula, balé, almoço, lição de casa e tudo que fazia a rotina.
- Meu bem… toma o suco de laranja rápido ou vamos nos atrasar.

Roberto chegou e se sentou conosco após beijar minha boca. - Tá olhando o que? Perguntei a ela percebendo um olhar atento demais para um ato que já tinha visto tantas vezes…. - Nada não. Não posso ver vocês, ué?

Ela pegou a mochila… e a deixou no banco traseiro quando saímos. O caminho do colégio era curto, mas com muito trânsito. Levávamos algo em torno de 30 minutos para um percurso de apenas 4 km. Roberto ia com o carro dele. Eu ia para o meu trabalho depois de deixar a Mafê.

- Como estão indo os estudos?
- Sabe como é mãe… matemática é meu ponto fraco.
- Pois é bom a mocinha estudar se quiser viajar no final do ano.
- Isso é chantagem sabia? Não é porque não me esforço… mas é que tem tanta coisa legal a mais pra fazer… - bufou graciosa enquanto olhava pela janela.
- Mãe… posso perguntar uma coisa? Mas você tem que prometer que não vai ficar brava. E que vai me responder.
- Vixe… lá vem bomba. Pergunta primeiro, depois vejo se fico brava.
- Ah mãe… assim não. Promete?
- Tá bom… manda.
- Eu queria saber o que é… (seu rosto corou)
- Desembucha menina… ( agora eu estava curiosa)
- Eu queria saber o que é … gozar

Engoli seco, surpresa com aquela pergunta repentina. Não tinha me preparado para fale sobre isso com ela… não tão cedo, acho eu.

- Oxe… onde você ouviu isso. Com que tipo de colega você anda na escola?
- Mãe… não foi com nenhuma das minhas amigas… e você prometeu que não ia se zangar.
- Isso é coisa de gente grande … você não precisa saber agora.
- Quer dizer que para arrumar meu quarto eu já sou grande. Para saber o que é gozar, não? Isso é injusto.

Me calei. Acho que ela tinha razão. Mas eu não podia ainda responder. Não estava preparada.

- Faz assim, Mafê… quando você voltar da escola conversamos melhor. Mas com uma condição:
- Ah não, né… qual? Respondeu cruzando os braços e fazendo cara de contrariada.
- Quero saber onde e de quem ouviu isso.

- Não posso falar, mãe.

Chegamos à escola e enquanto eu manobrava, reafirmei.

- Se quiser saber o que é isso, essa é a condição.

Encostei o carro, ela abriu a porta pegando a mochila atrás.
Confesso que fiquei aliviada por ela não ter contato. Assim que ganhava tempo para pensar como falar sobre sexo com ela.

Mafê beijou meu rosto em silêncio, saiu e bateu a porta. A dois passos da entrada, se virou e voltou, deitando sobre a janela aberta do carro:

E com uma expressão desafiadora disse algo que me tremeu as pernas:

- Ninguém me falou… eu ouvi.
- Ouviu onde?
- Da boca da Sra…. falando pra o Roberto ontem a noite, no seu quarto.
-…
- Depois da aula você me conta, como prometeu…

Virou as costas e entrou pelo portão.

(Continua)

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